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“No mundo dos negócios, improvisar nem sempre traduz criatividade. Muitas vezes a improvisação é apenas o primeiro ato da tragédia.”

Jornalista Roberto Marinho, fundador da Rede Globo de Televisão

 

 

 

Em um artigo antológico inspirado no Beyond Citizen Kane (“Muito Além do Cidadão Kane”, na versão em Português), Documentário produzido pela estatal britânica de televisão BBC, em 1993, que explica as causas do poder e influência da Rede Globo, que ocultou e baniu o filme estrangeiro das mídias tradicionais do Brasil, Montax expõe os graves problemas enfrentados pela Globo e outras mídias tradicionais.

 

Coincidentemente, 1993 foi o ano da última conjunção astrológica Urano-Netuno, que acontece umas 6 vezes a cada 1.000 anos e está associada à ascensão e queda de impérios e revoluções culturais. 1993 consolidou o fim da União Soviética, a globalização de mercados, a abertura econômica do Brasil e a popularização da Internet. Foi o início do fim da Rede Globo.

 

Na mitologia grega, Urano é um deus derrotado e castrado pelo próprio filho, Cronos, e Poseidon, filho de Cronos, é um deus vingativo que divide a Terra com seu irmão, Zeus, como senhor dos mares, tempestades e terremotos e que gerou filhos rebeldes. O Tempo não poupa nada nem ninguém e todos pagamos pela nossa rebeldia.

 

 

Agora chega de conversa fiada e vamos aos fatos, com os pés no chão.

 

Não somos cria de governos nem dependemos de verbas do Estado, razões pelas quais, para conseguir novos assinantes, temos que produzir conteúdo esclarecedor, verossímil, apolítico e sem caráter manipulador .

 

Enquanto alguns produtores de conteúdo souberam tirar proveito das novidades culturais e tecnológicas, outros profissionais e organizações da Economia Criativa ficaram “encastelados”, presos a velhos esquemas de poder e dinheiro, como se o mundo não estivesse em transformação.

 

A Internet acelerou a descentralização econômica e a globalização, aumentou o acesso à informação e democratizou meios de comunicação social. A Era da Informação chegou! Antes de 1993 ninguém imaginaria que um artigo como esse pudesse ser publicado e acessado por qualquer cidadão.

 

Estas são às 7 Causas da Falência da Rede Globo e Outras Mídias Tradicionais:

 

#1- Internet e Mídias Descentralizadas

#2- YouTube e Outros Canais de Transmissão de Conteúdo Digital (Streaming)

#3- Smartphones e Outros Dispositivos Móveis

#4- Google, Facebook e Outras Redes Sociais

#5- Record ao Vivo: Rede Record e a Concorrência que Emula a Líder

#6- Estatismo e Dívidas Fiscais Bilionárias

#7- Improvisação na Manifestação Político-partidária (Antigovernista)

 

Fique conosco e em poucos minutos você saberá se tenho razão ou não, afinal, os assinantes do Blog da Montax Inteligência são inteligentes e costumam ser jogadores, não arquibancada.

 

 

#1- Internet e Mídias Descentralizadas

 

 

“Alguns de vocês talvez não se lembrem. Mas eu, sortuda que sou, estava lá”

Jornalista Ana Freitas (Revista Galileu) em Um tour pela internet em 1993

 

 

A Internet era coisa de governos e universidades quando começou, com várias “redes” como a NSFnet ativada em 1990.

 

O objetivo era facilitar a comunicação entre usuários conectados por diferentes sistemas informatizados.

 

Sua comercialização e popularização começaram mesmo em 1993, atingindo seu ápice em 1995 quando a NSFnet deixou de ser a “dona” das redes e todo o tráfego, que passou a ser público.

 

Também achamos que foi em 1993 que tudo mudou porque foi quando Marc Andreessen e Eric Bina, do Centro Nacional de Aplicações de Supercomputação (NCSA), lançaram o Mosaic, o primeiro navegador que priorizava o aspecto gráfico.

 

Esse conceito possibilitou a navegação entre hiperlinks que estavam contidos em imagens, por exemplo, alterando entre as páginas mais facilmente (Fonte: Revista Tecmundo em A história da Internet: a década de 1990 [infográfico]).

 

As universidades e agências de Inteligência de Estado e Inteligência Militar não detinham mais o monopólio desse sistema de telecomunicações.

 

Surgiram os sites privados de Domínio de Internet “.com”.

 

E o resto é História.

