Advogados bem-sucedidos trabalham pouco e ganham muito porque suas Execuções judiciais são mais rápidas e têm mais resultado financeiro.

 

Montax ajuda Advogados a encurtar o caminho entre a distribuição da ação de cobrança e o recebimento do dinheiro.

“Pesquisa de bens e investigação são aqueles 20% do trabalho que vão gerar 80% dos resultados financeiros”.

Marcelo Carvalho de Montalvão, diretor

MONTAX INTELIGÊNCIA

Não falarei muito, portanto, preste atenção.

O Google já mostrou como solucionar esse tipo de problema, mas, vou dar dicas que talvez você ainda não saiba.

Leia este artigo e diga você mesmo se podemos ajudá-lo ou não.

Confie em minhas dicas e você solucionará aquela Execução paralisada há anos.

Minhas dicas são:

1- Encontre o devedor 

2- Conheça a personalidade do devedor 

3- Identifique os familiares do devedor 

4- Identifique as empresas dos devedores 

5- Acesse Certidões de Matrícula/ônus reais dos imóveis deles 

6- Liste os ativos fixos e intangíveis encontrados 

7- Promova a desconsideração (normal, inversa e reversa) da PJ e a indisponibilidade de bens

Montax Inteligência é Franquia de Consultoria de Risco, Inteligência & Investigações Corporativas que já ajudou dezenas de departamentos jurídicos e escritórios de advocacia a solucionar casos complexos que demandavam acesso à informações patrimoniais estratégicas.

Veja como a Identificação & Busca de Ativos podem ajudar Diretores jurídicos, Coordenadores jurídicos, Advogados e Detetives Particulares:

1- Encontre o devedor

Parece bobagem, mas, muitas Execuções e ações de cobrança judiciais estão paralisadas por falta de citação do(s) devedor(es).

Descubra onde o devedor vive, onde trabalha e onde passa os fins-de-semana (casa de praia, sítio etc.).

Encontrar o devedor é também um passo para localizar ativos fixos imobiliários (imóveis), afinal, uma coisa leva à outra

2- Conheça a personalidade do devedor

 

Isso mesmo! Amadores procuram bens do devedor, profissionais primeiro conhecem a cultura e a personalidade do devedor para, então, encontrar ativos financeiros.

É mais provável que um carioca invista em casa de praia e um goiano, compre uma fazenda.

Saber se o devedor é hétero ou homossexual, se é casado ou vive em regime de União Estável, também são informações importantes porque é bastante provável que o devedor oculte bens em nome/CPF do cônjuge ou companheiro.  

 

3- Identifique os familiares do devedor

 

Colocar bens em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”) é tática de blindagem patrimonial bastante comum no Brasil

E é muito provável que o “laranja” do devedor seja um familiar.

Identificar o nome e CPF do cônjuge, pais e filhos do devedor pode ajudar a solucionar um caso de cobrança judicial.

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4- Identifique as empresas dos devedores

 

Agora que você sabe quem são os familiares do devedor, faça um mapa de todas as empresas deles.

Muitas vezes o dinheiro “lavado” ou ocultado está registrado na razão social/CNPJ de empresa patrimonial em nome/CPF dos familiares do devedor.

Saiba mais no artigo História do Combate à “Lavagem” de Dinheiro no Brasil.

5- Acesse Certidões de Matrícula/ônus reais dos imóveis deles

 

Agora que já sabe quem são os familiares do devedor e quais são as empresas deles, você pode acessar Certidão de Matrícula/ônus reais dos imóveis dos endereços deles e das sedes das empresas deles.

Para não gastar dinheiro à toa, evite consultar Certidões dos cartórios de Registro de Imóveis de endereços de sede fiscal de empresas localizadas em escritório virtual ou escritório de Contabilidade. o Google pode ajudar a identificar o que funciona na sede fiscal das empresas.

Alguns desses endereços podem revelar bens imóveis registrados em nome/CPF do devedor ou de familiares adquiridos com o dinheiro do devedor.  



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6- Liste os ativos fixos e intangíveis encontrados

 

Listar os ativos financeiros e classificá-los pode ajudar a convencer o juiz que o devedor tem bens ou exerce o controle sobre ativos financeiros registrados em nome de terceiros. Essa lista deve incluir todas as pessoas do grupo familiar e todas as empresas do grupo econômico controlado pelo devedor.

Essa listagem facilita a compreensão do magistrado acerca da riqueza do devedor, geralmente muito acima dos valores declarados à Receita Federal do Brasil.

E porque expor as ações de blindagem patrimonial do devedor pode conduzi-loa  um acordo.



7- Promova a desconsideração (normal, inversa e reversa) da PJ e a indisponibilidade dos bens dos devedores

 

De posse de todas as informações pessoais e patrimoniais do grupo familiar e tdo grupo econômico, distribua uma Ação Incidental de Desconsideração (Normal, Inversa e Reversa) da Personalidade Jurídica, contra todas as pessoas do grupo familiar e todas as empresas do grupo econômico controlado pelo devedor.


E não deixe de requerer a penhora online de valores depositados em contas bancárias deles e um ofício judicial à Central Nacional de Indisponibilidade de Bens (CNIB).


É importante que você siga cada uma dessas etapas. É um pouquinho trabalhoso, porém, em 30 dias você consegue vencer todas essas etapas e solucionar sua Execução judicial na frente de seus concorrentes, os demais credores.

 

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Quer realizar Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos Financeiros?

Envie uma mensagem para montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0482 informando a) o CPF/CNPJ dos Atores de interesse e b) o Valor Econômico do negócio ou quantia que pretende recuperar

 

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.

Ele foi produzido a partir de nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Pesquisa de Bens • Investigação • Compliance Intelligence

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Montax Inteligência auxilia departamentos jurídicos e escritórios de advocacia com estratégias de Compliance.

 

Montax provê clientes corporativos com dicas de conformidade com a lei para a prevenção de multas e ações de indenização.

 

Proteção de Dados Pessoais deve ter como premissas o Estado Democrático de Direito, o princípio da livre iniciativa e a Lei de Acesso à Informação.

 

Guia de Conformidade com a LGPD, de Compliance da Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais do Brasil.

 

 

“O Programa de Governança em Privacidade da LGPD deve ser implementado de forma semelhante ao Programa de Integridade da Lei Anticorrupção”.

Marcelo Carvalho de Montalvão, diretor

MONTAX INTELIGÊNCIA

 

“Dados são o novo petróleo!”

É a famosa frase do Cientista de Dados Clive Humby. Então nada mais natural que governos, empresas e pessoas se preocupem com a execução de atividades econômicas de exploração, produção, armazenamento e difusão dados de pessoas e organizações.

Montax Inteligência elaborou um Manual de Compliance para empresas que querem estar em conformidade com a Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), que definiu regras de proteção e tratamento de dados pessoais e criou a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)  e o Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade.

Portanto, empresas de informação, tecnologia e marketing – ou mesmo empresas com um bom CRM, software de Gestão de Relacionamento com o Cliente -, se preparem!

 

Premissas

 

Lei 13.709/2018 foi criada para a proteção da intimidade e privacidade, mas, deve ter como premissas outras leis, princípios e garantias fundamentais, no caso

a) Estado Democrático de Direito. O preâmbulo da Constituição Federal estabelece um “Estado Democrático, destinado a assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias, promulgamos, sob a proteção de Deus“. Portanto, aopinião da maioria prevalece sobre a de grupos ou pessoas de interesse e a intimidade de um não pode se sobrepor à segurança da maioria;

b) Princípio da livre iniciativa. Vivemos em uma sociedade pré-capitalista porque orientada pelo estamento burocrático (Faoro) mas também consagramos em nossa Constituição o princípio da livre iniciativa, sem o qual não haverá a prosperidade da qual depende o futuro de nossas gerações;

c) Lei de Acesso à Informação. Todos têm o Direito de Acesso à Informação previsto na Constituição, no Decreto nº 4.073/2002 e Lei n° 12.527/2011. A proteção de dados pessoais deve prevenir abusos, porém, não deve restringir o direito à informação e de acesso à informação;

A Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) do Brasil de 2018 vai entrar em vigor dia 28 de dezembro de 2020.

Ela é baseada no desenvolvimento científico e tecnológico que gerou mudanças na sociedade. O principal avanço foi sem dúvida a Internet, que alterou profundamente as relações de consumo com a descentralização dos canais de informação e comunicação e de distribuição de produtos e serviços e a globalização da economia.

A Era Digital e a digitalização dos meios de produção trouxeram outra novidade: Consumidores passaram a preencher fichas e formulários e comprar eles próprios, pela Internet, produtos e serviços que antes eram vendidos somente por empregados de bancos, seguradoras, companhias aéreas e até academias de ginástica, pessoalmente.

Esse mesmo consumidor que entrega seus dados pessoais às empresas é estimulado pelo Governo à realizar denúncias contra empresas que não estão em conformidade com a lei.

A Internet facilitou a comunicação e a integração entre as pessoas e empresas e foram criadas empresas somente para esse fim. Elas prometem conectar você aos seus amigos em troca de seus dados pessoais, que por sua vez são vendidos ou explorados por grandes marcas. Os dados pessoais passaram a ter valor econômico maior.

Esse é um Manual de Compliance das empresas à Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais.

Manual de Compliance da LGPD

1- Programa de Integridade

Com o advento da Lei 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), as empresas do Brasil – principalmente aquelas que têm negócios com o governo – tiveram que criar seu Programa de Integridade & Compliance, que por sua vez têm no Código de Ética e no Canal de Denúncia os mais importantes mecanismos de prevenção de fraudes e inconformidades.

A primeira coisa a ser feita é a comunicação social acerca da aderência da empresa ao Compliance da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) nos canais de comunicação que seguem.

 

1.1 Código de Ética. O profissional de Compliance deve criar um artigo no Código de Ética exigindo de todos os diretores, empregados e fornecedores o respeito à Lei 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), bem como um Termo de Consentimento do empregado ou fornecedor de tratamento de seus dados pessoais;

1.2 Canal de Denúncias. Se seu Canal de Denúncias é do tipo de múltipla escolha, com um rol de inconformidades das quais qualquer pessoas pode selecionar para denunciar, expressa ou anonimamente, o profissional de Compliance da LGPD deve fazer constar mais um item no rol de inconformidades, que pode ser com as expressões “empresa ou controlador ou operador de tratamento de dados pessoais causou ou pode causar dano patrimonial, moral, individual ou coletivo, em violação à legislação de proteção de dados pessoais“;

O novo Código de Ética a ser enviado para todos os empregados e fornecedores – e respondido – deve conter o Termo de Consentimento de tratamento de dados pessoais.

Existe a obrigatoriedade legal de um Programa de Governança em Privacidade, do qual falaremos mais adiante.

Se sua empresa ainda não implementou sequer o Programa de Integridade da Lei Anticorrupção (!), necessário para o Compliance da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, pode fazê-lo com base no artigo Compliance & Governança Corporativa – CGU Pode Multar Microempresa Sem Programa de Integridade e Canal de Denúncias. Ou mediante o Compliance Intelligence.

Compliance Intelligence (imagem) é um Programa de Integridade com um Código de Ética e um Canal de Denúncia fácil de instalar para detectar furtos e fraudes contra a organização que o head do departamento jurídico ou de Compliance podem experimentar grátis AQUI.

2- Proteção e “Tratamento dos Dados Pessoais”

 

Os principais objetivos da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) é a proteção de dados pessoais e tratamento dos dados pessoais“, expressão que aparece 49 vezes válidas na LGPD.

Dados pessoais podem ser considerados ativos financeiros to tipo ativos intangíveis, porque de fácil transporte e difícil depreciação.

Logo, tão importante quanto proteger dados pessoais de cidadãos e clientes é o Controlador ou custodiante conferir ao titular dos dados pessoais o direito de dispor de seus dados e demonstrar, comunicar sua política de Segurança e Sigilo de Dados, de Boas Práticas e Governança corporativa acerca da proteção e tratamento dos dados.

A LGPD não se aplica aos casos de dados tratados por pessoa física sem intuito de lucro, dados tratados para fins jornalístico, artísticos ou acadêmicos, dados tratados para fins de segurança pública, defesa nacional, segurança do Estado ou atividades de investigação e repressão de infrações penais, ou quando o dado vier do exterior e não estiver relacionado com pessoas do Brasil e desde que o país de origem tenha lei de proteção de dados pessoais semelhante.

Portanto é fundamental conferir aos titulares dos dados os direitos previstos na LGPD por meio de medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco; mecanismos de participação do titular; mecanismos de supervisão internos e externos, enfim, a adoção reiterada e demonstrada de mecanismos e procedimentos internos capazes de minimizar o dano, voltados ao tratamento seguro e adequado de dados, e a adoção de política de boas práticas e governança.

O mais importante é a empresa implementar mecanismos simplificados, por meio de seu site, que permitem aos cidadãos e consumidores exigir o tratamento de seus dados pessoais em conformidade com a LGPD. Isso pode ser realizado de vários formas, mas, principalmente:

 

2.1 Website. O site da empresa pode conter indicação de fácil acesso acerca dos processos e políticas internas adotadas para assegurar o cumprimento da LGPD e boas práticas relativas à proteção de dados pessoais, bem como identificação e informações de contato do Controlador de dados pessoais, ou do Chief Information Officer (CIO), do Operador e do Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais, em conformidade com o artigo 9º, inciso III e IV e artigo 41 § 1º da LGPD. Sugerimos um texto curto publicado na página do Canal de Denúncias;

2.2 Relatórios, memorandos e e-mails. Mensagens aos clientes, colaboradores e outros stakeholders devem conter um “Alerta de Restrição de Uso”, conforme o mercado.

 

Montax Inteligência usa um assim:

 

DIREITO DE ACESSO À INFORMAÇÃO – Montax é empresa de serviços de informação e de levantamento de informações de negócios que atende com base no Direito de Acesso à Informação do artigo 5º, incisos XIV, XXXIII e XXXIV “b” da Constituição, artigo 15 do Decreto nº 4.073/2002 e artigos 6°, 7° e 8° da Lei n° 12.527/2011, atividade econômica prevista no Cadastro Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) da RECEITA FEDERAL DO BRASIL (RFB). É pesquisa de fontes abertas e dados de domínio público (public domain information) acessados por qualquer cidadão em sítios virtuais, cartórios de registros públicos e Diários Oficiais não abrangidos pela Lei nº 13.709/2018, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), porque Esta Lei não se aplica ao tratamento de dados pessoais realizado para fins exclusivos de atividades de investigação e repressão de infrações penais. Apesar disso, o consulente concorda que a Informação não deve ser publicada ou reproduzida, total ou parcial, senão “para o exercício regular de direitos em processo judicial”“;

2.3 Web 2.0 (Linkedin, Facebook e Instagram). As sugestões dos itens 2.1 e 2.2 acima podem ser replicadas nas fan-pages da companhia no Linkedin, Facebook e Instagram;

2.4 Termo de Consentimento em formulários de coleta de dados pessoais. Ao coletar dados pessoais, em formulário de papel ou meio eletrônio, as empresas devem solicitar um Termo de Consentimento mais ou menos assim:

“Em conformidade com o artigo 7º, inciso I da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD), declaro que sou maior de idade, li a Política Interna de Proteção de Dados Pessoais (PIPD) da empresa e dou consentimento ao tratamento de dados pessoais, para a finalidade estrita do objeto e propósito deste contrato, inclusive permito a análise dos dados transmitidos e dos serviços contratados, a fim de receber propostas comerciais específicas”.

“( ) Concordo

( ) não concordo”.

A lei é recente e os tribunais do Brasil ainda vão discutir bastante os efeitos, extensão e eficácia e circunstâncias desses mecanismos aos cidadãos e empresas, especialmente empresas de informação, tecnologia e marketing que têm como principal ativo e fonte de renda a exploração, produção, armazenamento e difusão de dados, como as estrangeiras GoogleFacebookLinkedin e as nacionais Serasa ExperianQuod e Boa Vista SCPC e outras menos famosas que têm irritado cidadãos mais discretos e sensíveis como o EscavadorConsultaSocio.com e o polêmico TudoSobreTodos.

O desafio dos tribunais será analisar caso-a-caso sob o ponto-de-vista do direito à liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça, o princípio da livre iniciativa e o direito de acesso à informação e seus antagônicos direito à privacidade, direito à intimidade e o direito ao esquecimento.

Se este Manual de Compliance com a LGPD fosse um livro, a capa dele seria assim:

3- Requisitos tecnológicos e operacionais

 

Considerando que o titular dos dados pessoais tenham acesso fácil às informações sobre o tratamento de seus dados, disponibilizadas de forma clara, adequada e ostensiva (princípio do livre acesso), em conformidade com a LGPD, especificamente com informações acerca da

I – finalidade específica do tratamento; 

II – forma e duração do tratamento, observados os segredos comercial e industrial; 

III – identificação do controlador; 

IV – informações de contato do controlador; 

V – informações acerca do uso compartilhado de dados pelo controlador e a finalidade; 

VI – responsabilidades dos agentes que realizarão o tratamento; e 

VII – direitos do titular, com menção explícita aos direitos contidos no art. 18 desta Lei.

 

E considerando que todo titular dos dados pessoais tem direito a obter do controlador


I – confirmação da existência de tratamento; 

II – acesso aos dados; 

III – correção de dados incompletos, inexatos ou desatualizados;

IV – anonimização, bloqueio ou eliminação de dados desnecessários, excessivos ou tratados em desconformidade com o disposto nesta Lei; 

V – portabilidade dos dados a outro fornecedor de serviço ou produto, mediante requisição expressa, de acordo com a regulamentação da autoridade nacional, observados os segredos comercial e industrial; 

VI – eliminação dos dados pessoais tratados com o consentimento do titular, exceto nas hipóteses previstas no art. 16 desta Lei; 

VII – informação das entidades públicas e privadas com as quais o controlador realizou uso compartilhado de dados; 

VIII – informação sobre a possibilidade de não fornecer consentimento e sobre as consequências da negativa; 

IX – revogação do consentimento, nos termos do § 5º do art. 8º desta Lei.

As empresas deverão criar dispositivos tecnológicos em seus sistemas informatizados para permitir  o pleno exercício do Direito de Acesso à Informação com base no princípio do livre acesso.

Habeas Data e ação de obrigação de fazer serão coisa do passado. Clientes, consumidores, fornecedores e cidadãos comuns poderão consultar seus dados pessoais em formulários especialmente criados para esse fim. Ou acionarão Advogados especialistas em Direito de Proteção de Dados Pessoais para propor ações de indenização ou correção de dados contra empresas que não estiverem em conformidade com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). E vão começar pelas empresas que não dispõem de medidas, salvaguardas e mecanismos de mitigação de risco; mecanismos de participação do titular; mecanismos de supervisão internos e externos.

O tempo dirá se a fiscalização do Governo, que vai de simples advertência à multa de R$ 50 milhões por infração, vai impactar mais que as ações judiciais dos consumidores, mas, recomendamos ênfase aos mecanismos de participação do titular dos dados pessoais tratados por companhias que realizam “coleta, produção, recepção, classificação, utilização, acesso, reprodução, transmissão, distribuição, processamento, arquivamento, armazenamento, eliminação, avaliação ou controle da informação, modificação, comunicação, transferência, difusão ou extração” de dados pessoais. Praticamente todas as empresas na Era Digital.

Exemplo: Na Ação de Exibição de Documento (prontuário médico) de uma consumidora de serviços médicos, o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo decidiu que nem o hospital nem o plano de saúde são obrigados a restaurar prontuário médico extraviado, por absoluta “impossibilidade fática”, porém, com base na LGPD, condenou ambos à indenização de danos morais pelo extravio de documento que “expressa direitos fundamentais à privacidade e à liberdade, mais especialmente autodeterminação informacional” (Fonte: Apelação Cível 1071005-03.2016.8.26.0100).

Exemplo 2: A Hellenic Data Protection Authority (HDPA), a Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) da Grécia, multou a PwC em € 150 mil por infração à General Data Protection Regulation (GDPR). Os empregados da Big Four eram obrigados a assinar um Consentimento Específico para tratamento de seus dados pessoais. A HDPA entendeu que não havia liberdade de escolha em um contexto de relação patrão versus empregados. Além disso, a PwC exigiu autorização “incondicional” para usar informações pessoais já custodiadas e não foi transparente acerca das circunstâncias de sua exigência e finalidade. (Fonte: EuroCloud).

Esqueçam as ameaças virtuais, “hackers” e softwares cavalos de tróia… As maiores ameaças serão os cidadãos alegadamente prejudicados… O que o Governo conseguiu reduzir em ações trabalhistas aumentará em ações de indenização de uso indevido ou tratamento inadequado de dados pessoais… Mais um item do “custo Brasil”…

 

4- Do ControladorOperador e Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais

 

Mais uma vez a lei do Brasil está voltada para uma economia estatista e pré-capitalista porque orientada pelo estamento burocrático (Faoro) ao criar as figuras do Controlador, Operador e Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais.

Tudo muito bonito e maravilhoso, menos por um detalhe: Muitas empresas de dados são “Startups” e não têm estruturas gigantescas como as de empresas estatais. Na maioria dos casos as funções de “Controlador, Operador e Encarregado pelo Tratamento de Dados Pessoais” é de uma única pessoa.

Ao menos a LGPD prevê a dispensa do Encarregado conforme a natureza e o porte da entidade ou o volume de operações de tratamento de dados.

Para facilitar a compreensão e extensão de responsabilidades civis e criminais de cada um deles, realizamos um Quadro de Competências da LGPD:

 

 

Como dissemos, as punições administrativas vão de simples advertência à multa de R$ 50 milhões por infração. Fora as penalidades judiciais.

Considerando a lei processual penal do Brasil e o fato de a LGPD permitir que os Agentes de tratamento, Controlador e o Operador, sejam “pessoa natural ou jurídica”, é recomendável que estes sejam sempre pessoas jurídicas. Não está claro se pode ser a própria organização, mas, a companhia deve analisar a conveniência e oportunidade de contratar uma Agência de tratamento de dados pessoais terceirizada para funcionar como Controladora e Operadora dos dados pessoais.

Essa decisão de terceirização depende de vários fatores, especialmente o aumento de despesas operacionais e a proteção de segredos comerciais.

Para evitar responsabilidade civil por fato de terceiro, o custodiante dos dados pessoais, que a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais chama de Controlador, interno ou terceirizado, deve zelar pela custódia e pela cadeia de custódia dos dados pessoais. Isso pode ser realizado mediante Formulário da Cadeia de Custódia em formato físico (papel) ou eletrônico. Uma Agência de tratamento de dados pessoais terceirizada saberá cuidar disso.

Modelo semelhante pode ser usado para o Controlador obter do titular de dados pessoais o Consentimento Específico para o tratamento de dados pessoais e o compartilhamento de dados pessoais com outros Controladores, de que trata o artigo 7º, inciso I da LGPD, assinado por ao menos um dos pais quando o titular dos dados pessoais for menor de idade (artigo 14 § 1º) ou quando houver operação de transferência internacional de dados pessoais (artigo 33, inciso VIII). Pensando bem, é melhor deixar tudo isso para uma Agência de tratamento de dados pessoais terceirizada.

Formulário da Cadeia de Custódia de dados pessoais, banco de dados, softwares e hardwares (modelo acima) deve ser preenchido e assinado a fim de evitar injusta responsabilização penal, cível e administrativa do Controlador, Operador e Encarregado pelo tratamento de dados pessoais.

 

5- Da Segurança e das Boas Práticas – O Programa de Governança em Privacidade

 

A LGPD também visa proteger os dados pessoais de ameaças criminosas como intrusão, violação e extrusão de dados pessoais praticadas por hackers ou mesmo empregados, voluntária ou involuntariamente. Vazamentos de dados pessoais e informações são cada vez mais comuns porque cada vez maior a digitalização dos processos produtivos.

E porque “dados são o novo petróleo”.

Aqui chamo a atenção para o fato de a LGPD ter criado a “Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD)”  e o “Conselho Nacional de Proteção de Dados Pessoais e da Privacidade”, ao invés de criar uma “Agência Nacional de Dados”. Um jurista especialista em Direito Administrativo pode esclarecer essa diferença, mas, do ponto-de-vista econômico suspeito que o Governo do Brasil deu aos dados importância social e jurídica, mas, ainda não deu aos dados sua importância econômica.

A LGPD tratou esses fatos como vazamentos individuais ou os acessos não autorizados ou situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão, ou ainda, “acessos não autorizados e de situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou qualquer forma de tratamento inadequado ou ilícito” (artigo 46 da LGDP)

A lei fala em “Agente de tratamento”, mas, com ênfase às obrigações de comunicação do fato pelo Controlador, principal Agente de tratamento responsável pela proteção dos dados pessoais.

Voltando ao assunto “Segurança e Boas Práticas”, um dos tópicos principais da LGPD é o Programa de Governança em Privacidade previsto no artigo 50, inciso I da LGPD.

É uma espécie de Programa de Integridade porém em nível de proteção de dados pessoais.

Programa de Governança em Privacidade da LGPD deve ser implementado de forma semelhante ao Programa de Integridade da Lei Anticorrupção“.

