Pesquisar franquias ou microfranquias para identificar franquias baratas e de maior lucro não é tarefa fácil.

A dica da Montax Inteligência é que você se concentre em

a) Algo que te dê prazer, aquilo que você faria até de graça;

b) Produto ou serviço com o qual você tem conhecimento técnico ou experiência de mercado; e

c) Indústria ou atividade econômica com projeção de crescimento.

Se você ama a Atividade de Inteligência & Investigações Corporativas, Consultoria de Risco e Compliance, tem formação em Direito ou Contabilidade ou Marketing ou Segurança do Trabalho ou experiência em operações militares ou departamentos jurídicos ou escritórios de advocacia, serviços de pesquisa de bens e investigação de fraudes corporativas podem dar uma boa renda de sua própria casa (home office) porque são serviços essenciais a diretores jurídicos, advogados e diretores financeiros que precisam realizar a localização de ativos financeiros de grandes devedores e encontrar provas de fraudes financeiras que aumentem as chances de sucesso de suas ações judiciais de recuperação de ativos e concorrência desleal.

 

Oportunidade

 

As principais vantagens da franquia de serviços de Inteligência & Investigações Corporativas são:

a) é franquia de serviços, então, o franqueado não está obrigado a comprar produtos do franqueador, mercadorias que estragam ou ficam encalhadas em sua casa, loja ou depósito;

b) é franquia de serviços essenciais, logo, empresas e profissionais dependem desse serviço para ter sucesso nos negócios;

c) é franquia de baixas despesas operacionais, portanto, o franqueado trabalha em casa em regime de home office, com baixos custos fixos e só paga impostos, taxas e custos da prestação dos serviços quando tiver um negócio fechado; e

d) é franquia barata, conforme o resumo da Circular de Oferta de Franquia – COF (abaixo).

E porque a Instrução (CVM) 617/2019 obrigou as instituições financeiras – inclusive gestoras de fundos de investimentos – a realizar Due diligence de clientes como forma de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo (PLDFT), medida que com certeza vai impactar positivamente o mercado de Inteligência Financeira e investigações de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

 

Conheça a Franquia de Serviços de Inteligência & Investigações Corporativas da Montax Inteligência 

 

Dentre as franquias baratas, a franquia de serviços de Inteligência & Investigações Corporativas é uma oportunidade de negócio que permite ao Empreendedor com pouca experiência e poucos recursos financeiros atingir excelentes resultados.

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é oportunidade de negócio ideal para quem quer um bom faturamento com baixo investimento porque o principal ativo a ser investido é o tempo.

Mas, isso não significa trabalhar 12h por dia.

O Franqueado deverá ter uma estrutura simples porque não tem Ponto comercial, empregados nem horários rígidos. Muitos negócios são fechados por meio da Internet (Google e LinkedIn). E é pela Internet que a empresa Franqueada de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas entrega os serviços.

O modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas da Montax Inteligência torna possível empreender da comodidade de sua casa, sem deixar de ser lucrativa.

Na Era Digital, muitos fornecedores e serviços essenciais ao negócios são contratados pela Internet. Redes sociais, sites e aplicativos de serviços de informação e documentação facilitam o marketing e força-de-vendas, a prestação dos serviços em si e a administração e finanças da Empresa Individual (burocracia).

Essa oportunidade de negócio dispensa mão-de-obra fixa – somente Analistas avulsos contratados por demanda ou tarefa -, promover serviços e atender clientes remotamente. Você quer conhecer melhor o modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas?

Continue conosco para entender essa oportunidade de negócio.

 

Franqueado será Microempreendedor Individual (MEI) ou Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) Microempresa (ME)

 

Você quer uma oportunidade de negócio sem sócios que te atrapalhem, dividam o lucro ou traiam sua confiança?

Você busca uma oportunidade de negócio com risco “Zero” de Reclamações Trabalhistas? Uma oportunidade de negócio que não precise pagar aluguel de sala comercial?

Você quer uma oportunidade de negócio cujo sucesso depende exclusivamente de você e seu talento, mais ninguém?

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas permite você empreender sozinho, sem depender de patrão, sócio ou empregados.

A estrutura de trabalho a ser montada é “enxuta”, de baixíssimo investimento, como você poderá ver no Resumo da Circular de Oferta de Franquia (COF) e na planilha de Investimentos da Circular de Oferta de Franquia (COF) abaixo.

 

Qualidade de vida no trabalho e independência financeira 

 

Você quer uma oportunidade de negócio que não tome todo seu tempo, te proporcione qualidade de vida e independência financeira para nunca mais ficar a mercê de chefes? O modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é perfeito para você ter autonomia de vida – ser dono-do-próprio-nariz – e independência financeira, o que impacta no estresse e qualidade de vida.

A empresa Franqueada atenderá corporações que terceirizam serviços de informação e levantamento de informações, cobrança e informações cadastrais, preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo.

Essas atividades econômicas podem ser realizadas remotamente, o empreendedor precisa apenas executar o trabalho quando e onde quiser. De seu quarto ou cyber-café, notebook ou smartphone, desde que tenha acesso à Internet.

Você terá que cumprir horários apenas nas reuniões de negócios quando visitar potenciais clientes para Apresentações e esclarecer dúvidas acerca das informações e provas coletadas.

E mesmo assim, muito raramente porque esse tipo de negócio se vende e se entrega pela Internet e smartphone. Muitos clientes que pagam muito bem nunca foram vistos pessoalmente…

A entrega de Relatórios de Inteligência e documentos podem ser realizados conforme a sua agenda.

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas dá autonomia e flexibilidade para o empreendedor cuidar do seu negócio conjuntamente com atividades domésticas, sem colocar em risco seu investimento nem tampouco prejudicar seu faturamento.

O empreendedor pode trabalhar de madrugada ou pela manhã cedo e ficar com o tempo livre a tarde, porque não precisará cumprir horário comercial a não ser em reuniões de negócios. Essa vantagem salário algum de uma grande companhia compensa.

 

Benefícios da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas 

 

Com tantas vantagens, qual o lucro resultado do esforço do Franqueado da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas?

E os principais benefícios, quais são?

Confira!

 

Pequeno investimento inicial e baixo custo operacional.

Não há despesas de aluguel e condomínio porque você trabalhará de casa (home based).

Os principais equipamentos provavelmente você já tem (computador ou notebook, impressora com scanner, máquina fotográfica ou smartphone com câmera e Certificado digital).

Além da qualidade de vida por trabalhar quando quiser e não se estressar diariamente com o transporte casa-trabalho-casa, a produção em esquema home-office típica de empresas digitais gera uma economia operacional que garante um maior faturamento líquido;

 

Digitalização dos serviços.

Serviços de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas tem mais de mil anos, mas, se adaptaram a Era Digital melhor que qualquer outro negócio porque o cerne do seu negócio é a informação.

Fontes de Inteligência & Informação aumentam cada vez mais na Era da Informação devido a revolução digital e dos meios de comunicação. Isso garante serviços ágeis executados em pouco tempo e poucas tarefas.

Esses serviços são prestados à distância, pela Internet, inclusive no exterior se o Analista de Inteligência falar Inglês ou outro idioma;

 

Serviços altamente especializados e de elevada demanda.

Com a crise econômica, muitas corporações precisam de consultoria de risco e compliance para a prevenção de fraudes e pesquisa de bens para recuperação de ativos financeiros desviados de fraudes.

E com a economia aquecida as empresas consultam profissionais de Inteligência para fazer due diligence de novos fornecedores e parceiros de negócios e backgound check de candidatos a vagas de emprego;

 

Faturamento.

Com estrutura “enxuta”, baixas despesas operacionais, especialização e aumento da demanda de serviços de Inteligência & Investigações de pesquisa de bens para recuperação de ativos financeiros, compliance e mitigação de riscos em departamentos jurídicos e escritórios de advocacia e a necessidade de implementação de mecanismos de combate à corrupção e fraudes nas empresas (Lei Anticorrupção), o sucesso da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas depende apenas da dedicação do empreendedor em seguir as recomendações da Franqueadora e ter iniciativa.

 

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

 


Mas, afinal, o que o Analista de Inteligência privada faz?

 

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é uma franquia barata de serviços em que o empreendedor não será apenas um consultor de risco, mas, um Analista de Inteligência.

Um Analista de Inteligência exerce Atividade de Inteligência, que é basicamente a identificação de Compradores (buyer persona) de serviços de Inteligência & Investigações; pesquisa e coleta de informações estratégicas quando ocultadas, descaracterizadas ou camufladas para enganar contratantes, ocultar bens e despistar credores, adversários e concorrentes; e tarefas burocráticas como emissão de faturas, notas fiscais e lançamentos em software contábil.

Serviços de informação e levantamento de informações tem como escopo aumentar as chances de sucesso de uma ação. É a atividade de identificação dos verdadeiros Atores (Key players), suas forças e fraquezas para a melhor tomada de decisões, diminuição de riscos e proteção dos ativos tangíveis e intangíveis.

Em casos de dívidas milionárias, a Atividade de Inteligência tem como principal escopo localizar pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos. É um trabalho emocionante. E você conhecerá muita gente importante, logo, é fundamental vestir-se bem, falar e escrever bem, ser educado e discreto.

As empresas de serviços de Inteligência se destacam das firmas de auditoria contábil pela investigação a partir da pessoa, da personalidade, e suas conexões econômicas, não dos números ou papéis fornecidos pelo Controller da empresa investigada.

A principal tarefa do Analista de Inteligência é auxiliar empresas a se precaver de fraudes e outras ameaças ou dar resposta às ações fraudulentas, ajudando principalmente departamentos jurídicos na busca de bens para recuperação de ativos.

 

E o que mais ele faz?

 

O Analista de Inteligência privada cuida basicamente de assuntos relacionados a proteção de ativos, sejam tangíveis sejam intangíveis, com enfoque no patrimônio e atividade econômica do adversário ou concorrente do cliente.

Ele pesquisa e procura coincidências, discrepâncias e patrimônio não declarado do empregado ou outro stakeholder para descobrir esquemas de fraude, fraudadores e bens para recuperação de ativos.

São serviços que exigem conhecimento das relações econômicas, sociais e políticas e gosto pela leitura. Ser usuário “pesado” de Internet é recomendável, porque muitas pesquisas e consultas são realizadas no ambiente web/Internet.

Agora está mais fácil porque o volume de informações e documentos antes acessados somente em bibliotecas ou consultados em livros cartorários agora estão disponíveis no Google e outras fontes abertas de Inteligência (OSINT) de know-how da Montax Inteligência.

 

Um dos trabalhos mais desafiadores do Analista de Inteligência da Montax é descobrir onde o devedor ou fraudador realizou investimentos e obter provas da propriedade de bens mediante buscas cartorárias. Antes realizadas apenas pessoalmente, na Era Digital essas tarefas podem ser realizadas via Internet.

 

O objetivo principal do Analista de Inteligência é identificar Atores (pessoas ou organizações) que colocam em risco o patrimônio da empresa cliente, encontrar pessoas que desaparecem para não pagar dívidas, localizar bens de devedores e desvendar esquemas de blindagem patrimonial.

É dar suporte a empresas e grandes credores para evitar prejuízos ou recuperar valores desviados de fraudes.

 

Riscos da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas 

 

Não seriamos justos nem tampouco demonstraríamos especialização em consultoria de risco se não revelássemos os riscos do negócio “Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas“.

Toda oportunidade de negócio tem risco econômico e político.

Aqui vão os riscos dessa oportunidade de negócio:

 

Dificuldade de vender serviços de Inteligência.

Serviços de Inteligência & Investigações Corporativas são estratégicos, portanto, apesar de importantes não são contratados de forma rotineira. A contratação depende de um tomador de decisão ou influenciador.

Chegar até eles, geralmente donos de empresas, diretores jurídicos, diretores financeiros e advogados, requer disposição para abordá-los com e-mails, telefonemas e visitas pessoais.

Nem todo Franqueado têm perfil para o marketing e força-de-vendas como disciplina, pró-atividade e desinibição, importantíssimos em qualquer negócio, principalmente naqueles que a agência Franqueada não pode pagar serviços de prospecção de clientes.

O empreendedor individual cuidará ele próprio da prospecção de clientes, daí a importância de ter bom relacionamento com advogados bem-sucedidos e diretores jurídicos ou ser bom Vendedor;

 

Mercado altamente flutuante e ciclo de venda longo.

Serviços de Consultoria têm demanda flutuante e ciclo de venda muito longo.

Como qualquer serviço importante porém não emergencial e elevado valor econômico, as vendas mais caras podem demorar até 6 meses para acontecer, desde a data do primeiro contato até o pagamento da primeira fatura.

Importante manter contato com vários Compradores e Influenciadores, entregar o maior número de Propostas de Serviço que puder; e ter resiliência para transformar dúvidas comuns em uma oportunidade de negócio. E ter sabedoria para não depender de cliente algum.

Dica: Sempre busque novas oportunidades de negócios;

 

Concorrência feroz.

A concorrência é acirrada porque o mercado da indústria da Inteligência lida com ativos intangíveis (informação, inteligência e conhecimento), portanto, não tem barreiras de entrada.

Qualquer um pode ser seu concorrente. Profissionais de Inteligência, Consultores, Advogados, Detetives, Analistas de Sistemas e startups diversas com tecnologia disruptiva se especializam na coleta de dados e informações para tomar fatias cada vez maiores do mercado da Inteligência privada.

E porque agências estrangeiras invadiram o mercado nacional em busca dessas mesmas oportunidades.

As principais concorrentes são Pinkerton do Brasil Ltda., Kroll Associates Brasil Ltda., Control Risks do Brasil Ltda., ICTS Global Ltda. e até as Big Four Ernst & Young Auditores Independentes, KPMG Auditores Independentes, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes e PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC);

 

Risco político.

Atividade de Inteligência é para pessoas sérias e ousadas que não se intimidam facilmente com espiões industriais, estelionatários, criminosos do colarinho branco e corruptos diversos.

Eles podem retaliar se descobrir que você está ajudando a empresa vítima a se proteger deles ou desvendar seu esquema de fraude ou localizar bens para recuperação de ativos.

O negócio “Inteligência” também exige ação e resolução do profissional diante da dificuldade de acesso aos tomadores de decisão e influenciadores para a promoção de novos negócios.

 

Segue abaixo um resumo da Circular de Oferta de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas e a estimativa de investimentos para começar seu próprio negócio, com ajuda de uma empresa de mais de uma década de experiência, a Montax Inteligência!

 

 

MONTAX INTELIGÊNCIA

FRANQUIA PARA O FRANQUEADO (MEI/EIRELI) REALIZAR PESSOALMENTE AÇÕES DE MARKETING & VENDAS E EXECUTAR ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES, SEM EXCLUSIVIDADE NEM RESTRIÇÃO GEOGRÁFICA, MEDIANTE SUPORTE ONLINE DE ADMINISTRAÇÃO & FINANÇAS.

TIPO DE NEGÓCIO
SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES

Fundação

2009

Ativos Intangíveis

(o que você vai usar)

Marcas Registradas Montax Inteligência e Montax

Domínio de Internet www.montaxbrasil.com.br

Site proprietário com boa posição no Google

Know-how de Marketing & Vendas (captação de clientes);

Know-how de Inteligência & Investigações Corporativas, inclusive o Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos;

Design de propostas de serviço;

Design de Relatórios de Inteligência;

Know-how de Administração & Finanças (economia de tributos e despesas operacionais);

Proposições de Valor

(Benefícios)

Franquia diferente; Franquia barata; Microfranquia; Baixo investimento; Baixas despesas operacionais (home office); Risco mínimo; Horário flexível; Treinamento (briefings); Material Classe A; Suporte;

Taxa de Franquia R$ 12 mil
Taxa de Royalties 10% da Receita Bruta
Despesas de Instalação Aproximadamente R$ 7 mil (vide tabela)
Capital de Giro R$ 1 mil mensais (em média) + despesas do estilo-de-vida do candidato
Taxa de Propaganda 50% dos anúncios regionais de Internet
Estimativa de Faturamento R$ 4 mil mensais
Retorno do investimento Prazo de 18 meses (estimativa)
Unidades próprias 01 (sede)
Unidades de Franqueadas 00
Estratégia de expansão Todas as capitais do Brasil
Empregados 00 (Franqueado executa pessoalmente)
Início da Franquia Ainda não há Franqueados
CEO Fundador Marcelo Carvalho de Montalvão
Área (m²) 15m² (em média)
Prazo do Contrato 60 meses
Razão Social Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
Website www.montaxbrasil.com.br
Endereço Rio de Janeiro -RJ, Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011
E-mail montax@montaxbrasil.com.br
Telefones

(21) 2143-6516 e 99682-0489

 

Investimentos da Circular de Oferta de Franquia (COF)

 

Taxa de Franquia R$ 12 mil
Taxa de Royalties 10% da Receita Bruta
Taxa de Propaganda R$ 100,00/Mês (em média)
Notebook + Scanner R$ 2,3 mil (Samsung Dual Core 4GB 500GB + HP Scanjet G2410)
Smartphone R$ 1.400,00 (ASUS Zenfone Max Pro (M2) 4GB 64GB)
Capital de giro R$ 900,00 (variável)
Sobrevivência Variável, depende do padrão e estilo-de-vida do sócio da Franqueada
Uniforme (terno-e-gravata) R$ 900,00 (variável)
Internet/Telefonia R$ 200,00 mensais (em média)
Contabilidade Aproximadamente R$ 99,00 mensais (EIRELI-ME ou MEI)
Seguro R$ 99,00/Mês (em média)
Certificado digital (A1) R$ 240,00/Ano (em média)
Papelaria R$ 50,00/Mês (em média)
Registro na ABRAIC R$ 180,00/Ano (opcional)
TOTAL Aproximadamente R$ 19 mil

 

Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é uma excelente oportunidade de negócio.