 

O fato é que a Internet gerou a descentralização da produção, transmissão e distribuição de conteúdo e qualquer cidadão passou a produzir e entregar informação, entretenimento, info-produtos e treinamento sem precisar gastar tubos de dinheiro nem de influência política para obter a outorga, concessão do Ministério das Telecomunicações. como nos casos de rádio, TV, jornais e outras mídias tradicionais.

 

A Internet possibilitou que agências como a Montax Inteligência produzissem informação e comercializassem conhecimento na forma de Relatórios de Inteligência e info-produtos como o Manual de Inteligência & Investigações – Classificação, Busca e Recuperação de Ativos.

 

 

#2- YouTube e Outros Canais de Transmissão de Conteúdo Digital (Streaming)

 

 

“Seis entre 10 pessoas preferem assistir a vídeos online em vez de navegar em canais na televisão tradicional”

Estrategista Digital José Silvério da Silva (EADBox) em 12 dicas para divulgar um canal no YouTube [comece hoje]

 

 

O YouTube, como todos sabem, é um canal de transmissão de conteúdo digital (streaming) mundial, público e gratuito porque presente na Internet.

 

Antes do YouTube, criado em 2005 e adquirido pela gigante da Internet Google em 2006, se quisesse “aparecer” ou lançar um filme, curta-metragem ou vídeo você teria que ser o dono de uma TV ou de um satélite de TV. Ou cair nas bênçãos de um deles.

 

A partir do YouTube, qualquer um com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça puderam divulgar seu trabalho.

 

E enriquecer com ele.

 

A ideia por trás da plataforma do YouTube é a mesma da televisão e outras mídias tradicionais: A produção e divulgação de conteúdo de qualidade atrai telespectadores que, por sua vez, atraem anunciantes dispostos a pagar para que seu produtos e serviços apareçam para milhares de pessoas.

 

Como algumas “pequenas” diferenças: Além de a produção de conteúdo ser descentralizada e gratuita – sim, o YouTube não gasta um centavo para produzir filmes, novelas etc., tudo ali foi feito por pessoas do mundo todo que não exigiram nada em troca -, o conteúdo é distribuído de forma segmentada de modo que o usuário “assina” os canais de sua preferência e a tela do vídeo sinaliza apenas programas de interesse do usuário selecionados por Inteligência Artificial.

 

Ao contrário da TV, que passa o que o dono quer, no YouTube você escolhe o que quer ver na hora que preferir.

 

Como se não bastasse, o YouTube é o 2º maior mecanismo de buscas do planeta, perdendo apenas para sua dona, a gigante Google.

 

Para se ter uma ideia do poder e influência do YouTube, alguns Artistas, Jornalistas e Atores ficaram ricos com as verbas do YouTube destinadas aos produtores de conteúdo que conseguem atingir ao menos 100 mil assinantes de seu canal.

 

Outros canais de transmissão de conteúdo digital (“streaming”) como a NetFlix também contribuíram para a falência da Rede Globo e outras mídias tradicionais porque a) entregam conteúdo diversificado, que a pessoa quer ver e b) tudo de graça ou quase de graça.

 

O fato é que a geração que nasceu em 1993 em diante não liga a TV nem assiste a programas de televisão: Acessam direto o YouTube ou NetFlix onde escolhem seu canal, seu conteúdo e ainda compartilham com seus amigos.

 

Sua Diarista pode ser fã do programa “Mais Você” da Rede Globo e pode não se interessar por assuntos como Inteligência Financeira, Recuperação de Ativos, Due Diligence e Compliance, mas, você ou um segmento pequeno da sociedade brasileira podem gostar de aprender com vídeos tutoriais como o Como prevenir fraudes ou solucionar uma Execução com o Domínio de Internet [“o segredo”] publicado no YouTube.

 

 

#3- Smartphones e Outros Dispositivos Móveis

 

 

“o que mais chama a atenção para o design do iPhone foi o que aconteceu depois: Milhares de empresas passaram a vender produtos e serviços ou foram criadas exclusivamente para “rodar” nos smartphones”

Marcelo Montalvão em Inteligência Competitiva – Inteligência de Negócios e Inteligência Empresarial Clássicas; Capítulo 02 – Caravelas, Tear mecânico, iPhone e Outras Inovações Surpreendentes

 

 

Você já parou para pensar porque as televisões de antigamente não cabiam em seu bolso?

 

Até haviam TVs portáteis, mas, era caríssimas e a imagem, uma porcaria.

 

Atraso tecnológico ou conceitual, o fato é que fabricantes de TVs e produtores de conteúdo para a televisão não estavam muito preocupados se você tivesse que pegar um trem ou ônibus e pudesse perder o capítulo de sua telenovela predileta.

