Crise de emprego, redução da taxa Selic e acesso à informação e educação financeira – especialmente no YouTube – levaram muita gente a investir em renda variável e tentar a vida como Trader, investidor profissional do mercado financeiro.

 

Economistas ou não, o fato é que muitas pessoas realizam cursos de Agente Autônomo de Investimentos (AII) reconhecidos pela ANBIMA ou simplesmente de “Traders”, sem homologação alguma, na esperança de alavancar sua carreira e sua vida.

 

Praticamente todos os Traders já receberam falsas propostas de investimentos ou foram vítimas da fraude da moda: Pirâmides Financeiras (Esquema Ponzi) travestidas de corretoras online (“Brokers”) que oferecem rentabilidade muito acima da média do mercado internacional com ofertas de Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias e plataformas de investimentos e simuladores como MetaTrader.

 

Empresas fraudulentas listadas por agências de Inteligência Financeira em todo mundo, como as desta lista aqui, são registradas em Paraísos Fiscais e usam o gatilho mental da ganância para enganar investidores e Traders inexperientes.

 

Golpistas induzem as vítimas a investir no mercado internacional, em ações de empresas listadas em Bolsas de Valores do exterior, derivativos, Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias.

 

Essas fraudes contra pequenos investidores e aspirantes a Traders têm aumentado bastante na Internet.

 

Na verdade é uma verdadeira pandemia.

 

As vítimas são atraídas com ativos financeiros da moda como Bitcoin e outras criptomoedas e apostas no Mercado Forex, opções binárias e ações de empresas negociadas em Bolsas de Valores do mundo todo.

 

E com plataformas de treinamento e de investimento falsas que revelam “altas” de Bitcoin e outros cripto-ativos e lucros de aplicações financeiras que existem somente nos sistemas informatizados dos fraudadores.

 

O modus operandi é sempre o mesmo: Depois de captar recursos com promessas de elevados retornos do investimento, os “Analistas” das corretoras de valores online simplesmente desaparecem.

 

No caso das corretoras de Bitcoin, seu “CEO” pode alegar que foi “hackeado” e roubaram os Bitcoins de clientes custodiados na carteira digital (wallet) da corretora (!?).

 

Os fraudadores conseguem enganar uma quantidade enorme de clientes com base em um antigo e poderoso gatilho mental: A ganância.

 

Eles oferecem retornos sobre o investimento muito acima do mercado, comissões pela indicação de novos participantes e prêmios como iPhones, viagens e outros artigos de luxo.

 

Essas falsas corretoras de valores e firmas de investimentos estrangeiras tem site específico em Português e também exploram imagens de celebridades e ícones do capitalismo e anunciam no Google, YouTube, Facebook e Instagram.

 

Esses negócios online são operações do crime organizado transnacional (Decreto 5.015/2004).

 

Sobre fraudes online do crime organizado transnacional, leia nosso artigo LBLV, Ronaldinho Gaúcho e o Esquema FSM – Estudo de Caso da Montax.

 

Este artigo vai ajudar Traders inexperientes na prevenção de fraudes. A descobrir como corretoras online de Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias enganam Traders e pequenos investidores!

 

Vamos explicar de forma simlpes e detalhada como funciona a indústria de fraudes online de investimentos no exterior em Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias.

 

Ao final, listamos dados e informações necessárias para analisar um caso de fraude internacional e oferecemos um curso online de Inteligência Financeira – Due Diligence, Pesquisa de Bens & Compliance de Prevenção a Lavagem de Dinheiro – Roteiro de Proteção e Recuperação de Ativos.

 

O que falaremos nesse artigo:

 

  • Quem quer ser um Trader?
  • Qual a diferença do Analista de Investimentos para o Trader?
  • O que é Pirâmide Financeira (Esquema Ponzi)?
  • Quem opera as corretoras online de fraudes internacionais (“Brokers”)?
  • Como saber se a corretora online é fraudulenta?
  • Por que Traders de Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias?
  • O que fazer em caso de fraude?
  • Quê preciso para a Montax Inteligência analisar meu caso?

 

Preparado para aprender mais sobre fraudes de corretoras online internacionais? Vamos lá!

 

 

Quem quer ser um Trader?

 

A maioria dos que sonham em trabalhar como investidores profissionais e operar com mercados nacionais e internacionais como Traders são jovens ambiciosos porém sem educação formal.

 

Eles não têm Diploma de Economista ou Analista de Investimento ou Agente Autônomo de Investimentos (AII) registrados pela ANBIMA.

 

Traders são autodidatas e aprendem com cursos online aleatórios ou vídeos do YouTube, uma característica da Era Digital.

 

O Trader clássico geralmente é ansioso o bastante para enfrentar o tempo e as burocracias do bacharelado em Economia ou curso de Agente Autônomo de Investimentos (AII) e ganancioso o suficiente para correr mais riscos.

 

Traders gostam de operar ao estilo “O Lobo de Wall Street” e preferem opções de maior risco e alavancagem!

 

 

Qual a diferença do Analista de Investimentos para o Trader?

 

Apesar da expressão “Autônomo”, o Agente Autônomo de Investimentos (AII) está, em realidade, obrigatoriamente vinculado a uma Corretora de Valores Mobiliários ou Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM).

 

Analistas de Investimentos geralmente têm Diploma de Economia, Engenharia ou Administração e o Agente Autônomo de Investimentos (AII) realizou curso preparatório específico aprovados e registrado na Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (ANBIMA).

 

E pagam anuidades à ANBIMA e à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

 

Em outras palavras, perdem um tempão com formação e atuam de forma bastante regulamentada.

 

Já os Traders ou não têm formação acadêmica ou têm em áreas não relacionadas a Economia & Finanças, não estão vinculados a corretoras de valores alguma e não estão submetidos a agências de regulamentação profissional e do mercado.

 

Traders geralmente sequer estão no “radar” da ANBIMA e Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que ou não exercem fiscalização sobre eles ou exercem de forma muito superficial ou ineficaz.

 

 

O que é Pirâmide Financeira (Esquema Ponzi)?

 

Pirâmide Financeira é também chamada “Esquema Ponzi” porque o primeiro fraudador documentado da História a operar esse golpe foi o ítalo-americano Charles Ponzi nos Estados Unidos da América da década de 1920.

 

É um esquema fraudulento matematicamente simples porém muito sofisticado do ponto-de-vista da engenharia social em que um “fundador” convida um grupo de 6 ou 7 pessoas para realizar um “investimento”, com  a promessa de dobrar ou triplicar o investimento ou de pagar “juros” de 10% ou mais ao mês sobre o principal, desde que o investidor traga para o grupo outros 6 ou 7 investidores, e que cada um deles tenha o mesmo propósito e intenção: Trazer novos investidores.

 

O organograma ou fluxograma do grupo de investidores tem um formato de pirâmide e seus controladores – geralmente o fundador e primeiros investidores – não realizam De facto investimento algum e pagam a si próprios e aos investidores mais antigos com o dinheiro arrecadado dos investidores mais recentes.

 

A notícia de pagamentos muito acima da média do mercado se espalha, atraindo novos investidores.

 

Chamamos isso de “gatilho mental da ganância”, quando o fraudador usa da ganância da própria vítima para enganá-la.

 

Na medida que encerram os recursos com o pagamentos de muitos investidores ou com o fim da entrada de novos investidores no grupo, a pirâmide “desmorona” deixando a maioria das vítimas sem sequer o investimento principal.

 

A maioria das vítimas não têm ciência de que a oferta se trata de um esquema de pirâmide financeira, mas, em alguns casos algumas “vítimas” sabiam que se tratava de um Esquema Ponzi… E até planejavam “sair do grupo” e retirar dinheiro antes do desmoronamento da pirâmide…

 

Como explicaremos adiante, corretoras online de fraudes internacionais utilizam o mesmo gatilho mental da ganância com simulações de investimentos que existem somente na tela do computador, apenas para convencer as vítimas e “investir” cada vez mais.

 

Imagem fotográfica de Charles Ponzi (1920)

 

 

Quem opera as corretoras online de fraudes internacionais (“Brokers”)?

 

Pretendemos ilustrar de forma muito simples quem está por trás das corretoras online de fraudes internacionais.

 

Portanto, não estamos falando das corretoras de valores e distribuidoras de títulos e valores mobiliários cadastradas na CVM ou Analistas Financeiros ou Agentes Autônomos de Investimento (AAI) homologados pela ANBIMA.

 

Aqui não há espaço para estelionato intelectual ou subversão aos princípios de livre iniciativa e livre mercado: Montax Inteligência está falando das corretoras fraudulentas online e off-line, no Brasil e no exterior.

 

E alertando que atualmente existe um fenômeno de fraude em massa praticado por organizações criminosas transnacionais pela Internet, uma pandemia de pirâmides financeiras.

 

São corretoras de valores que existem somente no ambiente virtual, não têm sala comercial e sua sede fiscal é, geralmente, uma caixa postal de um escritório de advocacia ou firma de contabilidade em um Paraíso Fiscal.

 

Os Corretores se apresentam como “Analistas”, não têm telefone fixo senão perfil no WhatsApp e telefonam para os investidores e Traders de telefones VoIP (voz sobre IP, telefone de Internet, de difícil localização e rastreamento).

 

Eles geralmente são cidadãos do Brasil que te telefonam que qualquer lugar do planeta.

 

Podem estar na África ou do seu lado. O fato é que desligam o telefone ou bloqueiam suas ligações tão logo você percebe o golpe, para de realizar aportes para as contas bancárias de empresas de cobrança ou meios de pagamento do Brasil e começa a pedir seu dinheiro de volta.

 

Chamamos essa fase de “negação”, em que a vítima percebe que caiu em um golpe, mas, tem a esperança de que a corretora online de fraudes internacionais vai devolver seu dinheiro…

 

 

Como saber se a corretora online é fraudulenta?

 

As principais características de uma corretora de valores online fraudulenta são:

 

  • Corretoras são descobertas em pop-ups, banners ou anúncios no Google, Facebook e Instagram
  • Exploram a imagem de ricos e famosos e contam “o segredo” do sucesso financeiro deles
  • Corretoras têm menos de 1 ano (o que não é nada para quem pede para custodiar seu dinheiro)
  • Corretoras não têm endereço físico e sua sede é meramente fiscal e não recebe clientes
  • Analistas não têm telefones comuns senão VoIP
  • Corretoras usam plataformas de investimento registradas em nome de outra Corretora
  • Analistas oferecem sempre produtos da moda como Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias
  • “Analistas” não têm nome completo, não informam CPF nem tampouco têm perfil no LinkedIn
  • “Brokers” estranhamente não têm contas bancárias em seu próprio nome (lavagem de dinheiro?)
  • Contas bancárias para pagamentos geralmente são de empresas do interior do País (ligam da “Austrália” mas pedem para realizar pagamentos em favor de empresa de Anápolis???!!!)
  • Analistas Vendedores prometem retornos muito acima da média, bônus e presentes sofisticados como iPhones ao Trader ou investidor que trouxer “mais pessoas” (mais dinheiro, ele quer dizer).

 

Quanto maior a quantidade dessas características e eventos acima listados, maior a chance de você, Trader ou investidor, estar sendo vítima de um golpe (“scam”).

 

Faça uma Due Diligence, devidas diligências para saber com quem está se relacionando de fato, qual sua capacidade econômica, histórico de negócios e pagamentos, se são conhecidos do mercado ou novatos aventureiros, se costumam honrar com a palavra emprenhada etc.

 

Dica importante: Coloque o nome da empresa no Google ao lado das expressões “fraude” ou “golpe” ou “scam” (golpe em Inglês) e veja os comentários dos usuários.

 

E não custa nada consultar o ranking da Corretora no ReclameAQUI.

 

Apesar de fraudulentas, as Corretoras online piratas são muito bem estruturadas e constituídas sobre 3 pilares básicos:

 

 

1- Esconderijo de ativos em carteiras digitais (wallets) ou contas bancárias em nome de holdings patrimoniais ou interpostas pessoas (“laranjas”) e de empresas offshore em Paraísos Fiscais;
2- Marketing digital por meio de sites registrados em Provedores de Internet de propriedade da organização criminosa ou com inconformidade do registro e anúncios online com palavras-chave de investimentos que estão na moda;
3- Marketing multinível telemático por telefones VoIP de Vendedores agressivos ao estilo “O Lobo de Wall Street” e elevadas comissões para clientes que indicam novos investidores.

 

 

Esse sistema financeiro permite aos fraudadores escapar de leis fiscais e da polícia, enquanto que o marketing digital no Google e nas redes sociais apoiado em imagens de pessoas ricas e famosas atinge grande número de vítimas para arrecadar muito dinheiro em pouco tempo.

 

Para entender melhor a situação jurídica e de compliance de uma empresa ou sócios, para evitar cair em armadilhas ou tentar recuperar o dinheiro roubado, os investidores e Traders e eventuais vítimas de corretoras online fraudulentas podem realizar um curso online de

 

Inteligência Financeira – Due Diligence, Pesquisa de Bens & Compliance de Prevenção a Lavagem de Dinheiro – Roteiro de Proteção e Recuperação de Ativos.

 

Clique no banner que se segue para acessar agora mesmo o seu Manual:

 

 

 

Por que Traders de Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias?

 

Por que Pitbulls atacam mais que Dobermanns? Porque o Pitbull é o cão da moda, a raça de cães que tem mais exemplares porque atualmente é a mais vendida. Se você tem mais de 40 anos de idade sabe que outras raças de cães já foram consideradas “malditas” pela imprensa, como o Fila Brasileiro, Dobermann e Rotweiller.

 

Esses não pararam de atacar… Pararam de nascer porque pararam de vender…

 

Na economia e nas indústrias, acontece a mesma coisa: Pessoas e organizações se dirigem para onde existem tendências de mercado.

 

É o velho princípio “follow the money”, que serve tanto para investigadores de crimes financeiros quanto para empreendedores e vendedores.

 

Na indústria das fraudes ocorre a mesma coisa: Fraudadores perceberam que

 

a) o dinheiro está na Internet;

b) o dinheiro está saindo da poupança e caminhando em direção à renda variável;

c) Traders e investidores de Internet não ligam para Due Diligence, Pesquisa de Bens & Compliance de Prevenção a Lavagem de Dinheiro; e

d) Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias são os investimentos da moda entre Traders, entre formadores de opinião e arrecadadores de dinheiro de familiares e amigos.

 

O alvo agora é o dinheiro de famílias de classe média, não institucionais. Dinheiro de vítimas que geralmente não podem pagar Advogados criminalistas internacionais.

 

Daí os fraudadores demoram mais para ser identificados, ter suas contas bloqueadas, sites congelados ou serem presos.

 

Na verdade, as vítimas são tão ingênuas e estão tão fissuradas em receber retorno sobre o investimento (ROI) de “10% ao mês” – ou ainda, Traders novatos muito empolgados com a nova profissão – que esquecem de pedir o CPF do Analista ou de indagá-lo “por que uma corretora tão importante não tem uma conta bancária em sua razão social/CNPJ ou nome/CPF dos sócios?

 

Daqui a pouco os investimentos mudam, entra outro investimento da moda (ouro?) e os fraudadores colocam no ar um novo site da melhor corretora de valores online da última semana.

 

Traders iniciantes são otimistas e relaxam com Due diligence (diligências investigatórias) acerca de corretoras online e outros negócios com promessas de ganhos muito acima da média do mercado.

 

 

O que fazer em caso de fraude?

 

A solução em casos de fraude internacional não é fácil (na verdade, é a mais difícil).

 

Empresas de Inteligência & Investigações corporativas como a Pinkerton, Kroll e Montax Inteligência podem ajudar na identificação e recuperação de ativos financeiros lavados ou ocultados.