 

Empreender com a Montax Inteligência é um excelente oportunidade porque reduz o risco de fracasso, apesar do baixo investimento.

Por meio da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas, você se tornará um Analista de Inteligência para empreender no mercado de informações. E sua Agência de Inteligência Franqueada pode se tornar uma referência de suporte aos departamentos jurídicos da sua região.

80% dos casos envolve Pesquisa de Bens para a localização de ativos financeiros, quer porque comprovam fraude corporativa interna, quer porque a informação patrimonial ajuda departamentos jurídicos e escritórios de advocacia a terem sucesso nas ações de cobrança e Execução de dívidas. O Analista de Inteligência recebe adiantamentos ($) pela tarefa de investigação de ativos e às vezes comissão (%) pela efetiva recuperação dos créditos pelo cliente.

Ao contrário da França, onde existe uma faculdade de Inteligência privada, a Escola de Guerra Econômica (EGE), bem como uma empresa estatal de Inteligência, a Agência Para Difusão da Informação Tecnológica (L’ADIT), no Brasil não existe nem faculdade nem estatal e de grande porte de Inteligência.

Se quiser aprender Inteligência, terá que frequentar escolas militares que só admitem militares e profissionais com credenciais e indicações, com custo elevadíssimo.

E, mesmo assim, aprenderá a Atividade de Inteligência, o que não garante sucesso no mundo dos negócios porque depende de coragem, disciplina, sorte e ações de Marketing & Vendas, além de finanças.

Com a Montax Inteligência você aprenderá tudo ao mesmo tempo e encurtará caminho porque contará com todo nosso suporte, tecnologia e know-how para empreender e desenvolver seu negócio e atingir grandes resultados.

 

Estagiários de Direito, Paralegais, Assistentes jurídicos e Detetives querem empreender com maior assertividade

 

Estagiários de Direito, Paralegais, Assistentes jurídicos e Detetives ou mesmo Advogados e Contadores acostumados com demandas de informação e documentação de departamentos jurídicos e escritórios de advocacia querem deixar a rotina estressante e direitos da CLT para empreender com serviços que já sabem prestar e vender para clientes que já conhecem, diretores jurídicos e advogados.

Essa tendência é impulsionada pelo aumento do número de Advogados e, consequentemente, da demanda de serviços de Paralegais e de informação estratégica para o sucesso das ações judiciais, como provas e documentos. E pela falência da Justiça Pública do Brasil e ineficácia de seus sistemas de buscas de bens do devedor.

O trabalho do Analista de Inteligência começa a fazer sentido para credores e seus Advogados que precisam encontrar ativos financeiros ou provas de fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Além de acessar informações, documentos e provas necessárias ao sucesso de uma ação judicial, o Estagiário ou Paralegal ou Assistente jurídico que decidiu empreender com a Montax Inteligência já terá como Vantagem Competitiva o conhecimento do mercado jurídico e um bom relacionamento com Compradores dos serviços de Inteligência, os Advogados, diretores jurídicos e de compliance.

Montax Inteligência entrega benefícios excelentes mesmo àqueles Analistas Franqueados que optaram não realizar eles mesmos os serviços de Inteligência & Investigações. Franqueados recebem comissão de 10% (dez por cento) apenas pela indicação do cliente. Não precisará fazer mais nada se não quiser. Em alguns meses, o Franqueado pode receber até R$ 5 mil mensais de comissão apenas pela prospecção de clientes e indicação dos Serviços profissionais da Franqueadora, pelo prazo do contrato de Franquia.

Mas, se você não tem ambição ou não está seriamente comprometido com a ideia de empreender, por favor, não nos procure. Somos homens e mulheres de negócios, não psicólogos, e não queremos perder tempo tentando convencê-lo(a).

 


Quer ser um Analista de Inteligência? 


Faça parte de uma Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas!
Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br com o Assunto
Quero ser Analista de Inteligência

 




 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

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Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

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Copyright © 2009

Manuais de Inteligência Militar do Exército, Inteligência de Estado (Governo) e até de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) para a busca de ativos financeiros desviados de corrupção podem ser encontrados de graça na Internet.

 

Aprenda Atividade de Inteligência com um livro sobre Inteligência, Espionagem, Busca de Bens & Investigação, Manuais Especiais.

 

Para compreender seu mercado, descobrir os segredos da concorrência e localizar pessoas e bens para a recuperação de créditos, você precisa ler manuais de Inteligência, investigações e busca de bens desenvolvidos por profissionais de Inteligência privada.

“Manuais de Inteligência de Estado são muito científicos e genéricos porque seus autores não podem revelar todos os segredos de Estado nem tampouco cobrar por eles, logo, não compartilharão conhecimento a troco de nada e com risco de desligamento. Manuais de Inteligência da iniciativa privada são mais úteis porque vão direto ao ponto e  ajudam naquilo que realmente importa, o lucro”.
Marcelo Carvalho de Montalvão, diretor
MONTAX INTELIGÊNCIA

Aprendendo Inteligência com Livros de Espionagem e Manuais de Inteligência Empresarial e Inteligência Financeira para Pesquisa de Bens, Investigação de Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos

Montax Inteligência desenvolveu 3 manuais de Atividade de Inteligência privada, um livro sobre Inteligência de Estado (Espionagem) e Inteligência Empresarial e outro sobre Busca de Bens & Investigação. São manuais especiais para estudo e aplicação prática da Atividade de Inteligência, seja de Estado, Militar ou Competitiva (Empresarial) e investigações corporativas como identificação de fraudadores, conflito de interesses e busca de bens “lavados” ou ocultados, para identificação e recuperação de ativos.

O primeiro é o eBook “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa“, o segundo é o “ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas” e o terceiro o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” (imagem acima).

 

Nos orgulhamos bastante de ambos os manuais de Inteligência porque ajudaram gerações de profissionais de Inteligência como Agentes secretos e Diplomatas, Detetives particulares e Investigadores de fraudes corporativas.

 

Um livro sobre Inteligência e manuais de espionagem e investigação fornece pode fornecer insights a diretores na formulação da estratégia de negócios, auxiliam diretores jurídicos e advogados com a busca de bens e ajudam profissionais de Governança, Risco e Compliance com due diligence de terceiros e background checks de candidatos a vagas de emprego.

 

A seguir, detalhes de cada um deles.



#1 – LIVRO DIGITAL “INTELIGÊNCIA & INDÚSTRIA – ESPIONAGEM E CONTRAESPIONAGEM CORPORATIVA

 

O livro digital (eBook) “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” é o mais completo livro sobre inteligência, espionagem militar e industrial já publicado no Brasil.É um Manual de Guerra Econômica a partir de conceitos da Inteligência Militar e Inteligência Competitiva (IC). Ideal para obter uma noção geral acerca da Atividade de Inteligência.

 

O autor Marcelo Carvalho de Montalvão é Advogado criminalista com 20 anos de experiência em crimes financeiros, 10 deles como diretor de operações da Montax Inteligência, empresa de Inteligência Competitiva (IC) especializada em recuperação de ativos, investigações de fraudes e “lavagem” ou ocultação de bens.

O eBook Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa é um livro de inteligência no formato ePub com técnicas de espionagem e desinformação retirados de livros de espionagem, livros de estrategia militar do serviço de inteligência do exército e de inteligência competitiva (empresarial). Nele, você encontrará técnicas para que cada um descubra seus pontos fortes. E um briefing de investigações corporativas e investigação digital em fontes abertas de Inteligência (OSINT) útil à solução de fraude patrimonial e recuperação de ativos financeiros. Um manual de espionagem, investigação criminal e operações de inteligência. Decidimos escrever Inteligência & Indústria influenciados pelo livro sobre inteligencia empresarial Os Segredos da Inteligência Competitiva – Os Sentidos do Lobo, do Coronel Francisco José Fonseca de Medeiros (não confundir com “Os Segredos do Lobo”, de Jordan Belfort). Um manual de inteligência e investigações além das pesquisas em cartório em Copacabana, sede da Montax Inteligência.
Os conceitos do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa podem ser aplicados tanto na Inteligência de Estado quando na Inteligência Empresarial, e pode ser compreendido por cidadão de qualquer país lusófono como Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor-Leste e Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu).
Segue o Índice do livro de inteligência com os assuntos que encontrará no eBook INTELIGÊNCIA & INDÚSTRIA – Espionagem e Contraespionagem Corporativa:

APRESENTAÇÃO

PARTE I – ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA
Capítulo 01– O que é Inteligência?
Capítulo 02 – Sun Tzu, o pai da espionagem
Capítulo 03 – História da Inteligência
Capítulo 04 – Maquiavel e a teoria das razões de Estado
Capítulo 05 –Clausewitz e oCentro de Gravidade do exército inimigo
Capítulo 06– Alvo de busca (escopo) da Inteligência
Capítulo 07 – Principais agências de Inteligência do mundo
Capítulo 08 – Inteligência de Estado
Capítulo 09– Inteligência militar
Capítulo 10 – Inteligênciaem tempos de guerra
Capítulo 11 – Espionagem econômica e industrial
Capítulo 12– Contrainteligência, desinformação e sabotagem
Capítulo 13 – Espionagem política e social (ameaças internas)
Capítulo 14 – Fontes de Inteligência
Capítulo 15 – HUMINT (Human Intelligence) ou Fontes humanas de Inteligência
Capítulo 16 – OSINT (Open Source Intelligence) ou Fontes abertas de Inteligência
Capítulo 17 – IMINT (Imagery Intelligence) ou Inteligência de imagens
Capítulo 18– COMINT (Communications Intelligence) ou Inteligência de comunicações
Capítulo 19 – SIGINT (Signals Intelligence) ou Inteligência de sinais
Capítulo 20– Etapas do processo de Inteligência:Acesso,Análise,ClassificaçãoeComunicação
Capítulo 21 – Propaganda e operações psico-informativas
Capítulo 22 – Modelo mental (mentalidade)
Capítulo 23 – Estudo de Cenários e Plano de contingência (PLANCON)
Capítulo 24– Legislação e indústria da informação no Brasil
PARTE II – INTELIGÊNCIA COMPETITIVA(IC)
Capítulo 25 – Introdução acerca da Inteligência econômica
Capítulo 26– Caravelas, tear mecânico,iPhonee outras inovações surpreendentes
Capítulo 27 – Allan Pinkerton e o serviço secreto aplicado à indústria
Capítulo 28 – Michael Porter, o pai da Inteligência Competitiva
Capítulo 29 – Definição de Inteligência Competitiva (IC)
Capítulo 30 – Alvo de busca (escopo) da Inteligência Competitiva
Capítulo 31 – Análise SWOT
Capítulo 32 – Ameaças externas
Capítulo 33 – Contrainteligência competitiva
Capítulo 34 – Business Intelligence(BI) ou Inteligência de negócios
Capítulo 35 – Inteligência CompetitivaversusEspionagem corporativa
Capítulo 36 – Implementação de um sistema de Inteligência Competitiva (IC)
Capítulo 37 –Contraespionagem Corporativa
Apêndice –Polvo, animal símbolo da Inteligência
ANEXO I – Modelo simples de Análise SWOT
ANEXO II – Briefingde implementação de um sistema de Inteligência Competitiva (IC)
ANEXO III – Manual de Contraespionagem Corporativa
ANEXO IV – Modelo Sumário de Relatório de Inteligência
BIBLIOGRAFIA
DEPOIMENTOS ACERCA DO LIVRO

“Indico para estudantes e praticantes da Atividade de Inteligência, seja ela voltada para a competitividade, seja voltada para a defesa do Estado […] Oportunidade de exercer, em melhores condições, as suas funções de analista de Inteligência e assessor de alto nível para os tomadores de decisão. É gratificante ler uma obra e sentir que não perdeu tempo e dinheiro. O seu livro tem conteúdo utilizável e será favorável para tantos jovens que são destinados para a área de Inteligência de uma empresa e não sabem nem como começar”.

 

 

 

 

 

 

Professor Francisco José Fonseca de Medeiros, Coronel da Reserva do Exército e autor de “Os Sentidos do Lobo – Os Segredos da Inteligência Competitiva”.

 

Para mais detalhes e acessar o índice do livro sobre Inteligência & Indústria, clique AQUI.

#2 – LIVRO DIGITAL “ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas

O livro digital (eBook) “ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas” é exclusivamente sobre espionagem de Estado e espionagem militar.É a primeira parte do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa“, mais voltada para pesquisadores, agentes públicos civis e militares da Atividade de Inteligência clássica e estudantes de relações internacionais, direito etc.

 

É um livro sobre Inteligência governamental, livro de Espionagem do Estado.

Um manual de espionagem e contraespionagem para auxiliar na formulação da estratégia de Estado.

O livro ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas é um Manual de Inteligência de Estado e Inteligência Militar ideal para Analistas da ABIN, Agentes do Departamento de Polícia Federal, profissionais de Relações Exteriores e de Inteligência governamental.
Os conceitos do livro ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas também podem ser aplicados à Inteligência Empresarial, desde que com bom-senso e guardadas as devidas proporções, afinal, não existem limites para a proteção do Estado (em uma Guerra, quem respeita Tratados e Convenções Internacionais?).
O livro ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas pode ser compreendido por cidadão de qualquer país lusófono como Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor-Leste e Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu).

#3- MANUAL DE INTELIGÊNCIA FINANCEIRA & INVESTIGAÇÃO EMPRESARIAL – BRIEFING SECRETO DE PESQUISA DE BENS E RECUPERAÇÃO DE ATIVOS


O “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” é um guia prático de solução de crimes de fraude à execução“lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

 

Ideal para Advogados de cobranças milionárias e Advogados criminalistas, o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais” ajuda profissionais da lei, contabilidade e finanças com técnicas comprovadamente eficazes de localização de empresas, pessoas e bens para a e recuperação de ativos. Ele tem 20 páginas com dicas fantásticas para você “restartar” seu cérebro e reiniciar suas buscas com base em novas premissas, com um novo modelo mental: A mentalidade da Atividade de Inteligência.

 

Com o “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” qualquer usuário “pesado” de Internet consegue descobrir onde estão os grandes devedores e onde e como escondem seus bens.

 

E quem são os Atores (pessoas ou organizações) usados na “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, ou seja, quem são seus “laranjas” e qual é sua Holding Patrimonial…

 

O “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais” contém um Briefing de identificação e localização de bens da Montax Inteligência, portanto, você não está comprando um simples livro de Inteligência, mas, um material rico utilizado no treinamento dos Analistas da Montax.

 

Montax está compartilhando know-how por um preço muito mais baixo que o de um Relatório de Inteligência Financeira simples.

 

Esse manual auxiliará diretores jurídicos e advogados na busca de bens, na localização de ativos financeiros e busca de provas úteis em processos judiciais.

Quer aprender Inteligência Financeira para Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos?
E realizar Investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens no Brasil e nos Estados Unidos da América (EUA)?
E Due Diligence da Política de PLDFT da Instrução (CVM) 617/2019?
Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens, com vários links de consulta a sistemas informatizados e bancos de dados públicos do Brasil e dos EUA, ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives.
Além do Briefing, listamos aproximadamente outros 10 (dez) sistemas de busca de bens na Justiça além dos já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud.
Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

O bônus especial tem ao menos 13 sistemas que um advogado pode pedir ao juiz para consulta de ativos financeiros ou mesmo penhora de bens… Isso se não encontrar nada com nosso Briefing, o que é muito, muito pouco provável…

 

Não sabe o que é fraude à execução e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores?

 

Leia nossos artigos

Como Fazer Pesquisa de Bens Para Recuperação de Ativos Financeiros?

Esses manuais são imprescindíveis para você se tornar um excelente profissional de Inteligência. Descubra o que é Atividade de Inteligência com manuais de espionagem e investigação. Pense em novas maneiras de formular sua estratégia de negócios. Realize pesquisa de busca de bens e ajude o departamento de Governança, Risco e Compliance com due diligence de terceiros e background check de candidatos a vagas de emprego.

 

Descubra mais sobre o know-how, metodologia e tecnologia da Montax Inteligência AQUI.

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Busca de bens • Localização pessoal e patrimonial • Estratégias de recuperação de ativos • Busca de provas de crimes

 

 

Para receber uma proposta comercial e técnica, sem compromisso, informe:

a) CNPJ/CPF das pessoas de interesse;

b) Quantia que pretende recuperar.

 

Ou preencha este formulário!

English version

Chega de espionagem do governo e investigações da polícia! O assunto agora é “Inteligência Empresarial“, “Espionagem Industrial” e “Investigações corporativas“, temas bem menos explorados pelo cinema que a espionagem governamental clássica. 

espionagem industrial é tão comum no meio corporativo quanto fofocas de corredor. A espionagem corporativa é um aspecto marcante da inteligência empresarial e da guerra econômica, guerra que ninguém vê, ninguém fala. Como se não existisse. 

Sexo, síndromes e psicopatias são o pano-de-fundo de tramas sobre ambição, dinheiro e poder. 

Alguns roteiros contaram com a consultoria de profissionais de Inteligência empresarial ou de detetive particular.

Analisados do ponto-de-vista de profissionais de Inteligência empresarial ou detetive particular, esses filmes chamam a atenção para estratégias dos profissionais de Inteligência privada consultados pelos tomadores de decisão das companhias. E também mostram materiais práticos, equipamentos e técnicas de espionagem industrial de detetives particulares e jornalistas investigativos.

Como profissional da Inteligência empresarial ou detetive particular você ganha pelos resultados. Assistir filmes sobre Inteligência empresarial e espionagem industrial vai ajudá-lo a ter insights para proteger seu negócio, afinal, o orçamento está cada vez menor e a cobrança por resultados, maior. Você precisa conhecer não só o mercado mas os planos da concorrência. 