Programa de Governança em Privacidade deve principalmente demonstrar o comprometimento do controlador em adotar processos e políticas internas que assegurem o cumprimento, de forma abrangente, de normas e boas práticas relativas à proteção de dados pessoais; adaptado à estrutura, à escala e ao volume de suas operações, bem como à sensibilidade dos dados tratados

O site Tudo Sobre Todos, por exemplo, informa em um link da página inicial chamado “Boas Práticas”, que remete á página de “Política de Boas Práticas” de forma bastante genérica que segue:

 

 

Cada companhia tem sua política de segurança da informação, orientada pelo CIO, pelo diretor de Compliance e agora pelo Controlador dos dados pessoais. A proteção dos dados pessoais deve ser antecipada, preventiva, com ações de Governança, Risco e Compliance da LGPD.

Conforme o artigo 51 da LGPD, “A autoridade nacional estimulará a adoção de padrões técnicos que facilitem o controle pelos titulares dos seus dados pessoais”.

Somente o tempo e as ações fiscais do Governo e da sociedade vão dizer se o Programa de Governança em Privacidade de cada companhia obedece aos critérios de conformidade e os padrões técnicos que facilitem o controle pelos titulares dos seus dados pessoais.

Podemos aguardar, mas, é recomendável assumirmos desde já a posição de liderança no trato dos dados pessoais sob custódia da companhia.

Lembro que enquanto a Lei Anticorrupção visa proteger especialmente os Governos contra atos de corrupção, troca de vantagens indevidas entre empresas que vendem produtos e serviços ao Estado e servidores públicos, a LGPD visa proteger dados pessoais, logo, qualquer cidadão é em tese parte legítima para ações fiscais e de indenização. A LGPD pode se tornar um novo nicho para Advogados.

Enquanto a companhia não implementa um Programa de Governança em Privacidade e a Autoridade Nacional de Proteção de Dados não define padrões técnicos de controle pelos titulares dos dados, em caso de acessos não autorizados ou situações acidentais ou ilícitas recomendamos:

a) Due Diligences Cibernéticas 

b) Prevenção de Ameaças Virtuais (Segurança da Informação) 

c) Segurança Cibernética do ERP e CRM

d) Testes de Intrusão, Violação e Extrusão 

e) Plano de Contingência Digital (Cyber CONPLAN)

f) Consultar a ANPD ao realizar ações de proteção de dados pessoais antes da vigência da LGPD 

E a produção de provas eletrônicas (e-discovery) com ajuda de softwares como o Paladin Suíte Forense da Sumuri ou MOBILedit da Compelson Forense & Investigações, abertamente, no horário comercial, na presença de empregados da companhia e Tabelião de Notas (Notário), que lavrará uma Ata Notarial para dar solenidade, legalidade e fé pública às ações de coleta de imagens de HDs.

Essas Atas Notariais servirão como provas das ações de mitigação de riscos de vazamentos individuais ou os acessos não autorizados ou situações acidentais ou ilícitas de destruição, perda, alteração, comunicação ou difusão a ser usadas em eventuais processos administrativos e judiciais.

Alguns casos de acessos não autorizados ou situações acidentais ou ilícitas recomendam perícia de Computação Forense, ou TI Forense com a extração, análise e avaliação de dados, informações e arquivos de computador e dispositivos móveis, de propriedade da corporação, e que podem ter sido usados nas comunicações de execução de crimes.

A Busca de Provas Eletrônicas (e-discovery) pode ser realizada com softwares de coleta de imagens em HDs, desde que com transparência, na presença de empregados da companhia e um Tabelião de Notas (Notário).

 

 

Quer implementar um Programa de Governança em Privacidade ?

Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br

 

 

 

O eBook Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa é um livro de inteligência no formato ePub com técnicas de espionagem e desinformação retirados de livros de espionagem, livros de estrategia militar do serviço de inteligência do exército e de inteligência competitiva (empresarial). Nele, você encontrará técnicas para que cada um descubra seus pontos fortes. E um briefing de investigações corporativas e investigação digital em fontes abertas de Inteligência (OSINT) útil à solução de fraude patrimonial e recuperação de ativos financeiros. Um manual de espionagem, investigação criminal e operações de inteligência. Decidimos escrever Inteligência & Indústria influenciados pelo livro sobre inteligencia empresarial Os Segredos da Inteligência Competitiva – Os Sentidos do Lobo, do Coronel Francisco José Fonseca de Medeiros (não confundir com “Os Segredos do Lobo”, de Jordan Belfort). Um manual de inteligência e investigações além das pesquisas em cartório em Copacabana, sede da Montax Inteligência.

 

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Pesquisa de Bens • Investigação • Compliance Intelligence

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

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Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

 

Rota e Fontes de Pesquisa de Bens Para Recuperação de Ativos. Nada Mais

Você sabe que precisa encontrar bens do devedor, mas, não sabe onde procurar? Nosso time de especialistas que vai te contar a rota e melhores fontes de pesquisa de bens para você finalmente receber seu dinheiro.

 

 

O importante em uma Execução é a localização patrimonial do devedor, empresas offshores, holdings patrimoniais e “laranjas”.

Marcelo Carvalho de Montalvão, diretor

MONTAX INTELIGÊNCIA

 

 

Nós te ajudaremos a ganhar dinheiro.

 

Nosso objetivo é levar para o Credor ou Advogado dicas de investigação patrimonial tão boas que você não vai precisar pedir ajuda ao juiz do teu caso.

 

Para isso, eu e um time de especialistas desenvolvemos um método comprovadamente eficaz.

 

Um curso online de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial, um Briefing secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos.

 

É uma rota, roteiro de fontes de identificação de pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos.

 

Você, vencedor. Seu dinheiro roubado voltará para o seu bolso.

 

Criamos um sistema, um método que chamamos de Briefing de  no Brasil e nos Estados Unidos da América (EUA).

 

Ele está em constante aperfeiçoamento há 10 anos.

 

Peço apenas que coloque o método em prática e diga qual foi o resultado.

 

O devedor ou terá bens descobertos e penhorados ou pedirá um acordo para evitar que os demais credores dele saibam aquilo que você descobriu.

 

Dar andamento à Execução é fácil, quando se tem uma lista de bens.

 

Um método inovador.

 

O Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial da Montax – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA tem um sistema simples e eficaz com links de acesso imediato e consulta às fontes de localização pessoal e patrimonial e busca de provas de crimes financeiros.

 

Por isso só pode ser vendido no formato digital, porque é um método-sistema.

 

Aqui no Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial existem dezenas porém assertivas fontes de investigação de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

 

Amamos investigar crimes financeiros e ensinamos isso àqueles que querem aprender ou simplesmente solucionar seu problema de crédito.

 

 

Você pode ter sucesso financeiro rápido e fácil com suas Execuções

Nosso Manual de Inteligência Financeira é independente, sem conflito de interesses com políticos, grandes credores ou devedores ou outros gigantes do mercado. Para mim e minha equipe só importa que você vença com o Briefing da Montax.

 

 

 

 

Grandes marcas já se beneficiaram de nosso método, mas, preferem manter o anonimato.

 

Departamentos jurídico e escritórios de advocacia pedem discrição após consultar a Montax e acessar nosso Briefing secreto.

 

A concorrência pode tirar proveito desse Método, os demais credores do mesmo devedor. E o devedor irritado pode se tornar vingativo.

 

 

E você, tem tido sucesso em suas Execuções?

 

Antes de responder, deixa eu ver se isso acontece com você:

 

 

1- Você tem uma Sentença favorável ou título de crédito ou carteira de direitos creditórios (que não foi fácil conseguir);

 

2- Contratou Advogados ou Estagiários para distribuir e “dar andamento” às Execuções;

 

3- Preencheu guias de custas (taxas), distribuiu Execuções e pediu ao juiz para penhorar bens do devedor;

 

4- Mas, as Execuções “não andam” porque você não ENCONTRA BENS do devedor;

 

5- Algumas vezes sequer consegue LOCALIZAR O DEVEDOR (senão nas redes sociais desfrutando da Dolce Vitta…)…

 

Agora vou te responder.

 

Você não vai conseguir a efetiva Recuperação de Ativos em Cobranças ou Execuções se não for capaz de LOCALIZAR PESSOAS, EMPRESAS E BENS, especialmente empresas offshore, holdings patrimoniais e interpostas pessoas (“laranjas”) do devedor.

 

De nada adianta conhecer todo o Código Civil ou Código de Processo Civil ou a CLT e ser especialista em Direito Civil, Processual Civil ou Direito do Trabalho e Processual do Trabalho se você não entende de crimes financeiros como “fraude à execução, evasão de divisas, lavagem de dinheiro ou ocultação de bens”.

 

Você precisa descobrir a estratégia de blindagem patrimonial do devedor.

 

Ou você consulta um Advogado especialista em Direito Penal Econômico ou… Acessa o “Manual de Inteligência Financeira”, um curso online de Inteligência Financeira para Recuperação de Créditos, Pesquisa de Bens & Investigação de Ativos, Offshores, Holdings Patrimoniais e “Laranjas”.????️

 

Ele é ideal para Advogados especialistas em Compliance, Due Diligence, Cobrança e Execução.

 

 

 

Técnicas absolutamente legais de busca de bens

A identificação de bens para investigação de fraudes corporativas e recuperação de ativos depende exclusivamente da localização pessoal e patrimonial do devedor, sua offshore, holding patrimonial e “laranjas.

 

 

Bancos, instituições financeiras e outras empresas perceberam que os devedores contumazes e fraudadores enganam os sistemas “Bacen Jud, RenaJud e InfoJud” com táticas de “blindagem patrimonial”.

 

Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você evitará perdas e solucionará Execuções milionárias.

 

Advogado, você não precisa depender da Justiça para localizar bens do devedor.

 

Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives.

 

O método descrito no “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” ensinará técnicas absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.

 

Principais dúvidas

Veja aqui as principais perguntas sobre a Montax Inteligência e seu Briefing secreto de busca de bens.

 

Quem é a Montax Inteligência?

Montax é empresa de serviços de inteligência & Investigações que atende departamentos jurídicos de bancos, seguradoras e outras empresas e escritórios de advocacia diversos com técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de provas e pesquisa de bens para a recuperação de ativos financeiros.

 

Por que devo adquirir o Manual de Inteligência Financeira da Montax?

Porque o Manual de Inteligência Financeira da Montax resume em poucas páginas o trabalho de 10 anos de um time de especialistas. É com esse método que você solucionará seu caso de estelionato ou Execução e com mais nenhum outro.

 

Curso online de Inteligência Financeira é para ganhar dinheiro?

Sim. Mas, não da forma como divulgam por aí e ensinam a economizar dinheiro e realizar aplicações financeiras. É curso online de Inteligência Financeira para Recuperação de Ativos, ou seja, para você ganhar dinheiro onde havia perdido ou está demorando muito para receber. Inteligência Financeira não é só economia e sabedoria de investimentos, mas, o Conhecimento de Inteligência em cobranças e execuções judiciais. É Inteligência para você e sua empresa fazer “caixa” em situações onde quase não há esperança de receber os valores devidos.

A diferença é que neste curso online expomos nosso método: Rota e fontes de pesquisas de bens com links e soluções práticas de investigação empresarial para identificação de bens, empresas offshore, Holdings Patrimoniais e interpostas pessoas (“laranjas”).

 

Rota, roteiro, Briefing, é um mapa de pesquisa de bens?

Não. Um Briefing não é um mapa, mas, uma rota, um roteiro de operações, de ações a realizar ou caminho a seguir. Um mapa diz onde você está e ONDE quer chegar. Uma rota, um roteiro (“briefing” em Inglês) é um jargão militar que diz COMO vai conseguir chegar. Um mapa pode até revelar um caminho ou mais. Uma rota, um roteiro vai dizer QUAL o caminho é mais seguro ou ações mais eficazes.

Rota de identificação e localização de pessoas com base na Atividade de Inteligência Militar e identificação e localização de patrimônio com base na Inteligência Financeira.

 

Quanto custa?

Manual de Inteligência Financeira custa menos da metade de um consulta com um dos Analistas da Montax. São apenas 497,00 reais. Isso é menos da metade da Bolsa mensal de um Estagiário que na maioria dos casos apenas se esforça para dar uma solução ao seu caso, sem resultado financeiro algum.

 

Preciso ter conhecimento em Direito ou do mercado financeiro?

Não. No Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros explicamos de forma simples e didática os tipos de ativos financeiros, os mais comumente usados por aqueles que querem realizar lavagem de dinheiro ou ocultação de bens. Alertamos também sobre a importância estratégica de cada um deles para o devedor, seu adversário, e onde e como penhorá-lo (local de custódia).

 

De quanto tempo eu preciso para aprender?

Você precisa apenas de 2h para ler o manual e compreender seu método e técnicas de Inteligência Financeira, mas, vai precisar de mais tempo para executá-lo, para consultar uma-por-uma das dezenas de fontes de informação patrimonial indicadas no manual.

 

E se eu não gostar do Método?

Se não gostar poderá devolver o Manual em 7 dias, conforme a lei.

Mas atenção: Se devolvê-lo não poderá utilizar as técnicas nem consultar as fontes nele indicadas, sob pena de estelionato (fraude), concorrência desleal e violação de segredo industrial, comercial e autoral (e temos nossos métodos para descobrir isso).

 

O Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

 

 

Introdução

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

Você pode adquirir nosso método, um “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI

 

 

Busca de Bens do Devedor

A busca de bens do devedor não deve ser ignorada na recuperação de ativos financeiros, sob pena de o processo judicial se arrastar por ano. A pesquisa de bens está para a cobrança o que a fundação está para seu edifício”

 

Se você está lendo este artigo é porque não investigou o caráter de seu cliente, fornecedor ou parceiro antes de fechar negócio.

 

Só depois descobriu que ele não tinha intenção de cumpriu a parte dele.

 

E ainda insistiu em não realizar pesquisa de bens do devedor antes de distribuir a Execução.

 

Agora, precisa realizar busca de bens passíveis de penhora.

 

Mas, como realizar consultas em cartórios?

 

Eles são a única fonte de informação patrimonial?

 

E o SPC/Serasa, ajudam?

 

Somente com a busca de bens do devedor serão encontrados ativos financeiros passíveis de penhora e recuperação de créditos, a solução definitiva de sua execução judicial.

 

Muitos acham que basta contratar um advogado que receberá seu dinheiro de volta.

 

Não é bem assim.

 

Advogados são os melhores profissionais a ser contratados para a recuperação de ativos.

 

Mas, sem pesquisa de bens, provavelmente nada vai acontecer.

 

Não no Brasil.

 

Busca de bens é assunto sério e deve ser realizada por profissionais especialistas em Pesquisa de Bens & Investigação, em investigação patrimonial.

 

A busca de bens do devedor é imprescindível especialmente quando há suspeita de fraudes, de esquemas para não pagar dívidas.

 

Esvaziamento patrimonial, blindagem patrimonial, sucessão empresarial, crimes de fraude a credoresfraude à execução “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores são algumas ações de contrainteligência realizadas pelo devedor para não pagar dívidas (despistamento).

 

São esquemas de ocultação patrimonial geralmente praticadas com a ajuda de advogados, contadores ou analistas de investimentos e até diretores de cartórios para proteger ativos financeiros de devedores contumazes.

 

Busca de bens é a pesquisa de bens do devedor para aumentar suas chances de recuperar créditos!

 

Fique conosco mais 10min que a Montax Inteligência vai esclarecer a vantagem competitiva da busca de bens do devedor, o preço dos serviços de busca de bens do devedor e as razões pelas quais o Estado não consegue solucionar sozinho aquele seu caso de recuperação de ativos.

Pesquisa de Bens, por que fazer?

Imagine que você vai construir um edifício. Não precisa ser um engenheiro para saber que, antes de começar a erguê-lo, precisa identificar o tipo de terreno, se argiloso ou arenoso ou pedregoso, sua posição geográfica, se vulnerável a enchentes, deslizamentos ou desmoronamentos e, principalmente, qual o tamanho da fundação a ser construída.

 

O edifício deve ser compatível tanto com o tipo de terreno quanto com a quantidade de andares e o volume de unidades imobiliárias que o engenheiro pretende construir.

 

Com o processo administrativo ou judicial de cobrança e recuperação de ativos ocorre a mesma coisa, só que fundação de uma ação de cobrança é a busca de bens.

 

O trabalho de busca de bens do devedor vai garantir que sua ação de cobrança, seu processo de recuperação de ativos não será um edifício erguido sobre a areia.

Busca de bens do devedor, quanto custa?

Em termos financeiros e de curto prazo, pesquisa de bens não é barato. Se você não tem recursos financeiros para a busca de bens do devedor, esqueça. Ao contrário das firmas de advogados, empresas de serviços de Inteligência & Investigações cobram por hora e independentemente do resultado.

 

Boas empresas de pesquisa de bens cobram de R$ 400,00 a R$ 1.900,00 por hora de trabalho, que varia conforme a marca (Pinkerton, K2 Intelligence, Montax etc.) e conforme a experiência dos profissionais envolvidos em cada caso em andamento (diretores, sócios, associados, estagiários etc.).

 

Mas, em termos econômicos e de longo prazo, a busca de bens do devedor vale a pena.

 

Sairá mais caro não contratá-la.

 

Cartórios cobram fortunas.

 

E o credor não sabe onde, em qual cartório começar a procurar.

 

O profissional de Inteligência vai dizer onde, em qual cartório realizar a pesquisa de bens.

 

E o nome/CNPJ dos “laranjas” eventualmente usados pelo devedor para frustrar sua busca de bens…

 

Às vezes, em apenas 1h de pesquisa de bens o profissional de Inteligência & Investigações descobre a posição de ativos financeiros que você ou seu advogado não conseguiram em anos.

 

Tempo é dinheiro.

 

E “a gente não sabe aquilo que não sabe” (Autor desconhecido).

 

Muitos casos de busca de bens do devedor são solucionados graças a uma informação, um detalhe que passou anos desapercebido.

 

E profissionais altamente especializados na pesquisa de bens, que só fazem busca de bens do devedor há anos, têm muito mais chance de sucesso que um advogado ou contador que só faz pesquisa de bens de vez em quando.

 

Justiça versus investigador privado, quem encontra mais bens?

O Estado brasileiro é tripartite, com as figuras do Poder Executivo, Poder Legislativo e Poder Judiciário em um “equilíbrio perfeito”… Perfeito para o Estado brasileiro e seus servidores, especialmente os do 1º escalão…


Quando somos roubados, furtados, fraudados ou simplesmente não nos pagam, temos que recorrer ao Poder Judiciário.

E aos cartórios judiciais e extrajudiciais administrados pelo Poder Judiciário.

O advogado não integra o Poder Judiciário, mas, dele é função essencial.

 

Sem advogado não há Justiça.

 

Advogados são mestres em acionar a Justiça.

 

Se as ações judiciais terão resultado$, é outra história.



80% dos advogados confiam nas ações do Estado e do Poder Judiciário para a pesquisa de bens.

 

A busca de bens do devedor é realizada na Justiça por meio da “quebra” dos sigilos fiscal, bancário e de propriedade de veículos por meio dos sistemas (softwares) InfoJud, Bacen Jud e RenaJud.

O problema é que os devedores sabem burlar esses sistemas e frustrar a busca de bens.  

A pesquisa de bens da Justiça não gera resultados porque o devedor contumaz simplesmente não declara em seu Imposto de Renda os bens, direitos e valores adquiridos, realiza movimentação financeira em conta bancária em nome/CPF de terceiros (“laranjas”) e não adquire veículos senão por meio de leasing.

 

Tem acesso a tudo e desfruta de tudo, mas, nada lhe pertence!… 

Isso ocorre basicamente por falta de acesso à informação pública, especialmente informação cartorária.

 

O que é um incoerência por parte dos juízes, afinal, são eles quem administram os cartórios de Notas, fontes primárias de informações patrimoniais (Montalvão) onde são lavradas as Escrituras públicas de compra-e-venda de imóveis e outros ativos financeiros. 

Receita Federal do Brasil (RFB) é apenas uma fonte secundária de informação patrimonial.

 

Fonte secundária? Como assim?

 

Isso mesmo! Nem todos os bens adquiridos por Escrituras públicas lavradas em cartórios de Notas são declaradas ao Fisco.

Parece que o próprio Poder Judiciário, que tem por dever constitucional solucionar conflitos e aplicar a Justiça, dificulta a pesquisa de bens do devedor…

Revelamos as origens sociais e políticas dessa idiossincrasia, essa característica muito peculiar das relações econômicas entre as elites do Brasil e o Estado brasileiro no antológico artigo Busca de Bens no Brasil, Missão Impossível!

Só a busca de bens do devedor por profissional de Inteligência reduz o risco de fracasso na esfera judicial.

 

O Poder Judiciário é a elite do estamento burocrático (Faoro) que cuida dos cartórios, fontes primárias de informação patrimonial. Estranhamente, ao realizar busca de bens do devedor os próprios juízes realizam pesquisa de bens somente na Receita Federal do Brasil (RFB), fonte secundária de informação patrimonial.

Dai a expressão da Montax: Busca de Bens no Brasil, Missão Impossível!

 

Uma oferta especial: Manual de Busca de Bens


Montax Inteligência é empresa que apoia a luta pelo Direito de Acesso à Informação Pública, ideal do ex-presidente dos EUA Jimmy Carter. Montax apoia a luta contra a desinformação, a falta de transparência e a burocracia ($) do Estado, as principais armas dos corruptos e malfeitores.

 

Fraudadores e devedores contumazes se valem da dificuldade de acesso à informação patrimonial no País para cometer mais crimes financeiros, impunemente.

 

A transparência total, com a publicidade e gratuidade de acesso à informação acerca de todos os atos do Poder Público, dos bens e rendimentos dos servidores públicos e o acesso onlineontime fulltime de todas as Certidões de Matrícula de todos os imóveis e de todas as Escrituras públicas lavradas em cartório, por simples consulta por nome ou CPF/CNPJ ou endereço, via Internet, diminuiria a corrupção.

 

Enquanto o Povo brasileiro não tiver direito de acesso à informação pública, gratuitamente, especialmente em cartórios, só restará consultar profissionais de Inteligência para realizar pesquisa de bens do devedor.

 

Você pode adquirir nosso método, um “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI

 

 

 

Se chegou até aqui, parabéns!

 

Você deve ser inteligente o bastante para saber que informação é poder, porém, conhecimento e sabedoria valem mais.

 

E o que é o conhecimento senão o uso adequado da informação?

 

E a sabedoria, o que é?

 

É a engenhosidade. É a aplicação prática do conhecimento. São atitudes rentáveis!

 

Conhecimento e sabedoria sem uso prático é o mesmo que nada, afinal, se você não criou, não desenvolveu, não construiu, não ajudou ninguém então ninguém o terá em conta como “sábio”.

 

Atitudes rentáveis na recuperação de ativos são

 

a) Estudar;

b) Investigar; e

c) Agir (escrever e pedir)!

 

Peça e terá!

 

Muitos dos meus clientes pagam caro por consultorias e alguns dos leitoras do método da Montax simplesmente não respondem meus pedidos de feedback ou respondem: “Na verdade, ainda não coloquei em prática”.

 

Você deve conhecer um amigo ou primo que “se formou mas nunca exerceu”?

 

É a mesma coisa: A pessoas perde tempo e dinheiro e não executa, coloca em prática o método que aprendeu.

 

Enquanto alguns pobres com poucas chances pensam “Ah! Se eu tivesse um Diploma”.

 

E já escutei pessoas dizerem em alto e bom som: “Com uma carteira da OAB na mão, duvido que ficaria sem grana. Já tinha inventado uma estratégia para ficar rico“, geralmente se referindo aquele parente “formado”, mas, que vive “liso”.

 

Os motivos que levam as pessoas a se formar em Direito e exercer  a advocacia são vários, geralmente ligados material ou emocionalmente a dinheiro, sexo, política (poder), desafio pessoal, confronto com adversários (poder II), independência financeira etc.

 

Voltando ao assunto “Busca de Bens de Devedor”, e para ajudá-lo nessa jornada de solução definitiva de suas Execuções, conforme prometido, quero convidá-lo à leitura da

 

 

História do Combate à “Lavagem” de Dinheiro no Brasil

 

 

O Que é “Lavagem” de Dinheiro?

 

“Lavagem” de dinheiro é a tentativa de dar a valores obtidos de maneira criminosa a aparência de origem legal, legítima. É transformar dinheiro “sujo” em dinheiro “limpo”. Daí alguns países usarem a expressão “branqueamento de capitais”. 

 

No Brasil, a “lavagem” de dinheiro é definida por lei como crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores (Lei 9.613/1998).

 

A conjunção “ou” sem repetição é é coordenativa explicativa do significado de “lavagem”, a ocultação.

 

Ou houve erro de Português ou erro técnico-jurídico porque a “lavagem” de dinheiro pode ser diferente e mais grave que a simples ocultação de bens. Explico.  

 

“Lavagem” de dinheiro: Um traficante internacional de drogas consegue muito dinheiro com a importação, revenda e distribuição de entorpecentes.

 

Ele precisa disfarçar a origem ilícita desse dinheiro com algum negócio lícito para não chamar a atenção de autoridades fiscais, como um cadeia de restaurantes ou de lavanderias de roupa – isso aconteceu nos EUA – ou mesmo um lava jato (isso foi no Brasil) onde ele poderá justificar a movimentação do dinheiro “em espécie”.

 

Ele pagará ou não tributos sobre produtos e serviços que nunca existiram, desde que o dinheiro possa ser depositado em contas bancárias

 

Sem negócios legítimos, o traficante terá que “pulverizar” os valores em pequenas quantidades depositadas em várias contas bancárias registradas no CNPJ/CPF de muitas pessoas.