 

Escritórios de Advocacia especializados em Direito Penal Econômico podem realizar diligências investigatórias e investigações defensivas (Provimento OAB 188/2018). E com base no resultado das pesquisas e provas, as vítimas devem promover ações legais de recuperação de ativos financeiros como

 

 

a) Sequestro de imóveis, arresto de bens dos fraudadores e outras medidas assecuratórias (artigo 125 e seguintes do Código de Processo Penal), inclusive dos dispositivos eletrônicos onde estariam armazenadas senhas de acesso às carteiras digitais (wallets) de custódia de Bitcoin ou valores em contas bancárias em nome de holdings patrimoniais, empresas offshore, empresas braço-financeiro e interpostas pessoas (“laranjas”);

 

b) Inquérito policial de estelionato (fraude) e outros crimes financeiros como crimes contra a economia popular, sonegação fiscal, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, crimes contra o sistema financeiro nacional como apropriação indébita de valores objeto de “captação, intermediação ou aplicação de recursos financeiros de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, ou a custódia, emissão, distribuição, negociação, intermediação ou administração de valores mobiliários” e evasão de divisas; e

 

c) Ação Civil Pública, com base nas medidas assecuratórias e inquérito policial mencionados, de autoria do Ministério Público, governos, autarquias, empresas públicas e até associações civis.

 

 

IMPORTANTE: Ações Coletivas com base na Lei 8.078/1990 (Código de Defesa do Consumidor) podem não funcionar sem o viés criminal e de economia popular, da prática de crimes financeiros contra o mercado, o Fisco e o sistema financeiro, porque alguns juízes entendem que as vítimas seriam “pequenos investidores” ou “sócios”, e não consumidores hipossuficientes (lado mais fraco) de produtos e serviços ofertados no mercado por grandes players.

 

A ideia por trás disso é o fato de que alguns autores de ações coletivas com base no Direito do Consumidor sabiam dos riscos do investimento e do negócio (eles eram “Traders”, não?); concordaram com a remessa de valores ao exterior; e recrutaram integrantes, geralmente amigos, familiares e colegas de trabalho, para garantir comissões.

 

Em suma, a defesa das corretoras de valores online e diretores das pirâmides financeiras atuais pode alegar que os investidores sabiam que operavam “instrumentos financeiros” extremamente arriscados ou que assinaram contrato de custódia por tempo determinado, ou ainda, que sabiam desde o início que integravam pirâmide financeira e pretendiam retirar investimentos antes do desmoronamento.

 

E porque a prisão dos fraudadores pode encorajá-los a devolver o dinheiro ou delatar outros integrantes do esquema criminoso (“Passarinho só canta na gaiola”, Autor desconhecido).

 

No caso de corretoras online de fraudes internacionais da pandemia de pirâmides financeiras, os crimes financeiros são transnacionais e as vítimas têm que contar com a ajuda do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça.

 

Como na Operação Egypto em que a Polícia Federal conseguiu bloquear quase US$ 24 milhões em cripto-ativos registrados em nome de Corretora dos EUA que oferecia retornos de 15% ao mês a investidores do Brasil.

 

O caminho indicado por Agências de Inteligência Financeira Privada e Escritórios de Advocacia especializados em Direito Penal Econômico não é fácil nem rápido, porém, é o mais assertivo se consideramos que não houve mera infração na relação de consumo, mas, crimes financeiros transnacionais contra pessoas, empresas, o mercado e crime contra a economia popular e crimes contra o sistema financeiro nacional como lavagem de dinheiro e ocultação de bens e evasão de divisas.

 

Crimes financeiros demandam investigações de crimes financeiros, não investigações de infrações do Direito do Consumidor.

 

Muito além do sistema fraudulento revelado no filme “O Lobo de Wall Street“, as corretoras de valores fraudulentas e pirâmides financeiras atuais são globais, online, ontime e full-time e oferecem produtos da moda como plataformas de investimento e treinamento para Traders tipo MetaTrader5 e produtos financeiros alavancados e arriscados como Bitcoin, Mercado Forex e Opções Binárias.

 

 

Quê preciso para a Montax Inteligência analisar meu caso?

 

Para analisar a conveniência e oportunidade de realizar ações de busca, identificação de fraudadores e recuperação de ativos financeiros, Montax Inteligência precisa que a vítima de fraude envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br de Assunto “NOME DA EMPRESA FRAUDULENTA” e entregando os dados, informações e provas que se seguem:

 

a) Nome completo, CPF, e-mail e telefone móvel da(s) vítima(s);

b) Site ou link que atraiu a vítima para um investimento online;

c) Nome da(s) instituições financeiras, agências e contas bancárias de destino dos valores pagos às corretoras de valores online, com o valor pago, a data e o sistema usado (Swift, TED, DOC, PIX Depósito no caixa etc.), o Nome/CPF ou Razão social/CNPJ do favorecido, bem como os comprovantes de depósito ou transferências bancárias;

d) Nomes, telefones e mensagens de texto e de voz dos “Analistas”;

 

A partir dessas informações e documentos, podemos analisar se vale a pena ativar um caso de Inteligência Financeira.

 

 

Um Manual de Inteligência Financeira da Montax Inteligência. Um roteiro de Busca de Bens que não dependem da Justiça. Um método de Compliance Anti Lavagem de Dinheiro. Um Briefing secreto de Pesquisa de Bens. Um sistema de Recuperação de Ativos Uma lista de links úteis à recuperação de créditos Listagem com aproximadamente 20 sistemas de busca de bens na Justiça (inclusive dados cadastrais das 7 principais empresas de intermediadoras de pagamentos online, onde absurdamente muitos devedores atualmente “lavam” ou ocultam bens).

Conheça nosso método e Manual de Due Diligence de Busca de Bens, Compliance Anti Lavagem de Dinheiro e Recuperação de Ativos clicando AQUI

 

 

 

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como PSA Group (Peugeot Citroën), Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credoresfraude à execuçãoevasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

 

 

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

 

Nem empresas nem governos estão seguros contra Hackers, que podem invadir sistemas informatizados ou perfis de redes sociais para roubar ou “sequestrar” os dados e informações pessoais com criptografia ou troca de senhas de acesso.

 

Fraudes online e invasões com a intrusão, extrusão e roubo de informações privilegiadas aumentaram muito durante a pandemia de Covid-19 devido ao aumento do fluxo de negócios digitais e políticas de isolamento, como o home office.

 

Montax Inteligência pode ajudar com dicas simples de gestão de riscos, segurança da informação e proteção de ativos intangíveis.

 

 

 

Pesquisa realizada por grandes grupos do setor varejista mundial revelou que a digitalização das empresas avançou 5 anos em 5 meses de endurecimento das medidas de isolamento social para o combate da pandemia do novo Coronavírus.

 

Essa rápida transição das operações físicas para o mundo digital tem trazido uma imensa preocupação dos diversos setores no tocante a segurança da informação.

 

Isso porque grande parte das empresas tiveram muito pouco tempo de adaptação.

 

Esse novo cenário atinge tanto o relacionamento da empresa com os seus clientes quanto os processos internos que ela realiza com os seus colaboradores.

 

Conheça algumas recomendações da Montax Inteligência às empresas clientes para a gestão de riscos, segurança da informação e proteção de ativos intangíveis durante a pandemia de Covid-19.

 

São 10 dicas fundamentais para segurança da informação em tempo de trabalho essencialmente remoto.

 

 

#1 – Atualize os sistemas operacionais de seus dispositivos eletrônicos

 

As empresas de softwares para computadores e smartphones estão sempre atualizando seus sistemas operacionais. Uma das razões dessa atualização é a segurança da informação. Elas corrigem erros (“bugs”) que aumentam a vulnerabilidade do programa de computador e o risco contra a informação do usuário. Além disso, versões antigas do software perdem o suporte da empresa desenvolvedora. Mantenha sempre atualizada a versão do sistema operacional de seu computador ou smartphone para manter seus dispositivos seguros.

 

 

#2 – Habilite seus dispositivos para a autenticação multifator

 

A autenticação multifatorial é uma dupla garantia, uma forma de segurança a mais. Ela é possível nos aplicativos de recebimento de mensagens como WhatsApp e Telegram. Além da solicitar e-mail e senha para acessar esses aplicativos, a autenticação multifatorial gera um código aleatório no momento da solicitação que é enviado via SMS. Sem esse código não haverá acesso. É mais uma proteção para impedir que hackers acessem seu sistema apenas com o login e senha. Sobre os smartphones e seus sistemas de comunicação social, não deixe de ler o artigo Espionagem Pelo Celular – Montax Ensina Como Prevenir Fraudes em Aplicativos de Smartphones.

 

 

#3 – Nunca acesse links ou anexos de e-mails desconhecidos

 

E-mails suspeitos podem vir com mensagens amigáveis em nomes familiares ou assuntos de seu interesse, mas, não se engane: São gatilhos mentais e outros esquemas de engenharia social para deixá-lo confortável e permitir o acesso ao seus dispositivos, involuntariamente. Hackers fazem isso com os chamados malwares ou spywares, antigamente chamados de programas “cavalo-de-tróia” porque a exemplo do presente de grego mitológico parecem bons mas são uma armadilha. Esses e-mails geralmente têm links de download de arquivoz .zip e documentos anexos em formato PDF ou Word que, quando acessados ou baixados, instalam os programas espiões no seu sistema. A dica de ouro é “cadastrar todos os e-mails de origem suspeita como “lixo eletrônico” e “bloquear remetente” nas “opções de lixo eletrônico” do Windows.

 

 

#4 – Compartimente o e-mail pessoal do e-mail profissional

 

Separe seus e-mails profissional e pessoal. É altamente recomendado usar um e-mail para o trabalho e outro para assuntos domésticos, e programas de gerenciamento de e-mails diferentes, quando se trata de segurança da informação. Isso porque o e-mail pessoal trata sobre aspectos de foro íntimo da pessoa e jamais deverá ser misturado com a sua vida profissional. Em caso de roubo de dados de um e-mail profissional, seus dados pessoais estarão protegidos.

 

 

#5 – Exija credenciais em “lives” e reuniões online

 

Em tempos de isolamento social, as reuniões online têm sido comuns. É necessário cuidado redobrado porque sua imagem e informações corporativas estão sendo expostas. Evite assuntos de foro íntimo. Lembre-se que os dados e informações podem estar sendo gravados e você não conhece profundamente todos os participantes. Utilize senhas e confirme a identidade de todos, sempre que possível. Nunca se sabe quando um dos participantes foi hackeado. E bloqueie a entrada de novos membros quando todos já estiverem presentes.

 

 

#6 – Verifique as credenciais de sua rede Wi-Fi

 

Roteadores de Internet também são uma porta de entrada de Hackers. Altere sua senha de Wi-Fi a cada 6 meses e credenciais dos administradores dos dispositivos que você utiliza. E vite usar o Wi-Fi de estranhos em cafés, aeroportos e lojas de conveniência.

 

 

#7 – Nunca compartilhe senhas

 

Compartilhar senhas é bastante perigoso. Principalmente quando é feito por meio de aplicativos de mensagens ou e-mails. Essas mensagens podem ser interceptadas. Portanto, jamais compartilhe senhas. Evite também reutilizar senhas. Use senhas diferentes para cada software. Em caso de roubo de senha, somente um aplicativo estará vulnerável.

 

 

#8 – Instale somente o necessário

 

Com a popularização dos smartphones, a criação de aplicativos tem se tornado lucrativos. Existem aplicativos de smartphones para diversas funções. No entanto, muitos deles são desenvolvidos de forma insegura. Quando se trata de segurança da informação, não baixe todo e qualquer aplicativo. Analise questões de segurança da informação. Alguns aplicativos carregam vírus e spams que podem comprometer a segurança do seu dispositivo. Assim, instale somente os aplicativos efetivamente necessários.

 

 

#9 – Desligue os programas ao deixar o dispositivo

 

A segurança física também é importante para a segurança da informação. As ameaças não vem só da Internet: Elas podem estar ao seu lado. Não deixe contas de e-mail ou sistemas abertos ao deixar o computador para ir ao banheiro. E não deixe seu celular em mesas. São atos ingênuos ou amigáveis como esses que facilitam a ação de pessoas má intencionadas. Alguns Hackers acessam dispositivos no local para somente depois, na tranquilidade de seu lar, roubas dados pessoais. Não deixe dispositivos abandonados em locais inseguros e, ao deixar o computador, faça logoff de contas de softwares.

 

 

#10 – Não compartilhe dados e informações sensíveis

 

É notório o risco do compartilhamento de informações sensíveis. Ainda mais por meio de aplicativos de mensagens. Tenha consciência que existe o risco de sua mensagem ser interceptada. Evite enviar dados e informações sensíveis, questões de foro íntimo, por meio de aplicativos de mensagens. Telefone e fale! Muitos Hackers utilizam essas informações para realizar chantagem ou extorsão. Se possível, evite compartilhar determinadas informações por aplicativos de mensagens.

 

 

As dicas acima são de fácil execução e devem fazer parte de uma política de conscientização das empresas para que ela e seus colaboradores assumam o seu papel.

 

A segurança cibernética da empresa é dever de todos.

 

A cultura de segurança deve fazer parte, deve integrar a cultura da empresa.

 

Quer saber como realizar due diligence financeira e localizar pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos?

Acesse nosso Manual de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos.

 

 

COMPRE AQUI

 

São 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

 

Introdução

 

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

 

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

 

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

 

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

 

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

 

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

 

Quer realizar Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos Financeiros?

Envie uma mensagem para montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0482 informando a) CPF/CNPJ dos Atores de interesse e b) A quantia que pretende recuperar

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

 

 

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

 

“Quem está na chuva é para se molhar”, diz o ditado popular. A Internet facilitou a vida da gente, mas, é um campo minado. Esteja preparado.

 

Porque existem riscos em qualquer estrada, seja ela uma rodovia física ou digital. A novidade agora são os malwares e spywares de aplicativos para celular, afinal, os smartphones são verdadeiros computadores portáteis.

 

Aqui vão algumas dicas para navegar com mais segurança na Internet por meio de aparelhos de telefone celular.

 

1 – Descubra softwares maliciosos ou programas espiões

 

Quer descobrir se você está sendo rastreado pelo seu smartphone?

Ligue *#21#

Se uma das respostas automáticas for “sim” ou “positivo” ou “positivado”, suas mensagens podem estar sendo encaminhadas.

 

Seu telefone pode estar sendo monitorado.

 

Para eliminar esse rastreamento, ligue

 

##002# 

 

 

2 – Aplicativos “cavalo-de-tróia”

 

Para deletar aplicativos rastreadores instalados voluntária ou involuntariamente em seu celular, acesse “configurações”, depois “App e notificações”, “Informações do app” ou “gerenciar app”, selecione os aplicativos suspeitos e clique em “desinstalar”.

 

Se não conseguir desinstalá-lo por aqui, tente procurar “Apps do administrador do dispositivo”.

 

 

3 – Contraespionagem do WhatsApp

 

No Whatsapp, vá até os 3 pontinhos do canto superior direito e clique em “Whatsapp Web”.

 

Se ao invés da câmera de captura do QR Code aparecer alguma imagem relacionada a conexão com a Internet, clique no botão “desconectar”.

 

 

4 – Fraude do pedido de “empréstimo” pelo WhatsApp

 

Fraudadores também simulam ser seus familiares e amigos criando perfis falsos deles no WhatsApp.

 

Esse tipo de fraude em que o fraudador se disfarça de um amigo ou familiar com um perfil falso no WhatsApp, geralmente um número de telefone estranho, apenas com a imagem fotográfica usada pela pessoa de seu círculo social ou familiar, e alega problemas financeiros pontuais e que serão sanados “em 24h”.

