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Pesquisar franquias ou microfranquias para identificar franquias baratas e de maior lucro não é tarefa fácil.

A dica da Montax Inteligência é que você se concentre em

a) Algo que te dê prazer, aquilo que você faria até de graça;

b) Produto ou serviço com o qual você tem conhecimento técnico ou experiência de mercado; e

c) Indústria ou atividade econômica com projeção de crescimento.

Se você ama a Atividade de Inteligência & Investigações Corporativas, Consultoria de Risco e Compliance, tem formação em Direito ou Contabilidade ou Marketing ou Segurança do Trabalho ou experiência em operações militares ou departamentos jurídicos ou escritórios de advocacia, serviços de pesquisa de bens e investigação de fraudes corporativas podem dar uma boa renda de sua própria casa (home office) porque são serviços essenciais a diretores jurídicos, advogados e diretores financeiros que precisam realizar a localização de ativos financeiros de grandes devedores e encontrar provas de fraudes financeiras que aumentem as chances de sucesso de suas ações judiciais de recuperação de ativos e concorrência desleal.

 

Oportunidade

 

As principais vantagens da franquia de serviços de Inteligência & Investigações Corporativas são:

a) é franquia de serviços, então, o franqueado não está obrigado a comprar produtos do franqueador, mercadorias que estragam ou ficam encalhadas em sua casa, loja ou depósito;

b) é franquia de serviços essenciais, logo, empresas e profissionais dependem desse serviço para ter sucesso nos negócios;

c) é franquia de baixas despesas operacionais, portanto, o franqueado trabalha em casa em regime de home office, com baixos custos fixos e só paga impostos, taxas e custos da prestação dos serviços quando tiver um negócio fechado; e

d) é franquia barata, conforme o resumo da Circular de Oferta de Franquia – COF (abaixo).

E porque a Instrução (CVM) 617/2019 obrigou as instituições financeiras – inclusive gestoras de fundos de investimentos – a realizar Due diligence de clientes como forma de prevenção à lavagem de dinheiro e financiamento de terrorismo (PLDFT), medida que com certeza vai impactar positivamente o mercado de Inteligência Financeira e investigações de lavagem de dinheiro e ocultação de bens.

 

Conheça a Franquia de Serviços de Inteligência & Investigações Corporativas da Montax Inteligência 

 

Dentre as franquias baratas, a franquia de serviços de Inteligência & Investigações Corporativas é uma oportunidade de negócio que permite ao Empreendedor com pouca experiência e poucos recursos financeiros atingir excelentes resultados.

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é oportunidade de negócio ideal para quem quer um bom faturamento com baixo investimento porque o principal ativo a ser investido é o tempo.

Mas, isso não significa trabalhar 12h por dia.

O Franqueado deverá ter uma estrutura simples porque não tem Ponto comercial, empregados nem horários rígidos. Muitos negócios são fechados por meio da Internet (Google e LinkedIn). E é pela Internet que a empresa Franqueada de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas entrega os serviços.

O modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas da Montax Inteligência torna possível empreender da comodidade de sua casa, sem deixar de ser lucrativa.

Na Era Digital, muitos fornecedores e serviços essenciais ao negócios são contratados pela Internet. Redes sociais, sites e aplicativos de serviços de informação e documentação facilitam o marketing e força-de-vendas, a prestação dos serviços em si e a administração e finanças da Empresa Individual (burocracia).

Essa oportunidade de negócio dispensa mão-de-obra fixa – somente Analistas avulsos contratados por demanda ou tarefa -, promover serviços e atender clientes remotamente. Você quer conhecer melhor o modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas?

Continue conosco para entender essa oportunidade de negócio.

 

Franqueado será Microempreendedor Individual (MEI) ou Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (EIRELI) Microempresa (ME)

 

Você quer uma oportunidade de negócio sem sócios que te atrapalhem, dividam o lucro ou traiam sua confiança?

Você busca uma oportunidade de negócio com risco “Zero” de Reclamações Trabalhistas? Uma oportunidade de negócio que não precise pagar aluguel de sala comercial?

Você quer uma oportunidade de negócio cujo sucesso depende exclusivamente de você e seu talento, mais ninguém?

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas permite você empreender sozinho, sem depender de patrão, sócio ou empregados.

A estrutura de trabalho a ser montada é “enxuta”, de baixíssimo investimento, como você poderá ver no Resumo da Circular de Oferta de Franquia (COF) e na planilha de Investimentos da Circular de Oferta de Franquia (COF) abaixo.

 

Qualidade de vida no trabalho e independência financeira 

 

Você quer uma oportunidade de negócio que não tome todo seu tempo, te proporcione qualidade de vida e independência financeira para nunca mais ficar a mercê de chefes? O modelo de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é perfeito para você ter autonomia de vida – ser dono-do-próprio-nariz – e independência financeira, o que impacta no estresse e qualidade de vida.

A empresa Franqueada atenderá corporações que terceirizam serviços de informação e levantamento de informações, cobrança e informações cadastrais, preparação de documentos e serviços especializados de apoio administrativo.

Essas atividades econômicas podem ser realizadas remotamente, o empreendedor precisa apenas executar o trabalho quando e onde quiser. De seu quarto ou cyber-café, notebook ou smartphone, desde que tenha acesso à Internet.

Você terá que cumprir horários apenas nas reuniões de negócios quando visitar potenciais clientes para Apresentações e esclarecer dúvidas acerca das informações e provas coletadas.

E mesmo assim, muito raramente porque esse tipo de negócio se vende e se entrega pela Internet e smartphone. Muitos clientes que pagam muito bem nunca foram vistos pessoalmente…

A entrega de Relatórios de Inteligência e documentos podem ser realizados conforme a sua agenda.

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas dá autonomia e flexibilidade para o empreendedor cuidar do seu negócio conjuntamente com atividades domésticas, sem colocar em risco seu investimento nem tampouco prejudicar seu faturamento.

O empreendedor pode trabalhar de madrugada ou pela manhã cedo e ficar com o tempo livre a tarde, porque não precisará cumprir horário comercial a não ser em reuniões de negócios. Essa vantagem salário algum de uma grande companhia compensa.