Confira! 

Clique no título do filme e veja o trailer oficial de cada um. 

Inteligência empresarialespionagem industrial e investigações corporativas como você nunca viu. 

1- Millennium: Os Homens Que Não Amavam as Mulheres

No filme de título original “The Girl With The Dragon Tattoo” (imagem destacada acima), o editor da revista de jornalismo investigativo Millennium (Daniel Graig) é contratado como detetive particular de um magnata para localizar sua sobrinha que desapareceu na adolescência. Além de dinheiro, receberá como pagamento informações sensíveis acerca de seu adversário: Um empresário que se sentiu ofendido por sua reportagem, processou a revista por difamação e ganhou indenização milionária. Precisando de uma assistente para checar os antecedentes dos familiares da jovem desaparecida, o jornalista investigativo recruta a hacker que levantou informações sobre ele próprio para a empresa de Inteligência empresarial a serviço do magnata. Ou seja, o detetive particular contratou quem havia realizado seu background check porque gostou do relatório. Uma analista problemática e muito inteligente (Rooney Mara), a garota com a tatuagem de dragão. Esse é o primeiro da lista porque combina inteligência empresarialespionagem industrial e investigações corporativas com arquivismo, jornalismo investigativo e sistemas informatizados.

Transtorno de Personalidade Antissocial (TPA), no caso a psicopatia que levava homens da mesma família a matar mulheres, é o pano-de-fundo de uma história sobre jornalismo investigativo, assassinato de reputação e outras operações psicológicas típicas da Atividade de Inteligência empresarial retratadas no filme Millennium

2- O Fim da Escuridão

Thomas Craven (Mel Gibson) é um policial aposentado que fica em estado de choque ao ver sua filha ser assassinada, a engenheira nuclear Emma Craven (Bojana Novakovic). A polícia suspeita que o alvo do tentado era o ex-policial porque, antes de atirar, o assassino mascarado grita “Craven”. Nos ambientes corporativos dos EUA as damas também são chamadas pelo sobrenome. O detetive aposentado recebe ajuda de um profissional de inteligência empresarial e espionagem industrial arrependido (Ray Winstone), contratado pelos assassinos da engenheira nuclear para ações de despistamento e “dar fim” à busca de provas. Ele alerta o pai da vítima acerca dos perigos dessa investigação privada. Sua filha trabalhava para a indústria bélica nuclear e ameaçou revelar segredos de políticos e industriais. Um drama excelente. Um filme triste e lindo sobre o poder das corporações.  

O personagem mais misterioso de O Fim da Escuridão é justamente o profissional de Inteligência empresarial, que muda de opinião ao confrontar os interesses de políticos e industriais corruptos com os de vítimas honestas das corporações.

3- Conexão Perigosa


Não gosta de filmes “cabeça”? Então vai gostar de Conexão Perigosa. É a história de um jovem e ambicioso perito em tecnologia (Liam Hemsworth) que foi demitido após cometer um erro e seu chefe (Gary Oldman) propõe que ele pague o prejuízo com uma ação de espionagem industrial: Roubar segredos comerciais da empresa concorrente do seu antigo mestre e gênio de sua indústria (Harrison Ford). Para a missão de inteligência empresarial e espionagem corporativa, o jovem pobre do subúrbio de Nova Iorque precisa se reinventar, parecer sofisticado e rico. O filme aborda aspectos da guerra econômica, às vezes mais secreta e violenta que imaginamos.

Conexão Perigosa explora conflitos entre os envolvidos em espionagem industrial e a tensão entre ricos e pobres de Nova Iorque.

Quer realizar Pesquisa de Bens & Investigação? 

Preencha este formulário!

4- Duplicidade

Assim como 80% dos profissionais de Inteligência privada têm origem na Inteligência de Estado, Claire Stenwick (Julia Roberts) e Ray Koval (Clive Owen) são ex-agentes secretos do governo a serviço da CIA (EUA) e MI-6 (Reino Unido), respectivamente, que agora trabalham com inteligência empresarialespionagem industrial e investigações corporativas. Como antigos espiões governamentais, eles se conhecem. Mas, agora que trabalham para a iniciativa privada são rivais que se encontraram “fortuitamente” em um caso de inteligência empresarial espionagem industrial. Ambos têm como missão encontrar a fórmula química de um cosmético para seus respectivos clientes, o que renderá uma fortuna à corporação que patenteá-la primeiro. Comédia romântica da espionagem industrial.

O filme Duplicidade é uma comédia romântica sobre espionagem industrial.

5- Agnosia

Todo mundo que gosta de espionagem industrial assistiu “A Origem” com Leonardo de DiCaprio, sobre roubo de segredos industriais por meio do acesso à mente de um industrial. Porém, no mesmo ano foi lançado um filme espanhol de tema parecido, “Agnosia”. A bela Joana Prats (Bárbara Goenaga) sofre de uma disfunção neuropsicológica chamada agnosia. A doença mental afeta a percepção pela perda ou deterioração da capacidade para reconhecer ou identificar objetos apesar de manterem a função sensorial intacta (visão, audição e tato). Psicanálise e psiquiatria são temas de uma conspiração de espionagem industrial, o roubo de segredos comerciais da indústria de telescópicos para armas no século XIX. Ao invés de “invadir” a mente, em Agnosia a intenção é mostrar como a mente pode ser “seduzida”.

Em neuropsicopatia, agnosia é um tipo de amnésia perceptiva que consiste na incapacidade de reconhecer os objetos ou os símbolos usuais, sem perturbação das sensações em geral. Espionagem industrial do início da Era Industrial.

6- Espionagem na Rede

O filme francês do início de 2002 é um cyber-thriller com atrizes europeias e japonesas lindas e trilha sonora fantástica, o rock e tecno da década de 1990. O filme aborda um tema da moda durante a “bolha” da Internet, as empresas de Tecnologia da Informação (TI). Diane (Connie Nielsen) do Grupo Volf francês é encarregada da due diligence acerca da TokyoAnime, empresa de desenhos animados pronográficos japoneses. As empresas Mangatronics e Demonlover – “Amante demoníaco”, título original do filme – disputam os direitos de distribuição dos animes pornôs 3D pela Internet. Enquanto conversa com os parceiros japoneses, a espiã industrial francesa monitora seus concorrentes americanos da Demonlover para a Mangatronics. Os diálogos, estética e fotografia são muito diferentes dos blockbusters estadunidenses. E o eixo econômico-tecnológico do filme são Paris e Tóquio. Anticonservadorista, além das cenas de sexo o filme trata a indústria da pornografia digital como digna de elevados investimentos em espionagem industrial.

Espionagem na Rede aborda a espionagem na indústria de animes pornográficos infanto-juvenis, desenhos animados 3D japoneses com histórias de sexo e violência comercializados online

7- Wall Street, Poder e Cobiça

O filme de 1987 aborda uma das fraudes corporativas mais sofisticadas e difíceis de comprovar, a informação privilegiada. Conhecida como insider trading, nada mais é que o vazamento de informações sensíveis sobre uma companhia que podem favorecer investidores acerca do melhor momento de compra ou venda de ações. Bud Fox (Charlie Sheen) faz o papel do jovem e ambicioso corretor da bolsa que vira discípulo do bilionário Gordon Gekko (Michael Douglas) depois de contar que (Martin Sheen) era líder sindical e tinha informado a Blue Star, a companhia aérea onde trabalhava, havia vencido uma causa importante e suas ações iriam “subir”.

Muitos investidores são bem sucedidos porque partem de premissas pouco ortodoxas de análise de oportunidade de investimento e fontes internas das companhias, crime de informação privilegiada.

 
 
O eBook Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa é um livro de inteligência no formato ePub com técnicas de espionagem e desinformação retirados de livros de espionagem, livros de estrategia militar do serviço de inteligência do exército e de inteligência competitiva (empresarial). Nele, você encontrará técnicas para que cada um descubra seus pontos fortes. E um briefing de investigações corporativas e investigação digital em fontes abertas de Inteligência (OSINT) útil à solução de fraude patrimonial e recuperação de ativos financeiros. Um manual de espionagem, investigação criminal e operações de inteligência. Decidimos escrever Inteligência & Indústria influenciados pelo livro sobre inteligencia empresarial Os Segredos da Inteligência Competitiva – Os Sentidos do Lobo, do Coronel Francisco José Fonseca de Medeiros (não confundir com “Os Segredos do Lobo”, de Jordan Belfort). Um manual de inteligência e investigações além de simples pesquisas em cartório em Copacabana, sede da Montax Inteligência.
 
 
 
 
 
 
 
 

Conheça nosso método e Manual de Due Diligence de Busca de Bens, Compliance Anti Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos clicando AQUI

 

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credoresfraude à execuçãoevasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

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Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

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WhatsApp +55 (21) 99682-0489

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

 

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Se você chegou até aqui é porque decidiu investir em ouro, não importa o motivo. Se para fazer hedge, por medo do colapso do sistema financeiro ou previsão de melhor rentabilidade do ouro. O fato é que você não precisa mais ouvir sobre as vantagens de investir em ouro. Você agora quer saber como comprar ouro, com Inteligência.

 

Qualquer uma das formas de investir em ouro é melhor que nenhuma. Você deve apenas selecionar o produto ou serviço mais adequado ao seu perfil de investidor e o Key Player, o Ator (pessoa ou organização) ou participante do mercado, de sua confiança.

 

Se ouro físico ou escritural (papel), ações de mineradoras de ouro ou fundos de índice dessas companhias, de uma instituição financeira ou diretamente do Garimpeiro, o modo de aquisição e característica do produto/serviço dependem da sua estratégia de investimento em ouro.

 

Montax Inteligência listou maneiras de comprar ouro com Inteligência Financeira e elaborou um quadro “Como Investir em Ouro”.

 

 

 

 

Caro leitor,

 

Não somos um banco nem corretora de valores, somos uma agência de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial.

 

Portanto, não temos o rabo preso com ninguém, muito menos com as empresas e categorias profissionais mencionadas neste artigo.

As dicas que vamos passar aqui podem desagradar um ou outro participante do mercado, afinal, a margem de lucro e o faturamento bruto de muitos negócios dependem da Inteligência Financeira e do desconhecimento da maioria das pessoas acerca das fontes de fornecimento do ouro, dos sistemas de negócios e da cadeia produtiva do ouro e da legislação da mineração de ouro.

 

O que você vai ler aqui:

 

1- Ouro Físico
2- Ouro Escritural
3- BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior
4- Ações de Mineradoras de Ouro dos EUA
5- ETF – Exchange-traded Funds, os Fundos de Índice

 

Aqui vamos explicar como comprar ouro e onde comprar ouro, seja ouro físico seja ouro escritural (papel), ou seja, ouro ativo financeiro ou instrumento cambial, ou indiretamente por meio de BDRs (Certificados de ações), ações de mineradoras de ouro ou ETFs (fundos de índice).

 

A forma de investimento depende do seu perfil de investidor, se conservador ou mais arrojado – sim, mesmo entre aqueles que investem em ouro existem formas de investimento mais ou menos arriscadas -, conforme o tipo de ouro, o local de aquisição, local de custódia e valor investido.

 

Sua estratégia de investimento, risco e complexidade da operação podem fazer a diferença a longo prazo.

 

Para tornar tudo mais fácil, criamos um quadro “Como Investir em Ouro” (abaixo).

 

Agora, chega de enrolação e vamos ao que interessa.

 

 

1- Ouro físico

 

Seja comprador pessoa física seja pessoa jurídica, você/sua empresa podem comprar ouro mercadoria, considerado matéria-prima de jóias e que recolhe em média 5% de ICMS, ou ouro ativo financeiro ou instrumento cambial, considerado moeda-de-troca como qualquer outra e que recolhe apenas 1% de IOF.

 

Ouro ativo financeiro ou instrumento cambial é uma moeda, apenas não foi emitida por um Banco Central. Mas é por ele fiscalizado.

 

Qualquer cidadão ou empresa pode comprar ouro físico no preço da cotação internacional, em dólar.

 

Se quiser comprar abaixo da cotação, terá que comprar no local de produção (garimpo) diretamente de um Garimpeiro ou cooperativa ou associação de garimpeiros como instituição financeira do tipo Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), ou Agente Autônomo de Investimentos (AAI) representante de uma Corretora de Valores.

 

Explicamos essas diferenças e cadeias produtivas da indústria da mineração do ouro de maneira mais técnica em nosso artigo “Comprar Ouro – Estratégia e Compliance do Negócio“.

 

Vamos à parte prática da compra de ouro físico. Onde comprar.

 

Comprar ouro físico no Banco do Brasil S/A

 

O maior negociante de ouro ativo financeiro ou instrumento cambial do Brasil é o Banco do Brasil S/A.

 

Você precisa ter uma conta corrente no Banco do Brasil para comprar ouro físico do Banco do Brasil.

O Banco do Brasil S/A vende ouro físico em lingotes de ouro (250 g), diretamente ao correntista do banco, que podem ser retirados na própria agência bancária.

 

Comprar ouro físico na B3

 

A B3 também vende ouro físico em lingotes de ouro puro de 250 g sob o código OZ1D, retirados na própria sede da B3 em São Paulo – SP ou agência de instituição financeira indicada, comprados por meio de Corretora de Valores, arcando o comprador com as despesas de transporte (seguro).

 

As razões pelas quais 2 das instituições financeiras mais respeitadas do Brasil (BB e B3) só venderem ouro físico em barras de 250 g é a liquidez do ouro para o mercado financeiro nesse peso e composição.

 

Pense bem se você quer andar com uma barra de ouro de aproximadamente R$ 80 mil no bolso de uma agência do BB ou sede da B3 na capital paulista até sua casa, seja onde for.

 

Comprar ouro físico em DTVM

 

Sabendo que muitos investidores não têm condições de comprar lingotes de 250 g de ouro físico ou não querem ter despesas operacionais, trabalho ou risco de transportar ouro físico da sede ou agência de uma instituição financeira até sua casa, algumas instituições financeiras Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs) oferecem barras de ouro em tamanhos menores.

 

E serviço de entrega pelos Correios, devidamente segurados.

 

Empresas como Ourominas, Reserva Metais, Parmetal e muitas outras DTVMs oferecem ouro físico entregues em sua casa em moedas de ouro ou barras de ouro de tamanho e peso variados.

 

O cliente seleciona o produto e forma de pagamento, no preço da cotação do metal precioso, arcando com o seguro (2%) e o frete postal no valor do Sedex no peso do metal.

 

A maioria delas garante recomprar o ouro físico, desde que não violado o lacre de segurança e preservadas as características da embalagem do produto.

 

Ao preço de mercado e com o deságio de qualquer casa de câmbio, é claro.

 

Comprar ouro físico diretamente do Garimpeiro

 

Você só pode comprar ouro diretamente de Garimpeiro ou associação ou cooperativa de mineradores, por preço abaixo da cotação, se for uma Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) ou Agente Autônomo de Investimentos (AAI).

 

Explicamos isso no artigo “Comprar Ouro – Estratégia e Compliance do Negócio“.

 

São locais remotos, pobres e perigosos. Grandes empreendedores da mineração começaram ali, como o próprio Eike Batista. Os preços são baixos mas os riscos são altos. Esteja preparado.

 

Vantagens versus Desvantagens do ouro físico

 

A vantagem de possuir ouro físico em sua casa é que se houver um colapso do sistema financeiro ou ou “crack” da Bolsa de Valores ou outra Grande Recessão, você tem ouro físico, único produto/moeda comprovadamente valiosa ao longo de milênios. A liquidez é menor que o de uma moeda forte em uma casa de câmbio, porém, é maior que o da venda de cabeças de gado a um frigorífico. E se você tiver dívidas judiciais dificilmente o ouro físico custodiado por você mesmo em sua própria casa será penhorado e leiloado para a quitação das dívidas. Outra vantagem: Pouco ouro vale muito e cabe em seu bolso.

 

A desvantagem é a segurança, afinal, empregados corruptos de instituições financeiras ou dos próprios Correios e outras empresas de transporte de mercadorias podem saber que você é um investidor, onde mora e deduzir o local de custódia do ouro físico. Se decidir alugar um cofre na agência do Banco do Brasil ou outra instituição financeira designada, pagará aluguel do cofre e não estará livre do risco de perda do investimento em caso de falência do banco, colapso da economia mundial, guerras etc.

 

2- Ouro Escritural

 

Ouro escritural é também chamado de ouro de papel.

 

É ouro, mas, no lugar de uma barra de ouro, a instituição financeira te entrega uma Escritura, um Certificado de papel que garante ao comprador de ouro a propriedade do ouro e a revenda do metal por meio desse papel, à própria instituição.

 

O ouro na sua forma escritural pode ser negociado tanto no Banco do Brasil S/A quanto na B3, porém, como não tem despesas de transporte e segurança podem ser negociados em porções menores de ouro, os chamados “lotes fracionados”.

 

Comprar ouro escritural no Banco do Brasil S/A

 

A partir de 25 g e seus múltiplos, o correntista do Banco do Brasil S/A poderá comprar Ouro Escritural, que representará ouro físico custodiado pelo BB.

 

O correntista do BB pode comprar ouro escritural em lingotes de ouro puro de 250 g ou “lotes fracionados” de 25 g e seus múltiplos, cada um, todos custodiados pelo BB.

 

Comprar ouro escritural na B3

 

O não correntista do BB pode comprar Ouro Escritural da B3, por meio de uma Corretora de Valores, que ficará custodiado em uma instituição financeira (IF) indicada pela B3.

 

A B3 também vende ouro escritural por meio de Corretora de Valores em lingotes de ouro puro de 250 g (código OZ2) e lotes fracionados de 10 g ou 0,225 g custodiados pela B3 (código OZ3).