 

O larápio finge ser seu filho ou sócio e pede dinheiro, e fornece dados bancários de pessoas totalmente estranha – geralmente a conta de um “laranja” na Caixa Econômica Federal.

 

Erros de Português e dados bancários estranhos são os aspectos que ajudam as vítimas a perceber que estão sendo enganadas.

 

Simplesmente não realize TED, DOC ou PIX em favor de contas bancárias que não sejam no CPF/CNPJ ou e-mail ou código PIX efetivos de seu familiar ou amigo em “apuros financeiros”.

 

E faça um Boletim de Ocorrência Policial. Algumas delegacias o fazem inclusive online.

 

 

Gostou das dicas?

 

Então compartilha!

 

 

COMPRE AQUI

 

São 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

 

Introdução

 

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

 

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

 

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

 

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

 

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

 

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

 

Quer realizar Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos Financeiros?

Envie uma mensagem para montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0482 informando a) CPF/CNPJ dos Atores de interesse e b) A quantia que pretende recuperar

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

Nos últimos anos, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) tem ampliado o rol de sistemas informatizados que tem por objetivo auxiliar os magistrados nas decisões judiciais envolvendo valores, como forma de conferir maior celeridade e efetividade às Execuções judiciais.

 

Porque antes dos sistemas informatizados havia muita lentidão no envio de ofícios para bloqueio ou liberação bens.

 

Atualmente, os Sistemas de Pesquisas Patrimoniais, além da celeridade dos processos, dificultou a vida de empresas ou pessoas que tentam ocultar patrimônio como forma de burlar a condenação ao pagamento de dívidas.

 

 

 

Atualmente, o CNJ conta com 7 principais sistemas de busca de bens:

 

  1. Sisbajud;
  2. Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS-Bacen);
  3. Infojud;
  4. Infoseg;
  5. Renajud;
  6. Serasajud;
  7. Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI).

 

No ano de 2015, o CNJ publicou a Recomendação 51/2015 que obrigaram os magistrados de todo o país a utilizarem somente os sistemas de BacenJud, RenaJud e InfoJud para comunicação sobre ordens judiciais a órgãos como Receita Federal, Denatran e ao Banco Central.

A determinação vem no sentido de uniformizar os sistemas utilizados, conferindo maior agilidade na comunicação entre os diversos órgãos do judiciário e auxiliares da justiça.

Alguns sistemas, embora não utilizados de forma direta pelo judiciário são importante ferramentas de auxílio a busca de bens.

Conheça algumas ferramentas não tão conhecidas da população, mas que são muito importantes para os órgãos da justiça e auxiliares.

 

1 – Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CSS-Bacen)

 

Esse sistema ainda é utilizado pelo Banco Central do Brasil tendo em vista que mostra onde os clientes dos bancos e outras instituições financeiras possuem contras poupanças, conta corrente, contas de depósitos a prazo e outras bens, direitos e valores, que estejam diretamente vinculados no seu nome ou em terceiros próximos a ele.

Importante perceber que é prática bastante comum no Brasil a ocultação de valores em contas de terceiros pertencentes a mesma família ou constituídos pelos devedores.

Assim, o CCS – BACEN constitui uma importante ferramenta para burlar essa prática fraudulenta relacionada a valores em contas.

 

Como explicamos no artigo Muito Além do Bacen Jud, 7 Sistemas de Busca de Bens na Justiça, O sistema CCS-Bacen é o queridinho dos profissionais de Inteligência financeira do Coaf e do Departamento de Inteligência Financeira da Receita Federal do Brasil (RFB) para a sua Medida Cautelar Fiscal de integração econômica, indisponibilidade e penhora de bens de todas as pessoas e organizações de um grupo familiar e grupo econômico porque tem foco em contas bancárias, seus titulares e “Procuradores”.

 

Usamos a palavra Procuradores “entre aspas” porque o escopo do sistema CCS-Bacen é identificar “laranjas” titulares de contas bancárias movimentadas pelo seu verdadeiro dono, os Procuradores.

 

Não podemos generalizar, mas, é surpreendente a quantidade de contas bancárias, volume de dinheiro e movimentação bancária de pessoas e organizações com dívidas cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias não quitadas.

 

São corruptos, fraudadores e lavadores de dinheiro que abrem contas em nome de “laranjas” para evitar ser atingidos pelos sistemas Bacen Jud, Renajud e Infojud já manjados.

 

Com o CCS-Bacen é possível identificar empresas holdings, controladoras, controladas e coligadas, empresas patrimoniais, empresas braço-financeiros e destacá-las das empresas operacionais.

 

Além de identificar interpostas pessoas (“laranjas”), claro.

 

Os relatórios de acesso/consulta ao sistema CCS-Bacen são detalhados, complexos e minuciosos e às vezes gigantescos e demandam horas de exame e um profissional Contador forense ou de Inteligência financeira ou Economista ou profissional do mercado financeiro.

 

Mas vale a pena!

 

 

2 – SERASAJUD

 

Esse sistema constitui em uma parceira feita entre o CNJ e a Serasa Experian, empresa conhecida pela negativação dos devedores.

Tem por objetivo dar uma maior agilidade a processos judiciais envolvendo as relações de consumo, em especial entre as empresas e os consumidores para cobrança de dívidas judiciais.

Foi lançado em 2015 e é um sistema já bastante utilizado pelo Serasa para auxiliar o trabalho dos magistrados.

Funciona com base em três principais objetivos:

 

  1. Retirar de forma mais rápida o nome de pessoas que foram negativas de forma indevida, especialmente por culpa da empresa;
  2. Investigar os pedidos de inclusão no cadastro de devedores como forma de coagir o devedor ao pagamento de dívidas;
  3. Ofertar com maior agilidade os pedidos de informação dos devedores como endereço e contatos. Isso é bastante importante nos processos judiciais especialmente nos casos em que um indivíduo possui mais de um endereço como forma de se esconder da justiça para recebimento de citações ou ordens judiciais.

 

Segundo dados levantados pelo próprio Serasa Experian, o sistema já possibilita mais de 20% das comunicações feitas entre a justiça e o Serasa, o que representa o grande alcance da ferramenta em pouco tempo de existência.

 

3 – Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI).

 

Esse sistema faz pesquisas relacionadas a registro de imóveis, com levantamento de bens por CPF ou CNPJ, possibilitando a visualização eletrônica da matrícula do imóvel bem como o pedido de certidões.

O SEREI é um dos mais novos sistemas aprovados pelo CNJ e foi desenvolvido pela Corregedoria Nacional de Justiça em agosto de 2016, possibilitando o acesso da justiça aos registros de imóveis do país todo.

Esse sistema é bastante importante tendo em vista que a ocultação de bens imóveis com fins de burlar decisões judiciais é uma das práticas mais corriqueiras no Brasil. Com o sistema, torna-se mais fácil impedir tal conduta.

 

Muito semelhante ao Central Nacional de Indisponibilidade de Bens – CNIB, o sistema SREI também consulta a base de dados de registros de imóveis de quase todos os cartórios de Registro de Imóveis do Brasil. Mas não estão integrados e os Tabeliães e Oficiais de Registro de Imóveis não estão obrigado a bloquear imóveis com o SREI senão comunicar acerca de sua existência.

 

O sistema SREI é complementar ao sistema CNIB, por isso também vale aqui a dica de incluir os “laranjas” na consulta.

 

 

Essas dicas são essenciais àqueles que realizaram pesquisas patrimoniais e estão na Etapa Judicial de busca de bens, algumas delas descritas no “BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça” de nosso Manual de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos.

 

 

COMPRE AQUI

 

São 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

 

Introdução

 

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

 

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

 

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

 

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

 

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

 

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

 

Quer realizar Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos Financeiros?

Envie uma mensagem para montax@montaxbrasil.com.br ou WhatsApp (21) 99682-0482 informando a) CPF/CNPJ dos Atores de interesse e b) A quantia que pretende recuperar

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

 

 

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

Se você chegou até aqui é porque decidiu investir em ouro, não importa o motivo. Se para fazer hedge, por medo do colapso do sistema financeiro ou previsão de melhor rentabilidade do ouro.

 

O fato é que você não precisa mais ouvir sobre as vantagens de investir em ouro. Você quer aprender a comprar ouro com Inteligência Financeira.

 

Qualquer uma das formas de investir em ouro é melhor que nenhuma. Você deve apenas selecionar o produto ou serviço mais adequado ao seu perfil de investidor e o Key Player, o Ator (pessoa ou organização) ou participante do mercado, de sua confiança.

 

Se ouro físico ou escritural (papel), ações de mineradoras de ouro ou fundos de índice dessas companhias, de uma instituição financeira ou diretamente do Garimpeiro, o modo de aquisição e característica do produto/serviço dependem da sua estratégia de investimento em ouro.

 

Montax Inteligência listou maneiras de comprar ouro com Inteligência Financeira e elaborou um quadro “Como Investir em Ouro”.

 

 

 

 

Caro leitor,

 

Não somos um banco nem corretora de valores, somos uma agência de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial.

 

Portanto, não temos o rabo preso com ninguém, muito menos com as empresas e categorias profissionais mencionadas neste artigo.

As dicas que vamos passar aqui podem desagradar um ou outro participante do mercado, afinal, a margem de lucro e o faturamento bruto de muitos negócios dependem da Inteligência Financeira e do desconhecimento da maioria das pessoas acerca das fontes de fornecimento do ouro, dos sistemas de negócios e da cadeia produtiva do ouro e da legislação da mineração de ouro.

 

O que você vai ler aqui:

 

1- Ouro Físico
2- Ouro Escritural
3- BDR – Brazilian Depositary Receipts, ou seja, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior
4- Ações de Mineradoras de Ouro dos EUA
5- ETF – Exchange-traded Funds, também chamados “Fundos de Índice”
6- Quotas de Sociedade em Conta de Participação (SCP) de Mineradoras do Brasil

 

Aqui vamos explicar como comprar ouro e onde comprar ouro, seja ouro físico seja ouro escritural (papel), ou seja, ouro ativo financeiro ou instrumento cambial, ou indiretamente por meio de BDRs (Certificados de ações), ações de mineradoras de ouro ou ETFs (fundos de índice).

 

A forma de investimento depende do seu perfil de investidor, se conservador ou mais arrojado – sim, mesmo entre aqueles que investem em ouro existem formas de investimento mais ou menos arriscadas -, conforme o tipo de ouro, o local de aquisição, local de custódia e valor investido.

 

Sua estratégia de investimento, risco e complexidade da operação podem fazer a diferença a longo prazo.

 

Para tornar tudo mais fácil, criamos um quadro “Como Investir em Ouro” (abaixo).

 

Agora, chega de enrolação e vamos ao que interessa.

 

 

1- Ouro físico

 

Seja comprador pessoa física seja pessoa jurídica, você/sua empresa podem comprar ouro mercadoria, considerado matéria-prima de jóias e que recolhe em média 5% de ICMS, ou ouro ativo financeiro ou instrumento cambial, considerado moeda-de-troca como qualquer outra e que recolhe apenas 1% de IOF.

 

Ouro ativo financeiro ou instrumento cambial é uma moeda, apenas não foi emitida por um Banco Central. Mas é por ele fiscalizado.

 

Qualquer cidadão ou empresa pode comprar ouro físico no preço da cotação internacional, em dólar.

 

Se quiser comprar abaixo da cotação, terá que comprar no local de produção (garimpo) diretamente de um Garimpeiro ou cooperativa ou associação de garimpeiros como instituição financeira do tipo Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM), ou Agente Autônomo de Investimentos (AAI) representante de uma Corretora de Valores.

 

Explicamos essas diferenças e cadeias produtivas da indústria da mineração do ouro de maneira mais técnica em nosso artigo “Comprar Ouro – Estratégia e Compliance do Negócio“.

 

Vamos à parte prática da compra de ouro físico. Onde comprar.

 

Comprar ouro físico no Banco do Brasil S/A

 

O maior negociante de ouro ativo financeiro ou instrumento cambial do Brasil é o Banco do Brasil S/A.

 

Você precisa ter uma conta corrente no Banco do Brasil para comprar ouro físico do Banco do Brasil.

O Banco do Brasil S/A vende ouro físico em lingotes de ouro (250 g), diretamente ao correntista do banco, que podem ser retirados na própria agência bancária.

 

Comprar ouro físico na B3

 

A B3 também vende ouro físico em lingotes de ouro puro de 250 g sob o código OZ1D, retirados na própria sede da B3 em São Paulo – SP ou agência de instituição financeira indicada, comprados por meio de Corretora de Valores, arcando o comprador com as despesas de transporte (seguro).

 

As razões pelas quais 2 das instituições financeiras mais respeitadas do Brasil (BB e B3) só venderem ouro físico em barras de 250 g é a liquidez do ouro para o mercado financeiro nesse peso e composição.

 

Pense bem se você quer andar com uma barra de ouro de aproximadamente R$ 80 mil no bolso de uma agência do BB ou sede da B3 na capital paulista até sua casa, seja onde for.

 

Comprar ouro físico em DTVM

 

Sabendo que muitos investidores não têm condições de comprar lingotes de 250 g de ouro físico ou não querem ter despesas operacionais, trabalho ou risco de transportar ouro físico da sede ou agência de uma instituição financeira até sua casa, algumas instituições financeiras Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários (DTVMs) oferecem barras de ouro em tamanhos menores.

 

E serviço de entrega pelos Correios, devidamente segurados.

 

Empresas como Ourominas, Reserva Metais, Parmetal e muitas outras DTVMs oferecem ouro físico entregues em sua casa em moedas de ouro ou barras de ouro de tamanho e peso variados.

 

O cliente seleciona o produto e forma de pagamento, no preço da cotação do metal precioso, arcando com o seguro (2%) e o frete postal no valor do Sedex no peso do metal.

 

A maioria delas garante recomprar o ouro físico, desde que não violado o lacre de segurança e preservadas as características da embalagem do produto.

 

Ao preço de mercado e com o deságio de qualquer casa de câmbio, é claro.

 

Comprar ouro físico diretamente do Garimpeiro

 

Você só pode comprar ouro diretamente de Garimpeiro ou associação ou cooperativa de mineradores, por preço abaixo da cotação, se for uma Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) ou Agente Autônomo de Investimentos (AAI).

 

Explicamos isso no artigo “Comprar Ouro – Estratégia e Compliance do Negócio“.

 

São locais remotos, pobres e perigosos. Grandes empreendedores da mineração começaram ali, como o próprio Eike Batista. Os preços são baixos mas os riscos são altos. Esteja preparado.

 

Vantagens versus Desvantagens do ouro físico

 

A vantagem de possuir ouro físico em sua casa é que se houver um colapso do sistema financeiro ou ou “crack” da Bolsa de Valores ou outra Grande Recessão, você tem ouro físico, único produto/moeda comprovadamente valiosa ao longo de milênios. A liquidez é menor que o de uma moeda forte em uma casa de câmbio, porém, é maior que o da venda de cabeças de gado a um frigorífico. E se você tiver dívidas judiciais dificilmente o ouro físico custodiado por você mesmo em sua própria casa será penhorado e leiloado para a quitação das dívidas. Outra vantagem: Pouco ouro vale muito e cabe em seu bolso.

 

A desvantagem é a segurança, afinal, empregados corruptos de instituições financeiras ou dos próprios Correios e outras empresas de transporte de mercadorias podem saber que você é um investidor, onde mora e deduzir o local de custódia do ouro físico. Se decidir alugar um cofre na agência do Banco do Brasil ou outra instituição financeira designada, pagará aluguel do cofre e não estará livre do risco de perda do investimento em caso de falência do banco, colapso da economia mundial, guerras etc.