 

Monopólio é isso: “Zero” preocupação com o consumidor.

 

E muita grana no bolso dos corporativistas, os controladores da corporação monopolista.

 

Mas, tudo isso mudou!

 

Smartphones como o iPhone com seu design fantástico com sua tela “gigante” e outros dispositivos móveis conectados a Internet como tablets e laptops popularizaram o acesso à Internet e a canais de streaming concorrentes da Rede Globo e outras televisões e até mesmo rádios e jornais impressos.

 

Eu mesmo não pegava um avião, trem, ônibus ou táxi sem um livro, jornal ou revista, senão morria de tédio. Atualmente nem ligo mais para esses, desde que eu esteja com meu smartphone no bolso.

 

Aqui vai um parênteses: Um leitor de um livro não é mais ou menos sábio que um leitor de smartphone. Depende muito do livro que se lê e do conteúdo que se acessa na Internet. E a verdade é que pessoas que nunca liam nada passaram a ler nem que seja mensagens de amigos com erros de Português no Facebook.

 

O fato é que os dispositivos móveis conectados a Internet retiraram a audiência da Rede Globo e outras televisões, que ao invés de ver TV, ouvir rádio e ler jornais preferem acessar vídeos, música e artigos por meio de seus smartphones da mesma forma que você muito provavelmente está fazendo agora.

 

Inteligência Competitiva: Inteligência de Negócios e Inteligência Empresarial Clássicas (Inteligência & Indústria - Espionagem e Contraespionagem Corporativa Livro 2) por [Marcelo Carvalho de Montalvão]

No Capítulo 02 – Caravelas, Tear mecânico, iPhone e Outras Inovações Surpreendentes do livro Inteligência Competitiva – Inteligência de Negócios e Inteligência Empresarial Clássicaso Autor esclarece como o iPhone foi uma inovação que impactou não somente a indústria das telecomunicações como várias outras indústrias com a criação de “Aplicativos” para smartphones

 

 

#4- Google, Facebook e Outras Redes Sociais

 

Smartphones e outros dispositivos móveis não fizeram um estrago à TVs, rádios e jornais sozinhos, mas, com a ajuda de seus produtores de conteúdo.

 

E não é qualquer conteúdo.

 

É um conteúdo segmentado, descentralizado e grátis produzido por pessoas no mundo todo e entregue para pessoas de todo e qualquer lugar, e o que é melhor, sem pagar nada.

 

A diferença entre o custo “zero” e o preço de “apenas um centavo” pode ser de R$ MILHÕES de dólares.

 

Experimente tentar vender alguma coisa na Internet que não seja um produto físico que você ainda terá que pagar os Correios para entregar…

 

Voltando ao assunto “conteúdo segmentado de mídia descentralizada”, o Google, Facebook e outras redes sociais digitais baratearam os anúncios.

 

Antes o produtor ou comerciante tinham que pagar R$ 300 mil para aparecer 30seg em uma propaganda de TV, rádio ou jornal para 10 milhões de pessoas assistirem e somente 10 mil se interessaram em comprar.

 

Com o Google, Facebook e outras redes sociais o comerciante pode pagar até R$ 100,00 para aparecer por tempo indefinido em uma anúncio “impulsionado” para aparecer para 1 milhão de pessoas do mesmo segmento, ou seja, de seu público-alvo e buyer persona (pessoa do Comprador), atingindo 100 mil com histórico registrado de cliente em potencial (sim, tudo que você escreve, compra, curte e compartilha fica registrado nas redes sociais que o conhecem melhor que sua esposa).

 

O fato é que Google, Facebook e outras redes sociais tornaram os anúncios mais baratos e assertivos, destruindo monopólios de mídias tradicionais com a TV, rádio e jornais. Não à tôa, as FAANG (Facebook, Amazon, Apple, Netflix e Google) são empresas que, apesar de recentes, superam em muito o faturamento de muitos conglomerados antigos de comunicação social que estão à beira da bancarrota.

 

A Rede Social | Netflix

O filme “A Rede Social” mostra a saga dos jovens criadores do Facebook, o americano Mark Zuckerberg e o brasileiro Eduardo Saverin, em 2004.

 

#5- Record ao Vivo: Rede Record e a Concorrência que Emula a Líder

 

A vantagem de ser o líder de seu mercado ou de sua indústria todos conhecem, mas, e as desvantagens da liderança, alguém desafia elencá-las?