 

Vantagens versus Desvantagens do ouro escritural

 

A vantagem de possuir ouro escritural é a segurança financeira, afinal, ele estará custodiado por instituições financeiras tradicionais. E a segurança orgânica, física, sua e de seus familiares, afinal, haverá menor risco de furto e roubo na sua casa.

 

A desvantagem é o risco de falência ou colapso. É um risco remoto mas existe. Se você é homem e tem mais de 18 anos de idade sabe que essa história de “um banco sólido” é uma bobagem porque bancos grandes e antigos também vão à falência. E gestores corruptos podem vender o mesmo ouro para várias pessoas. Já pensou um banco vender 1 Kg de ouro escritural em 100 Certificados de 1 Kg para 100 pessoas diferentes. Isso seria crime de gestão fraudulenta ou gestão temerária. Acesse os sites dos Tribunais Regionais Federais que verá listas de gestores que respondem ações penais públicas nesse sentido.

 

 

3- BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior

 

No Brasil não existe nenhuma empresa de mineração de ouro listada na Bolsa de Valores (B3) (!?).

 

Existem muitas companhias mineradoras de ouro no Brasil, sejam sociedades empresárias limitadas (Ltda.) sejam sociedades anônimas (S/A) fechadas, com capital nacional ou estrangeiro, como as empresas Beadell Brasil Ltda., a Mineração Serra Grande Ltda., a Kinross Brasil Mineração S/A, a Anglogold Ashanti Córrego do Sítio Mineração S/A e a Salobo Metais S/A.

 

Mas, nenhuma delas é sociedade anônima (S/A) de capital aberto com ações listadas na B3 S/A – Brasil, Bolsa, Balcão.

 

O 15º maior produtor de ouro do planeta não tem uma companhia listada na Bolsa de Valores!…

 

Se quiser investir em ações de companhias mineradoras de ouro no Brasil – atenção, eu disse aqui no Brasil, seu dinheiro aqui no seu país – terá que ser em ações de companhias de mineração estrangeiras por meio de BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior.

 

Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) “O BDR (Brazilian Depositary Receipt), ou certificado de depósito de valores mobiliários, é um valor mobiliário emitido no Brasil que representa outro valor mobiliário emitido por companhias abertas, ou assemelhadas, com sede no exterior. A instituição que emite no Brasil o BDR é chamada de instituição depositária”.

 

Complicado, não é?

 

Na prática, você não compra ações de mineradoras dos EUA mas quotas de ações de mineradoras dos EUA como Newmont Gold Corp., Rio Tinto PLC e Freeeport-McMoRan Inc. BDRs representados na B3 pelos códigos N1EM34, RIOT34 e FCXO34, respectivamente.

 

A vantagem é que você negocia com empresas do Brasil, intermediária do negócio, que pode ser civilmente responsabilizada se houver algum problema.

 

A desvantagem é que você não compra ouro nem ações e sim papéis que representam ações no exterior. E você paga comissão de administração do negócio de compra, venda e intermediação de negócios com ações de companhias mineradoras dos EUA. E pelo risco assumido pela empresa gestora dessas ações, claro.

 

 

4- Ações de Mineradoras de Ouro dos EUA

 

Você já sabe que não existem ações de companhias mineradoras de ouro no Brasil.

 

Então, se deseja investir em empresas mineradoras de ouro terá que investir em ações da Bolsa de Valores de Nova Yorque (EUA) ou outro país.

 

Você pode investir em ações de companhias mineradoras de ouro dos EUA com a Newmont Gold Corp. (NYSE: NEM); Rio Tinto PLC (NYSE: RIO); e Freeeport-McMoRan Inc. (NYSE: FCX).

 

Brazilian Depositary Receipts – BDR não são ações de empresas estrangeiras, mas, cotas de depósitos de ações de empresas listadas na NYSE ou Nasdaq adquiridas e administradas por instituições depositárias do Brasil, que evidentemente cobram taxas de administração.

 

E terá que fazê-lo por meio de uma Corretora de Valores dos EUA que atenda ao mercado latino-americano, clientes residentes na América Latina como a Capooz, a Durán y Perera (D&P) e a Avenue, de brasileiros residentes nos EUA.

 

A vantagem é que você compra e venda diretamente ações das maiores mineradoras de ouro do mundo negociadas no maior e um dos mais maduros mercados de ações do planeta.

 

A desvantagem é que você entrará em um mercado “maduro”, ou seja, com maior segurança porém menor oscilação e volatilidade, logo, um mercado de ações com menor rentabilidade.

 

Mas, se você decidiu comprar ações de mineradoras de ouro não tem outra opção senão comprar ações de empresas dos EUA.

 

Se quiser correr mais riscos e tentar maiores retornos sobre investimentos recomendo pesquisar outros mercados como o australiano e o sul-africano.

 

 

5- ETF – Exchange-traded Funds, os Fundos de Índice

 

Se não quiser investir em Certificados de depósitos (BDRs) de ações de companhias mineradoras de ouro dos EUA nem diretamente em ações de companhias dos EUA por meio de Corretoras de Valores dos EUA, a solução é investir em Fundos de Índice.

 

E o que é isso?

 

Fundos de Índice ou ETFs – Exchange-traded Funds são fundos de investimento baseados em índices de ações de empresas listadas na Bolsa. São fundos de investimento tipo private equity especializados em comprar e administrar a carteira de ações de companhias da indústria a que se propuseram negociar, de modo que a performance e liquidez das quotas dos Fundos de Índice serão quase idênticas às das ações das companhias dessa mesma indústria.

 

Exemplo, um Fundo de Índice de mineradoras de ouro comprará somente ações de companhias mineradoras de outro e até mesmo as ações compradas por essas companhias, de modo a atrelar seu desempenho o mais perto possível do desempenho das ações.

 

Mas, não são ações, são fundos de investimento.

 

Como não existem empresas mineradoras de ouro na Bolsa de Valores do Brasil, não há um “índice” de desempenho de mineradoras de ouro no Brasil, logo, não existem Fundos de Índice de ouro no Brasil.

 

Se quiser investir em Fundos de Índice de ouro o investidor terá que comprar quotas de participação em uma ETFs – Exchange-traded Funds do exterior, como o iShares MSCI Global Gold Miners ETF (RING) dos EUA.

 

E por meio de Corretoras de valores americanas que atendem clientes latino-americanos (veja opções no quadro abaixo).

 

A vantagem é que você reduz o risco do investimento em ações caso você não diversifique seus investimentos em ações de companhias mineradoras de ouro nos EUA, o mercado de ouro vá bem, mas, as companhias das quais adquiriu ações vão mal, por má-gestão.

 

A desvantagem é que você não compra nem ouro nem ações de companhias mineradoras de ouro, mas, quotas de participação em um fundo de investimento estrangeiro. Você pagará comissão, a taxa de administração do fundo de investimento.

 

 

Consulte nosso Quadro “Como Investir em Ouro” (ABAIXO).

 

 

 

ATENÇÃO

Esse artigo não é uma recomendação de investimentos porque não fomos consultados séria e formalmente por você nem tampouco fomos efetivamente contratados para aconselhamento e presumimos que você seja maior de 18 anos. As empresas mencionadas aqui foram listadas apenas a título de exemplo didático e você investirá por meio de qualquer uma delas por sua conta e risco. Montax poderá ajudá-lo a proteger seu patrimônio contra fraudadores e organizações criminosas desde que consultada formalmente.

 

 

Aqui tem um Quadro “Como investir em Ouro” e empresas fornecedoras mais destacadas de venda de ouro físico; ouro escritural; BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de ações de mineradoras de ouro no exterior; ações de mineradoras de ouro dos EUA; e ETF – Exchange-traded Funds, os Fundos de Índice.

 

 

COMO INVESTIR EM OURO

 

MODALIDADE

EMPRESAS

CÓDIGO

COMO COMPRAR

OURO FÍSICO

BB direto

(para correntistas)

Lingote de ouro (250 g) retirado no local.

B3 – Brasil Bolsa Balcão

(por meio de Corretora)

OZ1D

Lingote de ouro (250 g) retirado no local ou IF.

Ourominas

(OM D.T.V.M. Ltda. e Faria Fraga Comércio e Exportação de Metais Preciosos, Administração e Participação Ltda.)

 

Barrinhas de tamanho e peso variado entregas em domicílio mediante o pagamento no preço da cotação + seguro (2%) + frete postal.

Reserva Metais

(Banco Paulista S/A, BP Trading Comercial, Importadora e Exportadora S/A e F. D´Gold – D.T.V.M. Ltda.)

Parmetal

(Parmetal D.T.V.M. Ltda.)

OURO ESCRITURAL

BB direto

(para correntistas)

 

Lingote de ouro (250 g) e lotes fracionados (25g e múltiplos) custodiados pelo BB.

B3 – Brasil Bolsa Balcão

(por meio de Corretora)

OZ2

Lingote de ouro (250 g) e lotes fracionados (10 g ou 0,225 g) custodiados pela B3.

OZ3

CERTIFICADOS DE DEPÓSITO (BDR) DE AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

 

ou

 

AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

 

ou

 

AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

Newmont Gold Corp.

(NYSE: NEM)

N1EM34 Brazilian Depositary Receipts – BDR não são ações de empresas estrangeiras, mas, cotas de depósitos de ações de empresas listadas na NYSE ou Nasdaq adquiridas e administradas por instituições depositárias do Brasil, que evidentemente cobram taxas de administração.

 

ou

 

Ações de mineradoras de ouro listadas na Bolsa de Valores de Nova Yorque (EUA).

 

ou

 

ETFs – Exchange-traded Funds, Fundos de Índice especializados em ouro ou empresas mineradoras de ouro como o iShares MSCI Global Gold Miners ETF (RING) dos EUA

 

 

IMPORTANTE

Para investir em ações de empresas dos EUA ou ETFs dos EUA o investidor residente na América Latina precisa operar por meio de uma Corretora de Valores que atende ao mercado latino-americano como a Capooz, a Durán y Perera (D&P) ou a Avenue, de brasileiros residentes nos EUA.

 

Rio Tinto PLC

(NYSE: RIO)

RIOT34

Freeeport-McMoRan Inc.

(NYSE: FCX)

FCXO34

 

 

 

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Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

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SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Entenda o que está por trás daquilo que a imprensa do Brasil chama de “ataques à Igreja Universal do Reino de Deus em Angola”.

 

Porque o Presidente Bolsonaro e o Itamaraty pouco ou nada poderão fazer para solucionar o impasse entre líderes da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) do Brasil e seus homólogos em Angola.

 

Montax Inteligência faz uma análise da conjuntura da disputa social, econômica e política com pano-de-fundo religioso e o risco às relações internacionais entre Brasil e Angola.

 

 

 

“Angola é e sempre será por vontade própria, a trincheira firme da revolução em África”.

Antonio Agostinho Neto, Filósofo e Poeta angolano.

 

Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola.

 

A Igreja Católica Apostólica Romana é uma instituição religiosa, evidentemente.

 

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), também.

 

A primeira tem quase 2.000 anos. A segunda tem pouco mais de 40 anos.

 

A Igreja Católica nasceu romana, depois passou a ser italiana, e agora é do recente Estado do Vaticano.

 

O líder da Igreja Católica é argentino.

 

A IURD é brasileira, produto do gênio empreendedor do Brasil Bispo Edir Macedo. Portanto seu líder é brasileiro. Ainda sem um Estado próprio (ainda).

 

As diferenças entre as concorrentes são grandes.

 

Que tal falarmos das semelhanças?

 

Ambas são igrejas multinacionais. Elas estão presentes em vários países.

 

Seu patrimônio bruto é composto basicamente de ativos fixos imobiliários (imóveis) que chamam de “igrejas” ou “templos”, enquanto que sua receita bruta vem de dízimos, doações, ofertas, heranças e campanhas de solidariedade ou “campanhas santas”.

 

E o modelo de negócios, perdão, de fé, do país de origem da Igreja é implementado nos outros países.

 

É um modelo parecido com o do franchising: Know-how, marca (símbolo) e ideias são replicadas com sucesso.

 

E o franqueado tem que repassar royalties para o franqueador. E conseguir mais fiéis, como um marketing multi nível.

 

Ambas as Igrejas tiveram dissidências, com acusações de heresias de um lado e ganância e luxúria do outro.

 

Disputas econômicas, políticas e ideológicas são a regra dos conflitos entre seus líderes.

 

Edir Macedo Archives - O buxixo Gospel

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e dono do império midiático Rádio e Televisão Record S/A, Bispo Edir Macedo, é um dos key players mais poderosos do Brasil.

 

Situação atual da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

 

O atual Presidente da IURD Angola é o Bispo angolano Valente Bezerra Luiz.

 

Não foi uma eleição normal, foi um “golpe”.

 

Os templos religiosos da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola foram tomados por Pastores angolanos, que expulsaram os Pastores brasileiros ou mesmo Pastores angolanos que não aderiram ao movimento nacionalista.

 

Pastores brasileiros foram inclusive expulsos de suas próprias casas, sob ameaça de morte.

 

Alguns deles foram alvo de ordens judiciais de busca e apreensão e tiveram suas casas invadidas por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC), órgão central do Ministério do Interior, com funções de polícia judiciária e criminal.

 

Mas, que movimento é esse?

 

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Direitos civis e nacionalismo.

 

O movimento dos Pastores angolanos foi intitulado “Comissão Reformada”.

 

Os angolanos se sentiram humilhados em sua dignidade como cidadãos. Eles acusam os Pastores brasileiros de racismo e exploração.

 

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Angola vem invadindo residências de Pastores brasileiros em busca de provas, com apreensão de computadores, documentos e telefones celulares.

 

Ainda não está claro se a investigação criminal angolana tem enfoque em crimes financeiros contra o Estado e o sistema financeiro de Angola ou crimes contra a honra e contra os costumes dos Pastores angolanos, ou ambos.

 

Aparentemente, é um movimento angolano de direitos civis nacionalista sectário-religioso contra o imperialismo religioso do Brasil.

 

A ideia de imperialismo religioso ou estratégia de dominação religiosa é rara, mas, tem exemplos na História como o Império Bizantino, Estado do Vaticano etc. (vide Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa – Capítulo 25 – Introdução acerca da Inteligência econômica).

 

Ao menos é o que se nota com as alegações de racismo e o uso da bandeira nacional de Angola nas “manifestações” dos Pastores angolanos da Igreja Universal do Reino de Deus.

 

O movimento “Comissão Reformada” é uma espécie de luta por direitos civis combinado com nacionalismo anti-imperialista.

 

Segundo um porta-voz do grupo angolano, a “ala brasileira” teria recusado proposta de privatização dos bens da IURD em favor dos angolanos realizada em novembro de 2019.

 

O discurso xenófobo foi reforçado pelo Deputado do parlamento angolano, Lindo Bernardo Tito, que teria divulgado nota chamando Pastores religiosos do Brasil de “malfeitores”.

 

O que está realmente em jogo.

 

Segundo o próprio Bispo Valente Bezerra Luiz, que assumiu a Presidência da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola com o movimento, a principal causa da disputa entre líderes da Igreja Universal angolanos e sua matriz brasileira é uma receita de US$ 80 milhões por ano.

 

E livre de impostos.

 

É dinheiro do Povo de Angola.

 

Acusações de evasão de divisas e branqueamento de capitais pela IURD em Angola.

 

O atual Presidente da IURD em Angola, Bispo Valente Bezerra Luiz, afirma que o dinheiro arrecadado nas igrejas de Angola não permanece na economia local.

 

Ele seria retirado do país africano em esquema de evasão de divisas.

 

O dinheiro arrecadado pela Igreja Universal do Reino de Deus com ofertas de fiéis em suas reuniões religiosas e campanhas como “A Fogueira Santa de Israel” não são reinvestidos em projetos sociais em Angola.

 

O dinheiro é enviado para o Brasil e até outros países onde a IURD tem igrejas, geralmente por meio da África do Sul, via estradas de terra da Namíbia.

 

Os próprios Pastores levam o dinheiro de carro até a África do Sul…

 

As acusações de evasão de divisas e branqueamento de capitais (“lavagem” de dinheiro, segundo as leis do Brasil) são graves e devem ser apuradas.

 

Democracia em Angola.

 

Atualmente, é notável o desenvolvimento social, político e econômico de Angola depois de uma guerra civil de quase 30 anos.

 

As denúncias de evasão de divisas são ainda mais graves se levarmos em conta que a democracia em Angola tem pouco mais de 3 anos, com a eleição do atual presidente João Lourenço após 38 anos de governo do antecessor, José Eduardo dos Santos, que permaneceu no poder por 40 anos, quase trinta deles dedicados a unir as partes dissidentes de uma guerra civil que devastou o país.

 

Em 2017, depois de mais de 37 anos no poder, o então Presidente José Eduardo dos Santos decidiu não se recandidatar ao cargo, mas, tão somente, se manter na liderança do MPLA.

 

A eleição de seu sucessor, o atual Presidente João Lourenço, foi aplaudida pela comunidade internacional como exemplo de verdadeira democracia em Angola, após sua independência em 1975.

 

Angola é um país democrático que tem enfrentado com seriedade problemas como corrupção, lavagem de dinheiro (branqueamento de capitais, na lei angolana) e evasão de divisas.

 

Acusações de racismo e políticas de controle de natalidade.

 

Além das questões econômicas e financeiras, como o supostos privilégios concedidos a líderes religiosos brasileiros em Angola, existem acusações de imposições de práticas de planejamento familiar forçado como a vasectomia – também chamada localmente de “castração” – alegadamente exigido pelos líderes religiosos do Brasil aos Pastores angolanos.

 

Nesse ponto é importante ressaltar as diferenças culturais.

 

Enquanto no Brasil os pais e mães há décadas já discutem o planejamento familiar e tem em média 3 filhos, em Angola a cultura é diferente. Casais angolanos são mais respeitados e felizes quando têm mais filhos.