 

Benefícios da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas 

 

Com tantas vantagens, qual o lucro resultado do esforço do Franqueado da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas?

E os principais benefícios, quais são?

Confira!

 

Pequeno investimento inicial e baixo custo operacional.

Não há despesas de aluguel e condomínio porque você trabalhará de casa (home based).

Os principais equipamentos provavelmente você já tem (computador ou notebook, impressora com scanner, máquina fotográfica ou smartphone com câmera e Certificado digital).

Além da qualidade de vida por trabalhar quando quiser e não se estressar diariamente com o transporte casa-trabalho-casa, a produção em esquema home-office típica de empresas digitais gera uma economia operacional que garante um maior faturamento líquido;

 

Digitalização dos serviços.

Serviços de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas tem mais de mil anos, mas, se adaptaram a Era Digital melhor que qualquer outro negócio porque o cerne do seu negócio é a informação.

Fontes de Inteligência & Informação aumentam cada vez mais na Era da Informação devido a revolução digital e dos meios de comunicação. Isso garante serviços ágeis executados em pouco tempo e poucas tarefas.

Esses serviços são prestados à distância, pela Internet, inclusive no exterior se o Analista de Inteligência falar Inglês ou outro idioma;

 

Serviços altamente especializados e de elevada demanda.

Com a crise econômica, muitas corporações precisam de consultoria de risco e compliance para a prevenção de fraudes e pesquisa de bens para recuperação de ativos financeiros desviados de fraudes.

E com a economia aquecida as empresas consultam profissionais de Inteligência para fazer due diligence de novos fornecedores e parceiros de negócios e backgound check de candidatos a vagas de emprego;

 

Faturamento.

Com estrutura “enxuta”, baixas despesas operacionais, especialização e aumento da demanda de serviços de Inteligência & Investigações de pesquisa de bens para recuperação de ativos financeiros, compliance e mitigação de riscos em departamentos jurídicos e escritórios de advocacia e a necessidade de implementação de mecanismos de combate à corrupção e fraudes nas empresas (Lei Anticorrupção), o sucesso da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas depende apenas da dedicação do empreendedor em seguir as recomendações da Franqueadora e ter iniciativa.

 

Advogado, você não precisa depender da Justiça e do sistema Bacen Jud para ter sucesso em suas Execuções. Você pode ter acesso ao nosso Briefing, um roteiro de pesquisa de bens e investigação de “lavagem” de dinheiro e ocultação de bens ideal para Advogados de cobrança e execução, profissionais de Inteligência, Investigadores de fraudes corporativas, Auditores e Detetives. E existem no mínimo outros 9 (nove) sistemas de busca de bens na Justiça além dos velhos e já conhecidos Bacen Jud, Renajud e Infojud. Com o “Manual de Inteligência Financeira & Investigações Empresariais – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” você aprenderá técnicas de espionagem absolutamente legais de busca de bens para ter sucesso em suas ações de recuperação de ativos.
Ele foi produzido com parte do nosso Briefing secreto e contém 5 Capítulos e 1 bônus especial, no caso

Índice

Introdução

 Capítulo 1 – Técnicas de Espionagem Fáceis e Absolutamente Legais

Capítulo 2 – Como Usar Inteligência na Busca de Ativos

Capítulo 3 – Definições de Ativos Financeiros

Capítulo 4 – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens & Recuperação de Ativos

Capítulo 5 – Cartórios: Em quais, onde e como pesquisar?

BÔNUS ESPECIAL – Sistemas de Busca de Bens na Justiça 

 

Você pode adquirir o “Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos” agora clicando AQUI.

 


Mas, afinal, o que o Analista de Inteligência privada faz?

 

A Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é uma franquia barata de serviços em que o empreendedor não será apenas um consultor de risco, mas, um Analista de Inteligência.

Um Analista de Inteligência exerce Atividade de Inteligência, que é basicamente a identificação de Compradores (buyer persona) de serviços de Inteligência & Investigações; pesquisa e coleta de informações estratégicas quando ocultadas, descaracterizadas ou camufladas para enganar contratantes, ocultar bens e despistar credores, adversários e concorrentes; e tarefas burocráticas como emissão de faturas, notas fiscais e lançamentos em software contábil.

Serviços de informação e levantamento de informações tem como escopo aumentar as chances de sucesso de uma ação. É a atividade de identificação dos verdadeiros Atores (Key players), suas forças e fraquezas para a melhor tomada de decisões, diminuição de riscos e proteção dos ativos tangíveis e intangíveis.

Em casos de dívidas milionárias, a Atividade de Inteligência tem como principal escopo localizar pessoas, empresas e bens para a recuperação de ativos. É um trabalho emocionante. E você conhecerá muita gente importante, logo, é fundamental vestir-se bem, falar e escrever bem, ser educado e discreto.

As empresas de serviços de Inteligência se destacam das firmas de auditoria contábil pela investigação a partir da pessoa, da personalidade, e suas conexões econômicas, não dos números ou papéis fornecidos pelo Controller da empresa investigada.

A principal tarefa do Analista de Inteligência é auxiliar empresas a se precaver de fraudes e outras ameaças ou dar resposta às ações fraudulentas, ajudando principalmente departamentos jurídicos na busca de bens para recuperação de ativos.

 

E o que mais ele faz?

 

O Analista de Inteligência privada cuida basicamente de assuntos relacionados a proteção de ativos, sejam tangíveis sejam intangíveis, com enfoque no patrimônio e atividade econômica do adversário ou concorrente do cliente.

Ele pesquisa e procura coincidências, discrepâncias e patrimônio não declarado do empregado ou outro stakeholder para descobrir esquemas de fraude, fraudadores e bens para recuperação de ativos.

São serviços que exigem conhecimento das relações econômicas, sociais e políticas e gosto pela leitura. Ser usuário “pesado” de Internet é recomendável, porque muitas pesquisas e consultas são realizadas no ambiente web/Internet.

Agora está mais fácil porque o volume de informações e documentos antes acessados somente em bibliotecas ou consultados em livros cartorários agora estão disponíveis no Google e outras fontes abertas de Inteligência (OSINT) de know-how da Montax Inteligência.