 

2- Ouro Escritural

 

Ouro escritural é também chamado de ouro de papel.

 

É ouro, mas, no lugar de uma barra de ouro, a instituição financeira te entrega uma Escritura, um Certificado de papel que garante ao comprador de ouro a propriedade do ouro e a revenda do metal por meio desse papel, à própria instituição.

 

O ouro na sua forma escritural pode ser negociado tanto no Banco do Brasil S/A quanto na B3, porém, como não tem despesas de transporte e segurança podem ser negociados em porções menores de ouro, os chamados “lotes fracionados”.

 

Comprar ouro escritural no Banco do Brasil S/A

 

A partir de 25 g e seus múltiplos, o correntista do Banco do Brasil S/A poderá comprar Ouro Escritural, que representará ouro físico custodiado pelo BB.

 

O correntista do BB pode comprar ouro escritural em lingotes de ouro puro de 250 g ou “lotes fracionados” de 25 g e seus múltiplos, cada um, todos custodiados pelo BB.

 

Comprar ouro escritural na B3

 

O não correntista do BB pode comprar Ouro Escritural da B3, por meio de uma Corretora de Valores, que ficará custodiado em uma instituição financeira (IF) indicada pela B3.

 

A B3 também vende ouro escritural por meio de Corretora de Valores em lingotes de ouro puro de 250 g (código OZ2) e lotes fracionados de 10 g ou 0,225 g custodiados pela B3 (código OZ3).

 

Vantagens versus Desvantagens do ouro escritural

 

A vantagem de possuir ouro escritural é a segurança financeira, afinal, ele estará custodiado por instituições financeiras tradicionais. E a segurança orgânica, física, sua e de seus familiares, afinal, haverá menor risco de furto e roubo na sua casa.

 

A desvantagem é o risco de falência ou colapso. É um risco remoto mas existe. Se você é homem e tem mais de 18 anos de idade sabe que essa história de “um banco sólido” é uma bobagem porque bancos grandes e antigos também vão à falência. E gestores corruptos podem vender o mesmo ouro para várias pessoas. Já pensou um banco vender 1 Kg de ouro escritural em 100 Certificados de 1 Kg para 100 pessoas diferentes. Isso seria crime de gestão fraudulenta ou gestão temerária. Acesse os sites dos Tribunais Regionais Federais que verá listas de gestores que respondem ações penais públicas nesse sentido.

 

 

3- BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior

 

No Brasil não existe nenhuma empresa de mineração de ouro listada na Bolsa de Valores (B3) (!?).

 

Existem muitas companhias mineradoras de ouro no Brasil, sejam sociedades empresárias limitadas (Ltda.) sejam sociedades anônimas (S/A) fechadas, com capital nacional ou estrangeiro, como as empresas Beadell Brasil Ltda., a Mineração Serra Grande Ltda., a Kinross Brasil Mineração S/A, a Anglogold Ashanti Córrego do Sítio Mineração S/A e a Salobo Metais S/A.

 

Mas, nenhuma delas é sociedade anônima (S/A) de capital aberto com ações listadas na B3 S/A – Brasil, Bolsa, Balcão.

 

O 15º maior produtor de ouro do planeta não tem uma companhia listada na Bolsa de Valores!…

 

Se quiser investir em ações de companhias mineradoras de ouro no Brasil – atenção, eu disse aqui no Brasil, seu dinheiro aqui no seu país – terá que ser em ações de companhias de mineração estrangeiras por meio de BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de Ações de Mineradoras de Ouro no Exterior.

 

Segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) “O BDR (Brazilian Depositary Receipt), ou certificado de depósito de valores mobiliários, é um valor mobiliário emitido no Brasil que representa outro valor mobiliário emitido por companhias abertas, ou assemelhadas, com sede no exterior. A instituição que emite no Brasil o BDR é chamada de instituição depositária”.

 

Complicado, não é?

 

Na prática, você não compra ações de mineradoras dos EUA mas quotas de ações de mineradoras dos EUA como Newmont Gold Corp., Rio Tinto PLC e Freeeport-McMoRan Inc. BDRs representados na B3 pelos códigos N1EM34, RIOT34 e FCXO34, respectivamente.

 

A vantagem é que você negocia com empresas do Brasil, intermediária do negócio, que pode ser civilmente responsabilizada se houver algum problema.

 

A desvantagem é que você não compra ouro nem ações e sim papéis que representam ações no exterior. E você paga comissão de administração do negócio de compra, venda e intermediação de negócios com ações de companhias mineradoras dos EUA. E pelo risco assumido pela empresa gestora dessas ações, claro.

 

 

4- Ações de Mineradoras de Ouro dos EUA

 

Você já sabe que não existem ações de companhias mineradoras de ouro no Brasil.

 

Então, se deseja investir em empresas mineradoras de ouro terá que investir em ações da Bolsa de Valores de Nova Yorque (EUA) ou outro país.

 

Você pode investir em ações de companhias mineradoras de ouro dos EUA com a Newmont Gold Corp. (NYSE: NEM); Rio Tinto PLC (NYSE: RIO); e Freeeport-McMoRan Inc. (NYSE: FCX).

 

Brazilian Depositary Receipts – BDR não são ações de empresas estrangeiras, mas, cotas de depósitos de ações de empresas listadas na NYSE ou Nasdaq adquiridas e administradas por instituições depositárias do Brasil, que evidentemente cobram taxas de administração.

 

E terá que fazê-lo por meio de uma Corretora de Valores dos EUA que atenda ao mercado latino-americano, clientes residentes na América Latina como a Capooz, a Durán y Perera (D&P) e a Avenue, de brasileiros residentes nos EUA.

 

A vantagem é que você compra e venda diretamente ações das maiores mineradoras de ouro do mundo negociadas no maior e um dos mais maduros mercados de ações do planeta.

 

A desvantagem é que você entrará em um mercado “maduro”, ou seja, com maior segurança porém menor oscilação e volatilidade, logo, um mercado de ações com menor rentabilidade.

 

Mas, se você decidiu comprar ações de mineradoras de ouro não tem outra opção senão comprar ações de empresas dos EUA.

 

Se quiser correr mais riscos e tentar maiores retornos sobre investimentos recomendo pesquisar outros mercados como o australiano e o sul-africano.

 

 

5- ETF – Exchange-traded Funds, também chamados “Fundos de Índice”

 

Se não quiser investir em Certificados de depósitos (BDRs) de ações de companhias mineradoras de ouro dos EUA nem diretamente em ações de companhias dos EUA por meio de Corretoras de Valores dos EUA, a solução é investir em Fundos de Índice.

 

E o que é isso?

 

Fundos de Índice ou ETFs – Exchange-traded Funds são fundos de investimento baseados em índices de ações de empresas listadas na Bolsa. São fundos de investimento tipo private equity especializados em comprar e administrar a carteira de ações de companhias da indústria a que se propuseram negociar, de modo que a performance e liquidez das quotas dos Fundos de Índice serão quase idênticas às das ações das companhias dessa mesma indústria.

 

Exemplo, um Fundo de Índice de mineradoras de ouro comprará somente ações de companhias mineradoras de outro e até mesmo as ações compradas por essas companhias, de modo a atrelar seu desempenho o mais perto possível do desempenho das ações.

 

Mas, não são ações, são fundos de investimento.

 

Como não existem empresas mineradoras de ouro na Bolsa de Valores do Brasil, não há um “índice” de desempenho de mineradoras de ouro no Brasil, logo, não existem Fundos de Índice de ouro no Brasil.

 

Se quiser investir em Fundos de Índice de ouro o investidor terá que comprar quotas de participação em uma ETFs – Exchange-traded Funds do exterior, como o iShares MSCI Global Gold Miners ETF (RING) dos EUA.

 

E por meio de Corretoras de valores americanas que atendem clientes latino-americanos (veja opções no quadro abaixo).

 

A vantagem é que você reduz o risco do investimento em ações caso você não diversifique seus investimentos em ações de companhias mineradoras de ouro nos EUA, o mercado de ouro vá bem, mas, as companhias das quais adquiriu ações vão mal, por má-gestão.

 

A desvantagem é que você não compra nem ouro nem ações de companhias mineradoras de ouro, mas, quotas de participação em um fundo de investimento estrangeiro. Você pagará comissão, a taxa de administração do fundo de investimento.

 

 

Consulte nosso Quadro “Como Investir em Ouro” (ABAIXO).

 

 

6- Quotas de Sociedade em Conta de Participação (SCP) de Mineradoras do Brasil

 

Se quiser investir em uma mineradora de ouro, mas, não tem afeição com o(s) sócio(s) ou vice-versa e/ou não quer assumir riscos desnecessários do empreendimento, uma solução é investir em uma sociedade empresária de mineração de ouro por meio de quotas de uma Sociedade em Conta de Participação (SCP).

 

E o que é SCP?

 

É uma espécie de sociedade em que existem basicamente a figura  do sócio ostensivo (empreendedor) e o sócio não-ostensivo ou participante (investidor) que não depende de formalidade – como o arquivamento do Contrato Social na Junta Comercial, por exemplo – nem tampouco eventual formalidade não transforma a SCP em uma entidade com “personalidade jurídica própria”.

 

A SCP é como a legalização do “contrato-de-gaveta” porque prevista no artigo 991 e seguintes do Código Civil.

 

No caso das mineradoras de ouro não listadas na Bolsa de Valores, o investidor participante adquire quotas de participação dos lucros da sociedade mediante um contrato de Sociedade em Conta de Participação (SCP).

 

A mineradora ou seu sócio administrador figura como sócio ostensivo e o investidor como sócio participante.

 

Empresas como a Mineradora Manah oferecem esse tipo de investimento mediante participação.

 

 

ATENÇÃO

Esse artigo não é uma recomendação de investimentos porque não fomos consultados séria e formalmente por você nem tampouco fomos efetivamente contratados para aconselhamento e presumimos que você seja maior de 18 anos. As empresas mencionadas aqui foram listadas apenas a título de exemplo didático e você investirá por meio de qualquer uma delas por sua conta e risco. Montax poderá ajudá-lo a proteger seu patrimônio contra fraudadores e organizações criminosas desde que consultada formalmente.

 

 

Aqui tem um Quadro “Como investir em Ouro” e empresas fornecedoras mais destacadas de venda de ouro físico; ouro escritural; BDR – Brazilian Depositary Receipts, Certificados de Depósitos de ações de mineradoras de ouro no exterior; ações de mineradoras de ouro dos EUA; e ETF – Exchange-traded Funds, os Fundos de Índice.

 

 

COMO INVESTIR EM OURO

 

MODALIDADE

EMPRESAS

CÓDIGO

COMO COMPRAR

OURO FÍSICO

BB direto

(para correntistas)

Lingote de ouro (250 g) retirado no local.

B3 – Brasil Bolsa Balcão

(por meio de Corretora)

OZ1D

Lingote de ouro (250 g) retirado no local ou IF.

Ourominas

(OM D.T.V.M. Ltda. e Faria Fraga Comércio e Exportação de Metais Preciosos, Administração e Participação Ltda.)

 

Barrinhas de tamanho e peso variado entregas em domicílio mediante o pagamento no preço da cotação + seguro (2%) + frete postal.

Reserva Metais

(Banco Paulista S/A, BP Trading Comercial, Importadora e Exportadora S/A e F. D´Gold – D.T.V.M. Ltda.)

Parmetal

(Parmetal D.T.V.M. Ltda.)

OURO ESCRITURAL

BB direto

(para correntistas)

 

Lingote de ouro (250 g) e lotes fracionados (25g e múltiplos) custodiados pelo BB.

B3 – Brasil Bolsa Balcão

(por meio de Corretora)

OZ2

Lingote de ouro (250 g) e lotes fracionados (10 g ou 0,225 g) custodiados pela B3.

OZ3

CERTIFICADOS DE DEPÓSITO (BDR) DE AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

 

ou

 

AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

 

ou

 

AÇÕES DE MINERADORAS DA BOLSA DE NOVA YORK

Newmont Gold Corp.

(NYSE: NEM)

N1EM34 Brazilian Depositary Receipts – BDR não são ações de empresas estrangeiras, mas, cotas de depósitos de ações de empresas listadas na NYSE ou Nasdaq adquiridas e administradas por instituições depositárias do Brasil, que evidentemente cobram taxas de administração.

 

ou

 

Ações de mineradoras de ouro listadas na Bolsa de Valores de Nova Yorque (EUA).

 

ou

 

ETFs – Exchange-traded Funds, Fundos de Índice especializados em ouro ou empresas mineradoras de ouro como o iShares MSCI Global Gold Miners ETF (RING) dos EUA

 

 

IMPORTANTE

Para investir em ações de empresas dos EUA ou ETFs dos EUA o investidor residente na América Latina precisa operar por meio de uma Corretora de Valores que atende ao mercado latino-americano como a Capooz, a Durán y Perera (D&P) ou a Avenue, de brasileiros residentes nos EUA.

 

Rio Tinto PLC

(NYSE: RIO)

RIOT34

Freeeport-McMoRan Inc.

(NYSE: FCX)

FCXO34

 

 

 

Entenda o que está por trás daquilo que a imprensa do Brasil chama de “ataques à Igreja Universal do Reino de Deus em Angola”.

 

Porque o Presidente Bolsonaro e o Itamaraty pouco ou nada poderão fazer para solucionar o impasse entre líderes da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) do Brasil e seus homólogos em Angola.

 

Montax Inteligência faz uma análise da conjuntura da disputa social, econômica e política com pano-de-fundo religioso e o risco às relações internacionais entre Brasil e Angola.

 

 

 

“Angola é e sempre será por vontade própria, a trincheira firme da revolução em África”.

Antonio Agostinho Neto, Filósofo e Poeta angolano.

 

Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) em Angola.

 

A Igreja Católica Apostólica Romana é uma instituição religiosa, evidentemente.

 

A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), também.

 

A primeira tem quase 2.000 anos. A segunda tem pouco mais de 40 anos.

 

A Igreja Católica nasceu romana, depois passou a ser italiana, e agora é do recente Estado do Vaticano.

 

O líder da Igreja Católica é argentino.

 

A IURD é brasileira, produto do gênio empreendedor do Brasil Bispo Edir Macedo. Portanto seu líder é brasileiro. Ainda sem um Estado próprio (ainda).

 

As diferenças entre as concorrentes são grandes.

 

Que tal falarmos das semelhanças?

 

Ambas são igrejas multinacionais. Elas estão presentes em vários países.

 

Seu patrimônio bruto é composto basicamente de ativos fixos imobiliários (imóveis) que chamam de “igrejas” ou “templos”, enquanto que sua receita bruta vem de dízimos, doações, ofertas, heranças e campanhas de solidariedade ou “campanhas santas”.

 

E o modelo de negócios, perdão, de fé, do país de origem da Igreja é implementado nos outros países.

 

É um modelo parecido com o do franchising: Know-how, marca (símbolo) e ideias são replicadas com sucesso.

 

E o franqueado tem que repassar royalties para o franqueador. E conseguir mais fiéis, como um marketing multi nível.

 

Ambas as Igrejas tiveram dissidências, com acusações de heresias de um lado e ganância e luxúria do outro.

 

Disputas econômicas, políticas e ideológicas são a regra dos conflitos entre seus líderes.

 

Edir Macedo Archives - O buxixo Gospel

O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e dono do império midiático Rádio e Televisão Record S/A, Bispo Edir Macedo, é um dos key players mais poderosos do Brasil.

 

Situação atual da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola.

 

O atual Presidente da IURD Angola é o Bispo angolano Valente Bezerra Luiz.