 

Os Pastores angolanos também acusam os líderes religiosos do Brasil de proibir que suas esposas frequentem cursos superiores. Ainda não está claro se isso é verdade, nem tampouco se tem a ver com a pregação supostamente baseada na Bíblia de que a mulher deve ser submissa ao “varão”.

 

Mas, o que mais desagradou os Pastores angolanos a ponto de promover uma revolução foram as acusações de racismo.

 

Racismo em Angola?

 

Como é possível o racismo em um país predominantemente negro?

 

Por questões estratégicas, a maioria dos líderes religiosos brasileiros enviados pela IURD à Angola são negros. Alguns são brancos e mestiços, mas, a maioria são negros. Até porque a Igreja Universal do Reino de Deus nasceu no Rio de Janeiro – RJ (Brasil), onde a maioria da população é de cor negra.

 

Os Pastores angolanos acusam os Pastores brasileiros de racismo. Há relatos de que Pastores “de tons de pele mais clara” discriminam Pastores e até fiéis de tons de pele mais escura.

 

Há relatos de que Pastores angolanos seriam proibidos de frequentar a cozinha e usar banheiros usados por Pastores brasileiros.

 

Portanto, a principal queixa dos Pastores angolanos e possível fator de adesão ao movimento rebelde é a suposta discriminação e abuso de autoridade alegadamente praticados por líderes da IURD brasileiros em Angola.

 

Tavares Armando Cassinda, ex-pastor é uma pedra no sapato da IURD.

 

“A Igreja Universal faz comércio do evangelho”

 

Essa afirmação polêmica é de um ex-Pastor angolano da Igreja Universal do Reino de Deus, Tavares Armando Cassinda, que agora prega o evangelho por meio de seu canal no YouTube, o Radical TV.

 

Assistimos ao canal e vimos mais assuntos relacionados a política que religião.

 

Para se ter uma ideia, os 3 vídeos mais visualizados no canal Radical TV são “Youtuber entra na Universal e desmascara a falsa Arca da Aliança”; “Quem matou o Pastor Abel | Conheça os assassinos!” e “O povo acordou! Igreja Mundial do Poder de Deus entra em falência e milhares de pastores a abandonam”.

 

Não será a primeira nem a última vez que um conglomerado da televisão menospreza o poder da Internet e sua audiência.

 

O Bispo Edir Macedo não deveria ignorar ou fingir ignorar o poder e alcance midiático do ex-Pastor e agora Youtuber, Tavares Armando Cassinda.

 

A versão da outra parte.

 

Honorilton Gonçalves, líder oficial da Igreja Universal em Angola, se defende dizendo que a polícia não encontrou nada em sua casa porque não há ilegalidade alguma na Igreja.

 

O líder máximo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Bispo Edir Macedo, que também é dono de um dos maiores impérios da comunicação no Brasil, a Rádio de Televisão Record S/A, acusa os ex-bispos brasileiros João leite e Alfredo Paulo de tramarem o “golpe” em Angola.

 

Apoiador político, financeiro e midiático do Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, o Bispo Edir Macedo exigiu providências no campo da política e das relações internacionais.

 

O Itamaraty, como chamamos o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, enviou uma carta ao Ministro das Relações Exteriores de Angola demonstrando “preocupação” e solicitando segurança e preservação de direitos dos Pastores brasileiros e seus familiares em solo angolano.

 

Presidente Bolsonaro também enviou uma carta ao presidente de Angola, João Manuel Lourenço, nesse mesmo sentido.

 

Ainda não há notícias de resposta.

 

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Relações Internacionais Brasil Angola.

 

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola em 1975.

 

Não obstante o Brasil ser governado naquela época por uma ditadura de direita e Angola ter sido libertada pela coalisão UNITA, liderada pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido político de tendência marxista-leninista, o governo do Brasil foi solidário ao movimento angolano.

 

Talvez por compartilharmos ressentimentos históricos contra a mesma potência imperialista, Portugal.

 

O fato é que o Brasil precisava do petróleo angolano… E ainda precisa…

 

Relações comerciais Brasil Angola.

 

Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Brasil mantém com Angola uma balança comercial favorável em de já chegou a superar US$ 1 bilhão em 2008, com retração devido a crise do petróleo.

 

Mesmo assim, nós empresários brasileiros exportamos mais para Angola que para a África do Sul, Portugal e Noruega, dentre outros parceiros comerciais tradicionais.

 

Montax Inteligência, por exemplo, já vendeu serviços de Inteligência para organizações de Angola, mas, ainda não vendeu para nenhum desses 3 países mencionados.

 

E meu livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” é vendido mais em Angola do que em Portugal, Moçambique e Guiné-Bissau, dentre os países lusófonos.

 

Mas agora o que mais importante: Em 2018, o fluxo foi de US$ 669 milhões, com US$ 458,11 milhões de exportações brasileiras e US$ 210,89 milhões em importações de produtos angolanos (Fonte: Itamaraty).

 

O Brasil exporta basicamente proteína animal (38%) e açúcar refinado (20%).

 

E importa petróleo angolano (85%).

 

Portanto há mais 40 anos o Brasil continua dependente do petróleo angolano.

 

Inteligência de Angola em edifício da China.

 

Há pouco mais de 1 ano foi criada a Academia de Ciências Sociais e Tecnologias, um centro de pesquisa e desenvolvimento de sistemas de inteligência e segurança pública. É vinculada ao Serviço de Inteligência Externa (SIE), a ABIN de Angola, e está subordinada ao Presidente da República.

 

São cursos de Mestrado em Globalização e Segurança, Direito e Segurança Externa, Economia e Finanças Internacionais, Segurança de Redes de Comunicação, e pós-graduação em Inteligência Estratégica e Inteligência e Estudos de Segurança.

 

Língua Portuguesa, Inglês, Frances e idiomas locais como o Lingala e o Swaili também serão ministrados.

 

O que chamou a atenção da comunidade de relações internacionais é o fato de um centro de estudos de Inteligência de Estado ter sido patrocinado 90% com capital do Eximbank da China (Fonte: Diário de Notícias de Portugal).

 

Sonangol, estatal do petróleo é a querida dos angolanos e do mundo.

 

Quem estuda geopolítica e economia sabe que a indústria do petróleo é a indústria mais poderosa do planeta.

 

Ninguém come petróleo, mas, a comida não chega na sua casa voando no tapete do Aladim. Chega de navio, trem e caminhões movidos a… Petróleo e seus derivados… E é um gás derivado do petróleo que cozinha os alimentos…

 

Nesse ponto, o destaque vai para a Sonangol, a estatal angolana do petróleo, que a Montax Inteligência já teve a honra de atender aqui no Brasil.

 

Assim como sua homóloga brasileira, a Petrobras, a Sonangol também sofreu denúncias de corrupção.

 

Sonangol é a empresa mais querida dos Angolanos… E do resto do mundo…

 

Para se ter uma ideia, em 2018 a Sonangol arrecadou mais de US$ 17 BILHÕES (Fonte: Jornal Angola 24 Horas).

 

Nesse mesmo período, a Petrobras do Brasil teria arrecadado apenas metade desse valor (Fonte: Petrobras).

 

O futuro das relações internacionais Brasil Angola.

 

Angola é um país soberano e a Constituição do Brasil prestigia o princípio da autodeterminação dos povos.

 

Os governos do Brasil e Angola devem promover as boias relações e zelar pela cidadania, segurança e direitos de seus respectivos cidadãos, com base no princípio da reciprocidade.

 

As denúncias de evasão de divisas angolanas por uma organização do Brasil são um problema interno de Angola.

 

Cabe ao departamento de justiça de Angola resolver, mas, não antes de respeitar o direito de propriedade tanto da Igreja Universal do Reino de Deus quanto de seus líderes religiosos, sejam eles nacionais ou estrangeiros.

 

Enquanto se apuram as denúncias de evasão de divisas e lavagem de dinheiro/branqueamento de capitais pela Igreja Universal em Angola, as autoridades dos países lusófonos parceiros devem se esforçar para que interesses privados não prejudiquem o interesse público.

 

Se esses interesses privados forem criminosos, os governos dos países signatários dos Acordos e Convenções da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) devem promover cooperação jurídica para Inteligência Financeira na pesquisa de bens e recuperação de ativos.

 

Porém, os serviços de Inteligência doméstica (interna) de Angola devem alertar a Presidência da República acerca do risco de grupos econômicos travestidos de grupos religiosos e com o viés do nacionalismo e de luta por direitos civis realizarem apropriação indébita (indevida) de bens de cidadãos e organizações estrangeiras.

 

Eventual crime de evasão de divisas não justificaria outros como roubo ou apropriação indevida.

 

E porque os bens ameaçados são de propriedade de cidadãos e organização do Brasil.

 

Fontes ligadas ao governo de Angola acham que o movimento “Comissão Reformada” da IURD não afetará as relações internacionais, as relações comerciais entre Brasil e Angola.

 

Concordo.

 

Os povo angolano trata os brasileiros em Angola com muita simpatia. O problema é pontual e dirigido apenas aos Pastores da IURD, nada mais.

 

E porque o petróleo angolano e os clientes angolanos das empresas do Brasil são muito mais importantes para as empresas do Brasil e o governo de Bolsonaro que a Igreja Universal.

 

O movimento “Comissão Reformada” é só uma crise de uma igreja não secular do Brasil em sua filial angolana.

 

Bolsonaro já tem problemas internos demais com filhos, ex-aliados, STF e Covid-19 para resolver e não seria estúpido de conseguir um problema externo com um fornecedor estratégico de petróleo.

 

Mas, o Presidente do Brasil deve se preparar para a diminuição ou mesmo o fim do apoio midiático, político e financeiro do Bispo Edir Macedo.

 

Imagens marcantes na TV, reportagens favoráveis ao governo e até apoio financeiro podem acabar se a Igreja Universal do Reino de Deus não conseguir recuperar “templos” e fontes de receitas com ofertas e dízimos em Angola.

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Saiba porque o Poder Judiciário tem grande culpa nos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

 

O que o Estado deve mudar nos cartórios, fontes primárias de informações patrimoniais, para diminuir a corrupção, a inadimplência e os juros bancários?

 

 

English version

 

Gravura “Paço da Cidade”, de Jean-Baptiste Debret, com o Chafariz do Mestre Valentim ao centro (1827). Antes conhecido como “Largo do Carmo” (em referência a igreja ao fundo, à direita), depois de fugir das tropas de Napoleão Bonaparte o rei Dom João VI, O Clemente, fez do Paço Imperial (edifício à esquerda) a sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

 

Porque a busca de ativos no Brasil é missão impossível para leigos

 

lei nº 9.613/1998 que trata Dos Crimes de “Lavagem” ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores tem quase 20 anos, mas, só agora ouvimos falar de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens.

 

Por que o assunto “lavagem” ou ocultação de bens é pouco discutido.

 

E por que é tão difícil cobrar dívidas no Brasil?

 

Este artigo é para o investidor que entregou bens, direitos e valores a quem não honrou com sua parte no acordo.

 

E agora precisa localizar pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos.

 

E tem que fazer isso em um ambiente de corrupção, burocracia e mentalidade atrasada.

 

Fatores culturais

 

No Brasil, temos o que chamamos de cultura da transgressão: Pessoas físicas e jurídicas transgridem a lei e as normas de convivência como uma situação “normal”.

 

A transgressão da lei é comum, generalizada e o Estado e sociedade civil fazem pouco caso disso.

 

A corrupção é institucional, institucionalizada.

 

A impunidade é a regra e a punição, exceção.

 

Crimes financeiros e criminosos-do-colarinho-branco geralmente não são violentos e integram a elite do País, outro fator que contribui para a cultura da transgressão.

 

Fatores políticos

 

cultura da transgressão gera insegurança jurídica e ambas tem como causa imediata a falência do Estado brasileiro.

 

A lei é condescendente com transgressores, e de difícil aplicação prática.

 

Não há garantia do cumprimento dos contratos.

 

E a Justiça pública é lenta e ineficaz.

 

O sistema de aquisição e Registro de Imóveis é caótico e descentralizado.

 

A centralização não interessa aos donos do poder – muitos deles envolvidos em esquemas de corrupção –, o que dificulta a busca de ativos fixos imobiliários, os investimentos prediletos dos Povos Latinos.

 

As causas são históricas. Ao fazer do Rio de Janeiro (Brasil) a sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves no início do século XIX, o rei Dom João VI criou cartórios para sustentar o governo e seus cortesãos.

 

Além de fiscalização e cobrança de tributos no Brasil, “a função principal dos cartórios é servir como uma fonte de renda para amigos do rei” (Fonte: https://pedrovaladares.wordpress.com/2014/01/09/cartorios-uma-heranca-maldita-dos-tempos-coloniais).

 

Dom João VI de Portugal e Carlota Joaquina da Espanha, retratados em um quadro do pintor Manuel Dias de Oliveira. O rei de Portugal, Brasil e Algarves foi o principal responsável pela herança patrimonialista, gigante e bucrocrática do Estado brasileiro.

 

Agora, baseados em arcaicos contratos sociais, herdeiros de antigos cobradores de impostos negociam com o Estado o privilégio do poder e controle sobre o principal banco de dados patrimoniais do Brasil.

 

Esqueça a Constituição e a obrigatoriedade de concurso público para acesso ao cargo de Tabelião, lei que “não pegou”.

 

“Cartórios são feudos de informações “públicas” não publicadas e de difícil acesso”.

 

Os cartórios são fontes primárias de informação patrimonial, e a principal, porque do momento da aquisição do bem e de sua escrituração.

 

Nessa fase, os adquirentes têm interesse em fazer constar das Escrituras públicas a qualidade e quantidade exatos dos bens, direitos e valores adquiridos.

 

Corrupção e legislação tributária complexa encorajam os adquirentes a omitir esses mesmos bens de suas Declarações de Rendimentos do IRPF e IRPJfontes secundárias de informações patrimoniais utilizadas para fins fiscais, tributários.

 

Esses dados podem ser acessados pelos juízes por meio do sistema InfoJud.

 

Mas, além de ser fontes secundárias de informações patrimoniais, são imprecisas, com omissões dolosas.

 

Fatores econômicos

 

O Brasil sempre foi atrasado, tinha economia escravista em plena Idade Moderna e foi o último país ocidental a aboli-la.

 

De pré-capitalismo ou capitalismo politicamente orientado pelo estamento burocrático, que recusa o modelo liberal.

 

“O estamento burocrático comanda o ramo civil e militar da administração e, dessa base, com aparelhamento próprio, invade e dirige a esfera econômica, política e financeira. No campo econômico, as medidas postas em prática, que ultrapassam a regulamentação formal da ideologia liberal, alcançam desde as prescrições financeiras e monetárias até a gestão direta das empresas, passando pelo regime das concessões estatais e das ordenações sobre o trabalho. Atuar diretamente ou mediante incentivos serão técnicas desenvolvidas dentro de um só escopo. Nas suas relações com a sociedade, o estamento diretor provê acerca das oportunidades de ascensão política, ora dispensando prestígio, ora reprimindo transtornos sediciosos, que buscam romper o esquema de controle”

FAORO, Raymundo – Os donos do poder – Formação do patronato político brasileiro – vol. I e II., Ed. Globo, 10ª Edição, 2000, p. 740 (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estamento).

 

O Brasil é um país estatista, com 50% de seu PIB controlado pelo Estado.

 

Daí suas ilhas de privilégios cercadas por um mar de miséria, fome e violência.

 

Os privilegiados da cultura do papel e da “indústria do carimbo” são contrários à Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0 da Era da Informação, da Era digital.

 

estamento burocrático é uma aristocracia dentro de um país capitalista da mão-visível do Estado.

 

Outra idiossincrasia do Brasil: Cartórios foram criados alegadamente para dar publicidade aos negócios jurídicos, mas, em plena Era Digital suas informações não são gratuitas nem acessadas via Internet.

 

Nos países de economia política liberal, como EUA e Canadá, uma assinatura não precisa ser “reconhecida” pelo Estado; qualquer contrato de guardanapo lá tem mais valor que uma “Escritura pública” aqui; e Prefeituras cuidam do Registro de Imóveis, à taxas de acesso aos registros públicos quase inexistentes.

 

“A estrutura cartorária burocrática de poder controla toda a informação de patrimônio e negócios, um mercado que movimenta R$ 12 bilhões por ano no Brasil”.

 

Daí a expressão “todo bom negócio é um cartório”…

centralização, universalização e gratuidade dos serviços de informações cartorárias – especialmente dos cartórios de Registro de Imóveis – não interessa a grupos do próprio Estado porque pode erodir todo um sistema econômico arcaico baseado na ditadura dos bacharéis. (GARSCHAGEN, Bruno – Pare De Acreditar No Governo – Por Que Os Brasileiros Não Confiam Nos Políticos E Amam O Estado – Editora Record, 2015).

 

As informações patrimoniais do Brasil permanecem

 

a) estatais-burocratizantes;

b) descentralizadas/caóticas e

c) sem acesso fácil pela Internet.

 

“O mais absurdo é que a imensa maioria da população do Brasil é pobre e essa “indústria do carimbo” não serve pra nada”.

 

Grande parte da culpa desse caótico sistema de informações patrimoniais, de sua ineficácia e burocracia – logo, culpa por muitos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores – é do próprio Estado brasileiro, mais especificamente do Poder Judiciário porque o estamento burocrático responsável pela fiscalização e administração dos cartórios.

 

Em 9 de agosto de 2016, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prometeu “integrar os cartórios de Registro de Imóveis” por meio do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI).

 

Mas não funciona!