 

Um dos trabalhos mais desafiadores do Analista de Inteligência da Montax é descobrir onde o devedor ou fraudador realizou investimentos e obter provas da propriedade de bens mediante buscas cartorárias. Antes realizadas apenas pessoalmente, na Era Digital essas tarefas podem ser realizadas via Internet.

 

O objetivo principal do Analista de Inteligência é identificar Atores (pessoas ou organizações) que colocam em risco o patrimônio da empresa cliente, encontrar pessoas que desaparecem para não pagar dívidas, localizar bens de devedores e desvendar esquemas de blindagem patrimonial.

É dar suporte a empresas e grandes credores para evitar prejuízos ou recuperar valores desviados de fraudes.

 

Riscos da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas 

 

Não seriamos justos nem tampouco demonstraríamos especialização em consultoria de risco se não revelássemos os riscos do negócio “Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas“.

Toda oportunidade de negócio tem risco econômico e político.

Aqui vão os riscos dessa oportunidade de negócio:

 

Dificuldade de vender serviços de Inteligência.

Serviços de Inteligência & Investigações Corporativas são estratégicos, portanto, apesar de importantes não são contratados de forma rotineira. A contratação depende de um tomador de decisão ou influenciador.

Chegar até eles, geralmente donos de empresas, diretores jurídicos, diretores financeiros e advogados, requer disposição para abordá-los com e-mails, telefonemas e visitas pessoais.

Nem todo Franqueado têm perfil para o marketing e força-de-vendas como disciplina, pró-atividade e desinibição, importantíssimos em qualquer negócio, principalmente naqueles que a agência Franqueada não pode pagar serviços de prospecção de clientes.

O empreendedor individual cuidará ele próprio da prospecção de clientes, daí a importância de ter bom relacionamento com advogados bem-sucedidos e diretores jurídicos ou ser bom Vendedor;

 

Mercado altamente flutuante e ciclo de venda longo.

Serviços de Consultoria têm demanda flutuante e ciclo de venda muito longo.

Como qualquer serviço importante porém não emergencial e elevado valor econômico, as vendas mais caras podem demorar até 6 meses para acontecer, desde a data do primeiro contato até o pagamento da primeira fatura.

Importante manter contato com vários Compradores e Influenciadores, entregar o maior número de Propostas de Serviço que puder; e ter resiliência para transformar dúvidas comuns em uma oportunidade de negócio. E ter sabedoria para não depender de cliente algum.

Dica: Sempre busque novas oportunidades de negócios;

 

Concorrência feroz.

A concorrência é acirrada porque o mercado da indústria da Inteligência lida com ativos intangíveis (informação, inteligência e conhecimento), portanto, não tem barreiras de entrada.

Qualquer um pode ser seu concorrente. Profissionais de Inteligência, Consultores, Advogados, Detetives, Analistas de Sistemas e startups diversas com tecnologia disruptiva se especializam na coleta de dados e informações para tomar fatias cada vez maiores do mercado da Inteligência privada.

E porque agências estrangeiras invadiram o mercado nacional em busca dessas mesmas oportunidades.

As principais concorrentes são Pinkerton do Brasil Ltda., Kroll Associates Brasil Ltda., Control Risks do Brasil Ltda., ICTS Global Ltda. e até as Big Four Ernst & Young Auditores Independentes, KPMG Auditores Independentes, Deloitte Touche Tohmatsu Auditores Independentes e PricewaterhouseCoopers Auditores Independentes (PwC);

 

Risco político.

Atividade de Inteligência é para pessoas sérias e ousadas que não se intimidam facilmente com espiões industriais, estelionatários, criminosos do colarinho branco e corruptos diversos.

Eles podem retaliar se descobrir que você está ajudando a empresa vítima a se proteger deles ou desvendar seu esquema de fraude ou localizar bens para recuperação de ativos.

O negócio “Inteligência” também exige ação e resolução do profissional diante da dificuldade de acesso aos tomadores de decisão e influenciadores para a promoção de novos negócios.

 

Segue abaixo um resumo da Circular de Oferta de Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas e a estimativa de investimentos para começar seu próprio negócio, com ajuda de uma empresa de mais de uma década de experiência, a Montax Inteligência!

 

 

MONTAX INTELIGÊNCIA

FRANQUIA PARA O FRANQUEADO (MEI/EIRELI) REALIZAR PESSOALMENTE AÇÕES DE MARKETING & VENDAS E EXECUTAR ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES, SEM EXCLUSIVIDADE NEM RESTRIÇÃO GEOGRÁFICA, MEDIANTE SUPORTE ONLINE DE ADMINISTRAÇÃO & FINANÇAS.

TIPO DE NEGÓCIO
SERVIÇOS DE INTELIGÊNCIA & INVESTIGAÇÕES

Fundação

2009

Ativos Intangíveis

(o que você vai usar)

Marcas Registradas Montax Inteligência e Montax

Domínio de Internet www.montaxbrasil.com.br

Site proprietário com boa posição no Google

Know-how de Marketing & Vendas (captação de clientes);

Know-how de Inteligência & Investigações Corporativas, inclusive o Manual de Inteligência Financeira & Investigação Empresarial – Briefing Secreto de Pesquisa de Bens e Recuperação de Ativos;

Design de propostas de serviço;

Design de Relatórios de Inteligência;

Know-how de Administração & Finanças (economia de tributos e despesas operacionais);

Proposições de Valor

(Benefícios)

Franquia diferente; Franquia barata; Microfranquia; Baixo investimento; Baixas despesas operacionais (home office); Risco mínimo; Horário flexível; Treinamento (briefings); Material Classe A; Suporte;

Taxa de Franquia R$ 12 mil
Taxa de Royalties 10% da Receita Bruta
Despesas de Instalação Aproximadamente R$ 7 mil (vide tabela)
Capital de Giro R$ 1 mil mensais (em média) + despesas do estilo-de-vida do candidato
Taxa de Propaganda 50% dos anúncios regionais de Internet
Estimativa de Faturamento R$ 4 mil mensais
Retorno do investimento Prazo de 18 meses (estimativa)
Unidades próprias 01 (sede)
Unidades de Franqueadas 00
Estratégia de expansão Todas as capitais do Brasil
Empregados 00 (Franqueado executa pessoalmente)
Início da Franquia Ainda não há Franqueados
CEO Fundador Marcelo Carvalho de Montalvão
Área (m²) 15m² (em média)
Prazo do Contrato 60 meses
Razão Social Montax Inteligência de Crédito e Cobrança Ltda.
Website www.montaxbrasil.com.br
Endereço Rio de Janeiro -RJ, Rua Figueiredo Magalhães, 387/801 – Copacabana – CEP: 22031-011
E-mail montax@montaxbrasil.com.br
Telefones