 

Daí o papel dos bancos e autoridades financeiras ser fundamental ao combate ao crime de “lavagem” de dinheiro

 

Ocultação de bens, direitos e valores: Um empresário oculta um lucro fantástico ou herança ou simula a venda de um ativo financeiro para não pagar Imposto de Renda dívidas judiciais etc.

 

Para que a Receita Federal e seus credores não descubram, ele oculta bem em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”) ou na razão social/CNPJ de empresas patrimoniais, geralmente constituídas em nome/CPF de “laranjas”.

 

Não é um traficante nem terrorista, mas, cometeu sonegação fiscal ou fraude à execução para ser enquadrado no crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.  

 

O crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores é um crime financeiro que depende de crime antecedente como o tráfico de entorpecente, mas, poderia ser outro crime financeiro como a sonegação fiscal (Márcio Thomaz Bastos). 

 

Quem são as vítimas do crime de “lavagem” de dinheiro?

 

A primeira “vítima” é a sociedade.

 

A “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores é o suporte financeiro de organizações criminosas.

 

É o departamento financeiro do submundo do comércio ilegal de produtos e serviços.

 

Contrabando de armas, tráfico de entorpecentes, tráfico de seres humanos para fins de prostituição – inclusive crianças –, escravidão e tráfico de órgãos, terrorismo, exploração de jogos-de-azar etc. são atividades criminosas de natureza econômica, seu autores, co-autores e partícipes visam o lucro.

 

Sem um esquema de “lavagem” ou ocultação de bens, a organização criminosa e suas atividades seriam rapidamente descobertas.  

 

A segunda “vítima” é o Estado.

 

Os valores “lavados” ou ocultados geralmente não são contabilizados, muito menos taxados. 

 

A terceira vítima são os credores.

 

É a vítima menos lembrada, quer porque é cidadão ou organização privada, quer porque o Estado é mais eficaz em vigiar e punir delinquentes que ameaçam o próprio Estado.

 

E porque nesse caso quem pratica a ocultação de bens não é um traficante, mas, um empresário devedor de fortunas que não quer pagar dívidas.

 

Para as duas primeiras vítimas o Estado conta com o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF), a agência de Inteligência financeira do Brasil, e os bancos.

 

Quando a vítima da ocultação de bens é o credor de uma dívida, ele só conta com um advogado especialistas em Direito Penal Econômico ou agência de Inteligência privada especializada em Busca de Ativos & Investigações de fraude à execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores

 

Como grandes devedores ocultam bens?

 

Dados coletados pela Montax Inteligência nos 10 anos de existência e minha análise após 20 anos de experiência em Direito Penal Econômico e investigações de crimes financeiros, as 5 principais formas de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores são:

 

1- Aquisição de bens e direitos em nome de “laranjas” para despistamento de credores 

2- Constituição de empresa-de-fachada (sem substância econômica) para movimentações financeiras camufladas

3- Criação de Holding Patrimonial no Brasil ou exterior (offshore) para blindagem patrimonial 

4- Omissão do registro da aquisição de imóvel na Matrícula do imóvel para “não revelar posição”

5- Negócios exclusivamente em dinheiro em espécie para não ser rastreado

Parece coisa de espionagem… E é…

 

Quem oculta bens, direitos e valores pratica ações de contrainteligência ou contraespionagem, já que tentam mitigar os riscos da Inteligência governamental ou privada dos credores…

Identificar os “laranjas”, empresas-de-fachada e Holdings Patrimoniais, no Brasil ou exterior, é a pedra-chave para a identificação e busca de ativos de fraudadores e devedores.

 

Acessar Escrituras públicas de compra-e-venda de imóveis em favor do devedor que oculta bens, direitos e valores também. 

Procurações públicas onde o outorgante dá ao outorgado poderes para comprar, vender e negociar o imóvel, inclusive em causa própria.

 

Desse modo, o comprador simula um negócio de intermediação imobiliária quando, em realidade, adquiriu o bem. Apenas não o “comprou”, não transferiu para o seu próprio nome/CPF. 

Operação semelhante ocorre na compra-e-venda de veículos em que o comprador é agência revendedora de veículos que pede ao vendedor para “assinar, mas, não colocar a data da transferência no Certificado de Registro de Veículo (CRV)“.    

investigador de crimes financeiros precisa identificar o cartório de Notas onde foram lavradas essas Escrituras Procurações públicas, geralmente distantes da residência do devedor.

crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores prejudica a sociedade, o Estado e credores em concreto

Sem identificar bens do devedor, as ações judiciais de cobrança ficam paralisadas.

As dificuldades na Busca de Ativos & Investigações de crimes financeiros a partir dos cartórios e do sistema de registros públicos do Brasil foram descritas no ontológico artigo Busca de Bens no Brasil, Missão Impossível!

História das ações anti-lavagem de dinheiro no Brasil

Desde o Brasil colônia muitos cidadãos praticam crimes contra o Estado como contrabando de metais e pedras preciosas e tentam se esquivar do pagamento de impostos.

 

A produção do Brasil colônia era taxa pela metrópole Portugal em 1/5 ou 20%.

 

Esse imposto, dizem, era chamado de “o quinto dos infernos”. 

 

A história popular também dá conta de que muito ouro era contrabandeado dentro de esculturas de santos ocas, daí a expressão “santo do pau oco”. Não está comprovado.

 

Em meados do século XVIII, os padres jesuítas começaram a transferir bens pessoais e bens da Companhia de Jesus para o nome de terceiros, para diminuir o estigma do grande poder econômico-financeiro e suspeita de desenvolvimento de “um Estado dentro do próprio Estado”.

 

Foi o primeiro registro histórico de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, que não era um crime na época.

 

Isso não evitou que em 3 de setembro de 1759 Dom José I (5º Rei da Dinastia de Bragança), influenciado pelo Secretário de Estado Sebastião José de Carvalho e Melo, o Marquês de Pombal, decretasse o banimento dos jesuítas de Portugal e suas colônias, entre elas o Brasil, e o confisco de seus bens.


Não há registros de políticas de combate à “lavagem” de dinheiro no Brasil colônia ou mesmo no Brasil império, senão a desconfiança do Estado português com quem muito lucrava e pouco contribuía, como foi o caso dos jesuítas, nem tampouco há registros de combate à “lavagem” de dinheiro após a independência do Brasil.

 

E os regimes militares, tanto o que deu origem à República (1889) quanto ao Estado Novo (1937) ou mesmo na “Revolução” (1964), foram marcados pelo presidencialismo autoritário de fraca ou nenhuma participação do Povo na política e na economia do País.

 

Baixa industrialização, fraco desempenho do setor financeiro nacional e, principalmente, políticas criminais voltadas ao combate quase que exclusivamente de “crimes de sangue” e de “segurança nacional”, praticados pelos estamentos mais baixos da sociedade brasileira, fizeram do Brasil o paraíso de criminosos financeiros. Eles nunca eram punidos.

 

Não era de interesse dos políticos do Brasil – a maioria empresários do agro-negócio, industriais e banqueiros ou representantes deles – criar leis penais, leis punitivas de crimes financeiros praticados pela elite culta.

 

A primeira lei de crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores

 

Somente em 1998 foi promulgada a Lei 9.613 que dispõe sobre os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valoresa prevenção da utilização do sistema financeiro para os ilícitos previstos nesta Lei; cria o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – COAF, e dá outras providências.

 

Essa lei assinada pelo então Presidente Fernando Henrique Cardoso inaugurou as ações de combate à “lavagem” de dinheiro no País, estabelecendo as infrações penais antecedentes em uma lista curta (tráfico de drogas, contrabando de armas, extorsão mediante sequestro e crimes contra ao sistema financeiro nacional) e criando o COAF.

 

Mas, na prática essa lei era muito pouco aplicada, quase inócua.

 

As provas ou indícios de “lavagem” de dinheiro não bastavam para a condenação dos suspeitos indicados pelo COAF. Era necessário comprovar a prática da tal infração penal antecedente. Sem indicar e comprovar o crime antecedente, nada feito.

 

E a sonegação fiscal não estava no rol de crimes antecedentes…

 

Mais uma lei do Brasil que “não pegou”.

 

Em 2000, o Brasil se tornou membro efetivo do Grupo de Ação Financeira (GAFI/FATF), entidade intergovernamental estabelecida em 1989 por iniciativa dos países do então G-7 para combater a “lavagem” de dinheiro e o financiamento do terrorismo e outras ameaças à integridade do Sistema Financeiro. 

 

Márcio Thomaz Bastos, o grande estrategista no combate aos crimes financeiros

 

Márcio Thomaz Bastos foi um dos maiores advogados criminalistas do mundo.

 

Ele defendeu de graça o então líder sindical Luiz Inácio “Lula” da Silva preso pelo Departamento de Ordem Política Social (DOPS) por conta das greves no ABC paulista em 1980. Ficaram amigos.

 

Em suas palestras sobre a Lei 9.613, em 1999, Márcio Thomaz Bastos já afirmava que a sonegação fiscal deveria constar no rol de crimes antecedente à configuração da “lavagem” de dinheiro. Era a maneira mais fácil de condenar alguém por possuir ou gastar valores de origem ilícita ou sem origem definida.  

 

Quando Lula se tornou presidente da república, em 2003, o convidou para exercer a função de Ministro da Justiça. 

 

O ser humano é complexo e o mesmo advogado criminalista que ajudou a libertar tantos criminosos famosos revolucionaria o combate à corrupção no País. O dever cívico falou mais alto. E como advogado especialista em Direito Penal Econômico, sabia como os criminosos financeiros agiam. 

 

No combate à corrupção, Márcio Thomaz Bastos foi “o cara”. Se hoje existe a Operação Lava Jato foi graças a ele. Era amigo do então presidente Lula, mas, plantou sementes em defesa da Democracia. 

 

Como ministro da justiça do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, destacou-se pela reestruturação da Polícia Federal, bem como também pela aprovação da Emenda Constitucional 45 (conhecida como a Reforma do Poder Judiciário), e pelo Estatuto do Desarmamento; pela Homologação da Terra Indígena Raposa Serra do Sol, iniciativa das comunidades indígenas; e pelo início da reestruturação do Sistema Brasileiro de Concorrência (esse iniciado durante sua administração junto ao governo Lula), pela criação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional – DRCI e pela Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro – ENCLA depois modificada para incluir o combate à Corrupção, passando a se chamar Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro – ENCCLA” (Wikipédia).

 

Aliás, foi somente a partir de Márcio Thomaz Bastos à frente do Ministério da Justiça que a polícia federal passou aprender e algemar ricos, apetrecho geralmente destinado apenas à tríada histórica de presos no Brasil: “preto, pobre e prostituta”.

 

Portanto, Márcio Thomaz Bastos foi o grande estrategista no combate aos crimes financeiros.

 

Ele faleceu em 2014. 

 

Pouco antes de falecer, em 2012, a Lei 9.613/1998 havia sido alterada para acabar com o rol de crimes precedentes, que passaram a ser “Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal“, ou seja, de qualquer crime 

 

Curiosamente, tal qual uma ironia do destino, seu amigo Luiz Inácio Lula da Silva viria a ser condenado e preso justamente pelo crime de “lavagem” de dinheiro…

 

O combate ao crime de “lavagem” de dinheiro ganhou força no Brasil com a Operação Lava Jato e a mudança de paradigma do Poder Judiciário, que passou a levar em conta a confiança recíproca entre o fraudador e seu “laranja”, suas operações que prescindem de contratos ou recibos e que o sigilo é da natureza do crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores

 

As provas documentais passaram a não ser mais absolutamente necessárias quando há “fundada suspeita de ocultação de patrimônio em nome de pessoas interpostas” (item 120 alínea “d” da Sentença do caso Lula/Tripléx). 

 

Para onde vai o combate à “lavagem” de dinheiro no Brasil?

 

Lei 9.613/1998 tem mais de 20 anos, porém, conforme mencionamos foi somente a partir da criação do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional (DRCI) e implementação da Estratégia Nacional de Combate à Lavagem de Dinheiro (ENCLA) – que passou a se chamar Estratégia Nacional de Combate à Corrupção e à Lavagem de Dinheiro (ENCCLA), em 2003, que ela passou a ter eficácia. Essa eficácia aumentou consideravelmente com seu aperfeiçoamento, em 2012.

 

A sentença do Caso Lula/Tripléx, um marco no combate à “lavagem” de dinheiro

 

Foi com as condenações do esquema do Petrolão, especialmente a condenação do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores pelo juiz Sérgio Moro, em Curitiba, dia 12 de julho de 2017, com origem ilícita de corrupção na Petrobras repassados por meio da reforma do apartamento tripléx por ordem do presidente da empreiteira OAS, José Adelmário Pinheiro Filho, vulgo “Léo Pinheiro”.

 

sentença do Caso Lula/Tripléx, um marco na mudança de paradigma no combate à “lavagem” de dinheiro no Brasil.

 

Voltando ao assunto, “para onde vai o combate à “lavagem” de dinheiro no Brasil“, tenho alguns palpites.

 

A digitalização da economia marcada pela Era Digital, indústria 4.0 e digitalização dos bancos e dos meios de pagamento restringirá cada vez mais o uso do papel-moeda, do dinheiro em espécie em transações de negócios. 

 

A proibição da Resolução 648/2018, do Conselho Monetário Nacional (CMN), de pagamentos de boletos de cobrança bancária de valor igual ou superior a R$ 10 mil, mediante dinheiro em espécie, desde maio de 2018, dificulta operações de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens. 

 

E a recente manutenção obrigatória de registros dos boletos pagos em dinheiro em espécie, desde março de 2019, será mais uma mecanismo do programa de prevenção à “lavagem” de dinheiro. 

 

O cerco por meio do sistema bancário tradicional está se fechando.

 

Criptomoedas, o maior desafio dos governos no combate à “lavagem” de dinheiro

 

Criminosos do colarinho-branco, organizações criminosas e demais criminosos financeiros começarão a “lavar” dinheiro e ocultar bens, direitos e valores por meio das práticas já conhecidas não atingidas pelas novas regras do Conselho Monetário Nacional, porém, com maior pulverização: Quantidade de “laranjas” e empresas-de-fachada vão aumentar.

 

E aumentará o número de criptomoedas!

 

Sim, o meio de troca geralmente descentralizado a partir da tecnologia blockchain e criptografia para a segurança das transações não obedece normas do Conselho Monetário Nacional. Pessoas ou organizações não-governamentais criadores de criptomoedas são concorrentes dos bancos centrais, não seus subordinados.

 

E da mesma forma que existem vários tipos de moedas, uma mais respeitadas e valiosas que as outras, conforme o governo e a economia do país de emissão, as criptomoedas também demandam confiança dos investidores e usuários. 

 

Uma forma de fiscalizar as transações com criptomoedas seria os governos criarem regulações de sua atividade e estabelecer mecanismos de comunicação de operações suspeitas como transferências de valores elevados por pessoas sem histórico de produção, à exemplo dos bancos.

 

Como não é fácil descobrir e rastrear a origem do token criado com a tecnologia blockchain, uma espécie de livro-registro digital com operações em uma rede “ponto-a-ponto” de milhares computadores, que graças a digitalização é um info-produto que pode ser compartilhado e todos terem acesso ao histórico de transações, sem que ninguém possa fazer alterações unilaterais no registro sem ser excluído da rede, muitas criptomoedas serão originalmente descentralizadas.

 

Criptomoedas existem justamente para escapar de governos, taxas e regulações de bancos centrais!…

 

Se quiser pegar traficantes, sonegadores de impostos e descobrir quem está praticando “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores negociados por meio de criptomoedas, os governos terão que usar Inteligência, se infiltrar na rede e “ir às compras”!

 

Fiscalização não será impossível mas custará caro.

 

Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI) deve ser aperfeiçoado

 

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) deve aperfeiçoar o Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI), de modo que o mesmo

 

a) Funcione online, ontime e fulltime, gratuitamente  

b) Seja integrado aos cartórios de Notas

 

O sol é o melhor desinfetante, diz o ditado. Quanto mais fácil, rápido e barato o acesso a dados de compradores de imóveis, melhor a fiscalização popular acerca dos investidores imobiliários sem lastro.

 

E os cartórios de Registro de Imóveis, as Matrículas dos imóveis e os CPF/CNPJ de seus proprietários devem ser integrados aos cartórios de Notas e o CPF/CNPJ de seus adquirentes.

 

Comprou, registrou, automaticamente. Isso pode ser realizado por  meio de… Tecnologia blockchain… O terror dos bancos centrais pode vir a se tornar o terror dos cartórios. Mas, como combate à “lavagem” de dinheiro, já que isso evitaria a omissão do registro.

 

Galerias de arte e Marchands devem obedecer regras fiscais

 

A Receita Federal do Brasil deve aumentar a fiscalização do mercado da arte e antiguidades. Quem vende ou faz a intermediação de negócios de arte e antiguidades, como galerias de arte, Leiloeiros públicos e privados, Marchands e Curadores, devem emitir Notas fiscais de venda ou serviço prestado. A ideia é fazer constar os dados das partes envolvidas e os valores envolvidos, principalmente

 

a) Dados do Vendedor/antigo proprietário 

b) Dados do Comprador/novo proprietário

c) Preço do produto (obra de arte ou antiguidade) e/ou do serviço (intermediação de compra-e-venda ou exposição ou Curadoria)

 

Com os modernos e sofisticados mecanismos de combate à “lavagem” de dinheiro no sistema financeiro e bancário, as organizações criminosas passarão a buscar formas de investimento e monetização de fácil transporte e que escapem de regulações bancárias.

 

Obras de arte podem desempenhar esse papel.

 

Sem fiscalização da Receita Federal do Brasil, deve haver ao menos um trabalho de conscientização dos profissionais de arte e antiguidades sobre o tema “lavagem” de dinheiro, incentivando-os a saber quem compra e venda arte e antiguidades e quais as origens dos recursos.

 

Governo, Banco Central do Brasil, Abin e Copei devem consultar empresas de Inteligência privada

 

Isso mesmo! Se a NSA, CIA e FBI contratam regularmente empresas de Inteligência privada para ações pontuais nos EUA, por que o governo do Brasil e suas agências de Inteligência não poderiam consultar agências de Inteligência privadas para ações que não são da especialidade do governo, como Busca de Ativos & Investigações de fraude a execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores?

 

Banco Central do Brasil, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), órgão central do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), a Coordenadoria de Pesquisa e Investigação (Copei), o serviço de Inteligência da Receita Federal do Brasil, poderiam consultar regular ou pontualmente empresas de Inteligência privada, especialmente para

 

a) Identificação & Recuperação de Ativos “lavados” ou ocultados  

b) Localização de pessoas desaparecidas ou foragidas

 

É certo que a Abin e o Departamento de Polícia Federal e os serviços de Inteligência do Banco Central do Brasil e Receita Federal do Brasil têm condições de executar ações de Inteligência, mas, não com a profundidade, abrangência e isenção necessárias aos casos de corrupção endêmicas típicas de economias estatistas em que praticamente 50% do PIB estão concentrados no Estado e empresas públicas.

 

Para problemas de corrupção e “lavagem” de dinheiro envolvendo o Estado e empresas públicas, o problema não solucionará o problema e é chegada a hora de confiar em empresas de Inteligência privadas.

 

 

Você pode adquirir nosso método, um “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa.

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Autoridade em Busca de Ativos & Investigações no Brasil, Montax Inteligência recomenda aos Advogados de litígios e disputas societárias a realização de Auditoria & Perícia Forense com um bom Perito Forense, um Contador forense ou Perito-contador com visão holística e abrangente e capacidade de realizar Busca de Provas & Investigações de fraudes societárias e conflitos de interesses mediante exame escorreito das Demonstrações financeiras, acesso aos dados dos sócios e o cruzamento das informações com os dados dos fornecedores e clientes.

 

Alguns ativos podem ser supervalorizados ou subestimados – para não dizer superfaturados ou subfaturados – e muitos riscos podem estar ocultos em negócios de vários portes e momentos.

Advogados de disputas e litígios bem-sucedidos sabem da importância de um bom Relatório de Auditoria e Laudo de Perícia Contábil para aumentar o valor econômico de suas ações.

Montax Inteligência auxilia departamentos jurídicos e escritórios de advocacia do Brasil ao combinar auditoria e exames contábeis com serviços de Inteligência & Investigações de fraudes corporativas, disputas societárias, Compliance & Mitigação de riscos.

Recomendamos serviços de Auditoria & Perícia Forense realizados por Contadores com ajuda de profissionais de Inteligência & Investigações para exame profundo dos riscos do negócio e avaliação escorreita dos ativos financeiros.

 

 

“Auditoria & Perícia Forense realizadas com ajuda de profissionais de Inteligência & Investigações e provas eletrônicas (e-discovery) identificam mais fraudes e inconformidades e avaliam melhor empresas, participações societárias e dívidas”.


Marcelo Carvalho de Montalvão, diretor

MONTAX INTELIGÊNCIA

 

 

Advogados de litígio envolvidos em disputas societárias e execuções de sentenças são muitas vezes obrigados a realizar Auditoria & Perícia Forense ou contratar um Contador forense.

 

Ou ainda, um Perito judicial ou perito Assistente técnico para exame das Demonstrações financeiras, avaliação de empresas e participações societárias e realização de cálculos de execução de sentença.

 

O que você vai ler?

#1 – Diferença entre Auditoria e Perícia Forense

#2 – Vantagens estratégicas, táticas e operacionais da Auditoria

#3 – Dificuldades na avaliação de empresas e direitos dos sócios em disputas

#4 – Dúvidas comuns na fase de perícia técnica e cálculos de liquidação de sentenças em litígios

#5 – Como Contratar um Perito Forense?

Se você é Diretor jurídico, Advogado ou administrador de empresa ou sócio ou acionista minoritário prejudicado pelos controladores da companhia – ou simplesmente Advogado de credor em ação judicial em fase de liquidação ($) de sentença -, fique conosco que daremos dicas para você evitar perdas ou gerar lucros.

E, quem sabe, aumentar a reputação do seu departamento jurídico.

#1 – Diferença entre Auditoria e Perícia Forense

 

Auditoria cuida do exame minucioso das Demonstrações financeiras para o Compliance da Contabilidade, Finanças & Tributação de uma empresa, a checagem da implementação da estratégia e operações normais estabelecidas anteriormente, bem como a busca de provas de fraudes contábeis, fraudes societárias, conflito de interesses ou outras inconformidades.

Já a Perícia Forense é a análise (exame, vistoria e avaliação) de determinado fato ou negócio jurídico conhecido e que causou problemas e despertou conflitos.

A perícia técnica contábil é realizada com base na experiência do Perito ou Contador Forense e seu talento para demonstração técnica do que realmente aconteceu em uma operação financeira ou negócio jurídico, quem lucrou e quem perdeu.

O Contador forense informará se o negócio foi lícito em prova pericial chamada “Laudo”.

Preferimos o termo “Perícia Forense” à expressão perícia contábil porque um bom Laudo de Perícia Técnica não se baseia tão somente em normas contábeis, nas Ciências Contábeis, mas, também, nas Ciências Econômicas, no Direito e Atividade de Inteligência.

Exemplo: No Caso Balassiano, processo 0085167-75.2003.8.19.0001, da 30ª Vara Cível do Rio de Janeiro, a perícia forense prevista para 2019 – que ainda não aconteceu – será a de avaliação do Valor Econômico da sociedade empresária de construção civil, de forma retrospectiva ao ano da retirada de um dos sócios, em 1999, ou seja, 20 anos atrás, para avaliação dos 5% da então esposa e meeira que nada recebeu do ex-marido. Montax Inteligência municiou o perito Assistente técnico com folders (anúncios) de imóveis da Corretora de Imóveis contratada da construtora na época, bem como anúncios de imóveis de mesmo endereço e padrão dos ofertados pela construtora, de valores bem superiores aos das planilhas e Escrituras públicas de compra-e-venda apresentadas pela empresa avaliada (no Brasil, todos sabem que os preços dos imóveis são subfaturados em Escrituras públicas de compra-e-venda para reduzir a tributação).

Portanto a Auditoria é realizada pelos próprios controladores da empresa por determinação legal ao longo do tempo ou a pedido do Conselho de Administração ou acionistas controladores ou minoritários para apuração de determinado fato ou período de tempo. Geralmente quando há suspeita de fraude corporativa.

Já a Perícia Forense depende da existência de uma disputa societária ou litígio entre a corporação e demais stakeholders e é promovida pelas partes em um processo judicial e autorizada pelo juiz ou árbitro do caso a fim de prestar informações técnicas para a melhor tomada de decisão judicial.

Segue o conceito e objeto da Perícia Forense de natureza Contábil, conforme a NBC T 13 – Normas Técnicas da Perícia Contábil:

13.1 – CONCEITUAÇÃO E OBJETIVOS

13.1.1 – A perícia contábil constitui o conjunto de procedimentos técnicos e científicos destinado a levar à instância decisória elementos de prova necessários a subsidiar à justa solução do litígio, mediante laudo pericial contábil, e ou parecer pericial contábil, em conformidade com as normas jurídicas e profissionais, e a legislação específica no que for pertinente.

13.1.1.1 – O laudo pericial contábil e ou parecer pericial contábil têm por limite os próprios objetivos da perícia deferida ou contratada.

13.1.2 – A perícia contábil, tanto a judicial, como a extrajudicial e a arbitral, é de competência exclusiva de Contador registrado em Conselho Regional de Contabilidade.

13.1.3 – Nos casos em que a legislação admite a perícia interprofissional, aplica-se o item anterior exclusivamente às questões contábeis, segundo as definições contidas na Resolução CFC n.º 560/83.