 

A “PESQUISA DE BENS – É a busca por CPF ou CNPJ para detectar bens imóveis e outros direitos reais registrados do pesquisado, em uma base compartilhada pelos cartórios de Registros de Imóveis” não é centralizada nem poderia, porque muitos cartórios de Registro de Imóveis sequer têm serviços digitais ou site de contato.

 

Com a Internet e a Era da Informação, a Era Digital, as informações cartorárias deveriam ser

 

a) grátis e

b) acessadas por qualquer cidadão via Internet.

 

“A informação cartorária não pode ser considerada “pública” porque não é grátis nem acessado via Internet”.

 

O sistema ofertado pelo CNJ nada mais é que um website com a lista de sites dos poucos cartórios de Registro de Imóveis com serviços digitais, que permitem consultas via Internet…

 

A lista não está completa muito menos integrada, o consulente teria que consultar (e pagar) cada um dos serviços locais que selecionar…

 

Sem a integração, o consulente não sabe nem por onde começar senão pelos cartórios da cidade onde o devedor tem residência ou negócios…

 

Mas, quem investe apenas perto de casa ou do escritório?…

 

A suposta busca por CPF ou CNPJ para detectar bens imóveis e outros direitos reais” do CNJ não abrange todos os cartórios, omitindo os do Estado do Pará, onde a Montax Inteligência já encontrou fazendas de criação de gado bovino objeto de estelionato e “lavagem” de dinheiro desviado de cooperativas bancárias e instituições financeiras da região Sudeste.

 

artigo 76 caput da Lei nº 13.465/2017 de regularização fundiária rural e urbana estabelece que “O Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI) será implementado e operado, em âmbito nacional, pelo Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR)“.

 

Vamos acompanhar a implantação do SREI para saber se o CNJ vencerá o estamento burocrático dos senhores feudais que controlam os cartórios de Registros de Imóveis

 

Fora isso, outros inúmeros negócios escapam do controle e fiscalização das fontes de informação patrimonial porque celebrados por Escrituras particulares, documentos privados vulgarmente conhecidos como “contratos-de-gaveta”. Conflitos, dívidas ou isenções fiscais fazem esses contratos “emergir”.

 

Em resumo

 

Por meio do Poder Judiciário, o Estado brasileiro mantém fontes primárias de informações patrimoniais separadas em circunscrições, zonas de influência (“cartórios”) e depois esse mesmo Estado-juiz tenta localizar ativos financeiros por meio do acesso tardio a fontes secundárias de informações patrimoniais que o próprio Estado incentiva omissões por causa de impostos extorsivos (“Declarações de Rendimentos”).

 

“A falta de bom-senso só tem uma explicação: Donos do poder são corruptos, “lavam” dinheiro ou ocultam bens, por isso não têm interesse em tornar públicas, gratuitas e de fácil acesso as informações patrimoniais”.

 

As consequências…

Hipotecas não são pagas.

 

investidor e o credor bancário não recuperam o dinheiro na Justiça.

 

Os juros e spread bancários se tornam mais elevados.

 

Segundo o presidente da Febraban, custo bancário e inadimplência encarecem crédito.

 

E a inadimplência aumenta mais.

 

Devedores contumazes ou circunstanciais contam com a ineficácia do Poder Judiciário, seja pela descentralização dos Registros de Imóveis seja pela complacência com quem não cumpre sua parte num acordo.

 

Advogados e Contadores agora são especialistas em blindagem patrimonial.

 

Devedores “pulverizam” seu patrimônio na razão social/CNPJ e nomes/CPF de “laranjas” para não pagar dívidas.

 

Profissionais de cobranças judiciais e extrajudiciais desconhecem as razões políticas e econômicas mencionadas.

 

E não têm capacidade técnica para pesquisas de bens em ambientes transnacionais, interestaduais ou mesmo locais, nessa circunstância de serviços de informações cartorárias descentralizados.

 

O custo bancário é 4 vezes maior no Brasil que nos demais países de economia relevante, e a inadimplência compromete a expansão do crédito, disse o presidente da Federação Brasileira dos Bancos Murilo Portugal em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado federal sobre spreads bancários – taxa adicional de risco cobrada no mercado financeiro

 

Bancos e outras instituições financeiras do Brasil já perceberam que dificilmente recuperam o dinheiro de empréstimos bancários (financiamentos), conseguindo no máximo bens de difícil liquidação.

 

Soluções plausíveis

 

10 em cada 10 brasileiros não se importariam de ver sua lista de bens exposta na Internet, desde que isso representasse menos corrupção e, claro, serviços de informações patrimoniais grátis na Internet.

 

O direito ao “sigilo fiscal” interessa a menos de 10% da população brasileira…

 

Os outros 90% sequer entregam Declarações de Rendimentos do Imposto de Rendimentos, afinal, ou não têm bens ou recebem renda mensal inferior ao limite da faixa de isenção deste tributo…

 

E ao fim e ao cabo a vida de todos já está exposta: A listagem de bens do Presidente Michel Temer, como candidato às eleições de 2010, por exemplo, pode ser acessada na Internet por qualquer cidadão.

A mesma fonte (UOL/Tribunal Superior Eleitoral) também informa a lista de bens de possíveis candidatos à Presidência da República, os “presidenciáveis” Jair Bolsonaro, com patrimônio de pouco mais de R$ 2 milhões, e o riquíssimo João Dória com quase R$ 200 milhões.

 

Se até o Presidente Michel Temer tem sua lista de bens divulgada pela Internet, apontando patrimônio de mais de R$ 6 milhões, qual a razão do “sigilo fiscal” dos demais servidores públicos ou mesmo de outros cidadão do País?

 

Serviços de informações cartorárias devem ser públicas e gratuitas.

 

Os cartórios devem continuar cobrança pela lavratura de Escrituras e Procurações públicas, Testamentos, Registro de Imóveis e Certidões, mas, o conteúdo dessas Escrituras e informações patrimoniais devem estar disponíveis on-line, on-time e full-time gratuitamente na Internet.

 

Sem esse inestimável serviço público gratuito e universal compatível com a Economia da Era Digital os cartórios não têm relevância econômica senão de manutenção do status quo de uma elite política arcaica.

 

Se a “uberização”, a digitalização da economia e dos processos produtivos é possível em indústrias como a do transporte privado, da hotelaria e até serviços profissionais como Professores e Advogados, por quê não seria justamente na indústria da informação patrimonial e informações de negócios?

 

Informações patrimoniais cartorárias devem ser integradas e centralizadas

 

E como fontes primárias de informações patrimoniais, todos os cartórios do País deveriam estar integrados em uma única base de dados central, centralizada.

 

Credores e o Estado brasileiro, quer como agente promotor de Justiça quer como cobrador de impostos, devem ter acesso às informações patrimoniais dos cidadãos de forma simples, rápida e eficaz.

 

Enquanto a revolução digital – e estatal – não acontecem no Brasil

 

Bancos, seguradoras e empresas não-financeiras devem contar com serviços de Inteligência na Busca & Recuperação de Ativos, serviços de suporte aos serviços jurídicos.

 

Encontrar ativos financeiros ocultos, “lavados” ou ocultados pelos devedores, seja adquiridos em nome/CPF de “laranjas” seja simplesmente não informados nas Declarações de Rendimentos.

 

É a engenharia reversa da estratégia de blindagem patrimonial permite a localização pessoal e patrimonial.

Mapear o grupo econômico em insolvabilidade, do grupo familiar insolvente e decisões do patriarca devedor para ajudar na identificação da empresa patrimonialempresa braço-financeiro e “laranjas” para destacá-los das empresas operacionais, meras cortinas-de-fumaça dos devedores nas Execuções.

 

O credor deve buscar provas da propriedade como Certidões de Matrícula (imóveis), Escrituras e Procurações públicas e outros documentos de suporte à Notícia de crime de estelionato, fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e são úteis à integração econômica  ou à Ação Incidental de Desconsideração (Normal e Inversa) da Personalidade Jurídica contra sociedades, sócios De direito e De facto com base no artigo 50 do Código Civil e artigo 133 e seguintes do Código de Processo Civil.

 

Considerando que o tempo médio dos processos judiciais é de 10 anos (CNJ) – nem sempre com a satisfação do credor -, os serviços de Inteligência, Busca de Ativos & Investigações geram economia com despesas legais.

 

Diretores jurídicos, diretores financeiros e Advogados que recebem suporte dos serviços de Inteligência solucionam os casos de recuperação de ativos em média em 20% do tempo normalmente gasto.

 

Ações de busca e exibição de documentos comuns às partes alavancam a posição patrimonial dos devedores para gerar repercussão, extensão dos efeitos da Execução a diversas pessoas e sociedades empresárias.

 

Mais que tecnologia, Conhecimento de Inteligência

 

A literatura técnica é escassa mas existe.

 

O Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial da Montax – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA tem um método, um sistema simples e eficaz com links de acesso imediato e consulta às fontes de localização pessoal e patrimonial e busca de provas de crimes financeiros.

 

O livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa trata de Inteligência Militar e Competitiva (Empresarial), além de apresentar um Briefing de pesquisa para localização de pessoas e bens menos especializado.

 

A tecnologia é muito semelhante as da Gestora de Inteligência de Crédito S/A dos bancos Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

 

E as técnicas de Inteligência idênticas as do Departamento de Polícia Federal (DPF), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Centro de Inteligência do Exército (CIE).

 

Na prática é realizado o rastreamento de negócios do devedor e suas conexões com outros Atores (pessoas ou organizações) para encontrar registros patrimoniais diretos e indiretos.

 

Familiares, amigos, inimigos, procuradores, Contadores, Advogados e Despachantes são geralmente fontes voluntárias e involuntárias de informações acerca dos locais, pessoas e formas de investimento.

 

São buscados ativos protegidos sob disfarce de sociedades empresárias, garantias hipotecárias, fundos-de-investimento ou em nome de “laranjas” que bancos de dados cadastrais eletrônicos não conseguem achar.

 

É o método usado por Jornalistas investigativos e Advogados de crimes financeiros transnacionais.

 

Empresas como a Montax Inteligência dispõe de tecnologias proprietárias de mineração de dados, como o software Montax Big Data, um sistema informatizado de consultas eletrônicas instantâneas de todos os tribunais de justiça estaduais, federais e trabalhistas do Brasil, além de outros sites de registros públicos.

 

Mas não é só.

 

Empresas de serviços de Inteligência têm Conhecimento de Inteligência acerca de pessoas ou organizações, da economia, da política e história do País que permitem adequar a tecnologia às questões complexas.

 

Uma das estratégias adotadas pela Montax, por exemplo, é o conceito de “Centro de Gravidade do exército inimigo” do general prussiano Carl von Clausewitz (1790-1831) em sua obra Da Guerra, em que idealizou o ataque direto, concentrado e maciço ao centro de pode:

 

a mais curta via na direção do Centro de Gravidade do exército inimigo […] Um certo Centro de Gravidade, um Centro de poder e de movimento de que tudo depende formar-se-á por si próprio, e é contra esse Centro de Gravidade do inimigo que se deve desferir o golpe centrado de todas as forças“.

 

A estratégia do general Carl von Clausewitz é adotada na guerra com sucesso até os dias atuais, e seu conceito de “Centro de Gravidade, um Centro de poder” pode ser aplicado à estratégia de Busca & Recuperação de Ativos, conforme o artigo Compliance, Due Diligence e Gestão do Jurídico na Perspectiva de Clausewitz

 

Os clientes devem tomar o cuidado de saber se a empresa de Inteligência não está subordinada a governos ou concorrentes estrangeiros, para não haver conflito de interesses.

 

Muitas empresas de serviços de Inteligência são fornecedores de empresas estrangeiras.

 

Na verdade, algumas empresas de Inteligência estrangeiras chegaram aqui praticamente trazidas pelas suas clientes multinacionais no processo da conquista de mercado no Brasil.

 

O fornecedor de serviços de Inteligência deve ter como prioridade a indústria nacional.

 

Ao menos essas são as medidas dos bancos, instituições financeiras e outras indústrias para ações de Busca & Recuperação de Ativos enquanto o estamento burocrático do Brasil não adere à Quarta Revolução Industrial.

 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI

 

 

 

 

 

Introdução

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa.

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Empresas de investigações internas ou empresas de investigações corporativas independentes são agências de Inteligência privada que procuram coincidências, discrepâncias, patrimônio ou rendimentos não declarados do empregado ou outro stakeholder.

 

São investigações para a prevenção de fraudes, infrações ao código de ética e de conduta e outras inconformidades ou para soluções de disputas com busca de provas e localização de pessoas empresas e bens para a recuperação de ativos.

 

Objetivo do artigo – Demonstrar a diferença entre uma auditoria contábil, o inquérito administrativo e a investigação interna realizada por empresa de investigações corporativas externa e independente. E alguns dos sistemas de lavagem de dinheiro e ocultação de bens praticados por empregados desonestos.

Palavras-chave – Empresas de Investigações; Investigação Interna; Investigação Corporativa; Big Four; Firmas de Auditoria; Consultoria Tributária (Impostos); Due Diligence; Inteligência Financeira; Pesquisa de Bens; Valuation; Investigação Empresarial; Fraude Interna; Corrupção: Fraude Patrimonial; Investigação Patrimonial; Lei Anticorrupção; Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD); Data Protection Officer (DPO); Política de PLDFT; Inquérito Administrativo (CLT); Diligências Investigatórias (OAB); Recuperação de Créditos; Recuperação de Ativos; Holding Familiar; Empresas Offshore; Interpostas Pessoas (“Laranjas”).

 

O que você vai ler aqui:

#1 Empresas de Investigações versus Departamentos de Compliance

#2 Investigações internas versus Auditorias

#3 Diferença entre Due Diligence e Auditoria

#4 Diferença entre Pesquisa de Bens e Valuation

#5 Empresa Offshore, o que é?

#6 Holding Familiar para blindagem patrimonial funciona?

#7 Interpostas pessoas (“laranjas”)

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#1 Empresas de Investigações versus Departamentos de Compliance

 

Empresas de investigações têm profissionais de Inteligencia & Investigações independentes porque a) são profissionais de Inteligencia & Investigações, logo, sua investigação não é um “bico” ou função complementar; b) a investigação por profissionais de investigações internas é menos suscetível a influências econômicas, políticas e sociais do ambiente corporativo; e c) o impacto de seus relatórios em nada vai interferir em sua rotina no ambiente de trabalho da empresa de investigações corporativas.

O mesmo não podemos dizer do departamento de Compliance.

Quantos Diretores de compliance, os Chief Compliance Officer (CCO), teriam coragem de sugerir investigação patrimonial aleatórias, ou seja, pesquisa de bens de empregados selecionados aleatoriamente?

Claro que existem Diretores de compliance severos e Auditores pit bull (Michael Comer), mas, a regra é: Se recebem por hora e não por produtividade, por que Compliance Officers e Auditores internos apurariam todas as denúncias do Canal de Denúncias, instaurariam novos Inquéritos Administrativos (CLT) ou aprofundariam a investigação interna contra colegas na maioria das vezes tão gentis?

Quer porque mais profissional, técnico, quer porque mais profundo, independente, o Relatório de Investigação de uma empresa de investigações internas independente pode contribuir mais ao departamento jurídico e de compliance da companhia na solução do caso em andamento.

E funcionar como prova de cumprimento da lei e do código de ética, enfim, para comprovar que a empresa implementou mecanismos e procedimentos do Programa de Integridade da Lei Anticorrupção, do Programa de Governança em Privacidade da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e da Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLDFT) da Instrução (CVM) 617/2019.

A contratação de empresa externa e independente de investigações corporativas só reforça o cumprimento da Lei Anticorrupção, principalmente a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no âmbito da pessoa jurídica.

O departamento de compliance cuida de mecanismos de prevenção de fraudes, corrupção e outras inconformidades para a redução de custos com multas e despesas legais e podem se valer da visão holística e independente e da experiência acumulada dos investigadores externos para aperfeiçoar seus mecanismos de compliance.

Aliás, e o departamento de compliance que auxiliará na elaboração do Código de Conduta e aspectos de Contrainteligência e Segurança Corporativa dos Estatutos Sociais, inclusive na parte que prevê a contratação de empresas de investigação privada externa para investigar empregados suspeitos, e em quais circunstâncias isso seria adequado.

 

Leia o artigo “Contrato de Prestação de Serviços de Compliance, Mecanismos e Procedimentos Internos Imprescindíveis“.

 

#2 Investigações internas versus Auditorias

 

Ao contrário das firmas de auditoria que examinam o cumprimento das normas fiscais e contábeis para fins de controladoria e transparência, como as Big Four Deloitte, Ernst & Young (EY), KPMG e PricewaterhouseCoopers (PwC), empresas de Inteligência & Investigações privadas como Pinkerton, Kroll e Montax Inteligência dão suporte a departamentos jurídicos e de compliance para investigações internas das companhias a partir de provas e relações de negócios externos.

Gestores e membros do conselho de administração sabem que investigadores, auditores ou profissionais de compliance da própria companhia podem apresentar resultados menos satisfatórios por questões sociais (amizade), conflitos de interesse ou mesmo o envolvimento na fraude.

E às vezes as contas “fecham”, mas, o que não “bate” são os gastos excessivos e discrepantes de determinado departamento ou faturas de fornecedores, acompanhados da queda nos lucros e aumento abrupto (e suspeito) do patrimônio de um empregado.

Investigações internas realizadas por empresas de investigações terceirizadas podem se revelar mais assertivas porque independentes e de maior profundidade por atingem fraudes corporativas complexas e mecanismos sofisticados como colusão (complô), concorrência desleal e apropriação indébita de ativos intangíveis e insider trading.

A investigação é interna, mas, os investigadores são externos e independentes e não olham somente as contas, faturas e notas fiscais: Investigadores de fraudes corporativas começam a contar uma história a partir do final, onde está o dinheiro.

Follow the money (“siga o dinheiro”)!