(21) 2143-6516 e 99682-0489

 

Investimentos da Circular de Oferta de Franquia (COF)

 

Taxa de Franquia R$ 12 mil
Taxa de Royalties 10% da Receita Bruta
Taxa de Propaganda R$ 100,00/Mês (em média)
Notebook + Scanner R$ 2,3 mil (Samsung Dual Core 4GB 500GB + HP Scanjet G2410)
Smartphone R$ 1.400,00 (ASUS Zenfone Max Pro (M2) 4GB 64GB)
Capital de giro R$ 900,00 (variável)
Sobrevivência Variável, depende do padrão e estilo-de-vida do sócio da Franqueada
Uniforme (terno-e-gravata) R$ 900,00 (variável)
Internet/Telefonia R$ 200,00 mensais (em média)
Contabilidade Aproximadamente R$ 99,00 mensais (EIRELI-ME ou MEI)
Seguro R$ 99,00/Mês (em média)
Certificado digital (A1) R$ 240,00/Ano (em média)
Papelaria R$ 50,00/Mês (em média)
Registro na ABRAIC R$ 180,00/Ano (opcional)
TOTAL Aproximadamente R$ 19 mil

 

Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas é uma excelente oportunidade de negócio.

 

Empreender com a Montax Inteligência é um excelente oportunidade porque reduz o risco de fracasso, apesar do baixo investimento.

Por meio da Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas, você se tornará um Analista de Inteligência para empreender no mercado de informações. E sua Agência de Inteligência Franqueada pode se tornar uma referência de suporte aos departamentos jurídicos da sua região.

80% dos casos envolve Pesquisa de Bens para a localização de ativos financeiros, quer porque comprovam fraude corporativa interna, quer porque a informação patrimonial ajuda departamentos jurídicos e escritórios de advocacia a terem sucesso nas ações de cobrança e Execução de dívidas. O Analista de Inteligência recebe adiantamentos ($) pela tarefa de investigação de ativos e às vezes comissão (%) pela efetiva recuperação dos créditos pelo cliente.

Ao contrário da França, onde existe uma faculdade de Inteligência privada, a Escola de Guerra Econômica (EGE), bem como uma empresa estatal de Inteligência, a Agência Para Difusão da Informação Tecnológica (L’ADIT), no Brasil não existe nem faculdade nem estatal e de grande porte de Inteligência.

Se quiser aprender Inteligência, terá que frequentar escolas militares que só admitem militares e profissionais com credenciais e indicações, com custo elevadíssimo.

E, mesmo assim, aprenderá a Atividade de Inteligência, o que não garante sucesso no mundo dos negócios porque depende de coragem, disciplina, sorte e ações de Marketing & Vendas, além de finanças.

Com a Montax Inteligência você aprenderá tudo ao mesmo tempo e encurtará caminho porque contará com todo nosso suporte, tecnologia e know-how para empreender e desenvolver seu negócio e atingir grandes resultados.

 

Estagiários de Direito, Paralegais, Assistentes jurídicos e Detetives querem empreender com maior assertividade

 

Estagiários de Direito, Paralegais, Assistentes jurídicos e Detetives ou mesmo Advogados e Contadores acostumados com demandas de informação e documentação de departamentos jurídicos e escritórios de advocacia querem deixar a rotina estressante e direitos da CLT para empreender com serviços que já sabem prestar e vender para clientes que já conhecem, diretores jurídicos e advogados.

Essa tendência é impulsionada pelo aumento do número de Advogados e, consequentemente, da demanda de serviços de Paralegais e de informação estratégica para o sucesso das ações judiciais, como provas e documentos. E pela falência da Justiça Pública do Brasil e ineficácia de seus sistemas de buscas de bens do devedor.

O trabalho do Analista de Inteligência começa a fazer sentido para credores e seus Advogados que precisam encontrar ativos financeiros ou provas de fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Além de acessar informações, documentos e provas necessárias ao sucesso de uma ação judicial, o Estagiário ou Paralegal ou Assistente jurídico que decidiu empreender com a Montax Inteligência já terá como Vantagem Competitiva o conhecimento do mercado jurídico e um bom relacionamento com Compradores dos serviços de Inteligência, os Advogados, diretores jurídicos e de compliance.

Montax Inteligência entrega benefícios excelentes mesmo àqueles Analistas Franqueados que optaram não realizar eles mesmos os serviços de Inteligência & Investigações. Franqueados recebem comissão de 10% (dez por cento) apenas pela indicação do cliente. Não precisará fazer mais nada se não quiser. Em alguns meses, o Franqueado pode receber até R$ 5 mil mensais de comissão apenas pela prospecção de clientes e indicação dos Serviços profissionais da Franqueadora, pelo prazo do contrato de Franquia.

Mas, se você não tem ambição ou não está seriamente comprometido com a ideia de empreender, por favor, não nos procure. Somos homens e mulheres de negócios, não psicólogos, e não queremos perder tempo tentando convencê-lo(a).

 


Quer ser um Analista de Inteligência? 


Faça parte de uma Franquia de Consultoria de Inteligência & Investigações Corporativas!
Envie um e-mail para montax@montaxbrasil.com.br com o Assunto
Quero ser Analista de Inteligência

 




 

SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, CWA Consultores, Geowellex, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia e muitas outras marcas.

Advogado criminalista especialista em Direito Penal Econômico e crimes financeiros como fraude à execução, “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores e engenharia reversa da blindagem patrimonial para a solução de fraudes milionárias.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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Due Diligence | Pesquisa de Bens | Investigação Empresarial | Compliance Intelligence

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Segue a Transcrição do Capítulo 03 – História da Inteligência e do Capítulo 04 – Maquiavel e a teoria das razões de Estado extraídos do Livro “ATIVIDADE DE INTELIGÊNCIA – Inteligência de Estado e Inteligência Militar Clássicas“.