 

O professor Michael Porter ousou listá-las em suas obras “Estratégia Competitiva – Técnicas Para Análise de Indústrias e da Concorrência” e “Vantagem Competitiva”, que são basicamente:

 

a) Desafios tecnológicos e mercadológicos do pioneirismo (quem chega primeiro bebe água limpa, mas, tem que capinar);

b) Com o sucesso, vem a concorrência (os imitadores).

 

Constatando o sucesso e o poder conquistados pela Rede Globo, a Rede Record e outras emissoras de TV começaram a imitá-la, seja copiando sua estratégia de conteúdo televisivo com novelas, contratação de rostos conhecidos do público e telejornalismo apelativo, seja imitando sua Inteligência de Negócios e Inteligência Empresarial vendendo anúncios para governos (estatismo) e políticos em troca de vantagens típicas de uma economia pré-capitalista (Faoro).

 

O fato é que o conteúdo criativo (Economia Crtiativa) e telejornalismo da Rede Globo e outras empresas de TV foram bastante afetados pela produção de conteúdo descentralizado da Internet, YouTube, NetFlix, Google, Facebook etc., e ainda tiveram que suportar a concorrência de outras televisões abertas, fechadas, nacionais e internacionais, que depois de anos de estudo – ou mesmo trabalhos nas Organizações Globo – descobriram algumas “fórmulas” para a produção de conteúdo e venda de anúncios. Nada se cria, tudo se copia. Rede Globo também foi copiada.

 

 

#6- Estatismo e Dívidas Fiscais Bilionárias

 

 

“o que vimos com Lula, num processo posterior à divulgação da tese de Faoro, é que o pretenso operário virou parte do estamento e tudo continuou como antes”

Jornalista Nei Duclós em Raymundo Faoro e o Anacronismo: Três Ensaios Exemplares

 

 

A Rede Globo e outras corporações monopolistas do Brasil como a OI (Telemar) sempre foram muito favorecidas pelos governos por meio de concessões típicas do sistema econômico pré-capitalista porque orientado pelo estamento burocrático, assim preconizado por Raymundo Faoro em seu “Os Donos do Poder”.

 

Brasil tem um sistema ainda distante do capitalista, no sentido pleno ou Liberal, de livre mercado.

 

A TV Globo e outras “campeãs nacionais” recebem favores do governo, especialmente financiamentos com juros a perder de vista via BNDES, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil e contratos de serviços milionários com o próprio governo, diretamente ou por meio de empresas estatais. Dinheiro público (leia-se dinheiro dos pagadores de impostos) (vide SILVA, Heber Ricardo da. “Jornais liberais e o campo político durante a transição democrática”. São Paulo, 2009. Editora UNESP).

 

Mal comparando, é como um pai emprestasse dinheiro ao filho para eu abrir uma empresa, não cobrasse a dívida principal nem os juros e ainda por cima comprasse meus produtos e serviços… Sem questionar o preço ou consultar a concorrência…

 

“Não tem como dar errado”, pensa o playboy. Errado! Sempre tem como falhar. E falir!

 

Protecionismo e ausência de competitividade levam à falta de inovação, incompetências e obsoletismo.

 

Por quê acha que a Rede Globo não comprou o YouTube quando ele custava menos de US$ 2 bilhões ou não tentou criar o seu próprio YouTube?

 

Não foi pelo mesmo motivo que a Kodak não investiu em smartphones… Ah! Não foi mesmo!…

 

O patrimonialismo ou “paitrimonialismo” brasileiro e o complexo sistema tributário e trabalhista do Brasil produzem desigualdade social, poder, corrupção, ganância, inconformidades e outras idiossincrasias que levam ao inadimplemento sistemático de tributos, sonegação fiscal e às vezes até evasão de divisas.

 

Favores do Estado aliados à incompetência da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) em cobrar dívidas fiscais dos chamados “grandes devedores” geram mais inadimplemento e mais dívidas fiscais em um ciclo vicioso.

 

O fato é que, entra governo e sai governo, seja civil ou militar, conservador ou progressista, de “direita” ou de “esquerda”, da situação ou da oposição, e a Rede Globo e outras “campeãs nacionais” da moda (escolhidas) permanecem impunes às suas graves inconformidade cíveis, fiscais, trabalhistas e previdenciárias e seguem vendendo produtos e serviços ao próprio governo e empresas estatais. Esse sistema não é sustentável em uma economia digital e Liberal, mesmo que por conta da globalização e descentralização que independem das ações de Estado ou tendências de governo como as criptomoedas e empresas offshore digitais.