Empresas de Investigações Internas estão mais preocupadas em descobrir onde foi parar o dinheiro roubado da companhia poque sabem essa informação vai ajudar a identificar os fraudadores internos e externos – eles geralmente não agem sozinhos – e localizar bens para a efetiva recuperação de ativos.

Firmas de Auditorias examinam demonstrações contábeis e balanços financeiros para acionistas, definem estratégias de gestão tributária e conformidade com a lei (compliance), internacionalização e reorganização societária.

Autorias são as empresas mais importantes para o regular funcionamento e desenvolvimento de uma companhia, porque dão enfoque à contabilidade e finanças da empresa, porém, quando o assunto é fraude corporativa que vai fundo mesmo são as empresas de Inteligência & Investigações corporativas porque atacam a relação suspeita entre os stakeholders e o patrimônio não declarado ou bens “lavados” ou ocultados de empregados e fornecedores.

 

Leia também o artigo “7 Erros Comuns da Investigação Empresarial“.

 

#3 Diferença entre Due Diligence e Auditoria

 

Due diligence ou devidas diligências são consultas cadastrais, verificação de antecedentes e obtenção de certidões ou mesmo consulta a fontes humanas de Inteligência (HUMINT) de modo a descobrir a reputação, o caráter e a capacidade de cumprimento de acordos de determinada empresa fornecedora ou sócios ou candidatos a vagas de emprego.

Due diligence é geralmente realizadas antes de uma aquisição ou fechamento do negócio.

O objetivo é evitar fraudes.

Já a Auditoria já é um processo programado ou aleatório ou realizado sob demanda, ou seja, quando foi constatada a fraude, e visa examinar demonstrações contábeis para identificar fraudes e inconformidades.

Apesar de sua capacidade dissuasória, a Auditoria é reativa enquanto que a Due diligence, preventiva.

Due diligence são realizadas com base em cadastros do governo, Escrituras de compra-e-venda de imóveis, Contratos Sociais e Alterações societárias de empresas, arquivos de litígios (processos judiciais), depoimentos voluntários de ex-colegas de trabalho, fornecedores e clientes etc.

Enfim ao realizar a due diligence a empresa de investigações internas não despreza fontes de Inteligência!…

Autorias geralmente se apoiam nas demonstrações contábeis, documentos fiscais e extratos bancários, se importando basicamente com a atividade interna corporis.

Montax Inteligência realiza investigações corporativas nas 3 etapas: Due diligence (prevenção), investigação interna (descoberta) e pesquisa de bens e recuperação de ativos (solução).

Empresas de due diligence também são capazes de realizar as “Diligências devidas” da Política de PLDFT da Instrução (CVM) 617/2019 que trata da prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

 

Leia o artigo “Compliance, Due Diligence e Gestão do Jurídico na Perspectiva de Clausewitz“.

 

#4 Diferença entre Pesquisa de Bens e Valuation

 

Pesquisa de bens são ações de investigação de fraude patrimonial que exigem investigação patrimonial, investigação do patrimônio do fraudador.

São investigações de crimes financeiros como lavagem de dinheiro ou ocultação de bens que revelam onde está o dinheiro roubado.

É diferente da Valuation, da avaliação de uma empresa para fins de aquisição.

Esta geralmente se baseia no patrimônio líquido, ativos e balanços contábeis da companhia e parte da premissa de que os ativos valem menos que o declarado, enquanto que a pesquisa de bens e investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores que recaem sobre empresas constituídas pelo fraudador – já já falaremos delas – parte da premissa de que a empresa usada na lavagem de dinheiro tem mais bens que os declarados (!).

Montax realiza pesquisa de bens e investigação patrimonial para fornecimento de provas de crimes financeiros como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ocultação de bens com ações de suporte a litígios diversos como Inquéritos Administrativos (CLT), Diligências Investigatórias (OAB), Notícias de crime e Ações Declaratórias de Integração Econômica e Desconsideração (Normal, Inversa e Reversa) da Personalidade Jurídica com Cautelar de Indisponibilidade de Bens.

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#5 Empresa Offshore, o que é?

 

Empresa offshore (fora-da-costa) é empresa patrimonial sem atividade econômica ou substância econômica (empresa-de-fachada) constituída apenas legalmente (no papel) e fora do País, geralmente nos chamados “Paraísos Fiscais“.

O objetivo da empresa offshore é abrir contas bancárias para a custódia de valores no exterior.

Paraíso Fiscal é um conceito geralmente relacionado a países ou estados que

a) dispensam explicações acerca da origem do dinheiro;
b) dispensam impostos sobre grandes fortunas ou exigem taxas tributárias próximas de “0%”; e
c) preservam o sigilo fiscal, bancário e societário para proteger a identidade dos sócios.

Paraísos Fiscais geralmente permitem estruturas societárias complexas ou secretas ou especiais de proteção de bens (“Trusts” etc.) constituídas por meio de um Agente de registro, geralmente firmas de advogados ou contadores contratadas para abertura de empresa offshore.

Um Agente de registro só revelariam o nome dos sócios mediante ordem judicial.

Por exemplo, um Agente de registro cadastrado na Registry of Corporate Affairs, a Junta Comercial das Ilhas Virgens Britânicas, só revelaria o nome do(s) sócio(s) de empresa offshore mediante ordem judicial.

E um juiz das Ilhas Virgens Britânicas exigiria provas de que a empresa é usada para a “lavagem” de dinheiro.

Um Advogado local para uma solicitação nesse sentido custa aproximadamente US$ 50 mil.

Com base na Instrução Normativa (RFB) 1.037/2010, Montax considera como Paraíso Fiscal os Estados nacionais e estados membros de federações e confederações que se seguem:

Antigua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bermuda, Anguilla Britânica, Ilhas Virgens Britânicas, Brunei, Ilhas Cayman, Ilhas Cook Chinesas, Costa Rica, Chipre, Dubai, Ghana, Gibraltar, Grenada, Guernsey, Hong Kong, Irlanda, Ilha de Man, Jersey, Labuan, Líbano, Libéria, Liechtenstein, Luxemburgo, Malaysia, Malta, Ilhas Marshall, Ilhas Mauricius, Holanda, Antilhas Holandesas, Nevada (EUA), Nova Zelândia, Niue, Panamá, Ras Al Khaimah, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Samoa, Seychelles, Cingapura, Santa Lúcia, Estado de Delaware (EUA), Thailândia, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens Americanas (EUA), Emirados Árabes Unidos (EAU), Reino Unido, Estados Unidos da América, Uruguai, Vanuatu, Ilha da Madeira (Portugal) e Wyoming (EUA).

O filme “A Lavanderia” revelou os bastidores do escândalo de vazamento de informações confidenciais do Banco HSBC que ficou conhecido como Panama Papers, por expor uma lista de empresas offshore do Panamá, o nome e país de origem de seus sócios – Políticos, Empresários, Artistas e Advogados do mundo todo – criadas pelo renomado escritório de advocacia especialista em “lavagem” de dinheiro, Mossack Fonseca. Daí o nome “A Lavanderia“.

Veja bem: Não disse que as empresas offshore são ilegais – porque não o são -, mas, algumas delas podem, sim, ser usadas para objetivos ilegais como a lavagem de dinheiro sujo de corrupção e fraudes corporativas e ocultação de bens para o não pagamento de dívidas (leia-se fraude à execução).

Quando não declarada a existência da empresa offshore ou do abastecimento das contas bancárias dela com recursos financeiros do Brasil, seu controlador pode ser implicado em crimes financeiros como sonegação fiscal e evasão de divisas da lei de crimes contra o sistema financeiro nacional.

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#6 Holding Familiar para blindagem patrimonial funciona?

 

Um pouco menos sofisticado que a constituição de uma offshore e a remessa de bens ao exterior está a constituição de empresas patrimoniais no Brasil, geralmente chamadas de Holdings Patrimoniais ou Holdings Familiares.

A estrutura societária e o local de registro da sociedade variam muito, podem ser uma sociedade anônima (S/A) fechada, sociedade de responsabilidade limitada (Ltda.), Sociedade em Conta de Participação (SCP) ou mesmo associação “sem fins lucrativos” ou “Instituto” (as aparências não enganam e a semelhança com fatos da vida real não é mera coincidência).

Essas empresas são registradas na Junta Comercial ou cartórios de Registro Civil de Pessoas Jurídicas (RCPJ) e até em cartórios de Notas em cidades onde não existe RCPJ.

A lei é boa para os devedores do Brasil.

Respondendo a pergunta do título: Holding Familiar funciona, sim, como estratégia de blindagem patrimonial. Se não funcionasse ninguém o faria. Não é 100% garantido (o que é garantido nessa vida?), mas, ao menos ajuda a atrasar a vida dos pobres credores do rico controlador da Holding Familiar.

Se constituída ANTES da constituição das dívidas fiscais, trabalhistas e previdenciárias, ou antes da distribuição das Execuções cíveis, o controlador da Holding pode considerar seu patrimônio como “blindado”.

Apenas ele não será páreo para empresas de investigações corporativas, que veem na Holding uma excelente oportunidade de encontrar “todos os ovos em uma mesma cesta”.

A dificuldade reside quando a “cesta” está registrada em nome de interpostas pessoas (“laranjas”).

 

Leia “Como Fazer Pesquisa de Bens Para Recuperação de Ativos Financeiros?“.

 

#7 Interpostas pessoas (“laranjas”)

 

“Laranja” é uma gíria do mundo do crime financeiro que se tornou um jargão na linguagem da investigação patrimonial.

O legislador cível e criminal do Brasil preferiu a expressão “interposta pessoa”.

No exterior, são chamados de “homem de palha” (strawman), intermediários ou proxy.

Também não é crime ter um Procurador ou intermediário, mas, não é disso que estamos falando.

Estamos nos referindo ao cidadão que nomeia um “laranja” para realizar movimentações bancárias ou mesmo adquirir imóveis ou constituir empresas de modo a escapar da Receita Federal do Brasil (RFB) ou de credores.

Muito comum em casos de empresas insolventes com dezenas de bloqueios de contas bancárias por causa da penhora online ou pais que não querem pagar pensão alimentícia.

Método antigo e velho conhecido de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores que ainda funciona, principalmente quando o “laranja” não carrega o mesmo sobrenome do verdadeiro controlador do ativo financeiro.

 

 

Quer orçamento de Investigação Empresarial?

Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br or mensagem ao WhatsApp (21) 99682-0482

 

Você Consegue Mesmo Recuperar Ativos ou Ganhar Dinheiro com Cobranças?

Antes de responder, deixa eu ver se isso acontece com você:

1- Você tem uma Sentença favorável ou título de crédito ou carteira de direitos creditórios (que não foi fácil conseguir);

2- Contratou Advogados ou Estagiários para distribuir e “dar andamento” aos processos de Execução;

3- Preencheu guias de custas (taxas), distribuiu Execuções e pediu ao juiz para penhorar bens do devedor;

4- Mas, os processos “não andam” porque você e seu time não conseguem ENCONTRAR BENS do devedor;

5- Algumas vezes sequer consegue LOCALIZAR O DEVEDOR (senão nas redes sociais desfrutando da Dolce Vitta…)…

Agora vou te responder.

Você não vai conseguir a efetiva Recuperação de Ativos em Cobranças ou Execuções se não for capaz de LOCALIZAR PESSOAS, EMPRESAS E BENS.

De nada adianta conhecer todo o Código Civil ou Código de Processo Civil ou a CLT e ser especialista em Direito Civil, Processual Civil ou Direito do Trabalho e Processual do Trabalho se você não entende de crimes financeiros como “fraude à execução, lavagem de dinheiro ou ocultação de bens”.

Você precisa descobrir a estratégia de blindagem patrimonial do devedor.

Ou você consulta um Advogado especialista em Direito Penal Econômico ou… Estuda o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos”… Ele é ideal para Advogados especialistas em Compliance, Due Diligence, Cobrança e Execução.

São técnicas absolutamente legais de BUSCA DE BENS.

A identificação de bens para investigação de fraudes corporativas e recuperação de ativos depende exclusivamente da LOCALIZAÇÃO PESSOAL E PATRIMONIAL DO DEVEDOR.

Bancos, instituições financeiras e outras empresas perceberam que os devedores contumazes e fraudadores enganam os sistemas “Bacen Jud, RenaJud e InfoJud” com táticas de “blindagem patrimonial”.

Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você evitará perdas e solucionará Execuções milionárias.

Advogado, você não precisa depender da Justiça para localizar bens do devedor.Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives.

Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.

Ele contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Introdução

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA Capítulo

5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI https://bit.ly/38wIYT2

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

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“Aqueles que vencem, não importa como vençam, nunca carregam vergonha”

Nicolau Maquiavel

 

 

 

Informação

 

Faculdade vai te dar um Diploma, é só uma certificação que o habilita a exercer um ofício fiscalizado pelo Poder Público, por meio de uma guilda de profissionais ou agência de Estado, nada mais.

Na Era da Informação certificados não são mais um “passaporte para o sucesso”.

Leia livros, ouça áudio books e se informe.

Pessoas bem informadas são mais úteis que um “formado” que odeia leitura.

 

Inteligência

 

Siga os passos de quem conseguiu.

Deixe a criação para os gênios inovadores.

Faça melhor ou mais barato, enfim, seja útil, e nunca faltará nada para você e sua família.

 

Análise

 

Explore o viés econômico e não erre.

O mundo das ideias é um mundo de poder e persuasão. Muitos criaram impérios somente com suas ideias.

Mas, não esqueça que vivemos em um mundo material e sem água, comida e meio ambiente seguro e saudável não duramos muito.

Analise as coisas e as pessoas do ponto de vista material, econômico, como atividade econômica, renda e patrimônio, que sua análise será mais assertiva.

 

Decisão

 

Rio ou São Paulo? Economia ou Direito? Empreender ou se empregar? Casar ou permanecer solteiro? Agir sozinho ou com ajuda de um sócio?

São muitas decisões que um homem ou mulher independente tem que tomar.

Livros como “O Príncipe”, de Maquiavel, ou “Independência Financeira”, de Robert Kiosaky, podem ajudar você a pensar e tomar decisões que farão você se tornar mais poderoso e independente a longo prazo.

Não pule etapas: Faça uma boa coleta de dados, informação e Inteligência antes de fazer sua análise do mercado ou situação.

Se as premissas nas quais se baseou para tomar uma decisão estiverem equivocadas, você terá perdido tempo e dinheiro.

 

Tempo, o bem mais precioso do universo

 

Muita gente me pergunta: “Quanto você ganha?” Eu respondo: “Não ter que “bater continência” pra ninguém, não ter que “bater ponto” e fazer o que quiser na hora que quiser é meu pagamento.

Muita gente só aprenderá isso quando estiver perto da hora extrema.

Quem nasceu para vender ou empreender ou trabalhar como autônomo sabe que entrar e sair de um lugar todo dia no mesmo horário e ter hora para comer e ainda obedecer ordens de um idiota é algo muito parecido com escravidão.

Homens verdadeiramente livres preferem passar fome a se submeter  a outros homens.

Não seja escravo de ninguém. Tenha a mentalidade de um homem livre!

E pense bem antes de vender seu tempo ou perder tempo com projetos, coisas e pessoas inúteis.

 

Coragem

 

Sem coragem suas ideias não são nada.

Sem coragem você não é nada em lugar algum.

Se você é medroso, tem medo de perder (emprego, namorada, amigos, a vida), procure um Psicólogo, Pai-de-santo, mas, FAÇA ALGUMA COISA A RESPEITO.

Não conheço ninguém bem sucedido que não tenha arriscado.

Nem quem venceu na vida sem se dar muito mal um dia.

Donald Trump faliu umas 2 vezes. Walt Disney passou fome. J. K. Rowling (Harry Potter) teve sua obra rejeitada por 12 editoras (hoje é a pessoa física mais rica do Reino Unido).

Se o sucesso ainda não chegou para você provavelmente ainda não fez por merecer.

Aqueles que se dão muito mal quando se recuperaram dão a volta por cima bem melhor que antes.

“Desça ao inferno” (Blavatsky), saia de sua zona de conforto e aprenda com o fracasso.

 

“Não posso fazer nada sem dinheiro”.

 

Essa frase é ótima para justificar a burrice ou falta de coragem.

John “Doc” Pemberton (Coca-Cola) começou com uma ideia simples e um tacho (se você não sabe o que é num tacho, garoto da cidade, espero que saiba programação).

Meus exemplos de determinação foram meu pai e meu sogro. O primeiro, filho de um Soldado. O segundo, filho de Empregada doméstica. Um foi um Cientista reconhecido mundialmente na mineralogia, o outro se aposentou presidente de banco. Foram homens de respeito que não se queixavam nem achavam que mundo lhes devia algo.

Deus, muito obrigado pelos sábios que colocaste em minha vida!

Culpar a falta de dinheiro é como culpar os outros pelo seu fracasso. A diferença é que o dinheiro não tem ressentimentos.

Quantos negócios rentáveis não começaram “do nada”?!

Assim como o tempo, a água e terra, o dinheiro é apenas um dos vários recursos que precisam ser organizados e explorados.

Não é a falta de um ou outro que impede empreendedores de fazer algo ao invés de ficar se lamentando.

 

Igreja, o melhor negócio do Brasil

 

A concorrência é gigante, mas, a demanda é alta.

É um negócio praticamente sem barreiras de entrada!…

É o negócio de maior liberdade econômica do Brasil, sem fiscalização nem impostos.

O manual é antigo e de graça.

Bíblia é uma compilação tão grande que você pode se especializar em um dos seus livros e ensinar outras pessoas.

O apelo da religião é muito forte em seres humanos, e a cultura judaico-cristã muito arraigada em nossa sociedade.