 

Nossa Homenagem à Maquiavel, o Secretário de Embaixada de Florença, Cargo Que Assumiu Por Mérito Próprio (Não Veio a Ser Embaixador Porque Era Plebeu em Uma Sociedade Aristocrática).

 

Nicolau Maquiavel Foi, Sem Dúvida, o Maior Profissional de Inteligência da História.

 

 

Capítulo 03

História da Inteligência

 

“Os reis pagam caro pela sua incúria, o seu desdém para com os historiadores”.

Napoleão Bonaparte

 

O mais antigo relato de espionagem que se tem notícia é o do Livro de Josué, Capítulo 2 versículos 1 e seguintes da Bíblia, no episódio durante a guerra entre as cidades-estado de Israel e Jericó

 

“Então Josué, filho de Num, enviou secretamente de Sitim dois espiões e lhes disse: “Vão examinar a terra, especialmente Jericó”. Eles foram e entraram na casa de uma prostituta chamada Raabe, e ali passaram a noite. No entanto alguém foi informar o rei, governador de Jericó, de que dois israelitas, suspeitos de serem espias, tinham chegado à cidade naquela noite. Imediatamente foi despachado um contingente militar para a casa de Raabe, a fim que esta os entregasse. “São espias”, explicaram­-lhe eles. “Foram mandados pelos chefes israelitas para estudarem a melhor forma de nos atacarem.”

 

O Livro de Josué provavelmente foi escrito por Josué, filho de Num, sucessor de Moisés como líder de Israel antigo (século XIV a.C.). Pode ter sofrido colaborações, adições e edições. Ele fornece uma visão geral das campanhas militares dos hebreus para conquistar a “Terra Prometida”. Esse relato de espionagem é importante devido ao seu contexto histórico, quando a maioria dos generais ainda tentavam antecipar as ações dos adversários com consultas aos oráculos, astrólogos e outros adivinhadores. Portanto, o emprego de espiões para a coleta de informações estratégicas é tática muito antiga. E o relacionamento de espiões com prostitutas, ladrões e outros indivíduos escoriados da sociedade é muito comum.

 

Desde que o mundo existe, existem conflitos tribais, étnicos e disputas entre povos e nações por terras, riquezas naturais e energéticas, armamentos e conhecimento científico para proteção ou desenvolvimento das atividades econômicas. Embaixadores, espiões, batedores e observadores em postos avançados existem desde que os homens passaram a viver em tribos relativamente maiores e a ser saqueados por tribos rivais, muitas delas sem capacidade de produção agrícola capaz de alimentar todos os seus habitantes, mas, com fabricação de armas e treinamento militar avançados para cobrar tributos ou espoliar os alimentos dos outros. Para elaborar planos estratégicos de proteção e desenvolvimento dos povos ou planos de ataque e defesa, estadistas e generais precisam de um ativo que, apesar de intangível e de dificílima avaliação econômica, é imprescindível ao estabelecimento das premissas sob as quais fundamentam seus planos, a Informação. O maior receptáculo de informação estratégia não é um documento de papel ou outra mídia eletrônica de natureza tangível, mas, um banco de dados intangível: O cérebro humano.

 

Alexandre, O Grande, comprovadamente o maior estrategista da História (século IV a.C.), inovou o sistema de Inteligência militar ao abandonar práticas de tortura e suborno de funcionários inimigos – tão comuns à época, especialmente entre os chineses e persas -, para realizar a triangulação de Informações coletadas de várias fontes diversas e analisadas por uma equipe multidisciplinar de especialistas de diversas áreas do conhecimento, para, então, realizar suas próprias conclusões antes da tomada de decisões.

 

Nesse sentido, tão importante quanto a salvaguarda de documentos é a proteção de pessoas que detêm informações políticas, econômicas e sociais estratégicas como cientistas, oficiais das forças armadas, professores, líderes políticos, empreendedores, gênios inovadores e outros indivíduos tão caros à manutenção do Estado nacional e do estilo-de-vida da sociedade. Depois do evento danoso provocado por um Ator estrangeiro muito poderoso, talvez a Nação não recupere sua soberania e seus recursos nem pode resgatar a vida de importantes cidadãos da Intelligentsia nacional. Por exemplo, após invadir a Polônia em 1939, transformando-a em um território não-incorporado que chamado de “protetorado”, Hitler teria declarado suas intenções, em outubro de 1940, após um jantar com o Governador-Geral civil da Polônia, Hans Frank, um advogado de 39 anos que se estabeleceu em Cracóvia, governando a vida de aproximadamente 12 milhões de pessoas, conforme registros do secretário pessoal do führer, Martin Bormann:

 

“Os poloneses, ao contrário dos alemães, nasceram especificamente para o trabalho árduo […] Não há necessidade de se melhorar nada. Ao contrário, é preciso manter baixo o padrão de vida na Polônia, e não se deve permitir que ele suba […] Devemos usar o Governador-geral apenas como fonte de mão-e-obra especializada […] É indispensável ter-se em mente que os proprietários poloneses devem morrer; por mais cruel que isto possa parecer, eles têm de ser exterminados onde quer que se encontrem […] Só deve haver um senhor para os poloneses – os alemães […] Portanto, todos os representantes da intelligentsia polonesa devem ser exterminados. Também isto parece cruel, mas é a lei da vida. […] Os trabalhadores poloneses também se beneficiarão com isto, pois cuidaremos da sua saúde e providenciaremos para que eles não passem fome; será conveniente que os poloneses continuem sendo católicos romanos; os sacerdotes poloneses receberão alimentos das nossas mãos e, por esta razão, orientarão suas ovelhas pelo caminho que preferirmos […] A tarefa dos sacerdotes é manter os poloneses dóceis, estúpidos e parvos”[1].