 

Não foi uma eleição normal, foi um “golpe”.

 

Os templos religiosos da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola foram tomados por Pastores angolanos, que expulsaram os Pastores brasileiros ou mesmo Pastores angolanos que não aderiram ao movimento nacionalista.

 

Pastores brasileiros foram inclusive expulsos de suas próprias casas, sob ameaça de morte.

 

Alguns deles foram alvo de ordens judiciais de busca e apreensão e tiveram suas casas invadidas por agentes do Serviço de Investigação Criminal (SIC), órgão central do Ministério do Interior, com funções de polícia judiciária e criminal.

 

Mas, que movimento é esse?

 

LEIA TAMBÉM

7 Erros Comuns da Investigação Empresarial

Microfranquia de Serviços de Due Diligence, Pesquisa de Bens, Investigação Empresarial e Compliance

7 Filmes sobre Inteligência Empresarial e Espionagem Industrial – Alerta de Spoiler

Sun Tzu, Pai de Espionagem

 

Direitos civis e nacionalismo.

 

O movimento dos Pastores angolanos foi intitulado “Comissão Reformada”.

 

Os angolanos se sentiram humilhados em sua dignidade como cidadãos. Eles acusam os Pastores brasileiros de racismo e exploração.

 

O Serviço de Investigação Criminal (SIC) de Angola vem invadindo residências de Pastores brasileiros em busca de provas, com apreensão de computadores, documentos e telefones celulares.

 

Ainda não está claro se a investigação criminal angolana tem enfoque em crimes financeiros contra o Estado e o sistema financeiro de Angola ou crimes contra a honra e contra os costumes dos Pastores angolanos, ou ambos.

 

Aparentemente, é um movimento angolano de direitos civis nacionalista sectário-religioso contra o imperialismo religioso do Brasil.

 

A ideia de imperialismo religioso ou estratégia de dominação religiosa é rara, mas, tem exemplos na História como o Império Bizantino, Estado do Vaticano etc. (vide Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa – Capítulo 25 – Introdução acerca da Inteligência econômica).

 

Ao menos é o que se nota com as alegações de racismo e o uso da bandeira nacional de Angola nas “manifestações” dos Pastores angolanos da Igreja Universal do Reino de Deus.

 

O movimento “Comissão Reformada” é uma espécie de luta por direitos civis combinado com nacionalismo anti-imperialista.

 

Segundo um porta-voz do grupo angolano, a “ala brasileira” teria recusado proposta de privatização dos bens da IURD em favor dos angolanos realizada em novembro de 2019.

 

O discurso xenófobo foi reforçado pelo Deputado do parlamento angolano, Lindo Bernardo Tito, que teria divulgado nota chamando Pastores religiosos do Brasil de “malfeitores”.

 

O que está realmente em jogo.

 

Segundo o próprio Bispo Valente Bezerra Luiz, que assumiu a Presidência da Igreja Universal do Reino de Deus em Angola com o movimento, a principal causa da disputa entre líderes da Igreja Universal angolanos e sua matriz brasileira é uma receita de US$ 80 milhões por ano.

 

E livre de impostos.

 

É dinheiro do Povo de Angola.

 

Acusações de evasão de divisas e branqueamento de capitais pela IURD em Angola.

 

O atual Presidente da IURD em Angola, Bispo Valente Bezerra Luiz, afirma que o dinheiro arrecadado nas igrejas de Angola não permanece na economia local.

 

Ele seria retirado do país africano em esquema de evasão de divisas.

 

O dinheiro arrecadado pela Igreja Universal do Reino de Deus com ofertas de fiéis em suas reuniões religiosas e campanhas como “A Fogueira Santa de Israel” não são reinvestidos em projetos sociais em Angola.

 

O dinheiro é enviado para o Brasil e até outros países onde a IURD tem igrejas, geralmente por meio da África do Sul, via estradas de terra da Namíbia.

 

Os próprios Pastores levam o dinheiro de carro até a África do Sul…

 

As acusações de evasão de divisas e branqueamento de capitais (“lavagem” de dinheiro, segundo as leis do Brasil) são graves e devem ser apuradas.

 

Democracia em Angola.

 

Atualmente, é notável o desenvolvimento social, político e econômico de Angola depois de uma guerra civil de quase 30 anos.

 

As denúncias de evasão de divisas são ainda mais graves se levarmos em conta que a democracia em Angola tem pouco mais de 3 anos, com a eleição do atual presidente João Lourenço após 38 anos de governo do antecessor, José Eduardo dos Santos, que permaneceu no poder por 40 anos, quase trinta deles dedicados a unir as partes dissidentes de uma guerra civil que devastou o país.

 

Em 2017, depois de mais de 37 anos no poder, o então Presidente José Eduardo dos Santos decidiu não se recandidatar ao cargo, mas, tão somente, se manter na liderança do MPLA.

 

A eleição de seu sucessor, o atual Presidente João Lourenço, foi aplaudida pela comunidade internacional como exemplo de verdadeira democracia em Angola, após sua independência em 1975.

 

Angola é um país democrático que tem enfrentado com seriedade problemas como corrupção, lavagem de dinheiro (branqueamento de capitais, na lei angolana) e evasão de divisas.

 

Acusações de racismo e políticas de controle de natalidade.

 

Além das questões econômicas e financeiras, como o supostos privilégios concedidos a líderes religiosos brasileiros em Angola, existem acusações de imposições de práticas de planejamento familiar forçado como a vasectomia – também chamada localmente de “castração” – alegadamente exigido pelos líderes religiosos do Brasil aos Pastores angolanos.

 

Nesse ponto é importante ressaltar as diferenças culturais.

 

Enquanto no Brasil os pais e mães há décadas já discutem o planejamento familiar e tem em média 3 filhos, em Angola a cultura é diferente. Casais angolanos são mais respeitados e felizes quando têm mais filhos.

 

Os Pastores angolanos também acusam os líderes religiosos do Brasil de proibir que suas esposas frequentem cursos superiores. Ainda não está claro se isso é verdade, nem tampouco se tem a ver com a pregação supostamente baseada na Bíblia de que a mulher deve ser submissa ao “varão”.

 

Mas, o que mais desagradou os Pastores angolanos a ponto de promover uma revolução foram as acusações de racismo.

 

Racismo em Angola?

 

Como é possível o racismo em um país predominantemente negro?

 

Por questões estratégicas, a maioria dos líderes religiosos brasileiros enviados pela IURD à Angola são negros. Alguns são brancos e mestiços, mas, a maioria são negros. Até porque a Igreja Universal do Reino de Deus nasceu no Rio de Janeiro – RJ (Brasil), onde a maioria da população é de cor negra.

 

Os Pastores angolanos acusam os Pastores brasileiros de racismo. Há relatos de que Pastores “de tons de pele mais clara” discriminam Pastores e até fiéis de tons de pele mais escura.

 

Há relatos de que Pastores angolanos seriam proibidos de frequentar a cozinha e usar banheiros usados por Pastores brasileiros.

 

Portanto, a principal queixa dos Pastores angolanos e possível fator de adesão ao movimento rebelde é a suposta discriminação e abuso de autoridade alegadamente praticados por líderes da IURD brasileiros em Angola.

 

Tavares Armando Cassinda, ex-pastor é uma pedra no sapato da IURD.

 

“A Igreja Universal faz comércio do evangelho”

 

Essa afirmação polêmica é de um ex-Pastor angolano da Igreja Universal do Reino de Deus, Tavares Armando Cassinda, que agora prega o evangelho por meio de seu canal no YouTube, o Radical TV.

 

Assistimos ao canal e vimos mais assuntos relacionados a política que religião.

 

Para se ter uma ideia, os 3 vídeos mais visualizados no canal Radical TV são “Youtuber entra na Universal e desmascara a falsa Arca da Aliança”; “Quem matou o Pastor Abel | Conheça os assassinos!” e “O povo acordou! Igreja Mundial do Poder de Deus entra em falência e milhares de pastores a abandonam”.

 

Não será a primeira nem a última vez que um conglomerado da televisão menospreza o poder da Internet e sua audiência.

 

O Bispo Edir Macedo não deveria ignorar ou fingir ignorar o poder e alcance midiático do ex-Pastor e agora Youtuber, Tavares Armando Cassinda.

 

A versão da outra parte.

 

Honorilton Gonçalves, líder oficial da Igreja Universal em Angola, se defende dizendo que a polícia não encontrou nada em sua casa porque não há ilegalidade alguma na Igreja.

 

O líder máximo da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD), Bispo Edir Macedo, que também é dono de um dos maiores impérios da comunicação no Brasil, a Rádio de Televisão Record S/A, acusa os ex-bispos brasileiros João leite e Alfredo Paulo de tramarem o “golpe” em Angola.

 

Apoiador político, financeiro e midiático do Presidente do Brasil Jair Messias Bolsonaro, o Bispo Edir Macedo exigiu providências no campo da política e das relações internacionais.

 

O Itamaraty, como chamamos o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, enviou uma carta ao Ministro das Relações Exteriores de Angola demonstrando “preocupação” e solicitando segurança e preservação de direitos dos Pastores brasileiros e seus familiares em solo angolano.

 

Presidente Bolsonaro também enviou uma carta ao presidente de Angola, João Manuel Lourenço, nesse mesmo sentido.

 

Ainda não há notícias de resposta.

 

LEIA TAMBÉM

7 Erros Comuns da Investigação Empresarial

Microfranquia de Serviços de Due Diligence, Pesquisa de Bens, Investigação Empresarial e Compliance

7 Filmes sobre Inteligência Empresarial e Espionagem Industrial – Alerta de Spoiler

Sun Tzu, Pai de Espionagem

 

Relações Internacionais Brasil Angola.

 

O Brasil foi o primeiro país a reconhecer a independência de Angola em 1975.

 

Não obstante o Brasil ser governado naquela época por uma ditadura de direita e Angola ter sido libertada pela coalisão UNITA, liderada pelo Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), partido político de tendência marxista-leninista, o governo do Brasil foi solidário ao movimento angolano.

 

Talvez por compartilharmos ressentimentos históricos contra a mesma potência imperialista, Portugal.

 

O fato é que o Brasil precisava do petróleo angolano… E ainda precisa…

 

Relações comerciais Brasil Angola.

 

Segundo o Ministério das Relações Exteriores do Brasil, o Brasil mantém com Angola uma balança comercial favorável em de já chegou a superar US$ 1 bilhão em 2008, com retração devido a crise do petróleo.

 

Mesmo assim, nós empresários brasileiros exportamos mais para Angola que para a África do Sul, Portugal e Noruega, dentre outros parceiros comerciais tradicionais.

 

Montax Inteligência, por exemplo, já vendeu serviços de Inteligência para organizações de Angola, mas, ainda não vendeu para nenhum desses 3 países mencionados.

 

E meu livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” é vendido mais em Angola do que em Portugal, Moçambique e Guiné-Bissau, dentre os países lusófonos.

 

Mas agora o que mais importante: Em 2018, o fluxo foi de US$ 669 milhões, com US$ 458,11 milhões de exportações brasileiras e US$ 210,89 milhões em importações de produtos angolanos (Fonte: Itamaraty).

 

O Brasil exporta basicamente proteína animal (38%) e açúcar refinado (20%).

 

E importa petróleo angolano (85%).

 

Portanto há mais 40 anos o Brasil continua dependente do petróleo angolano.

 

Inteligência de Angola em edifício da China.

 

Há pouco mais de 1 ano foi criada a Academia de Ciências Sociais e Tecnologias, um centro de pesquisa e desenvolvimento de sistemas de inteligência e segurança pública. É vinculada ao Serviço de Inteligência Externa (SIE), a ABIN de Angola, e está subordinada ao Presidente da República.

 

São cursos de Mestrado em Globalização e Segurança, Direito e Segurança Externa, Economia e Finanças Internacionais, Segurança de Redes de Comunicação, e pós-graduação em Inteligência Estratégica e Inteligência e Estudos de Segurança.

 

Língua Portuguesa, Inglês, Frances e idiomas locais como o Lingala e o Swaili também serão ministrados.

 

O que chamou a atenção da comunidade de relações internacionais é o fato de um centro de estudos de Inteligência de Estado ter sido patrocinado 90% com capital do Eximbank da China (Fonte: Diário de Notícias de Portugal).

 

Sonangol, estatal do petróleo é a querida dos angolanos e do mundo.

 

Quem estuda geopolítica e economia sabe que a indústria do petróleo é a indústria mais poderosa do planeta.

 

Ninguém come petróleo, mas, a comida não chega na sua casa voando no tapete do Aladim. Chega de navio, trem e caminhões movidos a… Petróleo e seus derivados… E é um gás derivado do petróleo que cozinha os alimentos…

 

Nesse ponto, o destaque vai para a Sonangol, a estatal angolana do petróleo, que a Montax Inteligência já teve a honra de atender aqui no Brasil.

 

Assim como sua homóloga brasileira, a Petrobras, a Sonangol também sofreu denúncias de corrupção.

 

Sonangol é a empresa mais querida dos Angolanos… E do resto do mundo…

 

Para se ter uma ideia, em 2018 a Sonangol arrecadou mais de US$ 17 BILHÕES (Fonte: Jornal Angola 24 Horas).

 

Nesse mesmo período, a Petrobras do Brasil teria arrecadado apenas metade desse valor (Fonte: Petrobras).

 

O futuro das relações internacionais Brasil Angola.

 

Angola é um país soberano e a Constituição do Brasil prestigia o princípio da autodeterminação dos povos.

 

Os governos do Brasil e Angola devem promover as boias relações e zelar pela cidadania, segurança e direitos de seus respectivos cidadãos, com base no princípio da reciprocidade.

 

As denúncias de evasão de divisas angolanas por uma organização do Brasil são um problema interno de Angola.

 

Cabe ao departamento de justiça de Angola resolver, mas, não antes de respeitar o direito de propriedade tanto da Igreja Universal do Reino de Deus quanto de seus líderes religiosos, sejam eles nacionais ou estrangeiros.

 

Enquanto se apuram as denúncias de evasão de divisas e lavagem de dinheiro/branqueamento de capitais pela Igreja Universal em Angola, as autoridades dos países lusófonos parceiros devem se esforçar para que interesses privados não prejudiquem o interesse público.

 

Se esses interesses privados forem criminosos, os governos dos países signatários dos Acordos e Convenções da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) devem promover cooperação jurídica para Inteligência Financeira na pesquisa de bens e recuperação de ativos.

 

Porém, os serviços de Inteligência doméstica (interna) de Angola devem alertar a Presidência da República acerca do risco de grupos econômicos travestidos de grupos religiosos e com o viés do nacionalismo e de luta por direitos civis realizarem apropriação indébita (indevida) de bens de cidadãos e organizações estrangeiras.

 

Eventual crime de evasão de divisas não justificaria outros como roubo ou apropriação indevida.

 

E porque os bens ameaçados são de propriedade de cidadãos e organização do Brasil.

 

Fontes ligadas ao governo de Angola acham que o movimento “Comissão Reformada” da IURD não afetará as relações internacionais, as relações comerciais entre Brasil e Angola.

 

Concordo.

 

Os povo angolano trata os brasileiros em Angola com muita simpatia. O problema é pontual e dirigido apenas aos Pastores da IURD, nada mais.

 

E porque o petróleo angolano e os clientes angolanos das empresas do Brasil são muito mais importantes para as empresas do Brasil e o governo de Bolsonaro que a Igreja Universal.

 

O movimento “Comissão Reformada” é só uma crise de uma igreja não secular do Brasil em sua filial angolana.

 

Bolsonaro já tem problemas internos demais com filhos, ex-aliados, STF e Covid-19 para resolver e não seria estúpido de conseguir um problema externo com um fornecedor estratégico de petróleo.