13.1.4 – A presente Norma aplica-se ao perito-contador nomeado em Juízo, ao contratado pelas partes para a perícia extrajudicial ou ao escolhido na arbitragem; e, ainda, ao perito-contador assistente indicado ou contratado pelas partes.

Montax Inteligência cuida justamente da perícia interprofissional e serviços auxiliares à produção da prova pericial contábil, como due diligence e provas eletrônicas (e-discovery).

Algumas perícias contábeis exigem uma espécie de Auditoria retrospectiva, o exame das Demonstrações financeiras e contábeis passadas da companhia, mas, prevalece o conceito de perícia forense se for realizada por ordem de um juiz em um processo judicial.

 

Resultado de imagem para differences between audit and accounting expertise

Enquanto a Auditoria é um trabalho minucioso e abrangente do Contador que se prolonga no tempo e no espaço da corporação e suas relações com os demais stakeholders, a Perícia Forense tem por escopo a elucidação de um fato ou negócio jurídico para a melhor solução de uma disputa societária ou litígio.

 

#2 – Vantagens estratégicas, táticas e operacionais da Auditoria

 

Fraude e corrupção não são privilégios de companhias gigantescas.

Mesmo empresas de pequeno e médio porte sofrem com a corrupção e as fraudes corporativas internas e externas.

Falamos sobre a Lei Anticorrupção e a necessidade de empresas de todos os portes e segmentos se adaptarem à lei e adotarem mecanismos de prevenção de fraudes e inconformidades no artigo “Compliance & Governança Corporativa – CGU Pode Multar Microempresa Sem Programa de Integridade e Canal de Denúncias“.

Mas, a prevenção de fraudes pura e simplesmente não é o foco deste artigo.

O foco da primeira parte do artigo é a Auditoria como forma de “detecção” de fraudes e inconformidades.

Apesar de a Auditoria ajudar na prevenção de fraudes, ela é mecanismo legal ou voluntário de identificação de fraudes e mitigação de danos às empresas, examinando os resultados do Programa de Integridade, como o Compliance Intelligence, e demais aspectos relacionados à fraude e corrupção (ativa e passiva) ocorridas.

Estrategicamente, a Auditoria escorreita é realizada com base em normas contábeis e ações de Contrainteligência empresarial e investigações de fraudes corporativas para benefícios mais abrangentes e de longo prazo à empresa e seus stakeholders.

O principal benefício é a melhora da reputação e a solidez da Marca.

Empresas sem escândalos de corrupção e denúncias de fraude geram mais confiança e empatia do mercado, atraindo mais consumidores e acionistas (investidores).

Taticamente, uma boa Auditoria gera Vantagem Competitiva à empresa em seus negócios porque auxilia a desenvolver uma cultura corporativa ética e solucionar melhor eventuais fraudes e inconformidades comuns às organizações do Brasil, como casos de assédio moral e não pagamento de horas extras. A Auditoria independente e aprofundada ajuda o departamento de Governança, Risco & Compliance em suas análises e decisões.

Operacionalmente, a Auditoria pode apontar com mais assertividade qual o departamento, cliente ou operações devem ser o alvo de investigações de fraudes corporativas por empresa de Inteligência & Investigações externa. A identificação de irregularidades financeiras pela Auditoria poupará tempo e recursos para a realização de investigações de fraudes corporativas e acesso ou produção de provas periciais e eletrônicas (e-discovery).

 

A relojoaria suíça Rolex ficou na 1ª posição do ranking de empresas com melhor reputação em 2019 a partir de entrevistas com mais de 230 mil pessoas em 15 países, no período de janeiro a fevereiro de 2019, sobre as empresas com Receita superior a US$ 50 bilhões, presença mundial e de marcas reconhecidas por ao menos 40% da população realizado pela Revista Forbes. A Auditoria ajuda a melhorar a imagem da corporação perante o público e aumentar o valor de mercado da empresa.

 

#3 – Dificuldades na avaliação de empresas e direitos dos sócios em disputas

 

Quem nomeia o Perito forenseContador forense ou Perito judicial é o Juiz de Direito responsável pelo julgamento da disputa societária ou litígio porque

 

O juiz será assistido por perito quando a prova do fato depender de conhecimento técnico ou científico

(artigo 156 do Código de Processo Civil).

As partes podem indicar um perito Assistente técnico, cada uma delas. No entanto, a lei atual permite que as partes indiquem o Perito forense se elas estiverem de acordo sobre quem realizará a perícia forense, ou seja,

 

As partes podem, de comum acordo, escolher o perito, indicando-o mediante requerimento, desde que: I – sejam plenamente capazes; II – a causa possa ser resolvida por autocomposição

(artigo 471 do Código de Processo Civil).

Mas é muito pouco provável que isso aconteça, quer porque se as partes conciliassem, se convergissem com relação a pessoa do Perito forense elas muito provavelmente fariam uma avaliação extrajudicial, um acordo extrajudicial, ou seja, se concordam com o avalista concordariam com a avaliação prévia e extrajudicial e celebrariam um acordo extrajudicial, quer porque o acordo entre as partes acerca da pessoa do Perito judicial não isentaria as partes das Despesas legais com os peritos Assistentes porque

 

As partes, ao escolher o perito, já devem indicar os respectivos assistentes técnicos para acompanhar a realização da perícia, que se realizará em data e local previamente anunciados

(ibidem § 1º).

A regra em disputas e litígios são as partes ficarem insatisfeitas com o resultado da Auditoria & Perícia Forense, com o laudo pericial… E o laudo de um perito Assistente técnico divergir frontalmente um com o laudo do perito Assistente técnico da outra parte… Cada um “puxa a brasa para a sua sardinha”…

Se as partes não podem indicar o Perito forense ou não é conveniente concordar com o Perito judicial porque seria perda de tempo e mesmo assim cada parte ainda teria Despesas legais com o seu perito Assistente técnico, infelizmente cada uma das partes deverá arcar com as despesas de seu perito Assistente técnico, um Contador forense de sua confiança.

Escritórios de advocacia modernos contam com serviços auxiliares como serviços de Inteligência e Auditoria Preventiva ou diligências investigativas (Due Diligence), Auditoria & Perícia Forense.

O principal desafio é a avaliação escorreita de empresas e as respectivas participações dos sócios, enfim, a maior dificuldade do Perito forense é atribuir o Valor Econômico correto a uma empresa ou parte dela.

A dificuldade reside no fato de que o preço das coisas é definido por leis de mercado.

Ao contrário da Contabilidade, a Ciência Econômica não é uma ciência exata… É uma Ciência da Natureza… Da natureza humana em sociedade…

O preço de produtos, serviços, organizações e marcas dependem da estrutura, infraestrutura e da superestrutura (percepção).

E condições de mercado.

Seu empresa pode ter máquinas e equipamentos fantásticos para produzir objetos que a sociedade considera fora-de-moda ou inúteis.

Quem decide o preço é o mercado.

Ao avaliar uma empresa, o Perito forense deve examinar as Demonstrações contábeis em confronto com o Relatório de Inteligência de Auditoria Preventiva (Due Diligence) porque os “esqueletos escondidos no armário” podem impactar no Valor Econômico ou no valor de mercado da companhia. São dívidas cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias ou mesmo Estudos de Impacto Ambiental (EIA) e Relatórios de Impacto Ambientais (RIMA) que revelam potenciais multas ambientais ou mesmo o risco de desastre ambiental. São passivos escondidos fruto de questões delicadas e sensíveis que se tornam “tabu” dentro das organizações (ninguém fala no assunto), afinal, todos querem preservar seus empregos.

É com base nessas informações sensíveis que o Perito forense deve avaliar a empresa.

E tem a questão da Marca e outros ativos intangíveis.

Apesar de intangível, a Marca é o ativo mais valioso de uma companhia.

Independentemente de a marca ser Registrada ou meramente Depositada no INSTITUTO NACIONAL DA PROPRIEDADE INDUSTRIAL (INPI), o fato é que a Marca é elemento de distinção de um produto ou empresa das demais do mercado e principal fator de avaliação de reputação e, principalmente, de conexão entre a empresa e o consumidor. (Sobre o Registro de Marca no INPI, leia o artigo Passo a Passo do Registro de Marca no INPI)

Isso está ainda mais evidente no Capitalismo Conceitual, um capitalismo pós-industrial em que há prevalência dos serviços de marketing, desenho industrial (design) e tecnologia da informação (TI) em que conceitos e marcas conquistam um espaço real e virtual e prevalecem sobre a produção de bens de consumo duráveis e não duráveis.

Exemplo, as pessoas não querem mais um relógio, querem um Rolex, não querem mais um jeans, querem um Diesel.

Até juízes preferem um Relatório de Inteligência da Montax a um laudo de um perito Assistente técnico desconhecido.

Apesar da importância da Marca no capitalismo atual, muitos Peritos forenses esquecem de avaliar a Marca, como se ela não representasse o elemento mais importante do goodwill, do conjunto de elementos imateriais ou ativos intangíveis. São Contadores acostumados com demonstrações financeiras que nada entendem de mercado e do capitalismo e avaliam uma organização – empresária ou não – como se fosse tão somente a soma de suas instalações, máquinas e colaboradores.

O Valor Econômico de uma empresa está principalmente naquilo que ela produz e a forma como se relaciona com o mercado para produzir.

Não basta produzir e gerar emprego e rendimentos aos acionistas, tem que fazê-lo com transparência, honestidade, atitudes sociais e ambientalmente sustentáveis.

  Outra questão atualíssima é o Domínio de Internet.

Domínios de internet, know-how e força-de-trabalho são outros exemplos de ativos intangíveis. O Domínio de Internet é um ativo intangível com destaque na Era Digital, quer por que tem função de marketing e branding, quer porque produz outro ativo intangível, a listagem de clientes.

Muitas empresas são adquiridas apenas por conta de sua listagem de clientes.

E, sem um website ou com seu site fora-do-ar, muitas empresas perdem clientes e deixam de fechar negócios.

Direitos de exploração são particularmente valiosos em negócios que dependem de autorização ou concessão do Estado, como empresas de aviação, exploração de petróleo e minerais. A listagem de processos administrativos e direitos de exploração em suas respectivas Agências é aspecto patrimonial importante a ser avaliado.

Montax Inteligência avalia a reputação da empresa e o Valor Econômico da Marca e outros ativos intangíveis com Auditorias Preventivas (Due Diligence).

Outra dificuldade do departamento jurídico ou escritório de advocacia está no fato de não ter um Perito forense de sua confiança. São profissionais conceituados, mas, muitas vezes não têm um departamento ou empresa terceirizada de elevado conceito moral e profissional para auxiliar e fiscalizar o Perito Judicial.

Departamentos jurídicos de grandes corporações e as maiores bancas de advogados não prescindem de empresas de serviços de Inteligência em casos complexos.

Além do departamento de Compliance, corporações e grandes firmas de advocacia já estão implementando Centrais de Inteligência ou consultam empresas de serviços de Inteligência em assuntos complexos. São questões que exigem exame minucioso, porém, de forma completa, abrangente e holística.

Um trabalho de Auditoria & Perícia Forense com base em serviços de Inteligência & Investigações aprofundadas.

Bons Advogados não confiam 100% no Perito Judicial, logo, contam com um bom perito Assistente técnico de empresa de Inteligência & Investigações.

Partes de uma disputa ou litígio não podem esperar resultados economicamente diferentes do costumeiro se não contratarem um Perito Forense particular, um perito Assistente técnico vinculado a empresa de Inteligência & Investigações.

O profissional do Direito deve alertar seu cliente que o Advogado não faz todo o trabalho sozinho e que o sucesso da causa depende também da boa avaliação da empresa ou bom cálculo da dívida.

Advogados devem assumir o controle da situação e exigir a contratação de um Perito Forense privado, um profissional que combine Contabilidade com due diligence e outras informações estratégicas para solucionar a questão de modo mais favorável ao cliente.

No País da corrupção, sem Auditoria & Perícia Forense escorreitas nada será solucionado de modo satisfatório na Justiça.

 

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A avaliação de empresas, chamada Valuation, é um dos trabalhos mais difíceis a ser realizado pelo Auditor ou pelo Advogado com auxílio de Perito Forense e demais profissionais de Inteligência & Investigações de sua confiança, principalmente em casos de Fraudes, Disputas & Litígios. 

 

#4 – Dúvidas comuns na fase de perícia técnica e cálculos de liquidação de sentenças em litígios

Cada caso exige o atendimento de questões legais específicas, e os cálculos de liquidação de sentenças em disputas e litígios geralmente se atêm àquilo que ficou estabelecido na sentença do juiz ou acórdão do tribunal.

Contudo, existem dúvidas comuns de clientes na fase de perícia técnica ou cálculos de Execução de sentença, além de erros cometidos por Peritos forenses, quer porque não têm interesse no resultado financeiro da ação, quer porque estão confortáveis na sua posição de “Perito do Juízo”.

Uma dúvida recorrente é “quem pagará o Perito Forense?”

Resposta: Pagará a parte que pediu a perícia técnica.

Mas, se a parte que pedir a perícia técnica não tiver condições de pagar e a outra parte for muito rica ou se a disputa ou litígio decorre de uma relação de consumo, a parte Ré, mesmo não requerendo ou não tende interesse em realizar a perícia técnica, pode ter que arcar com os honorários do Perito Judicial. Exceção à regra, afinal, toda regra tem exceção.

E as partes devem arcar cada uma com os honorários de seus respectivos peritos Assistentes técnicos.

Mas atenção: Ao final da ação aquele que perder a causa devolverá os valores que a parte vencedora eventualmente adiantou a título de honorários do Perito Judicial, que integram a chamada verba sucumbencial.

Por isso não é bom provocar a realização de Perícia Forense se você tem poucos recursos financeiros e sabe que sua causa não é justa.

Perito judicial é geralmente profissional da confiança do juiz. Impugnar seus cálculos às vezes é como ofender o bom-senso do juiz que o nomeou.

Peritos forenses são auxiliares da Justiça, portanto, têm as mesmas prerrogativas e vícios como corporativismo e egocentrismo.

A principal dúvida é sempre acerca da idoneidade, da honestidade do Perito Judicial.

Fraude e corrupção na fase da perícia são assuntos “tabus” na Justiça, mas, onde existe o ser humano existe a corrupção.

 

Alguns Peritos Judiciais fingem “errar” para mascarar sua parcialidade comprada mediante vantagem indevida, o que é considerado pelo artigo 342 do Código Penal como crime de falsa perícia:

 

Art. 342. Fazer afirmação falsa, ou negar ou calar a verdade como testemunha, perito, contador, tradutor ou intérprete em processo judicial, ou administrativo, inquérito policial, ou em juízo arbitral:

Pena – reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos, e multa.

Montax Inteligência realiza a checagem de antecedentes profissionais do Perito judicial (Background check) para identificar trabalhos pretéritos em que ele cometeu o mesmo erro para ser alertado pelo Perito forense da Montax e se convencer de que, nesse caso em particular, não será bom para sua carreira ter seu laudo reprovado por suspeita de imperícia técnica, fraude, conflito de interesses ou outra inconformidade.

É a perícia da perícia!…

Outro erro comum em perícias e cálculos de liquidação de sentença é a incidência de juros de mora e correção monetária em desacordo com o estabelecido na sentença. Se a sentença nada disse sobre a data do início da incidência dos juros e correção monetária, o perito contábil deve aplicar a data prevista em lei e que melhor atenda os usos e costumes daquele casos e daquela circunscrição da Justiça.

O perito Assistente técnico deve sempre aplicar a regra que agrade ao cliente, claro, desde que não ofenda a lei e ao bom-senso.

O fato é que são muitas as normas escritas, consuetudinárias e precedentes judiciais que se aplicam às várias espécies de perícias e cálculos judiciais.

Na área previdenciária, por exemplo, muitos clientes nos consultam para acessar documentos e realizar cálculos de readequação do teto do benefício previdenciário no Caso Buraco Negro (Aposentadorias e pensões com origem em aposentadorias de 1988 a 1991), razão pela qual escrevemos um artigo Recuperação de Ativos | Previdência Social (INSS) | O Caso Buraco Negro | Carta de Concessão de Benefício é o Principal Documento.

 

As partes não devem prescindir de um perito Assistente técnico para equilibrar a disputa e monitorar o trabalho do Perito Judicial durante a fase de produção de prova pericial. Em um litígio as partes não devem descuidar porque onde existe o ser humano existe a corrupção.

#5 – Como Contratar um Perito Forense?

 

Dica n° 1 – Pergunte quais são os documentos necessários à Perícia Forense.

Cada Perito Forense tem sua experiência, know-how e estilo, mas, desconfie daqueles que exigirem muito menos documentos que estes aqui:

 

a) Livro Diário e Livro Razão ou, alternativamente, os balancetes analíticos mensais e os Balanços Patrimoniais de cada ano; 

b) Extratos bancários; 

c) Posição detalhada dos Estoques em 31 de dezembro de cada ano; 

d) Relação mensal das vendas efetuadas, preferentemente por cliente, indicando, neste caso, os endereços dos mesmos; 

e) Relação de Fornecedores, com arquivos completos; 

f) Cópia das Declarações à RECEITA FEDERAL DO BRASIL, no caso DIPJ, DIRF, DCTF e DACON, principalmente; 

g) Livros Fiscais de ISS ou, alternativamente, e caso já incluídos no SPED Fiscal, os Arquivos e Códigos de consulta; 

h) Cópia das Declarações ao ESTADO relativamente ao ICMS (últimos 5 anos) ou, alternativamente, ao MUNICÍPIO relativamente ao ISS, na hipótese de empresa de serviços; 

i) Notas Fiscais emitidas ou, alternativamente, Arquivos e Códigos de consulta pela Internet no site do órgão fiscal Municipal; 

j) Contratos de Empréstimos com instituições financeiras, terceiros etc.; 

k) Folha de pagamento de empregados; 

l) Comprovantes de recolhimento de contribuições ao FGTS na CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; 

m) Comprovantes de recolhimento de Contribuições Previdenciárias no INSS; 

n) RAIS apresentadas à CAIXA ECONÔMICA FEDERAL; 

o) Listagem de processos judiciais cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias de todas as sociedades;


OBSERVAÇÃO

Essas operações e documentação devem se repetir a todas as sociedades do grupo econômico (empresárias e não-empresárias); 

Além desses documentos, dependendo da gravidade dos fatos Montax Inteligência solicita outros documentos que poupam tempo e dinheiro com investigações. São dados e informações confidenciais que podem ser de exibição obrigatória para todos os sócios ou acionistas, em conformidade com o Contrato Social ou Estatuto e Código de Ética, correções que podem ser realizadas com base na Inteligência Competitiva e Compliance das maiores e melhores companhias, no caso:

 

p) Declarações de Rendimentos do IRPF dos sócios (todos) ou acionistas (todos) ou acionistas controladores, no caso de S/A Fechada;

q) Listagem de processos judiciais cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias dos sócios (todos) ou acionistas (todos) ou acionistas controladores, no caso de S/A Fechada;


OBSERVAÇÃO

Essas operações e documentação devem se repetir aos herdeiros de todos eles; 

Alguns casos recomendam auxílio da Perícia de Computação Forense, ou TI Forense & Investigações com a extração, análise e avaliação de dados, informações e arquivos de computador e dispositivos móveis de propriedade da corporação e eventualmente usados nas comunicações de execução de crimes.

A produção de provas eletrônicas (e-discovery) é realizada com equipamentos sofisticados como o software Paladin Suíte Forense da Sumuri ou o MOBILedit da Compelson Forense & Investigações, abertamente, no horário comercial, na presença de empregados da companhia e Tabelião de Notas (Notário), que lavrará uma Ata Notarial para dar solenidade, legalidade e fé pública às ações de coleta de imagens de HDs.

Dica n° 2 – Peça Atestado de Capacidade Técnica ou portefólio ou recomendações de clientes dos serviços de Perícia Forense.

Se você vai contratar um Arquiteto, com certeza pedirá para ver imagens das casas ou apartamentos desenhados ou decoradas por ele, não?

Por que acha que não deveria fazer o mesmo com um Advogado ou Contador ou profissional de Inteligência?

Antes de contratar um Perito Forense para atuar como perito Assistente técnico, solicite um Atestado de Capacidade Técnica, de preferência emitido por empresas com rigoroso departamento de Governança, Risco & Compliance.

Se o Perito Forense não possuir um Atestado de Capacidade Técnica – o que não é demérito algum, afinal, muitas empresas clientes simplesmente recusam fornecer esse documento -, peça o nome de 1 ou 2 clientes que poderão fornecer detalhes sobre sua atuação como Perito Forense ou ao menos um portefólio com uma lista dos principais serviços.

Os serviços mais emblemáticos ou dos casos mais complexos do Perito Forense são os melhores para testar sua capacidade técnica, afinal, só conhecemos a natureza do Soldado em uma verdadeira batalha.

Alguns casos de Auditoria recomendam perícia de Computação Forense, ou TI Forense & Investigações com a extração, análise e avaliação de dados, informações e arquivos de computador e dispositivos móveis, de propriedade da corporação, e que podem ter sido usados nas comunicações de execução de crimes. A Busca de Provas Eletrônicas (e-discovery) pode ser realizada com o software Paladin Suíte Forense, desde que com transparência, na presença de empregados da companhia e um Tabelião de Notas (Notário).

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Pesquisa de Bens • Investigação • Compliance Intelligence

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Autoridade em Inteligência & Busca de Bens no Brasil, Montax Inteligência dá um conselho para Advogados e outros profissionais de Recuperação de ativos que querem ver os créditos de seus clientes na sua conta bancária: Consulte profissionais de Inteligência Financeira para Recuperação de Ativos.

 

Sua cobrança não vai funcionar só porque você aprendeu a fazer uma ação de Execução na Justiça. Quer assertividade e efetividade da Execução? Seu caso é difícil porque o devedor esconde a si e a seus bens por meio da Blindagem Patrimonial? O devedor praticou fraude à execução, criou complexas estruturas societárias, nomeou “laranjas” e constituiu Holding Patrimonial?

 

Concentre-se no seu ponto-forte, serviços jurídicos e a aplicação da lei à Execução judicial, e delegue serviços de Inteligência & Investigações a especialistas. O credor concorre com outros credores do mesmo devedor, está atrás dos mesmos ativos financeiros do devedor. Advogados que consultam serviços de Inteligência saem na frente da concorrência, os outros credores. Quem encontrar bens primeiro, leva.

 

Departamentos jurídicos de corporações e renomados Escritórios de advocacia ou implementaram departamentos de Inteligência, Pesquisa de Bens & Investigações de lavagem de dinheiro ou consultam profissionais de Inteligência. Advogados bem-sucedidos na Execução judicial têm acesso a informações patrimoniais antes da concorrência, os demais credores.

 

Montax Inteligência é empresa líder em serviços de Inteligência & Investigações fundada em 2009 tem um time de especialistas apoiados em rede de relacionamentos, fontes humanas de Inteligência (HUMINT) e no Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos.

 

Oferecemos Consultas entregues por meio de um Relatório de Inteligência Sumário indicado para casos mais simples ou de baixo valor econômico, ou ainda, enquanto você decide pela Investigação aprofundada e Relatório de Inteligência na modalidade completa.

 

A Consulta da Montax Inteligência é entregue no formato de um Relatório de Inteligência Sumário com design e conteúdo semelhante  ao do Relatório de Inteligência completo, com a diferença no preço, prazo de entrega e Homem-horas (Hh) dedicadas, claro.

O Relatório de Inteligência Sumário (RIS) é elaborado após 2 Homem-horas de pesquisa patrimonial, entregue em aproximadamente 72h e custa apenas R$ 1.063,00 brutos.

Continue conosco e descubra as vantagens e benefícios do Relatório de Inteligência Sumário e como a informação patrimonial resultado da Busca de Bens pode impactar positivamente as ações de recuperação de ativos de seu departamento jurídico ou escritório de advocacia.

 

O que você vai saber:

1- Relatório de Inteligência Sumário (RIS)

2- Dados Necessários à Entrega

3- Vantagem Competitiva

4- Preço e Formas de Pagamento

5- Prazo e Garantias  

Montax Inteligência é Microfranquia de Serviços de Due Diligence, Pesquisa de Bens, Investigação Empresarial e Compliance que já ajudou dezenas de departamentos jurídicos e escritórios de advocacia a solucionar casos complexos que demandavam acesso à informações patrimoniais estratégicas.