 

A estratégia de dominação nazista implementada por Hitler na Polônia em 1940 se parece muito com a dos romanos da antiguidade lembradas pelo secretário da embaixada de Florença no século XVI d. C., Nicolau Maquiavel, o que reforça a tese da política como ciência. Por não pertencer a nobreza de Florença, Maquiavel não podia ocupar o cargo de embaixador, ocupando o de secretário de embaixada (possivelmente foi espião). Dada a sua função, a natureza de suas informações acerca da forma de governo das cidades-estados italianas e a qualidade de seus relatórios analíticos, o pai da Ciência Política com certeza era um profissional da Inteligência. Os relatórios de Maquiavel com a descrição do sistema politico-administrativo dos Estados que frequentou eram geralmente recheados de informações sobre os principais lideres, suas inclinações e gostos-pessoais e, principalmente, a qualidade e quantidade de seu sistema de defesa e de seus aliados. Em seu Epistolario (1512-1527), Maquiavel dá conselhos ao amigo e embaixador principiante Rafael Girolami que foi nomeado embaixador da cidade-estado de Florença na Espanha junto ao rei Carlos de Habsburgo (Carlos I), com recomendações sobre comportamento social, conteúdo, forma e estilo dos relatórios de informação que reproduzimos pequeno trecho:

 

“[…] Mais precisamente, digo que deverás observar o caráter do homem; se governa ou se deixa governar; se é avarento, liberal, se ama a guerra ou a paz; se lhe interessa a glória ou tem outra paixão; se é amado pelo seu povo; se lhe agrada viver mais na Espanha do que em Flandres; quais as pessoas que o rodeiam e aconselham e quais as suas inclinações; isto é, se o levam a tentar a sorte em novas ações ou lhe aconselham a se contentar com o que já tem; que domínio exercem sobre ele; se são sempre as mesmas pessoas ou se mudam; se o príncipe tem amigos entre os conselheiros do rei da França e se eles são corruptíveis. […] São essas coisas que, bem consideradas e bem expostas, dar-te-ão um elevado conceito. E não te limites a reportá-las somente uma vez, mas convém repeti-las a cada dois ou três meses, com habilidade, sempre agregando algumas novidades para que a repetição pareça prudente e necessária, e não uma falsa sabedoria”[2].

 

Muitos oficiais de Inteligência contemporâneos estão lotados em embaixadas do mundo todo disfarçados de secretários de Embaixada ou pessoal do “corpo técnico”. Na Constantinopla dos tempos do Império Bizantino, qualquer enviado estrangeiro era considerado espião e estava sujeito a estrita vigilância da contraespionagem bizantina[3]. Evidentemente, o cargo mais importante para a coleta, filtragem, análise e transmissão de informação acerca dos Estados estrangeiros é o do próprio embaixador, cargo político-administrativo vinculado às suas respectivas Chancelarias de Estado ou Ministério das Relações Exteriores, a quem um verdadeiro secretário deve se reportar. Mas, um profissional de Inteligência, vinculado a um dos órgãos integrantes do Sistema Brasileiro de Inteligência (Sisbin), um oficial de Inteligência disfarçado de secretário de embaixada – ou um oficial da Inteligência militar disfarçado de Adido militar – deve se reportar ao Diretor residente no exterior ou ao Diretor de Inteligência que o designou para a missão de investigar as intenções, planos e a capacidade dos Estados inimigos. Assim como os embaixadores, os espiões também são “os olhos e ouvidos dos governantes”, dos decisores militares ou estadistas.

 

Mas não são só relatórios de Inteligência de embaixadores, agentes do serviço secreto, adidos militares e servidores dos órgãos do sistema de Inteligência do Estado, como o Sisbin do Brasil, que servem para um sistema de Inteligência ou rede de espionagem. Os Estados nacionais também se valem de relatórios de estudantes em viagens de intercâmbio cultural, ativistas em campanhas internacionais, missionários e peregrinos religiosos e voluntários em serviços de ajuda humanitária. Muitos desses jovens não sabem, mas, são instados a observar e informar, involuntariamente, acerca da geografia do país que visitou, sua produção e principal atividade econômica, o estilo-de-vida de seus cidadãos, seus lideres políticos, civis e militares locais e sua lealdade, suas vulnerabilidades e capacidade bélica e de reação popular, além de aspectos de sua cultura e modelo mental (mentalidade). Agentes secretos podem utilizar organizações civis não-governamentais para infiltração sob disfarce, mas, não é incomum a economia de despesas com missões secretas mediante coleta de informações por viajantes civis.

 

O governo dos Estados Unidos da América, por exemplo, mantêm uma organização civil humanitária pacifista em operação no mundo todo chamada Peace Corps (Corpos de Paz)[4]. Seus integrantes são estudantes realmente engajados com questões sociais e humanitárias que são treinados a viver nas mesmas condições das pessoas que ajudam, para não chamar a atenção de criminosos comuns e ativistas políticos contrários aos EUA. São exigidos deles relatórios com informações entregues aos “Diretores residentes”, com dados e informações sobre cidades e vilarejos e suas estruturas, muitos do quais desconhecidos das agências de Inteligência oficiais como a CIA/NSA. Os relatórios dos voluntários do Peace Corps são como jornais locais de lugares tão pobres que simplesmente não tem imprensa nem jornalistas investigativos imparciais. O fato de o governo dos EUA utilizar os relatórios do Peace Corps como fonte de Inteligência estrangeira não retira dessa organização o aspecto humanitário e pacificador efetivo de seus voluntários ao redor do mundo, pessoais das quais louvamos.

 

A própria CIA mantém empresas “de fachada”, muitas porém com operações e lucros regulares e funcionamento de verdade no mundo todo, em nome de “laranjas” (geralmente ex-diretores), para dar cobertura a agentes e operações de transporte. São empresas de importação e exportação e aviação civil prontas para o transporte rápido e discreto de armas, equipamentos e agentes de operações especiais para apoio a revoluções e contra-revoluções em países subdesenvolvidos, conforme ampla e detalhadamente relatado pelos jornalistas estadunidenses Victor Marchetti e John D. Marks no livro de 1967 intitulado A CIA e o Culto da Inteligência. Esse trabalho jornalístico dissecou a CIA e suas operações reais e foi parcialmente censurado pela justiça dos EUA, país que avoca para si o título de baluarte da democracia[5].