 

Mas, o Presidente do Brasil deve se preparar para a diminuição ou mesmo o fim do apoio midiático, político e financeiro do Bispo Edir Macedo.

 

Imagens marcantes na TV, reportagens favoráveis ao governo e até apoio financeiro podem acabar se a Igreja Universal do Reino de Deus não conseguir recuperar “templos” e fontes de receitas com ofertas e dízimos em Angola.

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

Saiba porque o Poder Judiciário tem grande culpa nos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

 

O que o Estado deve mudar nos cartórios, fontes primárias de informações patrimoniais, para diminuir a corrupção, a inadimplência e os juros bancários?

 

 

English version

 

Gravura “Paço da Cidade”, de Jean-Baptiste Debret, com o Chafariz do Mestre Valentim ao centro (1827). Antes conhecido como “Largo do Carmo” (em referência a igreja ao fundo, à direita), depois de fugir das tropas de Napoleão Bonaparte o rei Dom João VI, O Clemente, fez do Paço Imperial (edifício à esquerda) a sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves.

 

Porque a busca de ativos no Brasil é missão impossível para leigos

 

lei nº 9.613/1998 que trata Dos Crimes de “Lavagem” ou Ocultação de Bens, Direitos e Valores tem quase 20 anos, mas, só agora ouvimos falar de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens.

 

Por que o assunto “lavagem” ou ocultação de bens é pouco discutido.

 

E por que é tão difícil cobrar dívidas no Brasil?

 

Este artigo é para o investidor que entregou bens, direitos e valores a quem não honrou com sua parte no acordo.

 

E agora precisa localizar pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos.

 

E tem que fazer isso em um ambiente de corrupção, burocracia e mentalidade atrasada.

 

Fatores culturais

 

No Brasil, temos o que chamamos de cultura da transgressão: Pessoas físicas e jurídicas transgridem a lei e as normas de convivência como uma situação “normal”.

 

A transgressão da lei é comum, generalizada e o Estado e sociedade civil fazem pouco caso disso.

 

A corrupção é institucional, institucionalizada.

 

A impunidade é a regra e a punição, exceção.

 

Crimes financeiros e criminosos-do-colarinho-branco geralmente não são violentos e integram a elite do País, outro fator que contribui para a cultura da transgressão.

 

Fatores políticos

 

cultura da transgressão gera insegurança jurídica e ambas tem como causa imediata a falência do Estado brasileiro.

 

A lei é condescendente com transgressores, e de difícil aplicação prática.

 

Não há garantia do cumprimento dos contratos.

 

E a Justiça pública é lenta e ineficaz.

 

O sistema de aquisição e Registro de Imóveis é caótico e descentralizado.

 

A centralização não interessa aos donos do poder – muitos deles envolvidos em esquemas de corrupção –, o que dificulta a busca de ativos fixos imobiliários, os investimentos prediletos dos Povos Latinos.

 

As causas são históricas. Ao fazer do Rio de Janeiro (Brasil) a sede do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves no início do século XIX, o rei Dom João VI criou cartórios para sustentar o governo e seus cortesãos.

 

Além de fiscalização e cobrança de tributos no Brasil, “a função principal dos cartórios é servir como uma fonte de renda para amigos do rei” (Fonte: https://pedrovaladares.wordpress.com/2014/01/09/cartorios-uma-heranca-maldita-dos-tempos-coloniais).

 

Dom João VI de Portugal e Carlota Joaquina da Espanha, retratados em um quadro do pintor Manuel Dias de Oliveira. O rei de Portugal, Brasil e Algarves foi o principal responsável pela herança patrimonialista, gigante e bucrocrática do Estado brasileiro.

 

Agora, baseados em arcaicos contratos sociais, herdeiros de antigos cobradores de impostos negociam com o Estado o privilégio do poder e controle sobre o principal banco de dados patrimoniais do Brasil.

 

Esqueça a Constituição e a obrigatoriedade de concurso público para acesso ao cargo de Tabelião, lei que “não pegou”.

 

“Cartórios são feudos de informações “públicas” não publicadas e de difícil acesso”.

 

Os cartórios são fontes primárias de informação patrimonial, e a principal, porque do momento da aquisição do bem e de sua escrituração.

 

Nessa fase, os adquirentes têm interesse em fazer constar das Escrituras públicas a qualidade e quantidade exatos dos bens, direitos e valores adquiridos.

 

Corrupção e legislação tributária complexa encorajam os adquirentes a omitir esses mesmos bens de suas Declarações de Rendimentos do IRPF e IRPJfontes secundárias de informações patrimoniais utilizadas para fins fiscais, tributários.

 

Esses dados podem ser acessados pelos juízes por meio do sistema InfoJud.

 

Mas, além de ser fontes secundárias de informações patrimoniais, são imprecisas, com omissões dolosas.

 

Fatores econômicos

 

O Brasil sempre foi atrasado, tinha economia escravista em plena Idade Moderna e foi o último país ocidental a aboli-la.

 

De pré-capitalismo ou capitalismo politicamente orientado pelo estamento burocrático, que recusa o modelo liberal.

 

“O estamento burocrático comanda o ramo civil e militar da administração e, dessa base, com aparelhamento próprio, invade e dirige a esfera econômica, política e financeira. No campo econômico, as medidas postas em prática, que ultrapassam a regulamentação formal da ideologia liberal, alcançam desde as prescrições financeiras e monetárias até a gestão direta das empresas, passando pelo regime das concessões estatais e das ordenações sobre o trabalho. Atuar diretamente ou mediante incentivos serão técnicas desenvolvidas dentro de um só escopo. Nas suas relações com a sociedade, o estamento diretor provê acerca das oportunidades de ascensão política, ora dispensando prestígio, ora reprimindo transtornos sediciosos, que buscam romper o esquema de controle”

FAORO, Raymundo – Os donos do poder – Formação do patronato político brasileiro – vol. I e II., Ed. Globo, 10ª Edição, 2000, p. 740 (Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Estamento).

 

O Brasil é um país estatista, com 50% de seu PIB controlado pelo Estado.

 

Daí suas ilhas de privilégios cercadas por um mar de miséria, fome e violência.

 

Os privilegiados da cultura do papel e da “indústria do carimbo” são contrários à Quarta Revolução Industrial ou Indústria 4.0 da Era da Informação, da Era digital.

 

estamento burocrático é uma aristocracia dentro de um país capitalista da mão-visível do Estado.

 

Outra idiossincrasia do Brasil: Cartórios foram criados alegadamente para dar publicidade aos negócios jurídicos, mas, em plena Era Digital suas informações não são gratuitas nem acessadas via Internet.

 

Nos países de economia política liberal, como EUA e Canadá, uma assinatura não precisa ser “reconhecida” pelo Estado; qualquer contrato de guardanapo lá tem mais valor que uma “Escritura pública” aqui; e Prefeituras cuidam do Registro de Imóveis, à taxas de acesso aos registros públicos quase inexistentes.

 

“A estrutura cartorária burocrática de poder controla toda a informação de patrimônio e negócios, um mercado que movimenta R$ 12 bilhões por ano no Brasil”.

 

Daí a expressão “todo bom negócio é um cartório”…

centralização, universalização e gratuidade dos serviços de informações cartorárias – especialmente dos cartórios de Registro de Imóveis – não interessa a grupos do próprio Estado porque pode erodir todo um sistema econômico arcaico baseado na ditadura dos bacharéis. (GARSCHAGEN, Bruno – Pare De Acreditar No Governo – Por Que Os Brasileiros Não Confiam Nos Políticos E Amam O Estado – Editora Record, 2015).

 

As informações patrimoniais do Brasil permanecem

 

a) estatais-burocratizantes;

b) descentralizadas/caóticas e

c) sem acesso fácil pela Internet.

 

“O mais absurdo é que a imensa maioria da população do Brasil é pobre e essa “indústria do carimbo” não serve pra nada”.

 

Grande parte da culpa desse caótico sistema de informações patrimoniais, de sua ineficácia e burocracia – logo, culpa por muitos crimes de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores – é do próprio Estado brasileiro, mais especificamente do Poder Judiciário porque o estamento burocrático responsável pela fiscalização e administração dos cartórios.

 

Em 9 de agosto de 2016, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) prometeu “integrar os cartórios de Registro de Imóveis” por meio do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI).

 

Mas não funciona!

 

A “PESQUISA DE BENS – É a busca por CPF ou CNPJ para detectar bens imóveis e outros direitos reais registrados do pesquisado, em uma base compartilhada pelos cartórios de Registros de Imóveis” não é centralizada nem poderia, porque muitos cartórios de Registro de Imóveis sequer têm serviços digitais ou site de contato.

 

Com a Internet e a Era da Informação, a Era Digital, as informações cartorárias deveriam ser

 

a) grátis e

b) acessadas por qualquer cidadão via Internet.

 

“A informação cartorária não pode ser considerada “pública” porque não é grátis nem acessado via Internet”.

 

O sistema ofertado pelo CNJ nada mais é que um website com a lista de sites dos poucos cartórios de Registro de Imóveis com serviços digitais, que permitem consultas via Internet…

 

A lista não está completa muito menos integrada, o consulente teria que consultar (e pagar) cada um dos serviços locais que selecionar…

 

Sem a integração, o consulente não sabe nem por onde começar senão pelos cartórios da cidade onde o devedor tem residência ou negócios…

 

Mas, quem investe apenas perto de casa ou do escritório?…

 

A suposta busca por CPF ou CNPJ para detectar bens imóveis e outros direitos reais” do CNJ não abrange todos os cartórios, omitindo os do Estado do Pará, onde a Montax Inteligência já encontrou fazendas de criação de gado bovino objeto de estelionato e “lavagem” de dinheiro desviado de cooperativas bancárias e instituições financeiras da região Sudeste.

 

artigo 76 caput da Lei nº 13.465/2017 de regularização fundiária rural e urbana estabelece que “O Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (SREI) será implementado e operado, em âmbito nacional, pelo Operador Nacional do Sistema de Registro Eletrônico de Imóveis (ONR)“.

 

Vamos acompanhar a implantação do SREI para saber se o CNJ vencerá o estamento burocrático dos senhores feudais que controlam os cartórios de Registros de Imóveis

 

Fora isso, outros inúmeros negócios escapam do controle e fiscalização das fontes de informação patrimonial porque celebrados por Escrituras particulares, documentos privados vulgarmente conhecidos como “contratos-de-gaveta”. Conflitos, dívidas ou isenções fiscais fazem esses contratos “emergir”.

 

Em resumo

 

Por meio do Poder Judiciário, o Estado brasileiro mantém fontes primárias de informações patrimoniais separadas em circunscrições, zonas de influência (“cartórios”) e depois esse mesmo Estado-juiz tenta localizar ativos financeiros por meio do acesso tardio a fontes secundárias de informações patrimoniais que o próprio Estado incentiva omissões por causa de impostos extorsivos (“Declarações de Rendimentos”).

 

“A falta de bom-senso só tem uma explicação: Donos do poder são corruptos, “lavam” dinheiro ou ocultam bens, por isso não têm interesse em tornar públicas, gratuitas e de fácil acesso as informações patrimoniais”.

 

As consequências…

Hipotecas não são pagas.

 

investidor e o credor bancário não recuperam o dinheiro na Justiça.

 

Os juros e spread bancários se tornam mais elevados.

 

Segundo o presidente da Febraban, custo bancário e inadimplência encarecem crédito.

 

E a inadimplência aumenta mais.

 

Devedores contumazes ou circunstanciais contam com a ineficácia do Poder Judiciário, seja pela descentralização dos Registros de Imóveis seja pela complacência com quem não cumpre sua parte num acordo.

 

Advogados e Contadores agora são especialistas em blindagem patrimonial.

 

Devedores “pulverizam” seu patrimônio na razão social/CNPJ e nomes/CPF de “laranjas” para não pagar dívidas.

 

Profissionais de cobranças judiciais e extrajudiciais desconhecem as razões políticas e econômicas mencionadas.

 

E não têm capacidade técnica para pesquisas de bens em ambientes transnacionais, interestaduais ou mesmo locais, nessa circunstância de serviços de informações cartorárias descentralizados.

 

O custo bancário é 4 vezes maior no Brasil que nos demais países de economia relevante, e a inadimplência compromete a expansão do crédito, disse o presidente da Federação Brasileira dos Bancos Murilo Portugal em audiência pública na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado federal sobre spreads bancários – taxa adicional de risco cobrada no mercado financeiro

 

Bancos e outras instituições financeiras do Brasil já perceberam que dificilmente recuperam o dinheiro de empréstimos bancários (financiamentos), conseguindo no máximo bens de difícil liquidação.

 

Soluções plausíveis

 

10 em cada 10 brasileiros não se importariam de ver sua lista de bens exposta na Internet, desde que isso representasse menos corrupção e, claro, serviços de informações patrimoniais grátis na Internet.

 

O direito ao “sigilo fiscal” interessa a menos de 10% da população brasileira…

 

Os outros 90% sequer entregam Declarações de Rendimentos do Imposto de Rendimentos, afinal, ou não têm bens ou recebem renda mensal inferior ao limite da faixa de isenção deste tributo…

 

E ao fim e ao cabo a vida de todos já está exposta: A listagem de bens do Presidente Michel Temer, como candidato às eleições de 2010, por exemplo, pode ser acessada na Internet por qualquer cidadão.

A mesma fonte (UOL/Tribunal Superior Eleitoral) também informa a lista de bens de possíveis candidatos à Presidência da República, os “presidenciáveis” Jair Bolsonaro, com patrimônio de pouco mais de R$ 2 milhões, e o riquíssimo João Dória com quase R$ 200 milhões.

 

Se até o Presidente Michel Temer tem sua lista de bens divulgada pela Internet, apontando patrimônio de mais de R$ 6 milhões, qual a razão do “sigilo fiscal” dos demais servidores públicos ou mesmo de outros cidadão do País?

 

Serviços de informações cartorárias devem ser públicas e gratuitas.

 

Os cartórios devem continuar cobrança pela lavratura de Escrituras e Procurações públicas, Testamentos, Registro de Imóveis e Certidões, mas, o conteúdo dessas Escrituras e informações patrimoniais devem estar disponíveis on-line, on-time e full-time gratuitamente na Internet.

 

Sem esse inestimável serviço público gratuito e universal compatível com a Economia da Era Digital os cartórios não têm relevância econômica senão de manutenção do status quo de uma elite política arcaica.

 

Se a “uberização”, a digitalização da economia e dos processos produtivos é possível em indústrias como a do transporte privado, da hotelaria e até serviços profissionais como Professores e Advogados, por quê não seria justamente na indústria da informação patrimonial e informações de negócios?

 

Informações patrimoniais cartorárias devem ser integradas e centralizadas

 

E como fontes primárias de informações patrimoniais, todos os cartórios do País deveriam estar integrados em uma única base de dados central, centralizada.

 

Credores e o Estado brasileiro, quer como agente promotor de Justiça quer como cobrador de impostos, devem ter acesso às informações patrimoniais dos cidadãos de forma simples, rápida e eficaz.

 

Enquanto a revolução digital – e estatal – não acontecem no Brasil

 

Bancos, seguradoras e empresas não-financeiras devem contar com serviços de Inteligência na Busca & Recuperação de Ativos, serviços de suporte aos serviços jurídicos.

 

Encontrar ativos financeiros ocultos, “lavados” ou ocultados pelos devedores, seja adquiridos em nome/CPF de “laranjas” seja simplesmente não informados nas Declarações de Rendimentos.

 

É a engenharia reversa da estratégia de blindagem patrimonial permite a localização pessoal e patrimonial.