 

 

#7- Improvisação na Manifestação Político-partidária (Antigovernista)

 

Desde sua fundação e até a morte de seu fundador Roberto Marinho em 6 de agosto de 2003, a Rede Globo era conhecida pelo seu conteúdo criativo a) conservador, b) católico, c) ibérico (branco), d) de direita e e) governista.

 

Não vou listar aqui todos os exemplos para não polemizar nem melindrar a geração mimimi, mas, lembro que nas novelas e telejornais os policiais era quase sempre retratados como heróis, não tinha muita temática espírita – apesar de o Brasil ser o berço da umbanda e da macumba e a maior potência kardecista do mundo – e não era retratada a pobreza em sua forma realista: Café-da-manhã de pobres em novelas tinha leite, bolo e frutas.

 

Mas, Roberto Marinho e as Organizações Globo apoiaram o candidato liberal Fernando Collor de Melo, o primeiro Presidente eleito mediante o voto popular após a “redemocratização” política, apoiaram o candidato neoliberal Fernando Henrique Cardoso em sua eleição e reeleição, e ainda, apoiaram o ex-Sindicalista Luiz Inácio Lula da Silva em sua eleição.

 

Em outras palavras, “hay gobierno, soy a favor”, afinal, é dele que vem o financiamento e os melhores clientes.

 

Estranhamente, essa tendência de apoio ao governo, política e diplomacia necessárias em um país de economia estatista, não se seguiu com a campanha do então candidato “conservador” Jair Messias Bolsonaro, eleito justamente com a ajuda da Internet, Google e Facebook e outras mídias sociais de conteúdo “paralelo” ao dos veículos de comunicação tradicionais.

 

A consequência da falta de simbiose entre o Poder Político e o Poder Midiático gerou atritos, uma verdadeira guerra pelo poder do qual ambos os lados sofrerão “baixas”.

 

A briga é boa.

 

São disputas televisionadas e “internetadas” 24h por dia, 7 dias na semana, entre uma poderosa organização ícone do estatismo e do Quarto Poder (mídia) e dona daquilo que considero a melhor TV do planeta – sim, apesar do meu Realismo Político considero a TV Globo é a melhor televisão do mundo – e um ex-Militar e ex-Deputado Federal de quase 30 anos no Congresso nacional, arquétipo do estamento burocrático eleito com uma plataforma supostamente “liberal”.

 

Raymundo Faoro deve estar gastando com vontade todos os seus créditos do pay-per-view celestial, se é que já não tem YouTube no Paraíso.

 

O fato é que, se já estava difícil para a Globo com um governo a favor, quiçá com um governo contra. Muito além de questões culturais e econômicas, a questão política pode decretar a falência da Rede Globo. E hoje em dia as pessoas não são mais tão facilmente convencidas como antes, pois agora elas têm acesso a informação descentralizada e distribuída. E se era para ser contra o governo, a Globo deveria fazer isso de forma mais sutil, menos ostensiva. Improvisar na manifestação antigovernista e desrespeitar a população que elegeu seu Presidente é subestimar o poder político e seu apoio popular.

 

Como os Artistas que driblavam a censura do governo militar com criatividade e licença poética, a Globo deveria ser mais criativa e improvisar menos em seus ataques ao governo.

 

O estamento burocrático criou e destruiu várias “campeãs nacionais” ao longo da História do Brasil.

 

A Rede Globo apenas está durando mais que as outras.

 

 

O Documentário da BBC Beyond Citizen Kane (“Muito Além do Cidadão Kane”, na versão em Português) foi banida da Reede Globo e da mídia tradicional, mas, passa no YouTube de graça na hora que você quiser.

 

 

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SOBRE O AUTOR

MARCELO CARVALHO DE MONTALVÃO é diretor da Montax Inteligência, franquia de Inteligência & Investigações que já auxiliou centenas de escritórios de advocacia e departamentos jurídicos de empresas como PSA Group (Peugeot Citroën), Cyrela, LG Eletronics, Localiza Rent A Car, Sara Lee, Kellog, Tereos, Todeschini, Sonangol Oil & Gas, Chinatex Grains and Oils, Generali Seguros, Estre Ambiental, Magneti Marelli, Banco Pan, BTG Pactual, Banco Alfa, W3 Engenharia, Geowellex, Quantageo Tecnologia e muitas outras marcas.

Especialista em Direito Penal Econômico e solução de crimes financeiros como estelionato (fraude), fraude a credoresfraude à execuçãoevasão de divisas e “lavagem” ou ocultação de bens, direitos e valores.

Autor do livro Inteligência & Indústria – Espionagem e Contraespionagem Corporativa.

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