 

O que chocou a comunidade de Inteligência no mundo todo foi a coragem dos seus autores – e a inação da CIA ante a exposição tão iminente e franca acerca de suas operações ao redor do planeta no auge da guerra fria – que não sofreram retaliação pela publicação do livro e o comprometimento da Atividade de Inteligência de uma das maiores potências econômicas mundial. Essa censura, mesmo parcial, pode parecer ao cidadão comum um atentado contra o direito de acesso a informação, mas, as razões de Estado justificam a preservação do sigilo, do segredo e reserva que deve nortear a identidade e o trabalho de toda a comunidade de Inteligência de Estado.

 

Em 2012, a CIA foi acusada pelo ex-delegado do Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) do Estado do Espírito Santo, Cláudio Antônio Guerra, de fornecer armas para civis e militares do Brasil durante o regime militar na década de 1970. Ele relatou aos jornalistas investigativos Marcelo Amorim Netto e Rogério Sarlo de Medeiros em suas “Memórias de Uma Guerra Suja” que um agente cubano naturalizado estadunidense Jone Romaguera Trotte teria fornecido armas, equipamentos de escuta ambiental e telefônica de última geração, especialistas para treinamento, substâncias venenosas que provocavam a morte por infarto e até metralhadoras disfarçadas em maletas estilo 007. As armas seriam trazidas dos EUA por tripulantes da empresa de aviação Varig[6]. Jone Romaguera Trotte entrou com uma ação judicial contra a Topbooks Editora e os jornalistas investigativos para censurar o livro de memórias do ex-agente da repressão, sem sucesso[7].

 

Capítulo 04

Maquiavel e a teoria das razões de Estado

 

“No período moderno (século XVI d.C.), fragmentos dos textos do secretário da embaixada de Florença, Nicolau Maquiavel, considerado o pai da Ciência Política – ou Filosofia Política, como preferir – também ressaltam a importância da Atividade de Inteligência.

 

Embora muito conhecido pela sua obra mais famosa, O Príncipe, onde lançou as bases do exercício do poder político e militar para a preservação do Estado e manutenção dos Governos, Maquiavel comentou sobre espionagem em uma de suas outras obras não tão famosas, L’arte della guerra – portanto homônima a do general chinês -, no capítulo Breve descrição do governo da cidade de Luca, quando menciona a expressão “espião” uma única vez, apenas quando menciona a forma do governo da cidade-estado medieval de Luca, composto por um Conselho Geral, e explica que

 

“O Conselho Geral, como disse, são 72 cidadãos que se reúnem com a Senhoria e cada um dos senhores pode nomear três cidadãos, que, reunidos a eles, têm a mesma autoridade. Este conselho permanece por um ano, e o conselho dos 36 permanece por seis meses, com a única proibição de não poderem ser eleitos de novo os que pertenceram ao anterior. O Conselho dos 36 se renova por si mesmo. O Geral é reformado pela Senhoria e por 12 cidadãos eleitos pelos 36. Este Conselho Geral é o príncipe da cidade porque faz e desfaz leis; faz tréguas, amizades; exila e mata cidadãos; afinal, não há apelo possível nem nada que o freie, uma vez que a coisa tenha sido resolvida pelos três quartos dele. Têm, além “das ordens mencionadas, três secretários que exercem, as funções durante seis meses. O ofício destes é o que chamamos espiões ou, com nome mais honesto, guardas do Estado. Estes podem, sem qualquer consulta, deportar um forasteiro ou matá-lo; eles vigiam as coisas da cidade; examinam 96 coisas que ofendam o Estado e que digam respeito aos cidadãos e as referem ao gonfaloneiro, à Senhoria, aos “colóquios”, para que sejam examinadas e corrigidas. Têm, além disso, mais três cidadãos que exercem as funções seis meses e que chamam condottieri, têm autoridade de contratar infantes e outros soldados, têm uma autoridade (podestà) forasteira – que tem autoridade nas coisas civis e militares sobre os cidadãos e sobre quem quer que seja. Também têm magistratura sobre os comerciantes, sobre as artes, sobre as vias e edifícios públicos, como têm todas as outras cidades – com as quais viveram até agora e entre tantos poderosos inimigos se mantiveram. Nem se pode com efeito senão geralmente louvá-los. Mas quero que consideremos o que neste governo há de bom ou de mau.”

 

Portanto, o filósofo-político da idade moderna louva a nomeação de Secretários de Estado incumbidos da função de examinar 96 coisas que ofendam o Estado, tal como os analistas das agências de inteligência contemporâneas o fazem agora. Mas, é no capítulo intitulado Livros Sétimos e seguintes – As regras gerais e as conclusões que Maquiavel, na parte que destacamos relativa a Atividade de Inteligência, destaca:

 

“O que favorece o inimigo me prejudica; o que me favorece prejudica o inimigo. Quem na guerra observar com maior vigilância as intenções do inimigo e mais exercitar seu exército, correrá menos perigos e terá maior probabilidade de vitória. Não devemos jamais conduzir os soldados à batalha se antes não nos certificamos de que seu ânimo é disciplinado, e isento de medo. Não se deve combater senão quando se vê que esperam a vitória. É melhor vencer o inimigo com a fome do que com o ferro, pois na vitória obtida com este vale muito mais a sorte do que o valor. Nenhum método é melhor do que aquele que o inimigo não percebe até o adotarmos. Na guerra, reconhecer a oportunidade e aproveitá-la vale mais do que qualquer outra coisa. A natureza não faz muitos homens bravos; a aplicação e o exercício, Sim. Na guerra, a disciplina pode mais que o ímpeto […] Dificilmente será vencido quem souber avaliar suas forças e as do inimigo […] Quando se quer ver de dia se há algum espião no campo, que todos se recolham a seus alojamentos”.

Os conselhos de Maquiavel em sua A Arte da Guerra são parecidos com os do general chinês que o antecedeu em estudo de obra de mesmo nome.