Mapear o grupo econômico em insolvabilidade, do grupo familiar insolvente e decisões do patriarca devedor para ajudar na identificação da empresa patrimonialempresa braço-financeiro e “laranjas” para destacá-los das empresas operacionais, meras cortinas-de-fumaça dos devedores nas Execuções.

 

O credor deve buscar provas da propriedade como Certidões de Matrícula (imóveis), Escrituras e Procurações públicas e outros documentos de suporte à Notícia de crime de estelionato, fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e são úteis à integração econômica  ou à Ação Incidental de Desconsideração (Normal e Inversa) da Personalidade Jurídica contra sociedades, sócios De direito e De facto com base no artigo 50 do Código Civil e artigo 133 e seguintes do Código de Processo Civil.

 

Considerando que o tempo médio dos processos judiciais é de 10 anos (CNJ) – nem sempre com a satisfação do credor -, os serviços de Inteligência, Busca de Ativos & Investigações geram economia com despesas legais.

 

Diretores jurídicos, diretores financeiros e Advogados que recebem suporte dos serviços de Inteligência solucionam os casos de recuperação de ativos em média em 20% do tempo normalmente gasto.

 

Ações de busca e exibição de documentos comuns às partes alavancam a posição patrimonial dos devedores para gerar repercussão, extensão dos efeitos da Execução a diversas pessoas e sociedades empresárias.

 

Mais que tecnologia, Conhecimento de Inteligência

 

A literatura técnica é escassa mas existe.

 

O Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial da Montax – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA tem um método, um sistema simples e eficaz com links de acesso imediato e consulta às fontes de localização pessoal e patrimonial e busca de provas de crimes financeiros.

 

O livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa trata de Inteligência Militar e Competitiva (Empresarial), além de apresentar um Briefing de pesquisa para localização de pessoas e bens menos especializado.

 

A tecnologia é muito semelhante as da Gestora de Inteligência de Crédito S/A dos bancos Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil.

 

E as técnicas de Inteligência idênticas as do Departamento de Polícia Federal (DPF), Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) e Centro de Inteligência do Exército (CIE).

 

Na prática é realizado o rastreamento de negócios do devedor e suas conexões com outros Atores (pessoas ou organizações) para encontrar registros patrimoniais diretos e indiretos.

 

Familiares, amigos, inimigos, procuradores, Contadores, Advogados e Despachantes são geralmente fontes voluntárias e involuntárias de informações acerca dos locais, pessoas e formas de investimento.

 

São buscados ativos protegidos sob disfarce de sociedades empresárias, garantias hipotecárias, fundos-de-investimento ou em nome de “laranjas” que bancos de dados cadastrais eletrônicos não conseguem achar.

 

É o método usado por Jornalistas investigativos e Advogados de crimes financeiros transnacionais.

 

Empresas como a Montax Inteligência dispõe de tecnologias proprietárias de mineração de dados, como o software Montax Big Data, um sistema informatizado de consultas eletrônicas instantâneas de todos os tribunais de justiça estaduais, federais e trabalhistas do Brasil, além de outros sites de registros públicos.

 

Mas não é só.

 

Empresas de serviços de Inteligência têm Conhecimento de Inteligência acerca de pessoas ou organizações, da economia, da política e história do País que permitem adequar a tecnologia às questões complexas.

 

Uma das estratégias adotadas pela Montax, por exemplo, é o conceito de “Centro de Gravidade do exército inimigo” do general prussiano Carl von Clausewitz (1790-1831) em sua obra Da Guerra, em que idealizou o ataque direto, concentrado e maciço ao centro de pode:

 

a mais curta via na direção do Centro de Gravidade do exército inimigo […] Um certo Centro de Gravidade, um Centro de poder e de movimento de que tudo depende formar-se-á por si próprio, e é contra esse Centro de Gravidade do inimigo que se deve desferir o golpe centrado de todas as forças“.

 

A estratégia do general Carl von Clausewitz é adotada na guerra com sucesso até os dias atuais, e seu conceito de “Centro de Gravidade, um Centro de poder” pode ser aplicado à estratégia de Busca & Recuperação de Ativos, conforme o artigo Compliance, Due Diligence e Gestão do Jurídico na Perspectiva de Clausewitz

 

Os clientes devem tomar o cuidado de saber se a empresa de Inteligência não está subordinada a governos ou concorrentes estrangeiros, para não haver conflito de interesses.

 

Muitas empresas de serviços de Inteligência são fornecedores de empresas estrangeiras.

 

Na verdade, algumas empresas de Inteligência estrangeiras chegaram aqui praticamente trazidas pelas suas clientes multinacionais no processo da conquista de mercado no Brasil.

 

O fornecedor de serviços de Inteligência deve ter como prioridade a indústria nacional.

 

Ao menos essas são as medidas dos bancos, instituições financeiras e outras indústrias para ações de Busca & Recuperação de Ativos enquanto o estamento burocrático do Brasil não adere à Quarta Revolução Industrial.

 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI

 

 

 

 

 

Introdução

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

 

Empresas de investigações internas ou empresas de investigações corporativas independentes são agências de Inteligência privada que procuram coincidências, discrepâncias, patrimônio ou rendimentos não declarados do empregado ou outro stakeholder.

 

São investigações para a prevenção de fraudes, infrações ao código de ética e de conduta e outras inconformidades ou para soluções de disputas com busca de provas e localização de pessoas empresas e bens para a recuperação de ativos.

 

Objetivo do artigo – Demonstrar a diferença entre uma auditoria contábil, o inquérito administrativo e a investigação interna realizada por empresa de investigações corporativas externa e independente. E alguns dos sistemas de lavagem de dinheiro e ocultação de bens praticados por empregados desonestos.

Palavras-chave – Empresas de Investigações; Investigação Interna; Investigação Corporativa; Big Four; Firmas de Auditoria; Consultoria Tributária (Impostos); Due Diligence; Inteligência Financeira; Pesquisa de Bens; Valuation; Investigação Empresarial; Fraude Interna; Corrupção: Fraude Patrimonial; Investigação Patrimonial; Lei Anticorrupção; Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD); Data Protection Officer (DPO); Política de PLDFT; Inquérito Administrativo (CLT); Diligências Investigatórias (OAB); Recuperação de Créditos; Recuperação de Ativos; Holding Familiar; Empresas Offshore; Interpostas Pessoas (“Laranjas”).

 

O que você vai ler aqui:

#1 Empresas de Investigações versus Departamentos de Compliance

#2 Investigações internas versus Auditorias

#3 Diferença entre Due Diligence e Auditoria

#4 Diferença entre Pesquisa de Bens e Valuation

#5 Empresa Offshore, o que é?

#6 Holding Familiar para blindagem patrimonial funciona?

#7 Interpostas pessoas (“laranjas”)

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#1 Empresas de Investigações versus Departamentos de Compliance

 

Empresas de investigações têm profissionais de Inteligencia & Investigações independentes porque a) são profissionais de Inteligencia & Investigações, logo, sua investigação não é um “bico” ou função complementar; b) a investigação por profissionais de investigações internas é menos suscetível a influências econômicas, políticas e sociais do ambiente corporativo; e c) o impacto de seus relatórios em nada vai interferir em sua rotina no ambiente de trabalho da empresa de investigações corporativas.

O mesmo não podemos dizer do departamento de Compliance.

Quantos Diretores de compliance, os Chief Compliance Officer (CCO), teriam coragem de sugerir investigação patrimonial aleatórias, ou seja, pesquisa de bens de empregados selecionados aleatoriamente?

Claro que existem Diretores de compliance severos e Auditores pit bull (Michael Comer), mas, a regra é: Se recebem por hora e não por produtividade, por que Compliance Officers e Auditores internos apurariam todas as denúncias do Canal de Denúncias, instaurariam novos Inquéritos Administrativos (CLT) ou aprofundariam a investigação interna contra colegas na maioria das vezes tão gentis?

Quer porque mais profissional, técnico, quer porque mais profundo, independente, o Relatório de Investigação de uma empresa de investigações internas independente pode contribuir mais ao departamento jurídico e de compliance da companhia na solução do caso em andamento.

E funcionar como prova de cumprimento da lei e do código de ética, enfim, para comprovar que a empresa implementou mecanismos e procedimentos do Programa de Integridade da Lei Anticorrupção, do Programa de Governança em Privacidade da Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) e da Política de Prevenção à Lavagem de Dinheiro e ao Financiamento do Terrorismo (PLDFT) da Instrução (CVM) 617/2019.

A contratação de empresa externa e independente de investigações corporativas só reforça o cumprimento da Lei Anticorrupção, principalmente a aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta no âmbito da pessoa jurídica.

O departamento de compliance cuida de mecanismos de prevenção de fraudes, corrupção e outras inconformidades para a redução de custos com multas e despesas legais e podem se valer da visão holística e independente e da experiência acumulada dos investigadores externos para aperfeiçoar seus mecanismos de compliance.

Aliás, e o departamento de compliance que auxiliará na elaboração do Código de Conduta e aspectos de Contrainteligência e Segurança Corporativa dos Estatutos Sociais, inclusive na parte que prevê a contratação de empresas de investigação privada externa para investigar empregados suspeitos, e em quais circunstâncias isso seria adequado.

 

Leia o artigo “Contrato de Prestação de Serviços de Compliance, Mecanismos e Procedimentos Internos Imprescindíveis“.

 

#2 Investigações internas versus Auditorias

 

Ao contrário das firmas de auditoria que examinam o cumprimento das normas fiscais e contábeis para fins de controladoria e transparência, como as Big Four Deloitte, Ernst & Young (EY), KPMG e PricewaterhouseCoopers (PwC), empresas de Inteligência & Investigações privadas como Pinkerton, Kroll e Montax Inteligência dão suporte a departamentos jurídicos e de compliance para investigações internas das companhias a partir de provas e relações de negócios externos.

Gestores e membros do conselho de administração sabem que investigadores, auditores ou profissionais de compliance da própria companhia podem apresentar resultados menos satisfatórios por questões sociais (amizade), conflitos de interesse ou mesmo o envolvimento na fraude.

E às vezes as contas “fecham”, mas, o que não “bate” são os gastos excessivos e discrepantes de determinado departamento ou faturas de fornecedores, acompanhados da queda nos lucros e aumento abrupto (e suspeito) do patrimônio de um empregado.

Investigações internas realizadas por empresas de investigações terceirizadas podem se revelar mais assertivas porque independentes e de maior profundidade por atingem fraudes corporativas complexas e mecanismos sofisticados como colusão (complô), concorrência desleal e apropriação indébita de ativos intangíveis e insider trading.

A investigação é interna, mas, os investigadores são externos e independentes e não olham somente as contas, faturas e notas fiscais: Investigadores de fraudes corporativas começam a contar uma história a partir do final, onde está o dinheiro.

Follow the money (“siga o dinheiro”)!

Empresas de Investigações Internas estão mais preocupadas em descobrir onde foi parar o dinheiro roubado da companhia poque sabem essa informação vai ajudar a identificar os fraudadores internos e externos – eles geralmente não agem sozinhos – e localizar bens para a efetiva recuperação de ativos.

Firmas de Auditorias examinam demonstrações contábeis e balanços financeiros para acionistas, definem estratégias de gestão tributária e conformidade com a lei (compliance), internacionalização e reorganização societária.

Autorias são as empresas mais importantes para o regular funcionamento e desenvolvimento de uma companhia, porque dão enfoque à contabilidade e finanças da empresa, porém, quando o assunto é fraude corporativa que vai fundo mesmo são as empresas de Inteligência & Investigações corporativas porque atacam a relação suspeita entre os stakeholders e o patrimônio não declarado ou bens “lavados” ou ocultados de empregados e fornecedores.

 

Leia também o artigo “7 Erros Comuns da Investigação Empresarial“.

 

#3 Diferença entre Due Diligence e Auditoria

 

Due diligence ou devidas diligências são consultas cadastrais, verificação de antecedentes e obtenção de certidões ou mesmo consulta a fontes humanas de Inteligência (HUMINT) de modo a descobrir a reputação, o caráter e a capacidade de cumprimento de acordos de determinada empresa fornecedora ou sócios ou candidatos a vagas de emprego.

Due diligence é geralmente realizadas antes de uma aquisição ou fechamento do negócio.

O objetivo é evitar fraudes.

Já a Auditoria já é um processo programado ou aleatório ou realizado sob demanda, ou seja, quando foi constatada a fraude, e visa examinar demonstrações contábeis para identificar fraudes e inconformidades.

Apesar de sua capacidade dissuasória, a Auditoria é reativa enquanto que a Due diligence, preventiva.

Due diligence são realizadas com base em cadastros do governo, Escrituras de compra-e-venda de imóveis, Contratos Sociais e Alterações societárias de empresas, arquivos de litígios (processos judiciais), depoimentos voluntários de ex-colegas de trabalho, fornecedores e clientes etc.

Enfim ao realizar a due diligence a empresa de investigações internas não despreza fontes de Inteligência!…

Autorias geralmente se apoiam nas demonstrações contábeis, documentos fiscais e extratos bancários, se importando basicamente com a atividade interna corporis.

Montax Inteligência realiza investigações corporativas nas 3 etapas: Due diligence (prevenção), investigação interna (descoberta) e pesquisa de bens e recuperação de ativos (solução).

Empresas de due diligence também são capazes de realizar as “Diligências devidas” da Política de PLDFT da Instrução (CVM) 617/2019 que trata da prevenção à lavagem de dinheiro e ao financiamento do terrorismo.

 

Leia o artigo “Compliance, Due Diligence e Gestão do Jurídico na Perspectiva de Clausewitz“.

 

#4 Diferença entre Pesquisa de Bens e Valuation

 

Pesquisa de bens são ações de investigação de fraude patrimonial que exigem investigação patrimonial, investigação do patrimônio do fraudador.

São investigações de crimes financeiros como lavagem de dinheiro ou ocultação de bens que revelam onde está o dinheiro roubado.

É diferente da Valuation, da avaliação de uma empresa para fins de aquisição.

Esta geralmente se baseia no patrimônio líquido, ativos e balanços contábeis da companhia e parte da premissa de que os ativos valem menos que o declarado, enquanto que a pesquisa de bens e investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores que recaem sobre empresas constituídas pelo fraudador – já já falaremos delas – parte da premissa de que a empresa usada na lavagem de dinheiro tem mais bens que os declarados (!).

Montax realiza pesquisa de bens e investigação patrimonial para fornecimento de provas de crimes financeiros como sonegação fiscal, lavagem de dinheiro e ocultação de bens com ações de suporte a litígios diversos como Inquéritos Administrativos (CLT), Diligências Investigatórias (OAB), Notícias de crime e Ações Declaratórias de Integração Econômica e Desconsideração (Normal, Inversa e Reversa) da Personalidade Jurídica com Cautelar de Indisponibilidade de Bens.

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#5 Empresa Offshore, o que é?

 

Empresa offshore (fora-da-costa) é empresa patrimonial sem atividade econômica ou substância econômica (empresa-de-fachada) constituída apenas legalmente (no papel) e fora do País, geralmente nos chamados “Paraísos Fiscais“.

O objetivo da empresa offshore é abrir contas bancárias para a custódia de valores no exterior.

Paraíso Fiscal é um conceito geralmente relacionado a países ou estados que

a) dispensam explicações acerca da origem do dinheiro;
b) dispensam impostos sobre grandes fortunas ou exigem taxas tributárias próximas de “0%”; e
c) preservam o sigilo fiscal, bancário e societário para proteger a identidade dos sócios.

Paraísos Fiscais geralmente permitem estruturas societárias complexas ou secretas ou especiais de proteção de bens (“Trusts” etc.) constituídas por meio de um Agente de registro, geralmente firmas de advogados ou contadores contratadas para abertura de empresa offshore.