Veja como a Identificação & Busca de Ativos podem ajudar Diretores jurídicos, Coordenadores jurídicos, Advogados e Detetives Particulares:

 

 

1- Relatório de Inteligência Sumário
Relatório de Inteligência Sumário nada mais é que um Relatório de Inteligência mais objetivo, sucinto e pontual. O Presidente da República Federativa do Brasil, por exemplo, recebe um Sumário da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) todos os dias pela manhã. É um Relatório de Inteligência com análise “enxuta”, porém, reveladora daquilo que é importante saber para a tomada de decisões.
O Relatório de Inteligência Sumário é o resultado de uma Consulta de busca de ativos de 2 Homem-horas. Considerando seu preço, tempo de dedicação e natureza do Relatório de Inteligência Sumário, é evidentemente um relatório de uma Consulta ou Pesquisa preliminar, porém, é resultado de pesquisa humana (não-robótica) de know-how técnico no estado da arte.
Realizamos consultas cartorárias dentro do Estado de São Paulo e busca de bens em Fontes Abertas de Inteligência (OSINT) em todo Brasil.
Fornecemos documentos, provas e imagens fotográficas de pessoas, coisas e endereços para auxiliar Advogados e Oficiais de Justiça em suas diligências de citação e penhora de bens, a fim de aumentar a assertividade e eficácia das ações de expropriação de bens do devedor.
Empresas de Inteligência & Investigações altamente especializadas são capazes de produzir em 2h de Busca de Bens & Investigações muito mais informação patrimonial estratégica porque contam como equipe multidisciplinar de especialistas em engenharia reversa de crimes praticados por grandes devedores como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, combinados com profissionais de TI e cruzamento de dados das tecnologias Big Data.
2- Dados Necessários à Entrega
Para a Busca de Bens, precisamos que o cliente envie um E-mail para montax@montaxbrasil.com.br ou mensagem ao WhatsApp (21) 99682-0489 com:

a) O CNPJ ou CPF da pessoa de interesse, para a investigação;
b) O CNPJ/CPF do tomador dos serviços, para emissão da Nota fiscal;
c) O comprovante de pagamento da Consulta, no Valor Líquido de R$ 997,00, pelo PagSeguro UOL ou depósito em conta bancária (abaixo).

Em 72h , você receberá um Relatório de Inteligência Sumário e provas.
Montax Inteligência tem canais de comunicação e contratação simples e objetivos como o E-mail montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0489 que você pode enviar mensagens 24h por dia, 7 dias na semana. A Justiça e outros serviços públicos já são burocráticos demais e nossa intenção é a desburocratização dos processos produtivos da Inteligência Financeira.
3- Vantagem Competitiva
A Busca de Bens auxilia departamentos jurídicos e escritórios de advocacia a diminuir o tempo e o custo da demanda judicial.
80% dos casos são solucionados com uma única Etapa da Investigação, portanto, muito provavelmente o Advogado ou o cliente dele pagarão uma única vez
A principal Vantagem Competitiva do Relatório de Inteligência Sumário é a Inteligência Competitiva: O credor encontrará os bens do devedor antes dos seus concorrentes, os demais credores
Outra Vantagem Competitiva é que além do resultado da Consulta de Inteligência & Investigação, entregamos uma lista com aproximadamente 15 (quinze) Sistemas de Busca de Bens na Justiça além dos já conhecidos “Bacen Jud, InfoJud e Renajud”.
A Vantagem Competitiva menos estimada porém muito eficaz em ações de cobranças complexas é a localização pessoal do devedor, de seus endereços residencial, profissional e alternativo (casa-de-praia, sítio, fazenda etc.). Muitos casos de cobrança são solucionados com a simples localização do devedor, afinal, muitos deles não pagaram a dívida simplesmente porque não foram encontrados nem tampouco citados por Oficial de Justiça na porta de sua casa.
Uma curiosidade: Muitas Execuções judiciais estão paralisadas pela simples falta de localização pessoal do devedor, quer porque o credor forneceu o endereço errado do réu, quer porque o advogado do credor não quer pagar nem exigir de seu cliente o pagamento por serviços especializados de localização pessoal e patrimonial.
O erro de um e a omissão do outro custam R$ milhares aos cofres públicos, às partes e seus advogados com prejuízos de tempo e dinheiro e com a manutenção de escritórios com todas as suas despesas fixas como aluguel e mão-de-obra especializada em serviços advocatícios.
Se a Procuradoria Geral da República conta com a Unidade de Inteligência Financeira do COAF e Departamento de Polícia Federal e promove ações somente após análise do Relatório de Inteligência, por que os departamentos jurídicos e escritórios de advocacia não contam com uma Unidade de Inteligência Financeira própria ou consultam Relatórios de Inteligência produzidos por empresas de Inteligência privada antes?
Essa estratégia simples diminuiria em 80% o tempo e o custo das demandas judiciais de cobrança.
A outra Vantagem Competitiva da contratação do Relatório de Inteligência Sumário é a possibilidade de avaliação da capacidade técnica da Montax Inteligência…Ao ver o resultado da pesquisa patrimonial de 2 Homem-horas o cliente poderá estimar aquilo que somos capazes em 50 Homem-horas…
Quer saber do que somos capazes? Dê-nos a missão!
O principal objetivo dos serviços de Inteligência é se antecipar às ações de seus adversários e concorrentes. No caso de uma ação de cobrança ou Execução judicial, o credor e/ou seu Advogado lutam contra um adversário, o devedor, e vários concorrentes, os demais credores do mesmo devedor. Montax Inteligência pode prover seus clientes com informação patrimonial estratégica para auxiliar na penhora de bens ou forçar o devedor complicado a realizar um acordo.
4- Preço e Formas de Pagamento

 

A Consulta entregue na forma de Relatório de Inteligência Sumário é orçada no Preço Bruto de R$ 1.063,00 (mil e sessenta e três reais) – R$ 997,00 líquidos -, independentemente das partes envolvidas e do valor econômico do assunto.

O cliente não pagará mais só porque pretende pesquisar o patrimônio de um famoso ou porque o valor da causa é milionária.

FORMA DE PAGAMENTO

O cliente deve realizar o pagamento pelo PagSeguro UOL ou realizar depósito do Valor Líquido de R$ 997,00 (novecentos e noventa e sete reais) no

BANCO ITAÚ-UNIBANCO (341)
Agência 0407
Conta corrente 65669-3
de MONTAX SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO LTDA. (CNPJ 11.028.620/0001-55)

Após o pagamento, o consulente deve enviar o Comprovante de pagamento + CNPJ ou CPF da pessoa a ser investigada + CNPJ do tomador dos serviços ao E-mail montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0489 que receberá seu Relatório de Inteligência Sumárioem aproximadamente 72h.

Relatório de Inteligência Sumário pode ser pago com praticamente todos os cartões-de-crédito pelo PagSeguro UOL ou mediante depósito de R$ 997,00 no BANCO ITAÚ-UNIBANCO (341), agência 0407, conta corrente 65669-3, de MONTAX SERVIÇOS DE INFORMAÇÃO LTDA. (CNPJ 11.028.620/0001-55). A ativação da pesquisa e a entrega do Relatório de Inteligência Sumário dependem apenas do envio do comprovante de pagamento e CNPJ/CPF do devedor e do tomador dos serviços para o e-mail montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0489.
5- Prazo e Garantias

Relatório de Inteligência Sumário será entregue em aproximadamente 72h, a contar da ativação da pesquisa com a entrega do comprovante de pagamento e dados (CNPJ ou CPF) do adversário e do tomador dos serviços, necessário para emissão da Nota fiscal.

Essa é apenas uma Consulta, a Atividade de Inteligência não é uma Ciência Exata e são infinitas as maneiras de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, razões pelas quais não garantimos o sucesso da busca de bens.

Mas, garantimos a localização pessoal do devedor e a renovação de buscas acerca do endereço dele, por prazo indefinido, sempre que for necessário, sem nenhum ônus ao cliente, desde que o cliente comprove a não localização do devedor no endereço fornecido pela Montax por Certidão do Oficial de Justiça ou do retorno da carta com aviso de recebimento (AR)  com a expressão “mudou-se” ou outra.

A garantia de localização pessoal é por tempo indefinido, e até hoje um único cliente retornou com um pedido de atualização de endereço indicado pela Montax Inteligência, e, mesmo assim, porque demorou 6 meses para promover a citação do devedor no endereço fornecido pela Montax.
No caso do Relatório de Inteligência Sumário (RIS), Montax garante ao menos a localização pessoal do devedor, por prazo indeterminado, mediante apresentação da Certidão (Negativa) do Oficial de Justiça ou resposta da carta com aviso de recebimento (AR).
Depoimentos de clientes

 

Atestados de capacidade técnica

 

Podemos entregar Atestados de Capacidade Técnica emitidos por corporações de grande porte com um rigoroso processo de compras e Compliance.

Você quer implementar uma Unidade de Inteligência Financeira ou de Compliance, Contrainteligência e Segurança Empresarial? Acesse Atividade de Inteligência – Livros Sobre Inteligência, Espionagem, Busca de Bens & Investigação, Manuais Especiais.

 

 

 

Quer orçamento de Investigação Empresarial?

Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br or mensagem ao WhatsApp (21) 99682-0482

 

O eBook Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa é um livro de inteligência no formato ePub com técnicas de espionagem e desinformação retirados de livros de espionagem, livros de estrategia militar do serviço de inteligência do exército e de inteligência competitiva (empresarial). Nele, você encontrará seus pontos fortes. E um briefing de investigações corporativas e investigação digital em fontes abertas de Inteligência (OSINT) útil à solução de fraude patrimonial e recuperação de ativos financeiros. Um manual de espionagem, investigação criminal e operações de inteligência. Decidimos escrever Inteligência & Indústria influenciados pelo livro sobre inteligencia empresarial Os Segredos da Inteligência Competitiva – Os Sentidos do Lobo, do Coronel Francisco José Fonseca de Medeiros (não confundir com “Os Segredos do Lobo”, de Jordan Belfort). Um manual de inteligência e investigações além das pesquisas em cartório em Copacabana, sede da Montax Inteligência.

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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“Lavagem” de dinheiro ou ocultação de bens são ações realizadas para dar ao dinheiro “sujo” de origem criminosa uma aparência de “limpo”, como se conquistado de forma honesta.

 

Ou para não pagar impostos e dívidas.

 

A lei fala em “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores porque sua renda pode ter origem legal, lícita, porém, ser sonegada de autoridades fiscais para não pagar impostos ou ocultada para o não pagamento de dívidas.

 

São crimes financeiros que estão em simbiose com outros como a sonegação fiscal, fraude à execução etc.

 

“Os crimes antecedentes mais comuns da “lavagem” de dinheiro ou ocultação de bens são sonegação fiscal e fraude à execução porque criminosos financeiros não aceitam pagar por nada, muito menos devolver o dinheiro que tomaram de alguém”.

Marcelo Carvalho de Montalvão

Diretor – MONTAX INTELIGÊNCIA

Montax Inteligência ajuda clientes a descobrir esquemas de “lavagem” de dinheiro ou ocultação de bens para a identificação e recuperação de ativos.

As provas da “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e a localização pessoal e patrimonial do fraudador e seus “laranjas” aumentam as chances de identificação e recuperação de ativos desviados de fraudes.



O QUE É “LAVAGEM” DE DINHEIRO?

 

“Lavagem” de dinheiro é o crime praticado por quem tenta “limpar” dinheiro “sujo”, dissimulando sua origem criminosa para dar aos valores e patrimônio produtos de crimes a aparência de terem sido conquistados de maneira honesta.

Se antes a Lei nº 9.613/1998 considerava “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores apenas quando os valores dissimulados ou ocultados tinham origem nos crimes de tráfico de entorpecentes, terrorismo, contrabando de armas, extorsão mediante sequestro e corrupção, atualmente qualquer crime financeiro ou que gere resultados financeiros pode ser considerado crime precedente da “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

É o caso, por exemplo, de donos de “bancas” do jogo-do-bicho. No Brasil, somente o Estado, por meio da Caixa Econômica Federal (CEF), tem a prerrogativa de explorar jogos de azar, razão pela qual as “agências” de jogo-do-bicho espalhadas por todo o País são absolutamente criminosas, ilegais, desde a contravenção (crime mais brando) da exploração de jogos de azar praticada por seus apontadores nas ruas, passando pela sonegação fiscal e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores de seus administradores até organização criminosa (quadrilha) com homicídios, ameaças e extorsão para preservar ou aumentar áreas de exploração dessa atividade econômica criminosa (território).

Os “bicheiros” não teriam como justificar a origem dos valores arrecadas com a exploração dos jogos de azar, então a propriedade de dinheiro, imóveis e veículos tornar-se-ia uma prova em si mesma da exploração dos jogos de azar ou, ao menos, de sonegação fiscal. Até porque não se declara rendimentos de crime ou contravenção nem tampouco se recolhe tributos dessas atividades, sob pena de produzir prova delas.

A solução que eles encontram é a “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores mediante a abertura de empresas de fachada que operacionalmente dão prejuízos, mas, contabilmente dão “lucros”, transformando o dinheiro “sujo” de um negócio ilícito como o jogo-do-bicho em um dinheiro “limpo” porque “lavado” a partir de um negócio lícito como um restaurante, uma fazenda ou galeria de arte, afinal, quem conta quantos pratos o restaurante vendeu, quantas cabeças de gado existem ou nasceram em uma fazenda longínqua ou quanto realmente custou uma obra de arte de difícil avaliação?

Quanto mais intangível é o produto ou serviço como obras de arte de difícil avaliação ou consultorias altamente especializadas ou restaurantes refinados – todos aqueles que você não paga pelo produto ou serviço em si, mas, pelo conceito ou status -, mais chamará a atenção de que precisa justificar uma grana muito “forte” sem trabalho honesto. No mundo da política, muitos administradores públicos corruptos utilizam serviços jurídicos de renomadas bancas de advocacia ou agências de publicidade de marqueteiros famosos para a “lavagem” de dinheiro, porque os honorários cobrados são praticamente insanos para a maioria dos mortais. São serviços sem Nota fiscal ou subfaturados: O tomador dos serviços paga os olhos da cara, em dinheiro “vivo” (dinheiro em espécie), mas, na contabilidade aparece apenas uma parte do pagamento.

Para descobrirmos o mecanismo de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, quer para fins de prova de crimes antecedentes como estelionato, sonegação fiscal etc., quer para fins de identificação e recuperação de ativos ocultados em fraude à execução, quando o proprietário altera o estado de um bem ou coisa para dificultar a penhora e leilão judiciais, temos que descobrir quem são os Atores (pessoas ou organizações) usadas para a “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

 

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São familiares ou empregados que emprestam seus nomes/CPF para abertura de contas bancárias ou constituição de empresas-de-fachada ou empresa braço-financeiro ou mesmo associações ou “institutos” para movimentação de contas secretas do autor intelectual da ocultação de bens.

A premissa básica, fundamental desse tipo de delito é a confiança e o sigilo, a confidencialidade entre o dono do dinheiro e a pessoa que detém sua custódia. Uma espécie de omertà, a lei do silêncio da máfia (Sicília), razão pela qual dificilmente o profissional de busca de ativos e investigações encontrará um contrato escrito ou declarações públicas.

O fraudador/corrupto e seus “laranjas” geralmente têm absoluta confiança recíproca, portanto, seus negócios não precisam de contratos nem recibo até porque o sigilo é da natureza do crime de “lavagem” ou ocultação de bens, razões pelas quais as provas documentais não são absolutamente necessárias quando há “fundada suspeita de ocultação de patrimônio em nome de pessoas interpostas” (vide item 120 alínea “d” da Sentença do caso Lula/tripléx).

 

O QUE INVESTIGADORES FAZEM?

 

Profissionais de Inteligência & Investigações são especialistas na identificação e localização de pessoas e empresas usados na “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores. Eles estão envolvidos em quatro etapas básicas de busca de ativos: Coleta de dados, preparação de documentos, análise de provas e elaboração do Relatório de Inteligência.

Especificamente, profissionais de Inteligência & Investigações executam tarefas que incluem análise de registros de negócios, análise do histórico de declarações públicas, busca de crimes ou inconformidades nos negócios, análise das tendências, rastreio do fluxo das operações financeiras, de transferências dos ativos financeiros, entrevista a fontes humanas de Inteligência, análise de dados eletrônicos e fragmentados do universo web/Internet e avaliação holística do Caso em andamento.

Às vezes os profissionais de Inteligência & Investigações funcionam como conselheiros em reuniões de negócios acerca dos Atores (pessoas ou organizações) ou mesmo testemunhas técnicas em processos judiciais. Geralmente, profissionais de Inteligência & Investigações auxiliam Advogados e Contadores especialistas em casos complexos de fraudes corporativas ou fraude à execução judicial.

Profissionais de Inteligência & Investigações podem ser contratados para treinar auditores internos.

Eles também podem avaliar a vulnerabilidade de uma organização ou analisar o risco de fraude de determinado negócio. Essas são ações preventivas de redução do risco de fraudes e inconformidades como implementar Programas de Integridade para maior controle, mitigação de riscos e prevenção de danos. Profissionais de Inteligência & Investigações são chamados regularmente para fornecer provas (evidências) de crimes como estelionatosonegação fiscalfraude à execução“lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Essas provas (evidências), às vezes chamadas de documentos Classe A, podem ajudar Advogados especialistas na recuperação de ativos a vincular o patrimônio e renda de uma pessoa ou organização a um devedor, solucionando um caso de cobrança e execução interminável devido a dificuldade na localização patrimonial do devedor. As provas servem para demonstrar que o devedor principal utilizou “laranjas”, testas-de-ferro para abrir empresas ou contas bancárias de modo a esconder dinheiro roubado. Se comprovado que um bem registrado em nome de uma interposta pessoa é, em realidade, de propriedade do devedor, que por sua vez controla tanto esse bem quanto os negócios dessa interposta pessoa, o devedor pode vir a responder pelo crime de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e o bem apontado como “lavado” ou ocultado pode vir a ser penhorado e leiloado para o pagamento de dívidas cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias.

Ao servir como peritos em processos judiciais, profissionais de Inteligência & Investigações fornecem provas de que os bens, direitos e valores foram “lavados” ou ocultados pelos devedores para não pagar dívidas.


QUE QUALIFICAÇÕES TÊM OS PROFISSIONAIS DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES? 

 

A maioria dos profissionais de Inteligência & Investigações de crimes financeiros são Bacharéis em Direito ou Ciências Contábeis ou áreas afins. Eles tem geralmente, pelo menos uma das designações: Analista de Inteligência, Advogado especialista em crimes financeiros ou Direito Penal Econômico, Contador forense, Investigador privado, Detetive particular ou mesmo profissional de busca de ativos.

 

QUEM CONSULTA PROFISSIONAIS DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES? 

 

Profissionais de Inteligência & Investigações são consultados no mundo todo por bancos, seguradoras, escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas diversas para a prevenção de perdas com fraudes ou identificação e recuperação de ativos desviados de fraudes.

 

COMO UMA INVESTIGAÇÃO DE “LAVAGEM” OU OCULTAÇÃO DE BENS AJUDARIA UM BANCO CREDOR OU OUTRO CREDOR FIDUCIÁRIO E ATÉ TRABALHISTA? 

 

Para encontrar bens do devedor em muitos casos é necessária uma investigação de “lavagem” ou ocultação de bens justamente porque muitos credores não apenas sonegam bens de autoridades fiscais e judiciárias, escapando do BACEN-Jud, INFO-Jud e RENA-Jud, mas, “lavam” ou ocultam bens colocando-os em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”) ou empresas-de-fachada ou holdings patrimoniais registradas em nome de “laranjas”.

O credor milionário praticamente soluciona o caso de recuperação de ativos ao encontrar o cartório de Notas onde foram lavradas as Escrituras públicas de compra-e-venda de bens e serviços não informados nas Declarações de Rendimentos do IRPF ou descobrir o nome e o CPF da interposta pessoa, o “laranja” usado para ocultar bens, direitos e valores.

As provas da “lavagem” de dinheiro ou ocultação de bens serão indispensáveis às ações cíveis e criminais de recuperação de ativos financeiros, principalmente a Ação Declaratória Incidental de Desconsideração (Normal e Inversa) da Personalidade Jurídica, para atrair para a Execução judicial todas as pessoas ou organizações de um grupo familiar ou grupo econômico. E os seus respectivos bens, claro, e a Notícia de crime de estelionato, sonegação fiscal e fraude à execução (crimes antecedentes) e a “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores., com pedido de instauração de Inquérito Policial. As provas produzidas em uma ação ajudarão a outra, e vice-versa.

Bancos e outras empresas de serviços financeiros sérias não hesitam em consultar especialistas em crimes financeiros justamente porque uma investigação bem conduzida aumenta demasiadamente as chances de sucesso das ações de cobrança e recuperação de ativos.

 

POR QUE MONTAX INTELIGÊNCIA? 


Com profissionais de Inteligência & Investigações com vivência no exterior e em mais de 5 estados da federação do Brasil, Montax Inteligência tem recursos intelectuais para ajudar os clientes com suas necessidades de Inteligência financeira.

Oferecemos uma gama de serviços de Inteligência & Investigações que é inigualável, com experiência em muitas indústrias. Falamos Português, Inglês, Espanhol e Italiano para chegar onde for necessário, avançar em qualquer território, sem medo, trocar informações com fontes diversas e cooperar com elas para o sucesso das ações de busca de ativos e investigações de bens “lavados” ou ocultados.

Relatório de Inteligência da Montax, com documentos Classe A e provas (evidências), são excepcionalmente esclarecedores e comprometidos a demonstrar onde está o dinheiro “lavado” ou ocultado. As avaliações são claras e concisas para uma análise perfeita do Caso em andamento.

Nada escapa da da Montax, que desafia qualquer empresa de Inteligência & Investigações do Brasil com a solução de casos com mais informações estratégicas e provas, em menos tempo.

Descubra mais sobre o know-how, metodologia e tecnologia da Montax Inteligência AQUI.

 

Aliás, seu diretor de operações, Marcelo Carvalho de Montalvão, Advogado criminalista com 20 anos de experiência em crimes financeiros, 10 deles dedicados à Montax, que iniciou carreira como investigador de fraudes bancárias, é autor do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa, o manual dos Analistas de Inteligência da Montax.

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

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SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Não se engane! Mais que estar na Internet ou redes sociais, Marketing digital significa colocar sua marca na 1ª página do Google.

 

Facebook e Instagram são páginas de descoberta, onde todos se exibem para todos, para ver e ser vistos, mas, as pessoas e empresas decididas a comprar estão no Google.

 

No Google todos buscam a empresa de melhor produto ou menor preço. Mas, já decidiram que querem comprar. Ao menos uma etapa foi superada.

 

Por isso Google é a maior empresa de marketing digital do mundo. Ela tem como estratégia se destacar como excelente buscador para oferecer produtos e serviços de outras empresas.

 

Ou sua empresa descobre como fazer “anúncios” mais rentáveis ou investe em Inteligência de Marketing Digital para colocar seu site na 1ª página do Google.

 

Objetivo do artigo – Esse é um Estudo de Caso da Montax Inteligência acerca da estratégia de Marketing digital elaborada para a RCF – Recuperação de Créditos Fiscais.

Palavras-chave – Marketing online – Marketing digital – Empresas – Estratégia – Produto – Conteúdo – Público alvo – Buyer persona – Clientes – Mercado – Criar ferramentas – Blog – Site – Redes sociais – Aumentar vendas – Buscas – Marca – SEO – Comunicação social – Internet – Conversão – Google – Usuário – Ações de marketing – Mundo – Melhores resultados – Objetivo preciso – Bastante informações – Negócios – Assuntos – Conceito – Clientes – Gerar leads – Planejamento – Objetivos – Anúncios – Pesquisa – Consumidor – Facebook – Inteligência de marketing – Pesquisa de mercado – Agência digital – Agência de marketing digital – Estratégias de marketing – Estratégias de marketing digital.

 

Definições

 

Marketing online

Também conhecido como Marketing digital, é o meio da empresa aumentar a participação do mercado via Internet, mídia e serviços na Era Digital.

Público alvo

Pessoas e empresas de determinada área geográfica, patrimônio, atividade econômica que pode consumir produtos e serviços ofertados.

Buyer persona

Pessoa do comprador. Define o perfil exato de clientes. Exemplo: “homem”, “maior de 40”, “com pós-Graduação”, “Renda acima de R$ 40 mil mensais”, “Sócio de empresa”. Formação em Direito etc. Quanto melhor você definir a pessoa de seu comprador mais assertivas serão suas campanhas de marketing.

Mercado

Produtores, fabricantes, desenvolvedores, distribuidores, comerciantes, consumidores, consultores, enfim, todas as pessoas e empresas que participam de uma ou mais cadeias de produção, comercialização e consumo de produtos e serviços.

Search Engine Optimization (SEO)

Otimização de engenharia de busca, em tradução literal. São estratégias e táticas para seu artigo ou website aparecer mais nos buscadores como Google, Yahoo! e Bing.

Comunicação social

Ciência Social que estuda os meios de comunicação de massa. TV, rádio, jornal e Internet são meios de comunicação social, enquanto a redação publicitária, relações públicas e propaganda são técnicas de comunicação de massa. É dar publicidade a um fato, produto ou serviço.

Ações de marketing

Implementação da estratégia de marketing. Operações de marketing. Execução das estrate´gias de marketing digital.

Leads

Aqui pode ser traduzido como “conexão”. É alguém que se conecta com a empresa a partir da divulgação de um material rico no mundo digital. Portanto um lead é alguém que se interessa pelo assunto tratado por você ou sua empresa, logo, pode vir a se tornar um cliente ou indicar clientes, daí a importância da “geração de leads”, de conquistá-los.

Inteligência de marketing

Atividade de Inteligência aplicada à conquista de mercado.

 

Leia também o artigo 5 DICAS DE INTELIGÊNCIA E ESTRATÉGIAS DE MARKETING DIGITAL PARA ESCRITÓRIO DE ADVOCACIA, GUIA DEFINITIVO

 

 

Sobre a RCF – Recuperação de Créditos Fiscais

 

A RCF é uma entrante do mercado de consultoria financeira e inteligência tributária do norte do Brasil, mais especificamente os estados do Pará e Amapá, que tinha como objetivo auxiliar departamentos jurídicos de empresas e escritórios de advocacia empresarial a recuperar créditos tributários, realizar planejamento tributário e planejamento sucessório.