 

Mas é justamente na obra que trata de políticas de Estado e de Governo, O Príncipe, e não em sua obra sobre estratégia, táticas e operações militares, que Maquiavel destaca no capítulo III denominado Dos Principados Mistos a importância da Atividade de Inteligência; a vigilância acerca das intenções do inimigo; o conhecimento antecipado acerca das ameaças; a previsão:

 

“Os romanos, nas províncias que conquistaram realizaram essa política com bons resultados. Organizaram colônias, auxiliaram os fracos sem lhes dar mais poder, abateram os poderosos e impediram que os estrangeiros se fortalecessem. Usarei, com exemplo, apenas a província da Grécia. Roma manteve os aqueus e os etólios, abateu o reino dos macedônios e expulsou Antíoco. Entretanto, nem os méritos dos aqueus ou dos etólios fizeram que aumentassem os seus estados. Nem Filipe induziu os romanos a serem seus amigos nem permitiram a Antíoco manter qualquer estada naquela província. Os romanos, neste caso, fizeram o que todos os príncipes inteligentes devem fazer, ou seja, não somente prever as dificuldades presentes, mas, também, as futuras. Assim, obstando-as habilmente, de forma que, a tempo, se possa dar-lhes pronto corretivo, evitando que se tornem incontroláveis. Recordemos-nos os que dizem os médicos acerca da tísica, que, no princípio, é fácil de curar e difícil de diagnosticar, e que, com o correr do tempo, torna-se fácil conhecer e difícil de curar. Tal se dá com as coisas do Estado: Conhecendo-se os males com antecedência, o que só acontece com os homens vigilantes, serão evitados no nascedouro. Mas quando se avolumam, por serem totalmente desconhecidos, tornam-se irremediáveis”.

 

Não é por menos que Maquiavel é o filósofo preferido de nove em cada dez estadistas.

 

As premissas e fundamentos pelos quais se valem os Governos para exercer Atividades de Inteligência e Contrainteligência, muitas vezes até mesmo contra seus cidadãos – nesse caso, chamados de ameaças internas -, é, antes de mais nada, a força, o poder e as razões do Estado. Entende-se por força não somente a força física dos soldados e das armas como também a força da lei e do direito consagrados pela sociedade e executados pelo Estado.

 

Não cabe aqui neste trabalho sobre Inteligência discorrer sobre noções de Teoria Geral do Estado senão tecer breve comentário acerca da Ciência Política que norteia o uso da força pelo Estado para a salvaguarda de seus cidadãos.

 

A matéria é importante para esclarecer os motivos pelos quais o Estado pode e deve executar Atividades de Inteligência e Contrainteligência e que propaganda os Governos devem divulgar.

 

De todos os conselhos que Maquiavel deixou aos líderes das cidades-estados italianas do início do período moderno (século XVI d.C.), o mais importante foi não ser odiado pelo Povo.

 

A propaganda e as ações dos Agentes do Estado devem ser norteadas com base na premissa de que devem proteger o Estado, com todas as suas forças, ao mesmo tempo em que aproxime o Governo de seus cidadãos. O populismo sempre foi estratégia eficaz de conquista de poder político.

 

Sobre as políticas do Governo para a salvaguarda do Estado, no capítulo XV de O Príncipe intitulado Das Causas Pelas Quais os Homens e Especialmente os Príncipes são Louvados ou Denegridos, Maquiavel aconselha ao soberano que

 

“não se preocupe da fama que possam lhe dar certos atos, tudo bem considerado, haverá coisas que parecem virtudes e, se praticadas, levam à ruína e outras que parecem más e que trazem segurança e bem-estar”

 

Esse fragmento de O Príncipe serve para lembrar o cidadão comum, que nunca precisou comandar homens em direção à morte em defesa da pátria ou administrar organizações e empreendimentos que garantem a sobrevivência de muitas famílias, que a Atividade de Inteligência pode parecer uma ação antidiplomática com nações estrangeiras, invasão de privacidade e violação de intimidade – ou mesmo bisbilhotice da vida dos cidadãos -, mas, é uma razão de Estado, um mal-necessário que traz segurança e bem-estar ao Estado e seus cidadãos.

 

A Atividade de Inteligência serve para a elaboração e implementação das estratégias de sobrevivência, manutenção, crescimento e expansão do Estado; e para definição de políticas públicas, especialmente aquelas relacionadas à Economia política.

 

Concomitantemente às razões de Estado, existem as razões para preservação do segredo de Estado, que é a classificação da Informação como ultrassecreta, secreta ou reservada, conforme a legislação do Brasil, como salvaguarda da Informação estratégica para preservação da soberania nacional”.

[1] MANVEL, Roger – SS e Gestapo – A caveira sinistra – História ilustrada da 2ª Guerra Mundial – Política em ação 3 – Editora Renes pág. 74 – 1974;
[2] RIBEIRO, Embaixador Guilherme Luiz Leite; Os Bastidores da Diplomacia: O Bife de Zinco e outras histórias – Nova Fronteira pág. 21 – 2007;
[3] Idem. pág. 149
[4] http://www.peacecorps.gov/
[5] A expressão “democracia” significa “governo do povo” e tem origem na cidade-estado de Atenas, na Grécia antiga, onde o conceito antigo de “povo” não era o da população, mas, dos proprietários de terras, portanto, esse sistema de governo não tinha nada a ver com o conceito contemporâneo. Mesmo na antiguidade, o regime democrático gerava liberdades civis e elevados índices de satisfação popular que impulsionavam a economia e o comércio, porém, causou ressentimentos em outras cidades-estados gregas como Esparta e Corinto porque a ideia “democracia” servia de propaganda do império ateniense. A democracia da antiguidade serviu de pano-de-fundo do cenário belicoso da Guerra do Peloponeso. N. do A.
[6] GUERRA, Cláudio; por Marcelo Netto e Rogério Medeiros – Memórias de Uma Guerra Suja – Editora Topbooks – Rio de Janeiro – 2012 – págs. 70/71.
[7] Fonte: Processo judicial nº 0183530-82.2012.8.19.0001, da 50ª Vara Cível do Rio de Janeiro – RJ.

 

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SOBRE O AUTOR

Marcelo Carvalho de Montalvão é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, CWA Consultores, Geowellex e muitas outras marcas.

Advogado criminalista em especialista em Direito Penal Econômico e solução de estelionato (fraude), fraude a credores, fraude à execução, evasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores, due diligence e Inteligência para recuperação de ativos financeiros.

Autor do livro “Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa” e do “Manual de Inteligência – Busca de Ativos & Investigações” comentados AQUI.

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