Um Agente de registro só revelariam o nome dos sócios mediante ordem judicial.

Por exemplo, um Agente de registro cadastrado na Registry of Corporate Affairs, a Junta Comercial das Ilhas Virgens Britânicas, só revelaria o nome do(s) sócio(s) de empresa offshore mediante ordem judicial.

E um juiz das Ilhas Virgens Britânicas exigiria provas de que a empresa é usada para a “lavagem” de dinheiro.

Um Advogado local para uma solicitação nesse sentido custa aproximadamente US$ 50 mil.

Com base na Instrução Normativa (RFB) 1.037/2010, Montax considera como Paraíso Fiscal os Estados nacionais e estados membros de federações e confederações que se seguem:

Antigua e Barbuda, Aruba, Bahamas, Barbados, Belize, Bermuda, Anguilla Britânica, Ilhas Virgens Britânicas, Brunei, Ilhas Cayman, Ilhas Cook Chinesas, Costa Rica, Chipre, Dubai, Ghana, Gibraltar, Grenada, Guernsey, Hong Kong, Irlanda, Ilha de Man, Jersey, Labuan, Líbano, Libéria, Liechtenstein, Luxemburgo, Malaysia, Malta, Ilhas Marshall, Ilhas Mauricius, Holanda, Antilhas Holandesas, Nevada (EUA), Nova Zelândia, Niue, Panamá, Ras Al Khaimah, São Cristóvão e Nevis, São Vicente e Granadinas, Samoa, Seychelles, Cingapura, Santa Lúcia, Estado de Delaware (EUA), Thailândia, Ilhas Turcas e Caicos, Ilhas Virgens Americanas (EUA), Emirados Árabes Unidos (EAU), Reino Unido, Estados Unidos da América, Uruguai, Vanuatu, Ilha da Madeira (Portugal) e Wyoming (EUA).

O filme “A Lavanderia” revelou os bastidores do escândalo de vazamento de informações confidenciais do Banco HSBC que ficou conhecido como Panama Papers, por expor uma lista de empresas offshore do Panamá, o nome e país de origem de seus sócios – Políticos, Empresários, Artistas e Advogados do mundo todo – criadas pelo renomado escritório de advocacia especialista em “lavagem” de dinheiro, Mossack Fonseca. Daí o nome “A Lavanderia“.

Veja bem: Não disse que as empresas offshore são ilegais – porque não o são -, mas, algumas delas podem, sim, ser usadas para objetivos ilegais como a lavagem de dinheiro sujo de corrupção e fraudes corporativas e ocultação de bens para o não pagamento de dívidas (leia-se fraude à execução).

Quando não declarada a existência da empresa offshore ou do abastecimento das contas bancárias dela com recursos financeiros do Brasil, seu controlador pode ser implicado em crimes financeiros como sonegação fiscal e evasão de divisas da lei de crimes contra o sistema financeiro nacional.

 

Não deixe de ver nosso Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos

 

#6 Holding Familiar para blindagem patrimonial funciona?

 

Um pouco menos sofisticado que a constituição de uma offshore e a remessa de bens ao exterior está a constituição de empresas patrimoniais no Brasil, geralmente chamadas de Holdings Patrimoniais ou Holdings Familiares.

A estrutura societária e o local de registro da sociedade variam muito, podem ser uma sociedade anônima (S/A) fechada, sociedade de responsabilidade limitada (Ltda.), Sociedade em Conta de Participação (SCP) ou mesmo associação “sem fins lucrativos” ou “Instituto” (as aparências não enganam e a semelhança com fatos da vida real não é mera coincidência).

Essas empresas são registradas na Junta Comercial ou cartórios de Registro Civil de Pessoas Jurídicas (RCPJ) e até em cartórios de Notas em cidades onde não existe RCPJ.

A lei é boa para os devedores do Brasil.

Respondendo a pergunta do título: Holding Familiar funciona, sim, como estratégia de blindagem patrimonial. Se não funcionasse ninguém o faria. Não é 100% garantido (o que é garantido nessa vida?), mas, ao menos ajuda a atrasar a vida dos pobres credores do rico controlador da Holding Familiar.

Se constituída ANTES da constituição das dívidas fiscais, trabalhistas e previdenciárias, ou antes da distribuição das Execuções cíveis, o controlador da Holding pode considerar seu patrimônio como “blindado”.

Apenas ele não será páreo para empresas de investigações corporativas, que veem na Holding uma excelente oportunidade de encontrar “todos os ovos em uma mesma cesta”.

A dificuldade reside quando a “cesta” está registrada em nome de interpostas pessoas (“laranjas”).

 

Leia “Como Fazer Pesquisa de Bens Para Recuperação de Ativos Financeiros?“.

 

#7 Interpostas pessoas (“laranjas”)

 

“Laranja” é uma gíria do mundo do crime financeiro que se tornou um jargão na linguagem da investigação patrimonial.

O legislador cível e criminal do Brasil preferiu a expressão “interposta pessoa”.

No exterior, são chamados de “homem de palha” (strawman), intermediários ou proxy.

Também não é crime ter um Procurador ou intermediário, mas, não é disso que estamos falando.

Estamos nos referindo ao cidadão que nomeia um “laranja” para realizar movimentações bancárias ou mesmo adquirir imóveis ou constituir empresas de modo a escapar da Receita Federal do Brasil (RFB) ou de credores.

Muito comum em casos de empresas insolventes com dezenas de bloqueios de contas bancárias por causa da penhora online ou pais que não querem pagar pensão alimentícia.

Método antigo e velho conhecido de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores que ainda funciona, principalmente quando o “laranja” não carrega o mesmo sobrenome do verdadeiro controlador do ativo financeiro.

 

 

Quer orçamento de Investigação Empresarial?

Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br or mensagem ao WhatsApp (21) 99682-0482

 

Você Consegue Mesmo Recuperar Ativos ou Ganhar Dinheiro com Cobranças?

Antes de responder, deixa eu ver se isso acontece com você:

1- Você tem uma Sentença favorável ou título de crédito ou carteira de direitos creditórios (que não foi fácil conseguir);

2- Contratou Advogados ou Estagiários para distribuir e “dar andamento” aos processos de Execução;

3- Preencheu guias de custas (taxas), distribuiu Execuções e pediu ao juiz para penhorar bens do devedor;

4- Mas, os processos “não andam” porque você e seu time não conseguem ENCONTRAR BENS do devedor;

5- Algumas vezes sequer consegue LOCALIZAR O DEVEDOR (senão nas redes sociais desfrutando da Dolce Vitta…)…

Agora vou te responder.

Você não vai conseguir a efetiva Recuperação de Ativos em Cobranças ou Execuções se não for capaz de LOCALIZAR PESSOAS, EMPRESAS E BENS.

De nada adianta conhecer todo o Código Civil ou Código de Processo Civil ou a CLT e ser especialista em Direito Civil, Processual Civil ou Direito do Trabalho e Processual do Trabalho se você não entende de crimes financeiros como “fraude à execução, lavagem de dinheiro ou ocultação de bens”.

Você precisa descobrir a estratégia de blindagem patrimonial do devedor.

Ou você consulta um Advogado especialista em Direito Penal Econômico ou… Estuda o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos”… Ele é ideal para Advogados especialistas em Compliance, Due Diligence, Cobrança e Execução.

São técnicas absolutamente legais de BUSCA DE BENS.

A identificação de bens para investigação de fraudes corporativas e recuperação de ativos depende exclusivamente da LOCALIZAÇÃO PESSOAL E PATRIMONIAL DO DEVEDOR.

Bancos, instituições financeiras e outras empresas perceberam que os devedores contumazes e fraudadores enganam os sistemas “Bacen Jud, RenaJud e InfoJud” com táticas de “blindagem patrimonial”.

Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você evitará perdas e solucionará Execuções milionárias.

Advogado, você não precisa depender da Justiça para localizar bens do devedor.Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives.

Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.

Ele contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Introdução

Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos no Brasil e nos EUA Capítulo

5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” clicando AQUI https://bit.ly/38wIYT2

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009

“Aqueles que vencem, não importa como vençam, nunca carregam vergonha”

Nicolau Maquiavel

 

 

 

Informação

 

Faculdade vai te dar um Diploma, é só uma certificação que o habilita a exercer um ofício fiscalizado pelo Poder Público, por meio de uma guilda de profissionais ou agência de Estado, nada mais.

Na Era da Informação certificados não são mais um “passaporte para o sucesso”.

Leia livros, ouça áudio books e se informe.

Pessoas bem informadas são mais úteis que um “formado” que odeia leitura.

 

Inteligência

 

Siga os passos de quem conseguiu.

Deixe a criação para os gênios inovadores.

Faça melhor ou mais barato, enfim, seja útil, e nunca faltará nada para você e sua família.

 

Análise

 

Explore o viés econômico e não erre.

O mundo das ideias é um mundo de poder e persuasão. Muitos criaram impérios somente com suas ideias.

Mas, não esqueça que vivemos em um mundo material e sem água, comida e meio ambiente seguro e saudável não duramos muito.

Analise as coisas e as pessoas do ponto de vista material, econômico, como atividade econômica, renda e patrimônio, que sua análise será mais assertiva.

 

Decisão

 

Rio ou São Paulo? Economia ou Direito? Empreender ou se empregar? Casar ou permanecer solteiro? Agir sozinho ou com ajuda de um sócio?

São muitas decisões que um homem ou mulher independente tem que tomar.

Livros como “O Príncipe”, de Maquiavel, ou “Independência Financeira”, de Robert Kiosaky, podem ajudar você a pensar e tomar decisões que farão você se tornar mais poderoso e independente a longo prazo.

Não pule etapas: Faça uma boa coleta de dados, informação e Inteligência antes de fazer sua análise do mercado ou situação.

Se as premissas nas quais se baseou para tomar uma decisão estiverem equivocadas, você terá perdido tempo e dinheiro.

 

Tempo, o bem mais precioso do universo

 

Muita gente me pergunta: “Quanto você ganha?” Eu respondo: “Não ter que “bater continência” pra ninguém, não ter que “bater ponto” e fazer o que quiser na hora que quiser é meu pagamento.

Muita gente só aprenderá isso quando estiver perto da hora extrema.

Quem nasceu para vender ou empreender ou trabalhar como autônomo sabe que entrar e sair de um lugar todo dia no mesmo horário e ter hora para comer e ainda obedecer ordens de um idiota é algo muito parecido com escravidão.

Homens verdadeiramente livres preferem passar fome a se submeter  a outros homens.

Não seja escravo de ninguém. Tenha a mentalidade de um homem livre!

E pense bem antes de vender seu tempo ou perder tempo com projetos, coisas e pessoas inúteis.

 

Coragem

 

Sem coragem suas ideias não são nada.

Sem coragem você não é nada em lugar algum.

Se você é medroso, tem medo de perder (emprego, namorada, amigos, a vida), procure um Psicólogo, Pai-de-santo, mas, FAÇA ALGUMA COISA A RESPEITO.

Não conheço ninguém bem sucedido que não tenha arriscado.

Nem quem venceu na vida sem se dar muito mal um dia.

Donald Trump faliu umas 2 vezes. Walt Disney passou fome. J. K. Rowling (Harry Potter) teve sua obra rejeitada por 12 editoras (hoje é a pessoa física mais rica do Reino Unido).

Se o sucesso ainda não chegou para você provavelmente ainda não fez por merecer.

Aqueles que se dão muito mal quando se recuperaram dão a volta por cima bem melhor que antes.

“Desça ao inferno” (Blavatsky), saia de sua zona de conforto e aprenda com o fracasso.

 

“Não posso fazer nada sem dinheiro”.

 

Essa frase é ótima para justificar a burrice ou falta de coragem.

John “Doc” Pemberton (Coca-Cola) começou com uma ideia simples e um tacho (se você não sabe o que é num tacho, garoto da cidade, espero que saiba programação).

Meus exemplos de determinação foram meu pai e meu sogro. O primeiro, filho de um Soldado. O segundo, filho de Empregada doméstica. Um foi um Cientista reconhecido mundialmente na mineralogia, o outro se aposentou presidente de banco. Foram homens de respeito que não se queixavam nem achavam que mundo lhes devia algo.

Deus, muito obrigado pelos sábios que colocaste em minha vida!

Culpar a falta de dinheiro é como culpar os outros pelo seu fracasso. A diferença é que o dinheiro não tem ressentimentos.

Quantos negócios rentáveis não começaram “do nada”?!

Assim como o tempo, a água e terra, o dinheiro é apenas um dos vários recursos que precisam ser organizados e explorados.

Não é a falta de um ou outro que impede empreendedores de fazer algo ao invés de ficar se lamentando.

 

Igreja, o melhor negócio do Brasil

 

A concorrência é gigante, mas, a demanda é alta.

É um negócio praticamente sem barreiras de entrada!…

É o negócio de maior liberdade econômica do Brasil, sem fiscalização nem impostos.

O manual é antigo e de graça.

Bíblia é uma compilação tão grande que você pode se especializar em um dos seus livros e ensinar outras pessoas.

O apelo da religião é muito forte em seres humanos, e a cultura judaico-cristã muito arraigada em nossa sociedade.

Você também pode inovar ou se destacar com uma seita diferente. Por mais absurda que ela seja, sempre haverão pessoas prontas a segui-lo.

Não precisa vender sua alma, mas, não esqueça de pedir a “oferta”.

 

Não quer empreender? Faça concurso público!

 

Empreender dá trabalho. São leis, taxas, impostos, burocracia, fornecedores, empregados, concorrentes, ufa!…

No Brasil, isso é coisa para malucos.

Nas novelas, o Empresário é sempre o vilão e sua família estatista brasileira (pessoas comuns) não vão apoiá-lo.

Seu negócio é estudar e trabalhar sem risco? Faça concurso público.

Faça concurso de preferência para o BNDES (mas serve Caixa Econômica Federal se você não tiver uma boa base).

Você fará parte do grupo político que manda no País, o “estamento burocrático” (Faoro).

Se for concurso para a magistratura, melhor ainda, você mandará em quem manda e integrará uma política secular de dominação e controle desde o Império Português (Garschagen).

 

Uma dica

 

Pare de ser bonzinho ou se fazer de vítima, tenha auto confiança – sem parecer arrogante – e aja!

Demonstre respeito próprio e todos vão te respeitar.

E não te faltará nada na vida.

 

Aprendendo Inteligência: Produza e venda Relatórios de Busca de Bens & Investigação.
‪Pesquisa de Bens e Investigação de Lavagem de Dinheiro para Recuperação de Ativos
Adquira Poder, Prosperidade, Sucesso, Independência Financeira e Reconhecimento Social.
Lucre e Vença Concorrentes, Adversários e Inimigos. Facilmente.
Conceitos de Inteligência, Espionagem e Contraespionagem Corporativa tanto da Inteligência de Estado quanto da Inteligência Empresarial.
Tudo fácil para você lusófono de Portugal, Brasil, Guiné-Bissau, Moçambique, Angola, Cabo Verde, São Tomé e Príncipe, Macau, Timor-Leste e Índia Portuguesa (Goa, Damão e Diu).

Saiba mais AQUI

 

 

 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

Conecte-se com Marcelo no LinkedIn

Ouça o Marcelo no YouTube

 

 

 

 

 

 

 

Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

Rio de Janeiro – RJ

Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011

Telefone + 55 (21) 2143-6516

WhatsApp +55 (21) 99682-0489

E-mail montax@montaxbrasil.com.br

www.montaxbrasil.com.br 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
CNPJ 11.028.620/0001-55
Copyright © 2009