A RCF tinha iniciando suas operações em 2016, e o País vivia o auge da maior crise econômica de sua História, e não tinha website ou outra plataforma de marketing online.

O marketing e propaganda eram realizados exclusivamente no boca-a-boca e marketing pessoal do sócio Ney Gabriel Farias, que já atuava como advogado tributarista na região há mais de 10 anos.

A RCF tinha o desafio de educar os clientes acerca dos benefícios de um trabalho preventivo em uma região onde as empresas tradicionalmente não consultavam serviços financeiros de prevenção senão serviços jurídicos de reação, quando o problema já está instalado e tem pouca chance de solução.

 

Orçamento, um Desafio do Marketing Digital.

 

Para variar, o orçamento do empreendedor era apertado. Mas, topamos o desafio.

O diretor da RCF viu na crise uma oportunidade de pioneirismo na blindagem patrimonial no Estado do Pará e planejamento sucessório.

Em relação ao seu público-alvo e buyer persona, notadamente empresários paraenses com problemas de caixa e falta de financiamento. E famílias que quisessem reduzir impostos sobre transmissão de fortunas. Minimizar os danos de eventos inevitáveis como crise econômica ou morte do controlador.

A RCF consultou a Montax Inteligência em novembro de 2016, que em estudo inicial identificou que o público-alvo paraense consultava muito pouco a Internet, empresários da Amazônia são avessos às mídias eletrônicas – muitas empresas locais ainda nem têm site – e precisavam ser educados seriamente quanto aos benefícios da inteligência tributária e do planejamento estratégico no pagamento de impostos.

Essa educação ocorreria de forma indireta por meio de assessores, secretárias e consultores desses tomadores de decisão.

O Estudo de Caso revelou os principais desafios para uma nova consultoria financeira que sequer tinha um website, mas, que precisava se posicionar no Google para agregar valor para o negócio com o fechamento de contratos atraídos pela Internet, especialmente:

1- Compreensão acerca da cultura e do modelo mental (mentalidade) local;

2- Entendimento do público-avo e segmentação da buyer persona;

3- Posicionamento de marca com os benefícios de “recuperar créditos fiscais” e proteção de ativos;

4- Estratégias competitivas genéricas mistas de “foco” e “diferenciação”;

5- Usar a Internet e redes sociais como forma de complementar o marketing pessoal; 6- Se tornar referência local, mas, atraindo negócios em todo o Brasil.

 

Esse Estudo de Caso não cuida de Estratégia Competitiva senão de Marketing digital, mas, para o sucesso da estratégia e ações de marketing online é necessária a formulação da estratégia de competição porque o ambiente web/Internet se confunde com o mundo “real”, especialmente em funções de marketing.

O Estudo de Caso pode capacitar o profissional de marketing a trabalhar conceitos-chave em Estratégia Competitiva aplicada ao Marketing online, tais como: Design da informação, seleção de palavras-chave e conteúdo relevante e funcional, além de integração entre diversas plataformas (linkagem), tudo para a geração de maior PageRank.

Vamos lá!

 

Marketing Online da RCF, Um Estudo de Caso

 

Antes de desenhar o website da RCF, era importante identificar o mercado e quem queríamos atingir com a mídia online.

O mercado paraense já tinha muitos consultorias financeiras e muitas empresas consultavam seus advogados internos – muitos dos quais integrantes do grupo familiar que controlava o grupo econômico – para tentar reduzir tributos ou evitar a penhora de bens em ações de execução cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias.

Atender micro-empresários ou empresas do Simples Nacional não era uma opção para os sócios da RCF por causa da concorrência muito acirrada.

O mercado de consultoria para micro empresas é uma estratégia do “oceano vermelho” das disputas entre muitos consultores especializados nesse segmento tão abrangente mas de poucos recursos.

 

Concorrência Online Sangrenta.

 

Para ter sustentabilidade, a RCF precisava se posicionar para empresas maiores, limitando o escopo, mesmo que isso custasse mais no início. Foi decidido que o público alvo seriam empresas de médio e grande porte, portanto não inscritas no Simples Nacional, ou seja, empresas que podem promover ações administrativas e judiciais de recuperação de créditos tributários.

E a buyer persona são sócios e diretores dessas empresas, ou seus advogados e consultores, que precisam proteger ativos financeiros do grupo econômico ou do grupo familiar de eventuais intempéries.

Sabíamos por pesquisa local que sócios e diretores dessas empresas dificilmente consultavam o Google ou outro buscador atrás de empresas de serviços, muito menos consultoria. O foco seriam os consultores, advogados e contadores de confiança desses tomadores de decisão.

Profissionais que não têm know-how dos serviços ofertados pela RCF e que funcionariam como parceiros ou evangelizadores do serviço altamente especializado de recuperação de créditos tributários, planejamento tributário, planejamento sucessório e blindagem patrimonial.

Mas, a elaboração e implementação de uma estratégia de marketing digital tinham que ser realizadas, afinal, a cultura “offline” não permanecerá para sempre e o pioneirismo online da RCF seria rapidamente imitado na região mais rica do Brasil em matérias primas.

E a mais afastada do eixo Rio-São Paulo.

Na Amazônia todos os empreendedores podem ser considerados pioneiros.

 

Design da Informação

 

Considerando o baixo orçamento disponível, a RCF optou por um template WordPress, porque barato e leve, eficaz para o marketing de guerrilha digital.

Adotamos no website um visual estático típico de empresas de consultoria empresarial, do marketing B2B.

A elaboração da estratégia de marketing digital da RCF foi realizada a partir de um questionário com perguntas como

1- O que a empresa tem de especial, o que faz melhor ou mais bem-feito?

2- Quais ideias, produtos ou serviços geram maior retorno financeiro, em menos tempo?

3- Quem são ou onde estão seus seguidores ou clientes mais lucrativos, que compram mais e exigem menos?

4- Quais seus principais adversários, concorrentes ou fontes de inspiração?

A estratégia de comunicação social adotada foi tentar ser o mais claro possível acerca dos benefícios, que o cliente que acessar a página na Internet deve compreender em menos de 10seg, sob pena de falha da comunicação social.

E municiar o site da RCF com links de consultas online grátis de serviços públicos direcionados a buyer persona, como os de acompanhamento de processo administrativo fiscal federal, consulta de processos do Ministério da Fazenda, de dívidas fiscais federais, consulta de empresas em nome de clientes e parceiros de negócios, regularidade com o FGTS etc.

E instalamos uma call-to-action simples e estratégia: WhatsApp no canto superior direito do site para contato direto, sem burocracia.

 

A comunicação social deve ser bastante clara acerca dos benefícios. A call-to-action do site da RCF é o número de WhatsApp no canto superior direito da tela, que convida o lead a um contato pessoal direto, sem burocracia.

 

Sugerimos a disponibilização do eBook Planejamento Tributário e Sucessório – Sustentabilidade do Negócio e Blindagem Patrimonial, material rico facilmente acessado no site.

Esse tipo de material o coloca a empresa como referência no assunto ao mesmo tempo que aumenta o tráfego do site e a lista de leads.

O site foi integrado ao Blog com diversos artigos sobre planejamento tributário e planejamento sucessório.

Até os títulos e sub-títulos dos artigos foram selecionados a partir de pesquisa de tendências, palavras-chave mais consultadas e assuntos da moda para que o site da RCF “pegasse carona” em debates empresariais do momento.

O resultado foi um maior tráfego, aumento do PageRank e da lista de leads.

 

Seleção de Palavras-Chave

 

É aqui que entra a Inteligência Competitiva (IC), Atividade de Inteligência aplicada ao mundo corporativo.

É etapa preliminar e fundamental para a eficácia da Search Engine Optimization (SEO).

Sem um bom trabalho de Inteligência o Briefing de marketing digital será desastroso.

Porque não adianta usar as palavras-chave mais populares (que todos conhecem): Necessário descobrir quais as palavras-chave que convertem usuários em clientes.

Montax elaborou e implementou a estratégia de marketing digital com a identificação de potenciais clientes para atingir os verdadeiros tomadores de decisões.

A Inteligência de marketing digital funciona tanto para aumentar as vendas quanto para aumentar a percepção de Valor da marca. Realizamos isso com a auditoria dos sites da concorrência relevante, com a identificação de mais de 40 palavras-chave que pudessem colocar o site da RCF nos primeiros resultados de buscas online, conjuntamente com outros players da indústria.

Não foi tarefa fácil porque a concorrência é muito grande.

O negócio consultoria de recuperação de créditos tributários e planejamento tributário praticamente não tem barreiras de entrada, e disputam o mercado advogados, contadores e administradores dos mais diversos níveis sociais.

 

SEO Abrangente.

 

Com tanta coisa para fazer é fácil perder o foco.

Nos concentramos naquilo que poderia gerar resultados online.

Além do website funcional, desenvolvemos uma estratégia de comunicação social com artigos e textos de conteúdo relevante ao público-alvo e buyer persona, como o artigo 7 Dicas de Blindagem Patrimonial (Sem Infringir a Lei), sucesso de tráfego.

Além do Blog, o site foi integrado ao Linkedin, Facebook e vídeo do diretor, tudo para aumentar a linkagem.

A marca tem que aparecer no Google e a divulgação do site nas redes sociais ajuda nessa tarefa.

As ações táticas e operacionais para aumentar o ranking do website da RCF no Google foram realizadas a partir da funcionalidade do site e da publicação de uma Apresentação “matadora” com as principais palavras-chave, reproduzida em todos os pontos-de-contato.

Essas ações permitiram o cruzamento de canais em uma estratégia holística.

Em Português claro, atiramos para todo lado, mas, cada tiro tinha que acertar em cheio.

Identificadas essas premissas ficou mais fácil chegar até a concorrência mais relevante e útil para fins de benchmark do SEO.

 

Montax conseguiu tráfego de quase 1.000 pessoas logo no 2º mês de publicação do site da RCF e praticamente dobrou o volume de visitantes em meados de 2018, em comparação com todo ano de 2017. Nada mal para quem tinha acabado de criar o site, não havia realizado uma campanha paga sequer no AdWords, Facebook ou Instagram e disputa espaço no Google com tantos profissionais de um mercado tão abrangente.

 

Benefícios da Estratégia de Marketing Digital

 

O resultado foi trazer tráfego para o site logo nos 2 primeiros meses, sem pagar anúncios do AdWords ou AdSense ou campanhas no Facebook e Instagram.

E atingir a primeira página do Google com algumas premissas, em 9 meses.

Nada mal para uma empresa que sequer tinha website, e baixo orçamento destinado ao marketing digital.

Segundo o sócio Ney Gabriel Farias, outro benefício foi o reconhecimento social de colegas consultores, advogados e contadores que, publicamente, em contatos pessoais informais, revelavam que haviam gostado do site.

O diretor Ney Gabriel Farias passou a ser notado e visto como especialista em blindagem patrimonial, planejamento tributário e sucessório.

 

Diretor da RCF Ney Gabriel Farias: “Aqui é pequeno e todo mundo se conhece, e as pessoas que podem me apresentar para os clientes passaram a saber o que a RCF faz passaram a me cumprimentar nas repartições públicas e elogiar meu pioneirismo na consultoria de planejamento tributário e sucessório“.

 

E a RCF – Recuperação de Créditos Fiscais passou a atender clientes de todo o País, e não mais somente da região norte.

Palavras-chave como “recuperar créditos fiscais”, “blindar meus bens” e “dicas de blindagem patrimonial” foram relevantes para conseguirmos esse resultado.

 

 

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SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Softwares de acesso instantâneo a múltiplos bancos de dados cadastrais  que atendem profissionais de Compliance & Mitigação de riscos, Recursos Humanos preventivos, Jurídico e Busca de Bens & Investigações são inovações que podem erodir empresas de consulta cadastral baseadas em “convênios” com cartórios e agências de Estado.

Sua popularização foi possível diante da disponibilização de grande volume de dados na Internet, a digitalização de serviços e a popularização do acesso remoto a partir do design do iPhone.

Montax Inteligência está atenta à disrupção econômica, política e social provocada pelo atual estágio da Internet e digitalização dos processos de produção e distribuição. Mais que exibir sua marca e capacidade técnica em um website, as empresas agora fabricam, vendem e entregam pela Internet, e até coletam dados de Inteligência de mercado para descobrir tendências. Definem estratégias de marketing e sustentabilidade a partir dos mega dados de sua máquina de vendas. E cada dia surge um novo concorrente ou produto substituto que promete fazer o que você faz por preço bem mais baixo.

Por mais sofisticado que seja seu produto ou plataforma, o consumidor avalia a novidade com base no preço.

Na mente do consumidor moderno menor preço tem mais acessibilidade.

Preço baixo vai sempre atrair mais!

As empresas disruptivas parecem adotar como estratégia de penetração de mercado a combinação das estratégias competitivas genéricas preconizadas pelo Professor de Harvard Michael Porter em sua obra “Estratégia competitiva: técnicas para análise de indústrias e da concorrência” (1980):

a) Liderança no custo total (preço baixo);

b) Diferenciação (especialização);

c) Enfoque (foco).

 

Mas, e o conceito de “Big Data”, o que tem a ver com isso?

Fique conosco e leia sobre elementos de disrupção criados por visionários que agora vamos homenagear.

Aqui você vai ler sobre:

Disrupção 

Big Brother Brasil

Livro “1984” de George Orwell 

Big Data

 

E receberá algumas dicas de inovação para seu negócio:

Dica #1. Incline os esforços da companhia para o marketing

Dica #2. Tenha coragem

Dica #3. Planeje bem seu projeto inovador

Dica #4. Baixe o preço estupidamente

Dica #5. Comunique a inovação

Continue conosco que explicaremos essas 5 dicas para inovação ou criação de seu próprio elemento de disrupçãointerrupção do curso normal de um processo e evitar ser “tragado” por elementos disruptivos.

 

Disrupção 

 

A disrupção geralmente não vem de concorrentes tradicionais: É lateral, vem de empresas de tecnologia, produtos substitutos e conceitos diferentes. Essa premissa é muito verdadeira se você analisar as principais empresas disruptivas do momento, Apple, Uber, Netflix, Amazon, Airbnb e Alibaba.

São todas empresas de tecnologia que invadiram mercados de indústrias não-tecnológicas, “roubando” clientes com uma estratégia de Liderança no custo total (preço baixo) de difícil reprodução.

Baixar o preço não é nada difícil – quem nunca usou essa estratégia no desespero? -, difícil é conseguir a escala suficiente para manter a empresa sustentável com a proposta de preço baixo sugerida.

Enquanto as empresas KPMG, EY, Deloitte e PwC são consideradas as “Big Four” da Contabilidade & Finanças, Google, Apple (iCloud), Facebook e Amazon (AWS) são chamadas de as big four da informação porque detêm o monopólio mundial da maior parte dos dados e informações que circulam no planeta.

A Apple foi a empresa mais disruptiva porque desenvolveu o iPhone, popular computador de bordo – e de bolso – criado a partir da reunião de mais de 200 patentes de invenção, com acesso a Internet e vários aplicativos de smartphones. A popularização do iPhone e seu design fantástico de tela gigante convenceu usuários a substituir tablets e até desktops para acessar páginas na Internet e permitiu que outras empresas de tecnologia desenvolvessem programas de computador voltados especialmente para esse mercado, os chamados aplicativos (App).

Como se não bastasse, o programa “aríete” iTunes praticamente salvou a indústria fonográfica – que não deixa de ser um tipo de informação antes consumida em arte de capa em arquivo físico “disco” ou “CD” -, possibilitando a compra-e-venda de apenas uma música para ouvir quantas vezes quiser e de onde estiver, ao invés de 12 faixas inteiras que precisavam de um aparelho de som para escutar.

E atrás dessa disrupção veio vários concorrentes da Apple com modelos de smartphones “inspirados” no design e funcionalidades inovadoras. O iPhone é a prova de como um design que atende ao mercado influencia na compra (Vide Capítulo 26 – Caravelas, tear mecânico, iPhone e outras inovações surpreendentes de Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa).

A Uber causou disrupção em monopólios artificiais de táxis e transporte público de ônibus e vans, aqueles monopólios legais, com base em leis e regulamentos anacrônicos, e não na livre iniciativa, livre competição e livre mercado. e não é empresa “de transporte” senão de tecnologia de marketing, fazendo a conexão entre usuários e motoristas a partir da Internet e do iPhone. Algumas cidades europeis, por exemplo, baniram a Uber e prejudicaram consumidores apenas para proteger seus velhos, caros e arrogantes taxistas.

Sobre o monopólio “natural”, a Google por exemplo tem o monopólio de 80% das buscas na Internet – e marketing digital, é claro -, e não foi conquistado com base em sindicatos ou guildas de profissionais, mas, com base em tecnologia e preço baixo (de graça na maioria dos serviços) difíceis de ser imitados pela concorrência.

O Facebook oferece uma página na Internet “grátis” em uma rede social onde você encontra todos os seus amigos. Só um “louco” não tem perfil no Facebook hoje em dia. Ele pede em troca apenas seus dados pessoais de nome completo, idade, sexo, e-mail, predileções, opinião política, hábitos de consumo, locais de viagem, amigos, inimigos (“bloqueados”), só isso, mais nada. CIA e NSA agradecem.

A Netflix com seu preço imbatível, escala mundial e conteúdo próprio e alheio fantástico detonou a TV paga, que havia detonado as locadoras de vídeo.

A Amazon é outra empresa de tecnologia disruptiva que roubou clientela assídua de livrarias de aluguéis caríssimos em ruas e shoppings centers. O livro que você quer pode encontrar na tela de seu smartphone (iPhone) e receber no conforto de sua casa, sem perder tempo e dinheiro com a busca. Como se não bastasse, a Amazon fez uma integração “para frente” alugando espaço em seu gigante sevidor por meio da Amazon Web Service (AWS). Empresas de tecnologia que exploram o Big Data podem contar com servidores terceirizados, a chamada “nuvem”, ao invés de comprar máquinas caríssimas e correr o risco de furto ou incêndio destruir seu banco de dados e informações estratégicas.

A Airbnb, também de tecnologia, tem foco no marketing de serviços de locação de imóveis. Rede hoteleira teve que adaptar seus preços. Viajar ficou mais barato. Com a Airbnb você reserva um apartamento em qualquer lugar do mundo a partir de um aplicativo de smartphone (iPhone de novo!).

Para terminar, a rede de revendas Alibaba promete entregar produtos na sua casa. Redes de supermercados e magazines que gastam tubos de dinheiro com depósitos e lojas físicas – e repassam o preço ao consumidor final, claro – sentem até hoje o impacto da Alibaba e outras lojas virtuais que vendem pela Internet. Empresas de marketing digital e vendas na Internet revendem somente produtos já adquiridos, logo, não têm despesas com estoques e depósitos e toda a inconveniência de manter produtos e bens de consumo não-duráveis em um só lugar exposto a intempéries, roedores e ladrões.

Essas empresas têm funções e mercados variados mas são em regra empresas de marketing digital, marketing online pois conectam produtos, produtores ou donos dos meios de produção aos consumidores pelo toque de um botão.

A disrupção geralmente não vem de concorrentes tradicionais: Ela é lateral, vem de empresas de tecnologia, produtos substitutos e conceitos diferentes. Vem de setores não monitorados, daí o elemento surpresa e disruptivo. Às vezes tecnológica às vezes com mero produto substituto, ou ainda, um conceito de “status” diferente como automóvel versus smartbike pode colocar toda uma indústria de joelhos.

O mais importante: A combinação iPhone + Internet + Facebook gerou bilhões de pessoas de olhos grudados no smartphone. Se antes tínhamos que anunciar na revista Veja ou horário nobre da TV ou classificados de jornais e listas telefônicas (lembra das “páginas amarelas”?), agora com todos de olho no celular temos que estar lá. Seu website tem que ser mais que “responsivo”, adaptável ao celular… Tem que ser “mobile first”… Porque agora praticamente 50% dos acessos aos sites são realizados pelo smartphone…

Big Brother Brasil

Big Brother Brasil, o programa de televisão onde o animalesco e mesquinho do ser humano é um show real ao alcance de todos, 24h por dia. Um zoológico de seres humanos.

Não estamos aqui para criticar a qualidade do produtor ou consumidor do programa de TV Big Brother Brasil, mas, tão somente, para demonstrar que ele reflete a cultura e o modelo mental da Era Digital: Tudo acessível a todos.

Até sua intimidade.

As pessoas do século XXI não querem ir à missa, participar de cruzadas à Terra Santa, ir para o Céu, fazer parte de um partido político, desenvolver carros velozes ou mudar o mundo com canções fantásticas. As pessoas normais querem consumir, e de forma fácil, rápida e barata.

Se você é daquele que “jamais participaria do Big Brother Brasil” porque não quer expor sua intimidade, está na hora de rever seus conceitos porque sua intimidade já foi exposta a partir do momento que utilizou um dos produtos ou serviços disruptivos que mencionamos.

Enquanto pessoas simples sentem prazer em assistir ao jogo da vida de seres humanos comendo, se divertindo e procriando em público, enquanto tentam ganhar um prêmio de R$ 1 milhão, empresas e organizações de Estado também querem conhecer seus hábitos de consumo e conexões políticas.

Apesar de uma empresa privada de televisão realizar o monitoramento de participantes voluntários, o Big Brother Brasil tem tudo a ver com a vigilância em massa realizada pelo Poder Público e prevista no livro “1984 do escritor inglês George Orwell, publicado em 1949. Falaremos dele no capítulo seguinte.

Esse grotesco programa de TV é um retrato do mundo moderno de intimidade “zero”. Privacidade agora é peça de museu.

 

Livro “1984” de George Orwell 

 

O romance “1984” foi o arauto da Era Digital. Ele descreve um país que vive uma ditadura totalitarista de “direita” eufemisticamente chamada de “socialismo” caracterizado pela vigilância em massa e polícia do pensamento. Um regime econômico e político em um país distópico onde cidadãos eram punidos não somente por praticar crimes, mas, também, por pecar em pensamento.

Parecia surreal na época. Parece normal hoje em tempos de “guerra ao terror” e espionagem global em massa por meio da Internet e sistemas de comunicação via programas de vigilância como Echelon para coleta e compartilhamento de informações pelos países ricos de Língua Inglesa do bloco Five-Eyes (“Cinco Olhos”), Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, Austrália e Nova Zelândia (Snowden).

China e Rússia estão desenvolvendo um programa espião rival, conforme expusemos no artigo “Grand Expert””: o novo programa de Inteligência mundial em massa publicado no jornal de relações internacionais CEIRI Newspaper.

Aliás, a expressão “Big Brother” foi cunhada justamente na obra “1984”.

Fato: Privacidade já era, é coisa do passado.

Tudo e todos estão agora conectados e ao alcance de pessoas e organizações, seja para o bem seja para o mal.

Em uma carta do autor George Orwell a Francis A. Henson, líder do sindicato estadunidense United Auto Workers, datada de 16 de junho de 1949 – portanto pouco antes de falecer -, publicada na revista Life de 25 de julho de 1949, o autor teria declarado sobre seu recente romance “1984” que

“[…] Não foi concebido como um ataque ao socialismo ou ao Partido Trabalhista Britânico (do qual sou um entusiasta), mas como uma mostra das perversões […] que já foram parcialmente realizadas pelo comunismo e fascismo. O cenário do livro é definido na Grã-Bretanha a fim de enfatizar que as raças que falam Inglês não são intrinsecamente melhores do que nenhuma outra e que o totalitarismo, se não for combatido, pode triunfar em qualquer lugar”.

George Orwell parece ter previsto não somente um sistema econômico baseado na troca de informações em massa como em um sistema político de dominação mundial liderado justamente pelos países de Língua Inglesa. Os “Five-Eyes” e seus programas de espionagem maciça denunciados por Edward Snowden. A atual invasão da privacidade por governos e cidadãos reflete o ambiente distópico do livro escrito de 1949, époco que não havia Internet nem redes sociais.

Com as redes sociais recreativas como Facebook e de profissionais de marketing, força-de-vendas e recrutamento como o LinkedIn da Microsoft ou mesmo sites de avaliação de empresas pelos funcionários e salários como Glassdoor e Love Mondays e, na área legal, o processo judicial eletrônico (PJe), a digitalização dos serviços de cartórios de Notas e de Registro de Imóveis, a publicação de listas telefônicas e Editais de concursos em sites na Internet, não há mais onde se esconder.

Eremitas não vivem mais em cavernas, eles simplesmente não têm e-mail, página de rede social nem compra produtos de empresas disruptivas.

A parafernália de produtos e serviços com provedores gigantes que armazenam dados e informações coletadas voluntária ou involuntariamente de pessoas e organizações em programas de computador e aplicativos “grátis” geraram o Big Data, o maior fenômeno da Era Digital e sobre o qual falaremos a seguir.

 

Big Data

O Big Data parece um acrônimo de Big Brother, e é.

Big Data em Inglês que significa “Dados Grandes” ou “Megadados”, termo que designa uma enorme quantidade de dados e informações disponíveis no universo web/Internet. A expressão foi cunhada pela primeira vez pelos pesquisadores da NASA, Michael Cox e David Ellsworth, em 1990. Um trocadilho com o personagem “Big Brother” do mencionado romance de George Orwell.

O Big Data é o mais importante fenômeno da Internet, é uma de suas maiores vantagens. O Big Data geralmente é acessado por softwares robôs de Inteligência Artificial, golens modernos da Era Digital. Como esse do filme icônico do Expressionismo alemão, “Metropolis”.