Você também pode inovar ou se destacar com uma seita diferente. Por mais absurda que ela seja, sempre haverão pessoas prontas a segui-lo.

Não precisa vender sua alma, mas, não esqueça de pedir a “oferta”.

 

Não quer empreender? Faça concurso público!

 

Empreender dá trabalho. São leis, taxas, impostos, burocracia, fornecedores, empregados, concorrentes, ufa!…

No Brasil, isso é coisa para malucos.

Nas novelas, o Empresário é sempre o vilão e sua família estatista brasileira (pessoas comuns) não vão apoiá-lo.

Seu negócio é estudar e trabalhar sem risco? Faça concurso público.

Faça concurso de preferência para o BNDES (mas serve Caixa Econômica Federal se você não tiver uma boa base).

Você fará parte do grupo político que manda no País, o “estamento burocrático” (Faoro).

Se for concurso para a magistratura, melhor ainda, você mandará em quem manda e integrará uma política secular de dominação e controle desde o Império Português (Garschagen).

 

Uma dica

 

Pare de ser bonzinho ou se fazer de vítima, tenha auto confiança – sem parecer arrogante – e aja!

Demonstre respeito próprio e todos vão te respeitar.

E não te faltará nada na vida.

 

Aprendendo Inteligência: Produza e venda Relatórios de Busca de Bens & Investigação.
‪Pesquisa de Bens e Investigação de Lavagem de Dinheiro para Recuperação de Ativos
Adquira Poder, Prosperidade, Sucesso, Independência Financeira e Reconhecimento Social.
Lucre e Vença Concorrentes, Adversários e Inimigos. Facilmente.
Conceitos de Inteligência, Espionagem e Contraespionagem Corporativa tanto da Inteligência de Estado quanto da Inteligência Empresarial.
Tudo fácil para você lusófono de Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor-Leste e Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu).

Saiba mais AQUI

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
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A Instrução (CVM) 617/2019 criou a Política de PLDFT, espécie de Programa de Integridade Financeira das Asset Management e outras instituições financeiras, obrigando-as a realizar Due Diligence tipo KYC (“Conheça Seu Cliente”, na sigla em Inglês).

 

Due Diligence e Inteligência Financeira são agora obrigação das Asset Management de Fundos de Investimentos.

 

Empresas de gestão de patrimônio e outras instituições financeiras de menor porte podem compensar a perda de tempo e recursos financeiros com essa Atividade de Inteligência Financeira aproveitando o Conhecimento de Inteligência para Recuperação de ativos dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

 

Montax Inteligência esclarece o que é “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens e em quais circunstâncias menos graves e corriqueiras esse crime pode ocorrer.

 

“A sonegação fiscal é por si só um crime precedente que justificaria a lavagem de dinheiro”.

 

Márcio Thomaz Bastos, ainda em 1999, portanto antes da lei de crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores retirar o pequeno rol de crimes antecedentes (1998) para ampliação genérica de qualquer infração (2012), já defendia o aperfeiçoamento da lei.

 

 

O que você vai ler aqui:

Introdução

Capítulo 1 – Serviços de Inteligência Financeira & Compliance da Asset Management

Capítulo 2 – O Que é Lavagem de Dinheiro?

Capítulo 3 – Instrução (CVM) 617-2019, Dispõe sobre a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo – PLDFT no âmbito do mercado de valores mobiliários

Capítulo 4 – Due Diligence de Terceiros

Capítulo 5 – Recuperação de Ativos aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

 

Introdução

 

Empresas de gestão de patrimônio ou administração de investimentos, recursos financeiros e fundos de investimentos, conhecidas internacionalmente como Asset managements e classificadas pela Receita Federal do Brasil (RFB) no CNAE 66.30-4-00 – Atividades de administração de fundos por contrato ou comissão, são instituições financeiras supervisionadas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A indústria é autorregulamentada pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA).

A imprensa monitora atividades do mercado financeiro O cinema, a TV e a Internet sempre exploraram escândalos financeiros envolvendo diretores de Asset managements, com consequências graves para os stakeholders e até para familiares dos sócios.

Empresas de administração de fundos de investimentos têm expertise em gerar rendimentos, juros e dividendos, aspectos importantes da Inteligência Financeira relacionados ao risco econômico.

Agora, diante da globalização e as das mudanças políticas mundiais e de comportamento do mercado e da mídia, as Assets precisam aprender Inteligência Financeira relacionada ao risco político típico dos serviços de Inteligência & Investigações, para a prevenção de perdas de ativos fixos e intangíveis da corporação com multas e indenizações e para a recuperação de créditos de investidores que confiaram na estratégia de gestão de patrimônio.

E o risco político contemporâneo é o de enfrentar processos por co-autoria, participação ou inconformidade na gestão de ativos de pessoas suspeitas de lavagem de dinheiro ou financiamento ao terrorismo ou operações e situações suspeitas ou atípicas ou com detecção de sinais de alerta que possam constituir-se em sérios indícios de LDFT.

Empresas de Inteligência & Investigação podem ajudar com esses desafios do mundo moderno.

 

Capítulo 1 – Serviços de Inteligência Financeira & Compliance da Asset Management

 

Compliance da Asset management é garantia de sua sobrevivência em um mundo arriscado e hiper conectado

Além das normas cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias de qualquer empresa de qualquer indústria e atividade econômica, empresas de gestão de patrimônio é a única instituição financeira que não está sob fiscalização direta do Banco Central do Brasil (BACEN).

Estão subordinadas às regras de Compliance estabelecidas pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A mais recente é a Instrução (CVM) 617-2019, que Dispõe sobre a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo – PLDFT no âmbito do mercado de valores mobiliários, que aperfeiçoou a Instrução (CVM) 301-1999 e o Ofício-Circular (CVM)  5-2015-SIN.

A lavagem de dinheiro é “irmã” dos crimes financeiros, patrimoniais ou políticos. E muitas organizações criminosas veem nos fundos e na sua histórica omissão de identificação e declaração de quotistas uma oportunidade de lavagem de dinheiro.

Eventual implicação da empresa de gestão de patrimônio em crime dessa natureza ou Ator (pessoa ou organização) vinculado a qualquer infração pode gerar multas e impactar na lucratividade ou mesmo na existência da instituição financeira.

Em um mundo hiper conectado, mesmo que haja a improcedência de uma denúncia em ação penal do Ministério Público Federal ou absolvição em processo administrativo sancionador da CVM, notícias ruins na mídia podem prejudicar a marca e a imagem corporativa, causando uma “corrida” de clientes às gestora de investimentos para saque dos valores investidos, seguido do desaparecimento de novos clientes.

 

Inteligência Financeira, aspecto dos serviços de Inteligência & Investigações

Comumente usada para se referir a aspectos econômicos como independência financeira e capacidade de investimentos, a expressão “Inteligência Financeira” também está relacionada a aspectos legais como a due diligence, a investigação empresarial e a pesquisa de bens “lavados” ou ocultados para a recuperação de ativos.

No Brasil, são agências governamentais de destaque a o Ministério Público Federal – Procuradoria Geral da República (PGR), Unidade de Inteligência Financeira (UIF) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e a Coordenação-Geral de Pesquisa e Investigação (Copei) da Receita Federal do Brasil (RFB).

Empresas de Inteligência & Investigações privadas como Pinkerton. Kroll e Montax Inteligência também realizam Inteligência Financeira, dentro dos limites legais e de sua capacidade operacional.

 

Compliance da Asset Management

Além de estar em conformidade as leis cíveis, fiscais, trabalhistas, previdenciárias, ambientais, do consumidor etc., as Assets management devem estar em conformidade com os regulamentos da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Todas as leis são importantes e qualquer inconformidade pode gerar graves danos, portanto, todas as normas devem ser cumpridas.

Mas, por enquanto estamos tratando de Inteligência & Investigações de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores objeto da Instrução (CVM) 617-2019, que Dispõe sobre a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo – PLDFT no âmbito do mercado de valores mobiliários.

 

Compliance

Do Inglês “to comply”, significa cumprir a lei ou estar em conformidade com a lei.

Portanto não é um produto ou serviço, mas, um conceito ou processo.

A expressão “Compliance” ficou conhecida com a Operação Lava Jato, o escândalo do “Petrolão” e o advento da Lei Anticorrupção e seu Programa de Integridade (vide Compliance & Governança Corporativa – CGU Pode Multar Microempresa Sem Programa de Integridade e Canal de Denúncias).

Considerando os aspectos econômicos e os aspectos legais criminais, a desobediência às normas de Compliance da CVM pode gerar multas pesadas que, seguida de notícias escandalosas da mídia, são capazes de impactar seriamente nos lucros e até na existência da empresa de administração de fundos de investimentos.

 

INTELIGÊNCIA

Arte de se precaver, de antecipar riscos e problemas futuros. É estudo sistemático acerca do ambiente, do cenário e Atores que o compõem.

É o monitoramento dos adversários, concorrentes, clientes e demais stakeholders para prever suas verdadeiras intenções e elaborar estratégias de desenvolvimento, crescimento, manutenção ou sobrevivência de seu negócio.

O profissional de Inteligência procura conhecer a realidade para auxiliar o tomador de decisões.

 

INVESTIGAÇÕES

Pesquisa.

Tem mais a ver com o passado, em saber o que aconteceu, “Quem, o quê, onde, como, quando e por que”?

Descobrir detalhes de um fato passado pode ajudar a revelar intenções e ativos financeiros.

 

Capítulo 2 – O Que é Lavagem de Dinheiro?

 

Fraude à execução também é infração que precede a ocultação de bens, direitos e valores

A Lei 9.613/1998 define os crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores como o ato de

“Ocultar ou dissimular a natureza, origem, localização, disposição, movimentação ou propriedade de bens, direitos ou valores provenientes, direta ou indiretamente, de infração penal”,

Ou ainda

“para ocultar ou dissimular a utilização de bens, direitos ou valores provenientes de infração penal:

os converte em ativos lícitos;

os adquire, recebe, troca, negocia, dá ou recebe em garantia, guarda, tem em depósito, movimenta ou transfere;

importa ou exporta bens com valores não correspondentes aos verdadeiros;

utiliza, na atividade econômica ou financeira, bens, direitos ou valores provenientes de infração penal; participa de grupo, associação ou escritório tendo conhecimento de que sua atividade principal ou secundária é dirigida à prática de crimes previstos nesta Lei”.

Lavagem de dinheiro ou ocultação de bens é quando um infrator tenta disfarçar a origem criminosa de ativos financeiros ou esconde ativos financeiros para não se tornar suspeito das atividades ilícitas praticadas e desfrutar do proveito de sua infração ou simplesmente para não pagar impostos ou dívidas.

Em poucas palavras, lavagem de dinheiro disfarçar a origem criminosa do dinheiro ou escondê-lo para não pagar dívidas.

 

Não é só corrupção, narcotráfico e terrorismo que precedem o crime de lavagem de dinheiro

Quem não conhece a lei penal ou só a conhece pelos jornais, imagina que a lavagem de dinheiro só está relacionada a crimes graves praticados por organizações criminosas.

Sim, é verdade, porém, o crime não é só de “lavagem” de dinheiro, mas, também, de ocultação de bens, direitos e valores: Qualquer ativo financeiro registrado em seu nome ou sob seu controle não declarado à Receita Federal do Brasil (RFB), seja para fins de sonegação fiscal seja para fins de fraude á execução, para o não pagamento de dívidas, pode ser considerado lavagem de dinheiro.

Corruptos, traficantes de drogas, estelionatários, sonegadores ou devedores contumazes podem investir em fundos de investimentos como forma de dificultar a identificação de quotistas e seus ativos para evitar a penhora de bens e o pagamento de dívidas.

 

Capítulo 3 – Instrução (CVM) 617-2019, Dispõe sobre a prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo – PLDFT no âmbito do mercado de valores mobiliários

 

Programa de Integridade, Governança em Privacidade e agora a Política de PLDFT

Como se já não bastassem o Programa de Integridade da Lei Anticorrupção e o Programa de Governança em Privacidade da LGPD, a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, agora as instituições financeiras têm que implementar a chamada Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLDFT), Avaliação Interna de Risco e Regras, Procedimentos e Controles Internos da Instrução (CVM) 617-2019.

A instrução normativa é flexível quanto aos Analistas de valores imobiliários e às companhias abertas que não exerçam outras atividades, mas, entendemos eu todas as instituições financeiras estão sujeitas às novas obrigações como

a)Indicação de um diretor de Política de PLDFT que será responsabilizado em caso de infração;

b)Descrição de um método ou sistema de Compliance e mitigação de riscos como canal de denúncias, due diligences, investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores etc.;

Considerando a finalidade e as exigências da atual Política de PLDFT da CVM, as Asset management são praticamente obrigadas a realizar Atividade de Inteligência & Investigações de lavagem de dinheiro, enfim, de investigar seus próprios clientes, potenciais ou efetivos, antes, durante depois do cadastro e contratação!

 

O que a Asset management precisa fazer

O gestor de fundos de investimentos precisa promover a produção de arquivos de que potenciais clientes foram rechaçados porque não comprovaram a origem (lícita) dos valores investidos e que clientes efetivos com operações suspeitas, de acordo com sua Política de PLDFT, foram investigados.

E comunicar à Unidade de Inteligência Financeira acerca das operações e situações suspeitas ou atípicas ou detecção de outros sinais de alerta que possam constituir-se em sérios indícios de LDFT.

Anualmente, deve informar a CVM que “não houve casos a serem reportados”, se for essa a hipótese. Sem uma única prova de rejeição de cliente, a Política interna de PLDFT pode se revelar fracassada ou meramente protocolar.

A Asset management deve implementar uma efetiva Política interna de PLDFT e mecanismos de controle internos, tudo em conformidade com parâmetros baseados em conceitos e estruturas jurídicas dos EUA (!). Essa “política” deve ser ostensiva, com mensagens na mídia e banner de canal de denúncia no site da instituição financeira.

Capítulo 4 – Due Diligence de Terceiros

 

Know Your Customers (KYC) Due Diligence Process, diligência prévia, posterior e sempre para conhecer seu cliente!

Se o diretor de Política interna de PLDFT realizará uma Due diligence baseada no Centro de Gravidade (CG) ou due diligence baseada nos antecedentes do cliente (investidor), não importa, o importante é que deverá fazê-lo antes da contratação, após a contratação e durante a contratação (sempre), ou seja, “monitorar as operações e situações de forma a permanentemente conhecer os seus clientes ativos” e “envidar esforços adicionais para identificar a origem dos recursos envolvidos nas referidas operações”.

Assim como a identificação plena dos clientes, especialmente dos beneficiários finais – regra que não se aplica a todos os casos das gestoras de patrimônio -, os relatórios de due diligence devem ser aperfeiçoados sempre ou quando houver operações suspeitas.

Com especial atenção “às situações em que não seja possível identificar o beneficiário final”.

A Instrução (CVM) 617-2019 chega a mencionar no título da “Seção II – Diligências Devidas Relativas ao Processo de Conhecimento dos Clientes”, tradução quase literal de Know Your Customers (KYC) Due Diligence Process, evidência da influência da Inteligência Financeira da Common law no ordenamento jurídico Financeiro do Brasil.

E devem ser arquivados em sistemas ou pastas próprias para comunicação às agências de Inteligência Financeira de Estado ou servir de prova da implementação da Política interna de PLDFT.

Influenciado pela ONU e os EUA, o Estado brasileiro quer que as instituições financeiras do País realizem o trabalho que nem o Ministério Público Federal – Procuradoria Geral da República (PGR), o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (COAF) e a Receita Federal do Brasil (RFB) conseguem realizar!

 

Capítulo 5 – Recuperação de Ativos aos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC)

 

Pesquisa de Bens para a Recuperação de Ativos

Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) são fundos baseados em dívidas de carteiras de devedores bancários pessoa física e jurídica.

Se o FIDC conseguir cobrar  a dívida, o fundo de investimento terá lucro. Senão conseguir, será prejuízo.

Além de analisar a probabilidade de retorno sobre o investimento, dependendo da carteira de devedores e o valor histórico das dívidas, o desafio do gestor do fundo é receber os créditos adquiridos pelo fundo.

Empresas de gestão de patrimônio têm sucesso em Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) com a localização pessoal e patrimonial dos devedores.

Nesse aspecto, a Inteligência Financeira dá suporte às ações do departamento jurídico ou escritório de advocacia responsável pelas ações de Execução.

Montax Inteligência realiza essa tarefa com um time de especialistas apoiados em uma rede de relacionamentos que funcionam como fontes humanas de Inteligência (HUMINT) e no Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos.

 

Boa notícia: Experiência de Inteligência Financeira será útil à Recuperação de ativos

As Asset management e outras instituições financeiras que implementarem uma boa Política de PLDFT da Instrução (CVM) 617-2019 para a análise de clientes terão um acúmulo de experiência útil em suas ações de Inteligência & Investigações de crimes de lavagem de dinheiro ou ocultação de bens praticados por devedores de seus Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Relatórios de due diligence e briefings de pesquisa de bens de clientes podem e devem servir de base para a mesma pesquisa, só que contra os devedores dos fundos.

Além da produção de Inteligência Financeira interna corporis geradora de dados e informações internas, conhecida como Business Intelligence (BI), as instituições financeiras podem realizar intercâmbio de informações para aperfeiçoar mecanismos de controle interno e satisfazer necessidades de informações patrimoniais de devedores dos fundos.

E porque “Investigações de lavagem de dinheiro são essenciais à eficácia da recuperação de ativos”.

Com Inteligência Financeira a gestora aumenta as chances de recuperação de ativos dos Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC).

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

 

 

Quer orçamento de Due Diligence KYC, Investigação Empresarial ou Busca de Bens para Recuperação de Ativos?

Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br or mensagem ao WhatsApp (21) 99682-0482

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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