 

Se você tem uma empresa ou negócio, já notou que precisa criar produtos e serviços de preço baixo e escaláveis para competir no atual estágio do capitalismo. Se antes o problema era a concorrência em excesso que baixava os preços, o problema agora pode ser um único produto ou serviço substituto disruptivo que faz de sua empresa e concorrentes simplesmente irrelevantes.

Sem um produto digital baseado em Inteligência Artificial, sua empresa vai erodir. Uma organização não sobreviverá, não se sustentará a longo prazo se não se adaptar ao século XXI, a cultura e ao modelo mental.

Mal comparando, se você não se adaptar ao consumidor informado, bombardeado de opções “grátis” e mimado será como uma biblioteca antiga, distante e empoeirada tentando atrair mais leitores que o Google, Amazon e o leitor eletrônico Kindle.

Para o consumidor da Era Digital tudo tem que estar ao alcance das mãos (leia-se dentro do smartphone). E por preço acessível.

Preço baixo e escala são o segredo do sucesso de muitas marcas. A novidade é que a escala agora é global e a distribuição, eletrônica.

Objetos importados deixarão de ser trazidos da China para ser construídos na sua própria casa – com sua própria energia elétrica, seu plástico e petróleo, claro – a partir de impressoras 3D de tecnologia alemã, israelense e… Chinesa…

Bicicletas agora são alugadas pelo smartphone e estão conectadas a Internet para saber onde as pessoas vão, param e que horas retornam para casa. Esse Big Brother de sua locomoção será reunido ao de milhares de usuários para se tornar um Big Data de milhares de viagens que revelará as melhores opções de imóveis para bares e lanchonetes (Vide o artigo Smartbikes da China Podem Revolucionar o Transporte, as Relações de Consumo e a Matriz Energética Mundial).

As smartbikes movidas a energia limpa (elétrica) são um dos produtos disruptivos que ameaçam a indústria automobilística de matriz energética poluente do petróleo. China, Alemanha e Israel estão na vanguarda da Economia “Verde” porque entendem a economia mundial baseada no petróleo e outras matrizes energéticas poluentes como insustentável, quer economicamente devido ao preço e escassez quer politicamente devido às guerras e custo de vidas humanas para domínio e controle de zonas de produção.

 

Ou Big Data ou morte. Se não tirar proveito do grande volume de dados sobre clientes e sua indústria sua companhia vai comer poeira.

Agora que você entendeu o recado, pode consultar sócios e diretores de Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), Tecnologia da Informação (TI) ou Inteligência Competitiva (IC) de sua empresa, para que explorem ao menos uma das 5 dicas que vamos dar agora para seu negócio não erodir.

Está pronto?! Leia com calma porque o assunto é tenso. São desafios que nós da Montax e alguns de nossos clientes enfrentamos constantemente. Comentaremos alguns estudos de casos de clientes quando possível, dada a natureza do nosso negócio “Inteligência”.

 

Dica #1. Incline os esforços da companhia para o marketing

 

Lembra da lista de empresas “disruptivas” que mencionei Todas sem exceção não produzem nada senão marketing & vendas na Internet. Aliás, a única exceção é a Netflix que passou a produzir filmes e séries e, mesmo assim, na verdade ela apenas banca projetos de produtoras independentes. Nada de grandes estúdios cinematográficos, ele querem produções baratas, autorais e de qualidade.

Portanto, todos os projetos, pessoas que contratar e recursos da companhia devem ser inclinados para o marketing, para ações de branding e conquista de mercado.

Pode ser um projeto de pesquisa, desenvolvimento de produtos ou inovação, um novo programador de criação de um produto novo, mas, tem que ter design e estratégia voltados para o consumidor.

Não precisa pensar apenas em marketing & vendas, até porque alguns projetos são muito conceituais ou embrionários demais para já sabermos quem vai comprar. Contudo, o desenvolvedor tem que ter experiência de mercado.

Às vezes, um produto não traz muitas vantagens financeiras imediatas – às vezes só prejuízo – do ponto-de-vista contábil & financeiro, porém, pode posicionar a empresa como inovadora ou ajudar na presença da marca na Internet. É o caso de uma “loja conceito” em um shopping ou avenida cujas vendas não pagam o aluguel caríssimo mas impactam na imagem da corporação.

Funciona mais ou menos como um bom stand em uma feira de eventos ou simpósio…

Seu produto inovador e disruptivo, além de funcional e barato para o cliente, tem que colocar sua marca lá no topo.

Pode ser um método ou sistema de negócio inovadores, desde que o seu consumidor seja impactado nos primeiros 3seg com uma proposta valiosa e de baixo preço (leia-se grátis ou irrisório). O produto ou serviço digital pode não trazer muito lucro, mas, aumentará o tráfego do seu site e sua clientela para outros produtos mais sofisticados de seu portefólio.

Os dados gerados a partir dos seus clientes e suas indagações gerarão o seu Big Data particular que vai ajudá-lo com insights sobre o mercado que você não teria sem essa fonte de pesquisa em tempo real.

Mesmo se não for disruptivo seu software inovador terá verdadeira função de marketing, de conquista de mercado.

Só não se esqueça de pensar em um projeto adequado à especialidade e cultura de sua companhia.

Estudo de caso

Geowellex é empresa de consultoria em geologia do petróleo de pequeno porte do Brasil especializada em mud logging. A concorrência é grande porque existem poucas barreiras de entrada. Muitos geólogos com relativa experiência abriram firmas de consultoria de acompanhamento de perfuração de poços de petróleo. Para se destacar da concorrência, a Geowellex investiu em Tecnologia de Informação (TI), mais especificamente em softwares de geofísica com Internet das Coisas (IoT) para atender clientes com o “real-time data transmission and early detection”, uma espécie de radar que os donos dos poços de petróleo podem visualizar do computador ou smartphone. Os clientes ficam sabendo na hora quais as chances de encontrar petróleo, gás natural, água, predição de erros e prevenção de acidentes. Ao se apresentar ao mercado como empresa de TI aplicada à indústria de óleo & gás, e fornecer acesso remoto às análises de acompanhamento de perfuração de poços de petróleo, sem cobrar mais por isso, a Geowellex tornou parte de sua concorrência irrelevante, atraiu investidores e hoje está nos EUA, Geórgia e Líbia.

É um exemplo de inovação inclinada para o marketing.

Para desenvolvimento de um website e software inovadores você precisará de bons programadores e web designers que trabalhem e pensem de maneira inovadora conjuntamente com profissionais experientes do seu mercado.

O “velho” deve se misturar com o “novo” para criar algo realmente bom para o mercado.

Leitura recomendada: Livro Empresa focada no cliente – Mude a estratégia do produto para o cliente, de Niraj Dawar.

 

Dica #2. Tenha coragem

 

Você leu corretamente: Precisa ser menos medroso e acomodado.

A palavra “coragem” está associada à ação, agilidade (medrosos geralmente são tímidos, parados).

Muitos líderes de várias indústrias com empresas inovadoras fantásticas agora que têm sucesso estão simplesmente com medo de errar. Estão acomodados.

Lembro que “rentabilidade do passado não é garantia de sucesso no futuro”.

Ouse errar… E aprender com os erros…

Só porque sua companhia deu certo e cresceu não quer dizer que você não pode ter a mesma ousadia de quando não tinha nada. Talvez por isso seus concorrentes mais jovens e empresas de produtos substitutos sejam tão disruptivos, porque não têm nada a perder.

Por que o receio? Muitos projetos inovadores nem são tão caros assim.

E a companhia tem que participar integralmente do projeto. Em outras palavras, o projeto inovador só terá funcionalidade se os desenvolvedores escutarem o mercado, o que inclui, primeiramente, seus colaboradores. Sua pesquisa & desenvolvimento não podem ficar afastados da diretoria e do setor de marketing & vendas. Deve estar integrada a esses setores.

Mais que inclinar seus projetos às funções de marketing & vendas, seu projeto de disrupção e os desenvolvedores responsáveis têm que estar integrados à espinha dorsal, ao cérebro e aos tentáculos de sua companhia.

Ficar encastelado com medo de que um jovem de 25 anos lhe tome o poder pode matar sua companhia. Compartilhe informações. O jovem programador precisa de sua experiência para entregar um software adequado ao mercado, que só você conhece tão bem. Todos vão lucrar, e muito, com isso!

Como líder ou gestor, você deve criar uma cultura da inovação. Todos os seus stakeholders devem ser encorajados a dar ideias, insights, dicas, palpites ou sugestões, especialmente os seus colaboradores. E você deve mostrar respeito pelas ideias “coincidentes”, aquelas que se repetem em pessoas e setores diferentes. Sem condições para a inovação, ela não virá.

Tenha coragem para mudar. E seja ágil! Porque ideias não são nada sem ação.

Leitura recomendada: Livro Quem mexeu no meu queijo, de Spencer Johnson.

 

Dica #3. Planeje bem seu projeto inovador

 

Sua empresa demorou 20 anos para criar um software inovador que vai causar a disrupção no seu mercado? Ótimo! Antes tarde que nunca.

Mas, você pode esperar um pouco mais antes de sair contratando qualquer programador. Investigue antes! Realize Recursos Humanos preventivos! melhor prevenir que remediar. Planeje bem antes de sair “disruptando”. Descubra como o desenvolvedor se comportou perante outros investidores, sócios e parceiros de negócios, seu Conceito moral, bem como onde trabalhou e quais projetos realizou, ou seja, seu Conceito profissional.

E depois de encontrar os profissionais certos para o projeto, contrate um bom advogado que redigirá um bom contrato estabelecendo que a ideia original, conceito e visão de mercado é de sua companhia, bem como os recursos para o desenvolvimento do projeto, e que os programadores contratados são apenas aqueles que vão implementá-lo. Cláusula de confidencialidade (não-divulgação) e juízo arbitral são obrigatórias. Tal qual um famoso e inovador arquiteto, que assina um grandioso projeto arquitetônico, logo, os créditos não são dos engenheiros muito menos os peões-de-obra responsáveis pela sua construção.

Lembra do disruptivo Facebook que “matou” o Orkut e hoje em dia é a segunda maior empresa de marketing digital do mundo e que secretamente – até o Snowden denunciar – a maior empresa de espionagem governamental do planeta?

Então, diz a lenda que o projeto havia sido idealizado por Cameron e Tyler Winklevoss, irmãos gêmeos famosos no mundo da Tecnologia da Informação (TI). Nasceram ricos e fizeram fortuna com a criptomoeda Bitcoins, mas, essa fortuna veio da indenização judicial de US$ 65 milhões paga por Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, que eles acusaram de ter roubado a ideia e o conceito de “rede social universitária com fotos dos alunos” da Universidade de Harvard.

Os “Winklevoss Brothers” haviam contratado o programador Mark Zuckerberg mas esqueceram de pedir para ele assinar um contrato (!).

Seu produto inovador, disruptivo pode se transformar na “prata da casa” e até se tornar uma empresa independente ou destacada do grupo econômico, logo, planeje bem antes de iniciar o projeto.

Contrate profissionais de Inteligência & Investigações de fraudes corporativas, antes, durante e depois do projeto, para proteger o patrimônio de sua companhia de ameaças internas e externas, bem como um advogado especialista em Direito Empresarial.

Leitura recomendada: Livro Bilionários por Acaso, de Ben Mezrich.

Ou o filme A Rede Social, de David Fincher.

Os irmãos Winklevoss são inteligentes, ricos e famosos mas não devem dormir muito bem à noite devido ao erro de não consultar um profissional de Inteligência & Investigações ou um advogado para redigir um contrato entre eles e o fundador do Facebook,  Mark Zuckerberg. Pessoas inteligentes também cometem erros banais.

 

Dica #4. Baixe o preço estupidamente

 

Já falamos disso porém nunca é demais repetir: Cliente de Internet quer ou de graça ou com um preço estupidamente baixo.

Se o preço não for baixo não é disruptivo. E se não for disruptivo é apenas mais do mesmo.

Baixe o preço imediata e estupidamente. O preço sugerido tem que ser muito, muito menor que dos produtos similares de ancoragem.

Seu preço tem que ser baixo, mas tão baixo, que seus concorrentes vão odiá-lo…

E seus clientes, amá-lo.

E vão indicar seu produto para outros clientes, que não indicar para outros, para outros…

Não existe melhor mecanismo de obtenção de escala do que preço baixo. Henry Ford sabia disso, por isso reinventou o método de produção de automóveis para fabricar o famoso Fort T na chamada “Segunda Revolução Industrial” e oferecê-lo ao mercado por US$ 825 cada (qualquer semelhança com o atual Model 3 da Tesla de US$ 35 mil não é mera coincidência).

Os clientes ligam muito mais para preço baixo que funções poderosas…

Considere reduzir drasticamente o preço de um produto ou serviço para atrair clientes e fazer o mercado olhar para sua marca (inclinação para o marketing).

Se o preço baixo for de um produto ou serviço que seu concorrentes não têm ou que demandariam muito tempo e dinheiro para imitar, melhor. Baixe o preço justamente daquele produto ou serviço que só você tem e atraia clientes para os negócios de seu portefólio que todos têm. Use sua especialidade ou inovação não para ganhar dinheiro, mas, para atrair novos clientes. Empurre seu mercado para um campo de batalha definido, o seu website.

Estudo de caso

 

Contabilizei é empresa de contabilidade online que faz alguns serviços grátis, cobra mensalidade de apenas R$ 99,00 e serviços avulsos. A folha de pagamento também é um serviço avulso e o cliente paga aproximadamente R$ 35,00 por empregado. Na prática, micro e pequenas empresas com nenhum ou poucos funcionários acabam economizando 10 vezes mais com contadores. O tempo do contador cobrar “13 salários mínimos anuais” de microempresas já era (quer cobrar caro, contador, então procure clientes ricos). O trabalho de lançamento de receitas e despesas é realizada pelo próprio usuário, claro, essa integração “para trás” que permitiu a redução de custos com mão-de-obra. Mas, os relatórios gerenciais online, ontime e fulltime e o atendimento humano fantástico fizeram a Contabilizei ser eleita a melhor empresa B2B da America Latina em 2016.

Mas atenção: Preço baixo somente em produtos digitais de escala impressionante e pouca despesa de mão-de-obra movidos a Inteligência Artificial. Produtos premium executados por seres humanos altamente especializados devem ser ofertados pelo preço justo, o preço da especialização ou do “fatto a mano”.

Leitura recomendada: Artigo Site oferece contabilidade a custo menor para pequenas empresas, da Gazeta do Povo.

 

Dica #5. Comunique a inovação

 

Quem não se comunica se trumbica” (Chacrinha).

Não adianta inovar se não comunicar ao mercado e stakeholders a inovação.

Muitos produtos inovadores não emplacaram no mercado não por falta de qualidade e utilidade mas por absoluta falta de comunicação social.

Não precisa ser uma propaganda na capa da revista Veja. Pode ser um website estratégico.

A implementação de uma estratégia de marketing digital é o caminho mais rápido e barato para a divulgação de sua marca e suas inovações. Não estou falando só de um website de design fantástico: Programas de computador com funcionalidade gritante e um blog com artigos de utilidade pública devem estar integrados ao website e demais plataformas da web 2.0.

Uma boa comunicação social permitirá não somente a conquista de novos mercados como obter experiências de usuários críticos que farão reclamações e sugestões úteis. É uma via de mão-dupla com mensagens corporativas e feedback de clientes. Portanto, comunique ouça o mercado.

Compartilhar informações deixou de ser perigoso e passou a ser obrigatório na Era Digital. Vale a pena divulgar protótipos, esquemas, planilhas, métodos e até senhas de acesso para testes de softwares aos clientes para aumentar o tráfego ao seu site, coletar e-mails de clientes em potencial e acessar informações do mercado.

A simples coleta de curriculum vitae pode ajudar sua empresa a identificar carreiras em “queda”, logo, indústrias que estão erodindo. A erosão de um setor ou indústria, se antecipada, pode revelar quais ativos a companhia deve se desfazer enquanto eles ainda têm algum valor de mercado.

Se o produto for bom, de qualidade, e tiver um preço realmente competitivo, de graça ou quase de graça, será muito mais fácil comunicar.

Leitura recomendada: Livro A Fórmula Secreta – Como o Marketing Inteligente e eficazes técnicas de vendas tornaram a Coca-Cola a marca mais conhecida no mundo, de Rick Allen.

Ou a Exortação Apostólica A Alegria do Evangelho, do Papa Francisco.

Não se iluda: A Alegria do Evangelho, do Papa Francisco, não é um livro de religião, mas, verdadeiro Relatório de Inteligência de Estado. É a comunicação social de um plano de desenvolvimento do Estado do Vaticano baseado no marketing pessoal (cara-a-cara).

 

 

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O eBook Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa é um livro de inteligência no formato ePub com técnicas de espionagem e desinformação retirados de livros de espionagem, livros de estrategia militar do serviço de inteligência do exército e de inteligência competitiva (empresarial). Nele, você encontrará técnicas para que cada um descubra seus pontos fortes. E um briefing de investigações corporativas e investigação digital em fontes abertas de Inteligência (OSINT) útil à solução de fraude patrimonial e recuperação de ativos financeiros. Um manual de espionagem, investigação criminal e operações de inteligência. Decidimos escrever Inteligência & Indústriainfluenciados pelo livro sobre inteligencia empresarial Os Segredos da Inteligência Competitiva – Os Sentidos do Lobo, do Coronel Francisco José Fonseca de Medeiros (não confundir com “Os Segredos do Lobo”, de Jordan Belfort). Um manual de inteligência e investigações além das pesquisas em cartório em Copacabana, sede da Montax Inteligência.

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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O maior desafio do profissional de Inteligência é a pesquisa de bens, direitos e valores “lavados” ou ocultados por mafiosos e estelionatários travestidos de simples devedores. Não é fácil encontrar bens ocultados da Declaração de Rendimentos do IRPF ou registrados em nome de um “laranja”, Holding Patrimonial ou empresa offshore, estratégias comuns de “lavagem” e ocultação de bens. A dificuldade na localização de bens do devedor para recuperação de ativos financeiros reside nas leis de sigilo bancário e na astúcia dos criminosos do colarinho branco.

O Conselho Federal de Contabilidade define “ativo financeiro” como qualquer bem tangível ou intangível que pode gerar benefício econômico para uma pessoa ou organização.

Localização de ativos financeiros é ação necessária para listar bens úteis à avaliação econômica de uma pessoa ou empresa. Pesquisa de bens em registros públicos é a melhor maneira de avaliar a riqueza ou saber quais ativos financeiros de uma pessoa ou organização. Um perfil financeiro básico pode ser demonstrado pela pesquisa de bens imóveis, automóveis, direitos e créditos e outros ativos fixos como semoventes (gado) registrados em nome/CPF da pessoa ou razão social/CNPJ da organização.

busca de ativos é a pesquisa de bens realizada de forma técnica e altamente especializada para a recuperação de ativos financeiros desviados de fraudes.

Existem vários tipos de ativos, muitos dos quais são de difícil localização. Os bens registrados em fontes abertas de Inteligência ou bancos de dados de domínio público são facilmente encontrados por meio de pesquisa em cartórios ou mesmo na Internet.

E existem os chamados ativos intangíveis que, ao contrário dos bens corpóreos (físicos), não podemos tocar e sua avaliação econômica é um desafio para o credor e a Justiça.

O que você vai aprender aqui:


1- Tipos de ativos financeiros

2- Identificação de imóveis

3- Identificação de interpostas pessoas (“laranjas”)

4- Identificação da Holding Patrimonial

5- Identificação de empresas offshore

6- Fraude societária

7- Disputa societária 

8- Due Diligence & Background Check

9- Due Diligence, investigação prévia antes de um investimento 

10- Background Check, verificação de antecedentes de novos empregados


Há muitas razões para realizar pesquisa de bens e localização de ativos financeiros, mas, a principal delas é a localização de empresas, pessoas e bens para a recuperação de ativos.

Em seguida, a principal razão da localização de ativos financeiros é a Due Diligence, como chamamos a pré-avaliação de uma empresa para análise de sua viabilidade econômica antes de sua aquisição (compra) ou antes da distribuição de uma ação judicial de cobrança.

Ao entrar com uma ação judicial contra um devedor, é sensato realizar a localização de ativos financeiros do adversário para avaliar seu patrimônio e situação financeira e identificar as dificuldades que serão enfrentadas. Ou superadas. Se o Relatório de Inteligência de busca de ativos indicar que o devedor não possui algo valioso ou que os transferiu para terceiros, será mais difícil receber pelas dívidas não pagas.

Ou o credor saberá com antecedência quem deve atacar…

Pesquisar os bens de um adversário, antecipadamente, ajudará a determinar se sua ação judicial vai valer a pena ou é uma causa perdida. E aumenta consideravelmente suas chances de sucesso, conforme exposto no artigo “Busca de Bens do Devedor“.

 

1- Tipos de ativos financeiros

 

Montax Inteligência estabelece 6 tipos de ativos financeiros para fins de pesquisa de bens e localização de ativos: 1) Ativos Intangíveis como marcas, patentes de invenção, quotas sociais, ações (S/A fechadas) e outros bens móveis incorpóreos; 2) Ativos Fixos Imobiliários como propriedade de imóveis com Matrícula (Registro) ou Direito e Ação ou posse ou usucapião; 3) Valores Mobiliários como dinheiro em espécie, ações (S/A abertas), obras-de-arte, semoventes (gado); 4) Direitos & Créditos como direitos de exploração, contratos (compras, serviços etc.), precatórios judiciais, execuções de sentença; 5) Máquinas e Equipamentos como aeronaves, automóveis, embarcações, máquinas e equipamentos industriais; e 6) Rendimentos como renda de aplicações financeiras, aluguéis, salários, aposentadorias, royalties e proventos de qualquer natureza.

Saber o que procurar é tão importante quanto saber “onde” e “em nome de quem” realizar a pesquisa de bens e localização de ativos financeiros.

A localização de bens do devedor será bem sucedida com a identificação e localização de ativos financeiros se durante a investigação patrimonial o profissional de Inteligência & Investigações a) conhecer muito bem o Ator (pessoa ou organização) e identificar gostos e predileções deles, b) identificar outros Atores (pessoas ou organizações), c) identificar os locais de investimento, d) identificar cartórios de Notas onde foram lavradas Escrituras públicas de compra-e-venda e e) coletar provas de crimes financeiros como fraude à execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

O levantamento do patrimônio muitas vezes exige busca patrimonial em nome de “laranjas” ou Holding Patrimonial e até mesmo busca de bens no exterior.

 

2- Identificação de imóveis

 

O devedor geralmente tem imóveis, quer registrados em seu nome/CPF quer registrados em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”).

Às vezes o “laranja” é involuntário, pode ser o próprio Vendedor do imóvel. Ele não sabe mas o Comprador pode simplesmente adquirir o imóvel por meio de Escritura pública de compra-e-venda lavrada em um cartório de Notas, porém, não averbar, registrar essa Escritura pública no cartório de Registro de Imóveis, a segunda etapa da compra-e-venda de um imóvel.

Constar essa compra na Declaração de Rendimento do IRPF?

Nem pensar!

Por isso as Escrituras públicas de compra-e-venda lavradas em um cartórios de Notas são consideradas fontes primárias de informação patrimonial.

Sobre a classificação das fontes de informação patrimonial, leia o antológico artigo “Busca de Bens no Brasil, Missão Impossível!

 

3- Identificação de interpostas pessoas (“laranjas”)

 

Pesquisas de ativos financeiros podem ajudar a identificar os verdadeiros proprietários de uma empresa, seus controladores. Ou os maiores beneficiários de uma Cédula de Crédito Bancário (CCB) ou fundo de investimento.

Essa pesquisa faz uma engenharia reversa do esquema de blindagem patrimonial. O objetivo? O desafio do profissional de Inteligência financeira é descobrir os “laranjas” usados pelo devedor para ocultar bens e acessar provas da conexão e controle do devedor com a interposta pessoa (“laranja”).

Identificar o “laranja” é o trabalho mais complexo da pesquisa de bens para a localização de ativos financeiros.

 

4- Identificação da Holding Patrimonial

 

“Holding Patrimonial” é como chamamos a empresa de gestão de ativos financeiros.

A Holding Patrimonial vem sendo muito utilizada como instrumento de ocultação de bens, direitos e valores por fraudadores do Brasil. Identificar essa empresa/CNPJ, mesmo que registrada em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”), é crucial para a localização de ativos financeiros.

Identificar a empresa patrimonial ou mesmo associação utilizada como “máscara” para a ocultação de bens e rendimentos não é tarefa fácil, mas, todos podem fazê-lo com disciplina e estudo.

Quando o devedor é sócios de muitas empresas – temos uma caso em que o nome/CPF de um empreendedor falido foi conectado a quase 50 empresas/CNPJ -, o desafio do investigador de crimes financeiros é identificar qual empresa é a Holding Patrimonial, a empresa “onde está o dinheiro”.

busca de ativos também pode ajudar a descobrir investidores e parceiros de negócios que operam “nas sombras”, sócios ocultos de uma empresa que financiam projetos conduzidos pelo devedores. Identificar sócios capitalistas de sociedades em comandita ou sócios ocultos em sociedades em conta de participação (SCP) previstas no Código Civil.

 

Sócios ocultos podem ser os maiores investidores de um devedor, investidores que socorrem pessoas e empresas em apuros financeiros sem que os ativos circulantes passem pelos canais normais detectáveis pelo credor que não realizou pesquisa de bens.

O dinheiro vem de investidores nacionais ou estrangeiros e até mesmo de familiares.

Sua busca de ativos será somente uma pesquisa de bens amadora se não detectar o esquema de fraude à execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores implementados pelo devedor para frustrar o trabalho de recuperação de ativos do credor.


5- Identificação de empresas offshore

 

Empresas offshore (“fora-da-costa”) são empresas de fachada criadas exclusivamente para guardar dinheiro em contas bancárias no exterior. Essas empresas geralmente são constituídas em “Paraísos Fiscais”, países que têm leis que a) dispensam explicações acerca da origem do dinheiro; b) dispensam impostos sobre grandes fortunas ou exigem taxas tributárias próximas de “0%”; e c) têm leis de sigilo fiscal, bancário e societário que protegem a identidade dos sócios dessas empresas.

O mais próximo que o credor pode chegar será da identidade do Agente de registro – geralmente um escritório de advocacia ou contabilidade contratado para essa finalidade -, que só revelaria o nome dos sócios da offshore somente mediante ordem judicial.

 

“Empresas offshore” são empresas de fachada constituídas em Paraísos Fiscais para abertura de contas no exterior como estratégia de blindagem do patrimônio dos sócios.

Identificar empresas offshore é um dos trabalhos mais importantes da busca de ativos. Sem pesquisa de bens no exterior suas chances de recuperação de ativos caem muito.

 

O filme “A Lavanderia” revela os bastidores do escândalo de vazamento de informações confidenciais do Banco HSBC que ficou conhecido como Panama Papers, por expor uma lista de empresas offshore do Panamá, o nome e país de origem de seus sócios – Políticos, Empresários, Artistas e Advogados do mundo todo – criadas pelo renomado escritório de advocacia especialista em “lavagem” de dinheiro, Mossack Fonseca. Daí o nome “A Lavanderia“. A lista de empresas pode ser acessada no site Offshore Leaks Database do Consórcio Internacional de Jornalistas Investigativos (ICIJ).

 

6- Fraude societária

 

Muitas vezes os sócios de uma empresa praticam fraudes para não pagar dívidas com fornecedores. São muitos esquemas de fraudes societárias como encerramento irregular da empresa, esvaziamento patrimonial, sucessão empresarial, com a abertura de outra empresa/CNPJ, muitas vezes em nome/CPF de interpostas pessoas (“laranjas”), mas, que explora os mesmos ativos da empresa sucedida como máquinas, equipamentos, marcas, patentes, know-how, mão-de-obra, Ponto comercial, listagem de clientes, canais de distribuição, etc. E abrem conta bancária na razão social/CNPJ da nova empresa, que receberá rendimentos, “caixa” e valores produto das vendas. São fraudes dos sócios contra o mercado, daí o nome “fraude societária”. Quando o credor não encontra bens em nome da empresa, os profissionais de Inteligência & Investigações muitas vezes têm que realizar compras no Ponto comercial ou outra loja que explora a marca da empresa devedora e solicitar Nota fiscal e comprovante de débito ou crédito para identificar a(s) empresa(s) usada para fins fiscais e recebimento de valores de clientes. A intenção dos sócios é a “lavagem” ou ocultação de valores para evitar o bloqueio de contas bancárias pelo sistema Bacen Jud. Necessário obter provas do esvaziamento patrimonial, da transferência patrimonial e da exploração desse patrimônio por Ator (pessoa ou organização) suspeito, bem como provas da conexão, da ligação entre as empresas sucessora e a empresa sucedida (devedora) e os sócios delas.

A Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN), agência do governo responsável pela cobrança de débitos fiscais e previdenciários em favor da União Federal, considera fraudulenta não somente a constituição de nova empresa para escapar das dívidas fiscais da antiga como algumas operações de cisão, aquisição e fusão de empresas, geralmente com a extinção de uma das sociedades e a transferência total ou parcial do seu patrimônio. E a incorporação de empresas, operação pela qual uma ou mais sociedades são absorvidas por outra, que lhes sucede em todos os direitos e obrigações (artigo 227 da Lei das S/A). A PGFN sustenta que em alguns casos a reestruturação, reorganização societária supostamente para fins de elisão fiscal (estratégia tributária) é, em realidade, uma forma de fraude societária evasão fiscal (crime) disfarçadas. Nesse caso, os sócios exercem o direito de livre iniciativa e alterações societárias de forma a subverter a intenção do legislador, abandonando o verdadeiro espírito da lei, ou seja, realizam um negócio jurídico pelas suas vantagens tributárias e não que essas vantagens fiscais tenham sido mera consequência de um bom negócio, daí geralmente eles omitirem essa transformação da PGFN. É polêmica a presunção de que essas transformações societárias seriam fraudulentas, mas, onde há fumaça há fogo.

Também chamamos fraudes societárias as fraudes praticadas por um sócio contra o outro, como no caso de uma sociedade que contrata um profissional como “sócio” ou “associado”, com participação societária simbólica e ínfima – mero sócio “De direito” e não sócio “De facto” -, apenas para mascarar uma relação de emprego e fraudar leis fiscais, trabalhistas e previdenciárias, ou ainda, quando um sócio frauda outro. Nesses casos, a fraude societária pode terminar ou em reclamação trabalhista ou em uma disputa societária.



7- Disputa societária

 

disputa societária geralmente decorre do desentendimento entre os sócios ou acionistas de uma companhia na disputa pelo controle ou disputa de poder ou quando um dos sócios suspeita que o outro sócio está a fraudá-lo, geralmente mediante receitas não contabilizadas (“Caixa 2”), apropriação, exploração ou transferência irregular e clandestina de ativos fixos ou intangíveis da companhia, para si próprio ou outra empresa concorrente, do qual é sócio De direito ou De facto, ocorre o que chamamos disputa societária. É um litígio entre os sócios. O sócio prejudicado pode e deve realizar pesquisa de bens para a localização de ativos financeiros da sociedade, desviados em favor de um dos sócios.

Disputas societárias podem acabar em concorrência desleal pela constituição de nova empresa por um dos sócios, com o aproveitamento de vários fatores de produção e marketing de segredo comercial dos sócios.

8- Due Diligence & Background Check

Mas, a busca de ativos e a pesquisa de bens não servem somente para o trabalho de recuperação de ativos: Também pode ser realizado para avaliar a situação econômico-financeira de um Ator (pessoa ou organização) para análise do risco da contratação ou do negócio. A análise de pessoas jurídicas é chamada de Due Diligence (“devida diligência”), uma investigação prévia acerca de uma empresa e suas relações de negócios antes de comprá-la ou fazer negócios com ela. Já a avaliação de pessoas físicas é chamada de Background Check (“checagem de antecedentes”), uma investigação prévia acerca da pessoa que pretende contratar. Se for “ficha suja”, melhor informar que a vaga de emprego já foi preenchida.


9- Due Diligence, investigação prévia antes de um investimento 

 

Se quer realizar investimentos ou considera participar de um empreendimento ou relacionamento comercial, é importante conhecer as pessoas que realmente estão por trás do negócio e seus antecedentes. Empresas de informações comerciais como Serasa Experian e SPC Brasil podem não ser suficientes porque pessoas desonestas sabem burlar esses sistemas informatizados.

E porque relatórios automáticos são robôs que não compreendem algumas sutilezas do mundo dos negócios aqui do Brasil. Relatório de Inteligência com lista de bens e situação financeira indicarão problemas como falências, dívidas e inadimplemento de fornecedores.

busca de ativos em due diligences investigativas é uma pesquisa de bens para avaliar se a empresa que pretende contratar tem condições de cumprir aquilo que foi combinado e pagar indenizações, ao contratante ou terceiros eventualmente prejudicados, se algo der errado. É um trabalho de prevenção de perdas para evitar a recuperação de ativos.

 

10- Background Check, verificação de antecedentes de novos empregados

 

A pré-seleção de funcionários na alta gerência para grandes empresas às vezes envolve pesquisas de ativos. Empregados com elevado nível de responsabilidade financeira em grandes empresas não querem um novo colaborador financeiramente instável e inseguro.

O histórico financeiro de uma pessoa pode revelar potencial risco para a organização.

Além dos antecedentes criminais e cíveis (dívidas), o background check pode revelar aumento abrupto (e suspeito) do patrimônio do candidato a vaga de emprego, incompatível com a renda auferida. A empresa pode evitar fraudes corporativas.

 

Nas ações de localização de ativos financeirosMontax Inteligência dá enfoque aos bens imóveis, porque de difícil (leia-se impossível) ocultação depois de sua localização.

 

Consulte um profissional de Inteligência & Investigações antes de distribuir uma ação judicial de cobrança, adquirir empresa, comprar um imóvel, contratar empregados ou realizar qualquer investimento.

 

OU FAÇA VOCÊ MESMO!

 

Leia nosso Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações


O “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” é um guia prático de solução de crimes de fraude à execução“lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Ideal para Advogados de cobranças milionárias e Advogados criminalistas, o “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” ajuda profissionais da lei, contabilidade e finanças com técnicas comprovadamente eficazes de localização de empresas, pessoas e bens para a e recuperação de ativos. Ele tem 20 páginas com dicas fantásticas para você “restartar” seu cérebro e reiniciar suas buscas com base em novas premissas, com um novo modelo mental: A mentalidade da Atividade de Inteligência.

Com o “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” qualquer usuário “pesado” de Internet consegue descobrir onde estão os grandes devedores e onde e como escondem seus bens.

Descubra como o devedor realizou fraude à execução. E principalmente… Quem são os Atores (pessoas ou organizações) usados por eles para a “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores… Quem é seu “laranja” e qual é sua Holding Patrimonial

 

Não sabe o que é fraude à execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores? Leia nosso artigo O Que é Lavagem de Dinheiro? Saiba Para Recuperação de Ativos Financeiros!

 

O “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” é parte do Briefing secreto de identificação e localização de bens da Montax Inteligência, portanto, você não está comprando um simples livro, mas, um material rico utilizado no treinamento de nossos Analistas de Inteligência.

 

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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As informações patrimoniais do Brasil nunca foram centralizadas

Marcelo de Montalvão

 

 

Segundo o Cadastro Nacional de Serventias Públicas e Privadas do Brasil do Ministério da Justiça, existem atualmente no Brasil 13.263 cartórios extrajudiciais, fora os cartórios judiciais. Cartórios judiciais, como o próprio nome já diz, são os cartórios que cuidam de autos de processos da Justiça, as secretarias das “Varas”.

Cada processo judicial tem petições e provas que geram um grande volume de informações patrimoniais.

São excelentes fontes de pesquisa de bens porque revelam informações que às vezes as partes não registram em cartórios extrajudiciais, como: Onde vivem, com quem vivem, se em casa própria ou alugada, preço do aluguel, e pistas de como prefere investir, em ativos fixos ou intangíveis etc.

Já os cartórios extrajudiciais são os cartórios de Registro de Imóveis (“RIs” ou “RGIs” ou “CRIs”), com dados dos terrenos, fazendas e construções de casas, edifícios e unidades imobiliárias geradas (em algumas cidade, até vagas de garagem têm Matrícula).

Eles informam principalmente quem é o atual proprietário do imóvel e se existem penhoras. Cartórios de Notas são os mais conhecidos, onde são lavradas Escrituras públicas diversas como compra-e-venda, doação, Procuração, Testamentos etc.

Nos cartórios de Registro Civil de Pessoas Jurídicas são registradas associações e empresas que os sócios preferiram não registrar na Junta Comercial.

Cartórios de protesto de títulos (cobrança) são aqueles que registram dívidas e compartilham essas informações com agências de serviços de informação para proteção de crediário e lojistas. E os cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais, onde são registrados os nascimentos, casamentos, divórcios com partilha de bens e óbitos e seus inventários (herança).

 

Quer realizar Pesquisa de Bens & Investigação?

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É no cartório extrajudicial que está a maior parte da informação patrimonial que tanto interessa aos advogados dos grandes credores.

O que você vai ler neste artigo

Brasil, país dos cartórios

A complexidade está na falta de informatização, integração e centralização
Como fazer pesquisa de bens em cartórios?
Por que a pesquisa de bens em cartórios no Brasil é missão impossível?

Montax Inteligência presta serviços de pesquisa de bens em cartórios e documentação, busca e organização de documentos e provas úteis em Execuções judiciais de elevado valor econômico. Confira algumas dicas para você, credor, não ser acometido da síndrome – quase uma epidemia nacional – do “ganha mas não leva”. Saiba como fazer para uma pesquisa de bens em cartórios sem perda de tempo e dinheiro com o acompanhamento de uma Execução judicial por anos, sem retorno financeiro.

 

Brasil, país dos cartórios

 

Para se ter uma ideia do volume de documentos, o município de Serra da Saudade – MG, a menor cidade do Brasil, com menos de 1.000 habitantes, mesmo assim tem 1 cartório extrajudicial, o Ofício do Registro Civil e Tabelionato de Notas, cuja Tabeliã é Juliana Dorjo Pedra.

Na outra ponta, São Paulo – SP tem aproximadamente 139 cartórios extrajudiciais.

A quantidade de cartórios não é o problema. O problema é a complexidade do sistema de registro de bens imóveis e negócios jurídicos como compra-e-venda, doação, divórcio com partilha de bens etc.

Brasil é um país imenso onde até a menor cidade do País, com menos de 1.000 habitantes, tem um cartório extrajudicial. A maior cidade do País tem aproximadamente 139 cartórios extrajudiciais. E no meio delas existem milhares de cidades atendidas por dezenas de cartórios.

 

A complexidade está na falta de informatização, integração e centralização

 

A complexidade do sistema de registro de imóveis e transferência de patrimônio no Brasil reside principalmente no fato de que essas informações, em pleno século XXI, não estarem totalmente informatizadas, arquivadas em bancos de dados computadorizados.

E o que é pior: Os cartórios ainda não estão integrados, logo, as informações patrimoniais do Brasil nunca foram centralizadas. Não existe conexão, um sistema de ligação entre as informações de um cartório a outro, salvo raríssimas exceções. Em suma, não existe um único órgão, autarquia, empresa, website ou pai-de-santo que reúna todas as informações patrimoniais de uma cidadão.

Vou dar dois exemplos da complexidade da pesquisa de bens em cartórios causada pela falta de centralização.

 

Leia o livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa, um Manual de Guerra Econômica a partir de conceitos da Inteligência Militar e Inteligência Competitiva (IC).

 

Agora imagine uma pessoa que teve um cheque ou outro título de crédito não pago protestado em um cartório de Juiz de Fora – MG. Se ele vier a fazer compras no Rio de Janeiro – RJ, A SERASA – Centralização dos Serviços dos Bancos S/A, empresa brasileira pioneira na centralização de informações dos cartórios de protesto de títulos do Brasil, por meio de um convênio com cada um dos cartórios – sim, a Serasa paga aos cartórios para receber informações -, recebe informações acerca do devedor, do título protestado, do credor que o protestou, do valor da dívida e seu vencimento. Dessa forma, um varejista de Santa Rosa – RS poderá consultar um relatório da Serasa e descobrir que aquele cliente que pretende comprar uma empilhadeira a prazo tem dívidas não quitadas, logo, pode optar por não vendê-la senão à vista.

Isso não ocorre se a mesma pessoa registrar uma Escritura pública de compra-e-venda de um imóvel em um cartório de Notas. Não existe centralização dos serviços dos bancos no caso de o cliente já ter dado o calote e o advogado da instituição financeira precisar realizar pesquisa de bens do devedor em cartórios para a cobrança judicial. A maioria confia na sorte e na honestidade fiscal do cidadão, que pode ou não lançar o imóvel e o preço da compra em sua Declaração de Rendimentos do IRPFfonte secundária de informação patrimonial.

Chamo de fonte secundária de informação patrimonial porque a Escritura pública de compra-e-venda de um imóvel lavrada em cartório de Notas, ou mesmo Escritura particular, contrato redigido por advogado ou pela própria pessoa são fontes primárias de informação patrimonial.

Em uma país com tanta fraude, corrupção e “lavagem” ou ocultação de bens, nem sempre a pessoa informa à Receita Federal do Brasil (RFB) todos os bens que ela adquire, o que dificulta a pesquisa de bens em cartórios.

Declaração de Rendimentos do IRPF ainda é uma excelente fonte de informação patrimonial e para acessá-la o Poder Judiciário conta inclusive com um convênio com a Receita Federal do Brasil (RFB) que fornece um sistema informatizado chamado INFO-Jud que permite aos juízes realizar a consulta pela Internet das últimas Declarações de Rendimentos do IRPF do devedor.

Mas, quem com dívidas milionárias com bancos e fornecedores vai lançar todas as informações patrimoniais em sua Declaração de Rendimentos do IRPF sabendo que a qualquer momento o juiz de uma de suas várias Execuções judiciais pode acessar seus dados fiscais?

Outra questão. Todo cidadão no Brasil tem ou deveria ter um CPF – Cadastro de Pessoa Física na Receita Federal do Brasil (RFB). E toda empresa ou associação tem ou deveria ter um CNPJ – Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica nesse mesma Receita Federal do Brasil (RFB).

E todo imóvel tem ou deveria ter Matrícula em cartório de Registro de Imóveis na sua “circunscrição”, como chamamos sua área de abrangência, uma espécie de jurisdição dos Oficiais de Registro de Imóveis ou Tabeliães.

 

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Como se não bastasse o fato de que muitos imóveis não têm Matrícula, ou seja, sequer foram registrados, averbados no cartório de Registro de Imóveis de sua circunscrição, fato e circunstância que as pessoas e organizações também estariam sujeitas, afinal, muitas pessoas não têm CPF ou têm mais de 1 CPF e muitas organizações empresárias ou não-empresárias funcionam sem CNPJ, na informalidade ou “piratas”, como são popularmente conhecidas, mesmo com um número de “Matrícula” esse imóvel não constará de uma agência central de informações imobiliárias, muito menos estará vinculado a um CPF ou CNPJ a ser consultado em um banco de dados cadastrais como Serasa, Equifax ou Montax Big Data.

Em poucas palavras, você pode descobrir facilmente onde o devedor vive ou mesmo se ele tem outras dívidas, mas, muito dificilmente descobrirá quais Matrículas (imóveis) estão vinculados ao CPF/CNPJ dele.

Atualmente, o lançamento da informação acerca do número de Matrícula do imóvel declarado passará ser obrigatória nas Declarações de Rendimentos do IRPF a partir de 2019.

São nessas questões complexas que entra a figura do investigador de crimes financeiros, profissional de Inteligência & Investigações especializado em pesquisa de bens em cartórios.

 

Como fazer pesquisa de bens em cartórios?

Você mesmo pode realizar uma pesquisa de bens do devedor. Mas, se for fazê-lo por conta própria, use e abuse da criatividade, porém, não deixe de pedir ajuda ou conselho a um profissional de pesquisa de bens. Quem faz pesquisa de bens em cartórios e só faz pesquisa de bens há 20 anos tem muito mais a sugerir do que um advogado que o faz apenas muito esporadicamente. Pesquisa de bens em cartórios no Brasil, como quase toda atividade econômica no “país da malandragem”, não é para amadores.

Na pesquisa de bens em cartório, um profissional de Inteligência & Investigações se concentra na busca de bens ocultados da Receita Federal do Brasil (RFB) para serem ocultados dos credores que acionaram a Justiça.

Nessa pesquisa de bens, ele vai levar em conta não somente os cartórios de Registro de Imóveis do local da dívida ou do local de residência do devedor, mas, da cidade onde ele nasceu ou cresceu, locais onde ele mantém vínculos afetivos, emocionais, portanto, locais comuns de investimento.

Muitos fraudadores compram a casa dos sonhos em sua cidade-natal com o dinheiro de empréstimos não quitados ou dívidas de produtos e serviços de faturas não pagas.

E, lógico, não vão informar esse bem na Declaração de Rendimentos do IRPF.

O profissional de Inteligência na busca de bens começa sua pesquisa de bens em cartórios de Registro de Imóveis das cidades onde o devedor revelou, por meio de consulta a um relatório da Serasa, os locais de mais registros de linhas telefônicas instaladas em nome/CPF do devedor ou de mais registros de protestos de títulos não pagos e de emissão de cheques sem fundos.

Nem sempre os locais onde a pessoa vive é onde ela faz mais negócios ou cometeu fraudes. E não dá para confiar no endereço do cadastro. Muitos fraudadores lançam dados falsos para despistar cobradores, oficiais de justiça e investigadores de crimes financeiros.

Dica: Petições iniciais de processos judiciais de autoria do devedor geralmente revelam o endereço verdadeiro, afinal, o mau pagador é excelente cobrador, e vice-versa, e quem quer receber informa seus dados corretos. Quem não quer pagar, mente sobre cidade, bairro, rua ou simples numeração.

 

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Brasil é um país imenso onde até a menor cidade do País, com menos de 1.000 habitantes, tem um cartório extrajudicial. A maior cidade do País tem aproximadamente 139 cartórios extrajudiciais. E no meio delas existem milhares de cidades atendidas por dezenas de cartórios.
Por que a pesquisa de bens em cartórios no Brasil é missão impossível?

 

Com exceção dos problemas de saúde, 80% dos problemas são solucionados com dinheiro. Às vezes até problemas de saúde o são, dependendo do problema e do médico e equipamentos.

Faço esse registro porque a pesquisa de bens em cartórios não seria difícil para o credor, e o sistema de registro de patrimônio e transferência de patrimônio do Brasil não seria tão complexo, se os milhares de cartórios do Brasil não cobrassem tão caro por uma simples pesquisa de bens que, diga-se de passagem, qualquer paiseco do 3º mundo poderia oferecer grátis pela Internet.

E, se você quiser uma Certidão, cópia do documento que comprova a propriedade do bem, terá que pagar “os olhos da cara”.

No Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, uma simples pesquisa de bens em cartório ou uma Certidão de Matrícula (propriedade) de imóvel ou Certidão negativa (quando não encontramos nada) custa mais de R$ 100,00 (cem reais).

Se o credor souber em qual cartório de Registro de Imóveis procurar, ótimo. Senão, terá que realizar pesquisa de bens em cartórios aleatoriamente, ou em cada um dos 12 (doze) cartórios de registro de bens imóveis.

Se o devedor só trabalha no Rio de Janeiro – RJ, mas, vive e tem patrimônio imobiliário em Niterói – RJ, do outro lado da Bahia de Guanabara, o credor perdeu tempo e dinheiro com consultas na cidade maravilhosa.

E esse tipo de frustração muitas vezes leva à desistência. O credor ou seu advogado podem desistir da pesquisa de bens por conta do volume de horas dedicadas a uma atividade na qual não são especialistas e não têm certeza do sucesso.

Um profissional de Inteligência tem maiores chances de ser bem-sucedido em uma pesquisa de bens.

“O Brasil não é um país para amadores” (autor desconhecido), então, porque muitos brasileiros acham que a pesquisa de bens em cartórios pode ser realizada por amadores?…

 

Sim, nós fazemos pesquisa de bens. Com quase 10 anos de experiência, ajudamos mais de 100 escritórios de advocacia e outras centenas de corporações clientes a terem mais resultados. Estamos prontos para garantir o êxito das suas ações.

 

A pesquisa de bens não somente é cara como muitas vezes não pode ser realizada online. Muitos cartórios não têm nem fazem questão de ter serviços digitais, afinal, são um monopólio: Em cada área de abrangência existe apenas 1 cartório responsável pelo Registro de Imóveis, a tal “circunscrição”. Se a Matrícula, registro, averbação e alterações acerca de determinado imóvel ou seu proprietário são de responsabilidade de um único cartório e nenhum outro, para quê realizar investimentos (gastos) com a melhoraria dos serviços de atendimento ao cidadão?

Outro exemplo da dificuldade é a omissão (intencional?) dos cartórios de Registro de Imóveis acerca da sua circunscrição, sua área de abrangência. E, às vezes, muitos cartórios de Registro de Imóveis de uma mesma cidade fazem isso de forma conjunta, quase orquestrada. Isso dificulta a pesquisa de bens porque a torna mais cara e mais demorada…

Se fosse na iniciativa privada, seria assunto para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE). Porque parece cartel, cartelização não só relativamente ao preço, mas, para forçar o cidadão a realizar buscas antes de ter certeza se aquele cartório que cobrou taxas de busca antes mesmo de cobrar por uma Certidão é realmente o responsável pelos imóveis da rua ou bairro que o devedor reside.

Parece um esquema para que as pessoas e empresas do Brasil consultem o maior número de cartórios possíveis ($), quanto mais aleatoriamente melhor porque os Oficiais de Registro de Imóveis e Tabeliõos – e o Poder Judiciário, tributário dos cartórios judiciais e extrajudiciais – faturem com a ignorancia do cidadão diante da aberração que é o cerceamento do Direito de Acesso à Informação (pública, gratuita, online, ontime e fulltime) no Brasil.

Demos detalhes das razões históricas, políticas e econômicas para o Estado brasileiro manter essa estrutura jurídico-política-informacional arcaica, de forma a alijar o cidadão comum de sua arma mais poderosa, a Informação (não é o voto, porque este é manipulado pela Informação) no artigo Busca de Bens no Brasil, Missão Impossível! – Saiba porque o Poder Judiciário tem grande culpa nos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores. O que o Estado deve mudar nos cartórios, fontes primárias de informações patrimoniais, para diminuir a corrupção, a inadimplência e os juros bancários?

Para ajudar amadores com a pesquisa de bens, ou mesmo profissionais de Inteligência de Estado que querem adquirir conhecimento de Inteligência privada, elaboramos um Manual de Inteligência na Busca de Ativos & Investigações, que qualquer pessoa pode baixar grátis aqui.

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.